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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

ESPAÇO CIÊNCIA - A lua de mel que não aconteceu por uma questão de sono


Amados no Senhor,  como existem adversidades na vida.

A cada dia somos surpreendidos com novidades nas varias áreas de nossa vida.

Algumas são de caráter positivo, sendo a novidade um motivo de alegria e até mesmo de festa, como por exemplo, a descoberta da cura de uma doença que mata muitas pessoas.

Por outro lado, para toda tese existe uma antítese, por isso, também existem as novidades negativas, que trazem tristeza, preocupações, dor e até mesmo um ajuste na vida das pessoas envolvidas.

Para você entender melhor esse artigo, tente imaginar a cerimônia religiosa de um casamento esperada por uns dez anos. Muita alegria dos familiares, tudo muito bonito com muita fartura e grande festividade. Antes do termino da festa – como manda o “figurino”- os noivos – agora casados- preparam sua retirada estratégica para início da lua de mel.

Tudo saiu de maneira perfeita, nenhum detalhe foi esquecido e nada deu errado – pelo menos até aquele momento. A troca de roupa foi feita no local de festa e de lá foram direto para o aeroporto onde embarcaram para uma temporada de dez dias numa ilha paraíso.

No aeroporto havia um carro do hotel esperando pelos recém-casados que os conduziram até o maravilhoso resort. As reservas haviam sido programadas para a melhor suíte – reservada normalmente para casas em lua de mel.

O noivo impressionado com a vista deixa por um minuto a noiva sentada na cama e vai até a janela, ela em contrapartida deita-se num movimento rápido tentando avaliar o conforto da cama. Depois de alguns segundo ele retorna, mas infelizmente se depara com sua mulher adormecida. Quase em desespero ele se apóia na cama e começa a chorar. Ele sabia que ela tinha SKL.

Talvez você não tenha entendido até agora o desespero do jovem marido, mas eu vou contar um detalhe desta estória que até agora não foi revelado. A noiva sofre de um raro distúrbio neurológico chamado síndrome de Kleine-Levin (SKL), que já a fez dormir durante provas, aniversários de amigos e feriados inteiros e até dez dias seguidos- exatamente o período que eles tinham de lua de mel.

Conheça melhor esse tipo de distúrbio lendo a matéria abaixo.

Que Deus nos livre desta e de outras adversidades. Quer um conselho: Conheça Deus na pessoa do Senhor Jesus, quando este tipo de coisa acontece, só ELE pode nos ajudar a vencer.

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira




Enquanto a maioria dos adolescentes sofre para levantar da cama pela manhã, Louisa Ball, 16, pode levar até dez dias para despertar completamente do sono.
BBCSíndrome fez com que Louisa Ball, 16, perdesse provas, festas de amigos e feriados
Ela sofre de um raro distúrbio neurológico chamado síndrome de Kleine-Levin (SKL), que já a fez dormir durante provas, aniversários de amigos e feriados inteiros.
"Eu tinha alucinações e, depois, não me lembrava de nada. De repente tudo ficava escuro e eu dormia por dez dias. Acordava e tudo estava bem de novo", disse a jovem à BBC.
A doença se manifestou em 2008, quando a adolescente começou a cochilar nas aulas e a se comportar de forma estranha.
Levada ao médico, acabou por ser diagnosticada com a síndrome de Kleine-Levin, doença cuja causa é desconhecida e sem cura.
"Um indivíduo com SKL terá episódios de sono, geralmente com duração entre uma e três semanas, com distúrbios cognitivos nas poucas horas em que estiver acordado", diz Tom Rico, pesquisador do Centro de Narcolepsia e SKL da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.
Segundo ele, a síndrome às vezes se manifesta após infecções ou outras doenças. Ela geralmente afeta adolescentes do sexo masculino, que também podem apresentar hipersexualidade, irritabilidade e o hábito de comer compulsivamente.
"Durante esse período, um paciente dormirá algo entre 16 e 22 horas por dia, todos os dias, até o fim do evento."
O tratamento recomendado é permitir que o paciente durma, e não ministrar remédios.
Quando a doença para de se manifestar, conta o médico, o indivíduo volta a dormir e a se comportar normalmente.
Rico diz que não há dados sobre a prevalência da doença, já que muitos casos jamais são diagnosticados.
A boa notícia é que ela pode desaparecer como surgiu, o que geralmente ocorre após dez ou 15 anos.
Recordações Louisa diz se lembrar de muito pouco quando acorda de um episódio. "É tudo branco - sem sonhos. Agora eu recordo mais o que aconteceu. Antes eu não lembrava nada. Meu pai acha que meu cérebro está aprendendo a lidar com isso", diz a jovem.
Faz mais de três meses que Louisa não apresenta sinais da doença
A síndrome quase arruinou os seus planos profissionais, já que ela dormiu durante a maioria das suas provas.
Mas a faculdade permitiu que ela se matriculasse, e hoje Louisa estuda desempenho e excelência esportiva. Seu sonho é se tornar uma dançarina.
Quando ela acorda, leva alguns dias até que volte completamente à rotina, e seu corpo fica rígido, dificultando a dança.
Médicos disseram à família que, durante os episódios de sono excessivo, é crucial acordá-la uma vez ao dia para alimentá-la e levá-la ao banheiro.
Mas Lottie, a mãe, diz que a tarefa pode ser penosa: "Já tentei forçá-la a se levantar, mas ela começa a suar e fica muito agitada e agressiva".
Frustrados com a falta de informações sobre a doença na Grã-Bretanha, seus pais a levaram até o hospital Pitié-Salpétrière, em Paris, onde pesquisadores avaliam se o distúrbio pode ter sido causado por um gene defectivo.

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