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quarta-feira, 6 de julho de 2011

ESPAÇO BÍBLICO - Meditando com os "crentes" da região da Galácia.

Estamos sentindo falta dos comentários dos nossos visitantes aos textos postados e também de sua adesão ao nosso grupo de seguidores no blog, twitter e facebook.Desejamos interagir com nossos leitores.

Eu não sei qual é a sua igreja visitante, mas se nela Jesus é Senhor , nós somos verdadeiramente irmãos.

Diante disso, fico inteiramente a vontade para dizer algo a você nesta manhã como seu irmão em Cristo:

Não aceite "fardo" desnecessário sobre seus ombros, a graça divina mediante fé basta para sua salvação.

 Tem igrejas que impõe aos seus membros sacrifícios que Deus nunca pediu , seja por ignorância (no sentido de falta de conhecimento) ou mesmo por devaneio pastoral, esse inclusive, tem sido mais frequente.


Para entender melhor o que estou dizendo leia com atenção o maravilhoso livro de Gálatas, talvez você venha a descobri que está vivendo sua fé de forma errada, guardando festas, dias e até sendo "circuncidado" na sua carne e não no espírito, sem nenhuma necessidade, ou até pior, como diz o apóstolo:

“Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro (gr heteros - de tipo diferente) evangelho Gl 1.6."

Amados têm muita gente pregando o que acha que é certo e o que humanamente da certo e satisfaz aos homens, mas isso não é evangelho, é pragmatismo (corrente de idéias que prega que a validade de uma doutrina é determinada pelo seu bom êxito prático).

Nesta mesma carta, seu autor chama esses mestres de anátema (malditos), já que ninguém (nem apóstolos e nem anjos) podem pregar algo diferente, como Evangelho, do que foi determinado pelo próprio Deus na pessoa do Senhor Jesus Cristo.

Para não deixar margem de dúvida, Paulo advoga no versículo seis do primeiro capítulo que os que assim fazem, sejam os mestres ou aqueles que recebem esse tipo de ensino, estão passando depressa daquele que os chamou, em resumo:

"Paulo fica admirado da susceptibilidade dos gálatas aos argumentos dos seus oponentes, subvertendo, invertendo, revirando o Evangelho, ou seja, virando as costas para Deus."

Mestres pensem sobre isso. Discípulos, confiram o Evangelho com o qual vocês estão sendo alimentados.

Não tenha sua vida espiritual baseada em carisma pastoral, isso se chama idolatria.

Em Cristo

Pr.Paulo Cesar Nogueira

Ministério Religare

Minreligare.blogspot.com

pauloflecha1000@hotmail.com

Facebook Paulo E Flávia Nogueira

quinta-feira, 16 de junho de 2011

ESPAÇO BÍBLICO - Seu caráter é de soldado romano ou de discípulo?

O que você tem oferecido a quem está próximo, e ao Reino de Deus, água ou vinagre?
Esta foi a reflexão da noite de ontem em nossa igreja durante a exposição da Palavra.

Antes de entrarmos propriamente no tema, desabafo que estou tendo que lutar para pregar em nossa igreja, já que as sociedades e os ministérios estão tomando a frente dos cultos semanais e até de alguns domingos.

Evidentemente estou ironizando, essa “posse” (ato ou efeito de se apossar de alguma coisa; propriedade) tem ocorrido com nosso incentivo, meu e da pastora Flávia, já que vivemos o senhorio de Cristo sobre a igreja, colocando só Ele em lugar de destaque, e não o Dom pastoral dado pelo próprio à sua Igreja como presente.

Temos militado para que os membros entendam que a obra é nossa como “um corpo” e não do pastor. Quando o contrário acontece, a figura do líder é idolatrada, sendo atribuído a ele poderes, glória, certo tipo de honra, que são exclusivos da deidade. Luto para que nossa igreja e outras, onde temos a oportunidade de ministrar, vejam seus pastores como pessoas que falham, mas ao mesmo tempo, esforçadas em fazer a parte que nos cabe dentro deste grande latifúndio que é o Reino de Deus.

Nossa exposição se baseou no Evangelho segundo São João capítulo 19.28-30. Os versículos falam dos últimos momentos de Jesus na crucificação. Tendo consumado seu propósito ele sente sede e pede água, mas os soldados romanos oferecem a ele vinagra como resposta. Amados leitores, creio que a humanidade desperdiçou, na figura daqueles soldados, sua ultima oportunidade de fazer alguma coisa por Jesus enquanto um ser encarnado, rejeitando um pedido tão simples, que era de saciar sua sede física com água.

Por essa oportunidade perdida não adianta mais chorar, ela já foi embora, mas devemos lembrar que o Jesus ressurreto continua pedindo algumas coisas à humanidade, não mais água para matar sua sede física, mas uma transformação de vida de nossa parte que venha ao encontro do objetivo de seu sacrifício.

Ao olharmos para essa cena pela ótica que temos hoje da história do Evangelho, vemos com clareza o confronto de duas naturezas e de dois tipos de caráter. De um lado está Cristo; em amor, humildade, colocando o Reino em primeiro lugar, abrindo mão do conforto e poder, pensando no próximo e perecendo através da morte de cruz, inclusive, pelo pecado dos soldados que o crucificaram.

Do outro lado estão alguns dos beneficiários do sacrifício oferecendo a Cristo vinagre em lugar de água, demonstrando dessa forma que não entenderam o que havia sido feito por eles naquele cruz. Toda pessoa que não consegue entender o sacrifício de Cristo, não alcança seu objetivo maior nessa vida, que é ser transformado, tornando-se um espelho do caráter e da natureza revelados no filho de Deus, glorificando dessa forma ao Eterno.

Isso pode acontecer inclusive com pessoas que estão dentro das igrejas, mas que não foram regeneradas de fato, já que a decisão tomada por Cristo não foi verdadeira naquele primeiro momento e nem em nenhum outro, no tempo decorrido desde sua admissão na igreja como instituição. Sem muitas dificuldades, não julgando, mas constatando fatos, vemos muitos soldados romanos dentro das igrejas com o emblema de cristo na camisa, mas com vinagre em suas mãos, fazendo o que fizeram aqueles no ato da crucificação, zombando com suas atitudes e comportamento do Deus santo, que não espera mais de nós qualquer coisa, mas atitutdes dígnas do seu sacrifício e da habitação do seu Espírito.

Amados, como alguém no outro dia na blogosfera citou a Palavra, o julgamento do nosso Deus começa é pela casa Dele, por isso, não é mais tempo – e nunca foi- de colocarmos vinagre em nossas mãos resistindo ao verdadeiro Evangelho, vivendo um falso, que centraliza vontades e desejos humanos.

Você já parou para pensar onde estaria e quem você seria se o autor do sacrifício tivesse nos oferecido vinagre em vez da água da vida?Qual seria a situação de sua família nesse momento sem aquele sangue derramado na cruz?

Particularmente nem quero imaginar, só de pensar faz mal ao coração e a mente. Por isso convido você a fazer uma reflexão séria sobre algumas coisas:

a) Quem você tem sido em Cristo.

b) Que tipo de Evangelho você tem vivido.

c) O que tem saído de suas mãos para saciar a vontade de Cristo: vinagre ou água.

Que esse texto não seja mais um em sua vida, mas que ele mude o rumo dela, fazendo você deixar de ser um soldado romano, transformando-se num discípulo do Mestre.

Abra mão de você.
Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira

terça-feira, 17 de maio de 2011

ESPAÇO BÍBLICO - Não reclame da globalização, foi Jeusus que a inventou no dia de Pentecostes.

Ontem à noite, como não poderia deixar de ser; pois foi segunda-feira e já faz parte de nossa rotina semanal, minha e dos nossos alunos, tivemos aula em nossa “escola de teologia”.

Esse projeto tão simples, voltado para compartilhar o conhecimento de Deus através de uma escola teológica, cada vez mais agrada meu coração. Mediante os resultados que temos obtido, estou convencido de que levaremos essa ideia para outras igrejas, ajudando elas no que for possível na implantação desse projeto de educação bíblica.

No início desse projeto muitas pessoas, evidentemente sem  nutrir o propósito de me desencorajar, disseram que mais um espaço dentro da igreja para estudo teria seu futuro fadado ao fracasso. Mas contrariando essas avaliações preliminares, tenho visto o número de alunos crescerem bem como, o interesse deles pelo conhecimento bíblico e teológico.

Independente de ser o professor da escola de teologia, sou do grupo o que mais aprendo nas aulas, o que a cada dia reforça em mim a necessidade da dependência do Espírito Santo, seja para realizar a obra do Reino ou para viver minha própria vida.

Estamos no início de um novo módulo: “A História da Igreja”. Para minha surpresa, até aquelas pessoas que não eram muito chegadas à disciplina história, estão bem envolvidas em nosso método pedagógico, fazendo com que a aula de noventa minutos passe tão rápida, que a maioria de nós nem percebe.

Na aula de ontem, enquanto estudávamos as conseqüências do dia de Pentecostes, descobrimos que não foi o empresário americano Charles Taze Russell que conceitou ou criou o termo globalização, mas o próprio Jesus.

Bem, Já que você não estava lá e ainda não se preocupou em levar esse projeto para sua igreja, vou compartilhar algumas informações que ajudarão você leitor a entender melhor nossa linha de raciocínio. Para isso, retirei alguma frases de outras fontes da internet para facilitar meu trabalho.

Para começar;o derramamento do Espírito sobre os discípulos, prometido por Jesus, não aconteceu no dia de Pentecostes por acaso ou sem nenhuma propósito específico. O contexto da inauguração da igreja cristã não poderia ser outro, para isso, veremos abaixo suas justificativas.

Estavam presentes em Jerusalém judeus piedosos "vindos de todas as nações debaixo do céu" (At 2.5). Como eles estavam amplamente dispersos por vários países, era impossível para a maioria comparecer a todos os três festivais a cada ano. No entanto, um número surpreendente vinha, de fato, a Jerusalém para adoração nas três ocasiões. Como a viagem pelo Mediterrâneo era mais segura ao final da primavera, quando o Pentecostes era celebrado, esta festa especialmente trazia as maiores multidões para a cidade. Sua população, que normalmente era de cinqüenta mil habitantes, inflava para quase um milhão nesta época do ano.

O livro lucano nos informa em seu capítulo 2.9-11 que não menos de quinze nações do mundo antigo se faziam representadas naquele dia ouvindo o discurso de Pedro. Lucas começa sua relação pelas nações do leste com a Partia, Média, Elam e Mesopotânea. Segue com a Judéia e Ásia menor enumerando a Capadócia, Ponto, Ásia, Frígia e Panfília, continuando com a África, representada pelo Egito,Líbia e Cirene. Ele encerra sua relação com Roma, Creta e Árábia.

Deus havia providenciado uma data especial para o cumprimento de sua promessa, onde por conta de um festival, um milhão de judeus estavam reunidos vindo de diversos lugares do império. I. Howard MARSHALL, op. cit., p. 71, reforça nossa observação comentando: “então, se observar que a lista claramente visa ser uma indicação de que estavam presentes pessoas de todas as partes do mundo conhecido, e talvez que haveriam de voltar aos seus próprios países como testemunhas daquilo que acontecia. Todas elas, como adoradores de Javé, podiam perceber que os cristãos estavam celebrando as obras poderosas de Deus”.

Dessa forma Deus tornou o Pentecostes, bem como o início de sua Igreja, um evento de caráter universal ao enviar seu Espírito numa ocasião em que "estavam habitando em Jerusalém judeus, homens piedosos, vindos de todas as nações debaixo do céu" (At 2.5). Entre os judeus "vindos de todas as nações" haviam também "prosélitos" (At 2.11).

O termo "globalização" tem sido utilizado pelos economistas desde a década de 1980, embora seja usado em ciências sociais desde a década de 1960. Porém, seu conceito não se tornou popular até a segunda metade dos anos 1980 e 1990. Os primeiros conceitos teóricos da globalização foram escritos pelo empresário americano Charles Taze Russell, que cunhou o termo "sociedades gigantes”. O conceito objetivo de globalização no diz que: "Globalização, em seu sentido literal, é o processo de transformação de fenômenos locais em globais".

E o que foi que Jesus fez no dia de Pentecostes?

Ele simplesmente; com sua sabedoria infita, sem internet, sem televisão, sem rádio, sem telegráfo,sem jornais, fez com que um evento local,ou seja, um fenômeno localizado em uma cidade, fosse compartilhado quase que no mesmo instante em vários lugares do mundo antigo, com a partida dos judeus depois do evento.

Como dizem os jovens, Ele é o Cara, que entende de informática, de Marketing,de globalização, de medicina... mas não precisa de nada disso para fazer as coisas acontecerem.

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira

sexta-feira, 13 de maio de 2011

ESPAÇO BÍBLICO - O milagre de conhecer Deus, antecede a cura.

Marcos 5.25 a34 (A mulher do fluxo de sangue): Palavra ministrada (nesta noite) no culto de família da Igreja Projeto Videira em Sta.Bárbar, Niterói,Rj. Pastor Henrique

De uma forma geral podemos dizer que essa mulher tinha um problema que a impedia de ser feliz, ou pelo menos, de se sentir feliz.

A diferença entre as duas expressões não é só de semântica, mas verdadeiramente de conteúdo, já que nessa vida podemos nos sentir felizes, mas ser feliz é uma condição específica da vida vindoura, que eu e você iremos gozar na glória na presença do nosso Senhor.

Ela, como todos nós, tinha um problema que entristecia sua história de vida, no seu caso específico era uma enfermidade que ela não encontrava cura. Hoje muitas pessoas têm uma história triste motivada pelo casamento que não está dando certo ou pela família, que apresenta uma série de problemas.

Como a hemorragia da mulher do texto bíblico, muitas vezes nossas dificuldades em casa também marcam nossa vida, fazendo com que um sentimento de vazio tome conta de nossa alma, levando em alguns casos, até mesmo a um quadro depressivo, inclusive nos cristãos.

Comparativamente o tempo de sua dor, 12 anos, é figurativo. Tem gente que com um ano de casado já vive como se fosse alguém marcado em sua história, alguém que Deus deixou em um segundo plano, pelo menos, é assim que muitos acabam pensando. Também existem pessoas nessa situação com tempo médio e longo de casamento, ultrapassando de longe os doze anos da mulher do fluxo de sangue. Casais e famílias sempre terão algumas dificuldades, o que não podemos fazer e negá-los e desistir da luta.

Apesar do texto bíblico não afirmar, a busca daquela mulher durante esses doze anos sem sucesso pode ter a seguinte explicação: “Apesar de saber quem era Deus, ela não o conhecia”.

Entendo que Deus, como autor e consumador de todas as coisas desejava mais dela, como foi com o patriarca Jó. De igual forma, entendo que Deus tem desejado também mais das famílias cristãs do uma simples ida a igreja, Ele arde para que homens e mulheres, filhos e filhas, tenham um encontro mais íntimo com ele, o que pode ser traduzido no texto com a determinação daquela mulher em tocar em Jesus.

Muitas pessoas alegam que o milagre dela aconteceu na hora em que ela tocou na orla do mestre, mas nesse momento, o que ocorreu foi a cura de sua enfermidade ou a solução de se problema, já que no caso dela e de muitas pessoas o milagre antecedeu a cura, justamente no momento que ela entendeu quem era Jesus e como ela deveria se relacionar com ele.

Talvez o que esteja faltando para seu casamento ou família ser curada é você trabalhar pelo milagre, não do seu problema, mas da sua relação com Jesus. Descubra Ele como Jó fez, saiba que após esse milagre, certamente sua cura chegará. 

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira
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sábado, 23 de abril de 2011

ESPAÇO BÍBLICO - Saia de entre as árvores voluntariamente.

O texto de Gênesis 3.8 (quando ouviram a voz do Senhor Deus, que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus, o homem e a sua mulher, por entre as árvores do jardim) relata que o casal original se escondeu (pelo menos tentou) da presença de Deus atrás das árvores.

Se esconder de Deus, como fez Adão e Eva, é sempre uma decisão covarde e que traz conseqüências graves no momento seguinte.

 Ambos temeram as conseqüências de sua desobediência, por isso, saíram do caminho usualmente feito por Deus para encontrá-los na viração do dia, na tentativa de retardar o que é inevitável a todo ser humano, encontrar a balança de Deus. Sim Ele tem uma balança nas mãos que nos pesa e um prumo que identifica o grau de nossa inclinação para o “outro lado”.

Se esconder de Deus entre as árvores é também uma decisão errada, seja qual for o motivo que nos leve a fazer isso. Para muitos as árvores podem abrigá-los da sua resistência em largar o pecado, do desejo de Deus para suas vidas, de uma vida com limites e de viver de baixo de uma autoridade, seja ela divina ou eclesiástica.

Fato é que Deus até permite que as pessoas fiquem por certo tempo atrás das árvores, mas logo depois, as tira de lá de alguma forma para serem pesados e avaliados segundo sua inclinação, como aconteceu com Adão e Eva. Ambos foram achados em falta, seja no peso ou no prumo, por isso, foram atirados para fora do Éden para viverem fora da presença de Deus.

Se você está atrás da árvore, saia voluntariamente, Nele, o arrependimento e a sinceridade de coração valem muito.

O convite está feito, saia do meio das árvore para poder continuar em direção ao paraíso.

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira
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segunda-feira, 11 de abril de 2011

ESPAÇO BÍBLICO - Entenda melhor sobre quem foi a maldição proferida por Noé.

Amados do Senhor e queridos visitantes. Abaixo compartilho um texto copiado do blog Teologia e Graça do pastor Esdras: http://teologiaegraca.blogspot.com/

Meu objetivo em compartilhar esse texto é o de trazer luz aos nossos visitantes sobre a polêmica levantada recentemente pelo Pastor Marcos Feliciano no assunto Noé e a África.

Da forma como foi colocado o assunto por ele e mediante seu entendimento, ficou confuso na cabeça de alguns crentes e das pessoas de outras religiões. Por isso, busquei em nossa blogosfera um texto que explorasse bem o assunto trazendo luz aos fatos, elaborado com base numa correta exegese e hermenêutica.

Optei pelo texto do pastor Esdras, que além de ser conhecedor do assunto é também biblicista.

Espero ter, com ajuda de Deus e do pastor Esdras, colaborado para seu melhor entendimento.

Ps: estamos sentindo falta da opinião dos nossos visitantes aos textos postandos e também de sua adesão ao nosso grupo de seguidores. Vamos mudar isso?
Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira

Bolsonaro e Marco Feliciano: Racismo e Homofobia com base em Gênesis 9.20-29?.Ouvi alguns debates em torno das afirmações de Bolsonaro e a justificativa bíblica que o deputado federal Marco Feliciano apresentou com base na maldição de Noé sobre Canaã. Por esta razão, procurei rápida e urgentemente fazer a presente exegese para esclarecer o sentido real da maldição sobre Canaã. Devido ao cansaço, solicito a compreensão dos leitores do Teologia & Graça para possíveis erros ortográficos.
Após as narrativas que estabelecem a aliança de Deus com Noé e seus filhos, segue-se uma tragédia na família de Noé (9.20-29). Um resumo dos fatos sucedidos facilitará a compreensão da narrativa:
a) Noé se embriagou com o vinho da própria vinha (vs.20,21);

b) Embriagado, apareceu nu dentro de sua própria tenda (v.21);
c) Seu filho Cam e seu neto Canaã viram a nudez de seu pai e dele zombaram (v.22);


d) Sem e Jafé ao tomarem conhecimento do fato, cobrem seu pai Noé, sem contemplar-lhe a nudez (v.23);
e) Noé ao acordar profetiza bênçãos e maldições sobre os seus três filhos baseado nos atos anteriores (vs.24-27).

Tem-se discutido muito acerca do ato de Cam e de seu filho Canaã, algumas das propostas de certos intérpretes vão desde o homossexualismo até a castração.

HICKEY[1], afirma sem apresentar qualquer base exegética que sustente sua afirmação, que o pecado pelo qual Canaã foi amaldiçoado foi o homossexualismo.

Outros intérpretes mencionam Levítico 18 acerca dos atos sexuais praticados na terra de Canaã como uma referência de que os descendentes de Canaã continuaram a prática iniciada por seu pai. Pura fantasia! Relações das quais são narradas em Levítico 18.6-18, não era ato apenas dos cananitas e dos egípcios (descendentes de Cam – o Egito era descendente de Mizraim e não de Canaã) quase todas as civilizações do Oriente Próximo praticavam essas aberrações. A expressão “descobrir a nudez” (eufemismo para relações sexuais incestuosas -Lv 18), não deve ser confundida com “ver a nudez” (Gn 9.22), mesmo que, o texto de Gn 9.21, segundo Ellicott, traduz-se por (Noé) “despiu-se a si mesmo”. KEVAN, E.F., Op. cit., p.93, traduz o texto em sentido passivo por “descobriu-se” (a ação é praticada por Noé). A referência remota está no contexto de Deuteronômio 27.16 e não Levítico 18.6-18.
O termo nudez é usado nesse texto basicamente com o sentido de “estar exposto” e o verbo “ver” deve ser tomado em seu sentido próprio. Assim, a expressão “vendo a nudez do pai”, deve ser entendida em seu sentido óbvio e original, sem qualquer indicação de que existe uma mensagem oculta nas entrelinhas do texto. Cam encontrou seu pai desnudo na tenda, achou graça do episódio, e ridicularizou o pai na presença de seus irmãos.
O hebraico possui pelo menos três termos para nudez, procedente do verbo ‘ûr (estar exposta à vista das pessoas; ser desnudado): ‘erôm (adjetivo, nu; substantivo, nudez); ‘ârôm (nu) e ma‘adrom (nu), qualquer um desses termos significam a mesma coisa, exceto quando o uso é figurado para descrever a opressão (Jó 24.7, 10; Is 58.7), ou mesmo a pobreza ou falta de recursos como em Jó 1.21. Um outro sentido é descrever a nudez tanto espiritual quanto física (Gn 3.7, 10,11), e até mesmo de que o sheol está desnudo diante de Deus (Jó 26.6; Sl 139.7), mas jamais o vocábulo é usado como eufemismo para o ato homossexual. [2] O sentido primário é a condição de estar exposto, estar desnudo à vista das pessoas. Uma questão especial é o caso primevo de que Adão e sua esposa estavam nus diante de Deus na condição tanto física quanto espiritual. No sentido espiritual estavam conscientes de sua culpa e incapaz de escondê-la do Criador.

A posição exegética de que o pecado de Cam e Canaã tenha sido contemplar de modo desrespeitoso[3] a nudez do pai, encontra sua confirmação no versículo 25 que atesta que Sem e Jafé, para não recair no mesmo erro: “tomaram uma capa, puseram-na sobre os próprios ombros de ambos e, andando de costas, rostos desviados, cobriram a nudez do pai, sem que a vissem”. O contexto de Deuteronômio 27.16 reforça simetricamente o conceito expendido: “ Maldito quem desonrar o seu pai ou a sua mãe”. Segundo Champlin:

Na antiga sociedade hebraica, ver a nudez de pai ou mãe era considerado uma calamidade social muito séria, e um filho ou filha ver tal nudez propositadamente era um lapso sério da moralidade filial. Portanto, Cão errou gravemente, de acordo com os padrões de sua época. E não somente errou pessoalmente, mas também correu até seus irmãos, fazendo do incidente um motivo de riso.[4]
Ao contrário de Cam e Canaã, Sem e Jafé evitaram cuidadosamente de incidir no mesmo equívoco de seu irmão e sobrinho (v.23). Ao despertar do sono e recuperar-se da embriaguez, Noé toma conhecimento dos atos de seus filhos, e seguindo a tradição do seu tempo pronuncia maldições e bênçãos segundo o agir de cada um deles.
a) A maldição sobre Canaã

Acredita-se que para que a maldição recaísse sobre Canaã, ele tenha participado de alguma forma do desrespeitoso ato de seu pai Cam. Das 63 ocorrências do termo ārar (maldição)[5] no Antigo Testamento, o verbo ocorre por 12 vezes como antônimo do verbo abençoar (bārak), e um desses casos é o versículo 25 do texto em apreço 12.[6] Seguindo os conceitos anteriores (Gn 3.14, 17; 4.11), o sentido primário é de que Canaã e sua descendência estariam banidos, cercados de obstáculos e sem forças para resistirem seus inimigos tornando-se escravos dos escravos (ebed ‘abādîm). Devemos notar, contudo, que embora Cam tivesse outros filhos além de Canaã (Cuxe, Mizraim e Pute – Gn 10.6), a maldição foi especificamente para Canaã e seus descendentes, isto é, os cananeus da Palestina, e não Cuxe e Pute, que provavelmente se tornaram os ancestrais dos etíopes e dos povos negros da África.[7] O cumprimento dessa maldição fez-se à época da vitória de Josué (1400 a.C.) e também na conquista da Fenícia e dos demais povos cananeus pelos persas.[8] Por fim, não se trata de uma maldição dirigida aos negros africanos como costuma dizer certos intérpretes. Os cananitas foram totalmente extintos segundo a posição de vários biblistas e historiadores.

b) A bênção sobre Sem

Particular atenção deve ser considerada aos textos que tratam da bênção sobre Sem e seu irmão Jafé. O primeiro deles é que para Sem o nome divino usado é YaHWeH El[9] enquanto para Jafé é Elohîm [10]. Os dois nomes são significativos dentro do contexto da promessa messiânica a Sem. O texto não diz “Bendito seja Sem”, mas “Bendito seja YaHWeH El de Sem”, isto é, “YaHWeH será tanto o Deus quanto a bênção de Sem”. Canaã por sua vez não seria submisso apenas ao Deus de Sem, mas ao próprio irmão. Aos descendentes de Sem seriam confiados a Aliança e o conhecimento do Senhor e através dela sairia o Messias.

c) A bênção sobre Jafé

 

A bênção do Senhor sobre Jafé está subordinada a de Sem: “habite ele nas tendas de Sem”, o que equivale a dizer que Jafé e Sem teriam relações diplomáticas amigáveis.[11] Entretanto, ’Elohîm engrandeceria a Jafé de tal forma que Canaã lhe seria servo (v.27). Além de Canaã receber a sua sentença imprecatória, esta foi reforçada em cada bênção pronunciada a seus irmãos. Os cananitas seriam escravos tanto dos semitas (linhagem judaica) quanto dos jafetitas (povos indo-europeus).
Notas
[1] HICKEY, Marilyn. Quebre a Cadeia da Maldição Hereditária, Rio de Janeiro: ADHONEP, 1988, p. 31,32.

[2] Ver HARRIS, R. L. (et al.) Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 1998, p. 1096-7.

[3] RYRIE, op.cit., 1991, p. 18 traduz o texto “Cam…vendo a nudez”, literalmente por “contemplou com satisfação”.

[4] Cf. CHAMPLIN, R.N. O Antigo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. Vl.1. São Paulo: Candeia, 2000, p.82.

[5] O hebraico possui vários termos equivalentes ao termo “maldição” na língua portuguesa: ārar (amaldiçoar); me ā‘râ (maldição); qelālâ (maldição); qālal (amaldiçoados); nāqab (maldição).

[6] Ver, HARRIS, R. L. (et al.), op.cit., p. 126.

[7] Cf. ARCHER, Gleason, 1997, op.cit., p.93.

[8] É provável que os Persas fossem descendentes de Jafé, mediante Madai. Veja ARCHER, Gleason, 1997, op.cit., p.93.

[9] Senhor que é Deus ou o Senhor Deus Forte.

[10] Deus ou deuses.

[11] Veja ARCHER, Gleason, 1997, op.cit., p.93, onde o autor trata de minúcias históricas relativas ao cumprimento dessa promessa. Ver também CHAMPLIN, R.N., op.cit., 2000, p.83.


quinta-feira, 24 de março de 2011

ESPAÇO BÍBLICO - A reação do inimigo a uma mensagem Cristocêntrica

No culto que prestamos ao nosso Deus nesta quarta-feira, aconteceu algo muito significativo que ratificou em nossos corações a importância de ouvirmos a Palavra de Deus.

Por conta do debate que aconteceu em nossa “Escola de Teologia” na segunda-feira, onde sem ter sido programado acabamos discutindo gênesis três, mais especificamente sobre a queda do homem, decidi pregar sobre nossas reflexões no culto de quarta-feira, tendo em vista a importância do que absorvemos naquela noite.

Começamos nossa exposição clareando a igreja que uma das diferenças entre as pessoas que servem a Deus e seus opostos (aqueles que não servem) é justamente a aceitação da queda do homem, narrada em Gênesis capítulo três.

Falamos sobre como este evento é fundamental dentro da cosmovisão cristã, já que ele revela nossa condição de decaído, o que nos faz concluir que precisamos ser dependente de Deus, para que nossa natureza corrupta não seja institucionalizada em nossa vida, o que daria força e vida a tudo de errado para o qual nós somos impedidos.

Com "os opostos" acontece exatamente o contrário, por rejeitar a queda se baseando em filosofias humanistas que defendem a liberdade sem limites e a negação do pecado, eles explodem de vez toda as amarras que ainda eram obstáculos a sua depravação sem limite, dando origem aos assassinatos, estupros, violências, distorções sexuais e tudo mais que Deus julga como errado no ser humano.

Como não dá para falar da queda sem mencionar a narrativa literal de Adão e Eva, utilizamos nossos pais como atores principais deste evento. Enquanto detalhava os acontecimentos utilizando o casal como origem desta história, um senhor de idade (já de cabelos todos brancos) que entrou na igreja quase na hora da exposição da Palavra, se levantou e tentou rejeitar a existência e a conseqüente queda dos nossos pais.

De uma forma educada e amorosa (até porque ficou notório que ele estava muito embriagado) tentei administrar a situação explicando a ele que conversaríamos sobre o assunto após o culto, já que não seria ético deixar as outras pessoas aguardando. Não satisfeito com minha colocação ele levantou-se dirigindo a porta e rechaçando a doutrina da queda do homem.

Após sua saída, pude explicar a igreja que este homem se tornou naquela noite um grande exemplo ( mesmo que de forma negativa) do que estávamos pregando, sua resistência em aceitar que precisa de Cristo, se baseia no fato dele não aceitar que sua natureza é corrupta, já que ele considera Adão e Eva uma balela e o pecado uma besteira.

Observei também que a entrada daquele homem naquele exato momento foi uma atitude simbólica da ação do inimigo a exposição cristocêntrica da Palavra de Deus. Nesta noite, sai da igreja com absoluta certeza que esta mensagem, mediante Graça, vai mudar muita coisa em muita gente, especialmente em mim.

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

ESPAÇO BÍBLICO - Nunca substime o poder de uma ideia

Mais uma vez estamos sendo abençoados com a reflexão do nosso irmão Dr. R. Albert Mohler, Jr., que serve como presidente do Southern Baptist Theological Seminary - carro-chefe da escola da Convenção Baptista do Sul e um dos maiores seminários do mundo.

Ele aborda nesta matéria a relação direta do novo ateísmo com o dogma do darwinismo, alertando para o fato de que nunca devemos substimar o poder de uma ideia.

Sua colocação é clara, Charles Darwin - na sua teoria da evolução - é o deus dos novos ateus. Ele possibilitou ao ateismo ter uma base científica - do tipo que despreza toda revelação -, o que permitiu seus defensores se tornarem figurinhas marcadas nos meios universitários e intelectuais da sociedade - principalmente a europeia e americana.

Leia com atenção - nos perdoando pela qualidade da tradução - e conheça um pouco melhor esse assunto tão vital para a cosmovisão cristã.

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira


Novo Ateísmo e o Dogma do darwinismo
Podemos desenhar uma linha reta a partir do surgimento da teoria da evolução para o ressurgimento do ateísmo em nossos tempos. Nunca subestime o poder de uma má idéia.

Segunda - feira, sete de fev 2011.

Novo Ateísmo é agora uma constante da paisagem intelectual da nossa época. Pensadores como Richard Dawkins, Daniel Dennett, Christopher Hitchens e Sam Harris estão entre as figuras que mais aparecem regularmente nas mesas da frente das livrarias da América e as primeiras páginas dos nossos jornais. E, junto com sua defesa vigorosa do ateísmo, que na maioria das vezes encontra uma defesa igualmente vigorosa da teoria evolucionista. Isto não é um acidente.

O ateísmo tem aparecido de alguma forma em culturas ocidentais desde o ponto médio do último milênio. A palavra "ateu" não existia no idioma Inglês até o reinado da rainha Elizabeth I. Os primeiros foram na maioria das vezes ateus cépticos filosóficos e teológicos que negou a existência de qualquer Deus pessoal. No entanto, o Deus, que quase sempre é rejeitado é o Deus da Bíblia - em outras palavras, uma rejeição específica do cristianismo.



Os ateus precoces geralmente eram notórios, como eram hereges conhecidos. A negação de Deus e da fé cristã foi bem documentada e compreendida. Mas os ateus tiveram no início um problema enorme - como eles poderiam explicar a existência do Cosmos? Sem uma resposta clara a esta questão, os seus argumentos para o ateísmo não conseguiram ganhar muita atração.

Como até mesmo os antigos gregos entendiam, uma das questões mais filosóficas fundamentais é esta: Por que existe algo, ao invés de nada? Toda cosmovisão responde a essa pergunta. Em outras palavras, toda a filosofia de vida deve oferecer algum relato de como nós e o mundo que nos rodeia veio a ser. Os mitos da criação de culturas antigas e as especulações filosóficas dos gregos servem como prova da fome no intelecto humano que toma forma como o que hoje chamamos a questão das origens.

Por algum tempo, os ateus foram pressionados a oferecer qualquer resposta coerente para essa pergunta. Uma vez que Deus determinou para fora do quadro, que tinha praticamente nenhuma conta de criação para oferecer.

Claro, tudo isso mudou com Charles Darwin.

A teoria de Darwin da seleção natural e o maior dogma da evolução surgiram no século XIX, como a primeira alternativa coerente com a doutrina bíblica da Criação. Esta revolução no pensamento humano é bem resumida por Richard Dawkins, que admitiu que um ateu antes de Darwin teria de oferecer uma explicação do cosmos e da existência de vida que seria algo parecido com isso: "Eu não tenho explicação para biológica complexa design. Tudo o que sei é que Deus não é uma boa explicação, portanto devemos aguardar e esperar que alguém aparecer com uma melhor. "
Dawkins, que é talvez o cientista mais conhecido do mundo evolucionista, afirma que a explicação dada por um ateu frustrado antes de Darwin "teria deixado um sentimento muito insatisfeito."

Mas então veio Darwin. Em uma única frase, Dawkins chega ao cerne da questão: "Darwin tornou possível ser um ateu intelectualmente satisfeito." Seu ponto é claro e convincente. Antes do desenvolvimento da teoria da evolução, não havia nenhuma maneira para um ateu para resolver sobre qualquer argumento claro para a razão pela qual o cosmos existe ou porque as formas de vida apareceram. Darwin mudou tudo isso. O desenvolvimento da evolução darwiniana ofereceu ao ateísmo uma ferramenta inestimável intelectual - um relato das origens.

Os Novos Ateus surgiram como potentes vozes do público. Eles escrevem livros best-sellers, aparecem na faculdade e principais campus universitários, e alargar a sua voz através da influência institucional e cultural. O movimento é novo no sentido de que ele difere do velha ateísmo em vários aspectos, e uma delas é o uso da ciência em geral, e a teoria evolucionista em particular, como uma alavanca intelectual contra a crença em Deus.

Dawkins, por exemplo, não só acredita que o darwinismo tornou possível ser um ateu intelectualmente satisfeito, mas ele também argumenta que a crença religiosa é realmente perigosa e desprovida de credibilidade. Então, ele alega que não só o darwinismo tornou possível para um ateu intelectualmente satisfeito de ser, ele também argumenta que a teoria da evolução põe em causa a crença em Deus.
Em outras palavras, Dawkins afirma que o darwinismo torna impossível ser um cristão intelectualmente satisfeito.

Daniel Dennett, outro dos "Four Horsemen" do Novo Ateísmo, argumentou que a teoria da evolução de Darwin é um "ácido universal" que vai queimar todas as alegações da existência de Deus. Sua confiança no darwinismo é total. Ele olha para trás com saudade de sua crença própria da infância em um mundo criado por Deus e argumenta que, eventualmente, a sua experiência de mudar de crença na criação de confiança na evolução será compartilhada por uma humanidade que cresce em idade adulta intelectual.

Dennett é suficientemente honesto para reconhecer que, se a teoria da evolução é verdadeira, ela deve, eventualmente, oferecer um relato de tudo relacionado à questão da vida. Assim, a evolução vai ter de explicar cada aspecto da vida, de como uma espécie pareceu por uma mãe ama seu filho. Curiosamente, ele oferece um argumento pelo qual os seres humanos têm acreditado na existência de Deus.
Como seria de esperar, a teoria da evolução é usada para explicar que deve ter havido um momento em que a crença em Deus era necessária para o ser humano ter confiança suficiente para se reproduzir. Claramente, Dennett acredita que agora deve ter a confiança suficiente para se reproduzir sem a crença em Deus.

Sam Harris, também um cientista de formação, é outro defensor ardoroso da teoria evolucionista. Empurrando o argumento ainda mais do que Dawkins e Dennett, Harris afirmou que a crença em Deus é como um perigo para a civilização humana que a liberdade religiosa deve ser negado, a fim de que a ciência possa reinar suprema como a base intelectual da sociedade humana.

O último dos "Four Horsemen", o autor Christopher Hitchens usa sua inteligência considerável para ridicularizar a crença em Deus, que ele, como Dawkins e Harris, considera extremamente perigoso para a humanidade. Apesar de Hitchens não ser um cientista, seu ateísmo não deixa espaço para qualquer outra teoria da evolução.

O Dogma do darwinismo está entre os primeiros princípios da visão de mundo oferecida pelos novos ateus. Darwin substitui a Bíblia como o grande explicador da existência de vida em todas as suas formas. Os Novos Ateus não só dependem da ciência para a sua visão de mundo, sua cosmovisão montantes para o cientificismo - a crença de que a moderna ciência naturalista é a grande resposta para unificar a questões mais básicas da vida humana.

Como Richard Dawkins argumentou recentemente, eles acreditam que a descrença na evolução deve ser considerada como intelectualmente desrespeitosa e repreensível como a negação do Holocausto. Assim, sua estratégia é usar a teoria da evolução como uma arma fundamental no contexto atual de combate intelectual.
Os Novos Ateus não teriam uma cosmovisão coerente, sem o Dogma do darwinismo. Com ele, sua intenção de caluniar a crença em Deus e marginalizar os cristãos e os argumentos cristãos. Assim, podemos traçar uma linha reta a partir do surgimento da teoria da evolução para o ressurgimento do ateísmo em nossos tempos. Nunca subestime o poder de uma má idéia.








































terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

ESPAÇO BÍBLICO - O seu momento Osteen vai chegar, prepare-se para não ser infiel as Escrituras

Caro pastor que no visita, o seu momento Osteen também vai chegar, independente do tamanho de sua igreja e onde você vai para falar de Jesus.

Mesmo não sendo um líder, todo cristão também vai passar por este momento, onde terá - para ser fiel - de declarar com convicção - quando for necessário-, que o homossexualismo é pecado.

Ter este entendimento dessa opção sexual, não signifca desejar o mau, sentir ódio, querer fazer alguém ser agredido moral ou fisicamente, muito pelo contrário, o mesmo Evangelho que no ensina o que é pecado, nos determina amar todas as pessoas, por isso, não existe incoerência em nossa afirmação.

Independente da teologia pregado por Osteen, deve ser creditado a ele o mérito de não enrolar em sua resposta e ter tido a coragem de se expor do jeito que fez, mesmo não sabendo que a entrevista iria debandar para esse lado.

Leia a matéria abaixo e entenda bem, nós cristãos não temos nada contra os homossexuais, nós só entendemos que o caminho que eles fazem na sua vida sexual não é o alvo de Deus para o homem e nem para a mulher.

Em Cristo
Pr. Paulo cesar Nogueira

As recentes declarações do popular pregador Joel Osteen afirmando que a homossexualidade é um pecado mereceu reações tanto da parte de grupos de defesa dos homossexuais como de evangélicos.

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A Campanha de Direitos Humanos do grupo LGBT exigiu um pedido imediato de desculpas, argumentando que a declaração de Osteen “acrescenta um fardo àqueles que ainda lutam para aceitar sua orientação ou identidade sexual.”

“Seria de esperar que o Sr. Osteen usasse o seu púlpito, com uma audiência de mais de 7 milhões de pessoas, para dizer a todos os seres humanos que eles são amados simplesmente como são,” disse o Presidente da HRC Joe Solmonese. “Em vez disso, optou por enviar uma mensagem perigosa e irresponsável.”

O líder evangélico R. Albert Mohler, Jr., que não concorda com a “versão atualizada da teologia da prosperidade” de Osteen, ficou agradado por ouvir o célebre pastor – que chega a 10 milhões de telespectadores em todo o país – afirmar os ensinamentos da Bíblia. Mas Mohler não chegou a elogiar Osteen.

“Felizmente, ele não negou que a homossexualidade é um pecado. Nós podíamos desejar que tivesse dado uma resposta mais ousada, seguida por uma igual confiança no poder do Evangelho de Jesus Cristo,” disse Mohler, presidente do Seminário Teológico Batista do Sul em Louisville, Kentucky, num comentário quinta-feira.

Na quarta-feira, Osteen e sua esposa, Victoria, apareceram na CNN, onde foram entrevistados pelo seu mais recente âncora, Piers Morgan.
Apesar de ele já ter indicado a sua posição contra a homossexualidade anos antes, Osteen foi pressionado durante o programa a clarificar a sua posição.

“A homossexualidade é pecado?” perguntou Morgan.

“Sim, eu sempre acreditei nisso,” afirmou o pastor da maior Igreja dos Estados Unidos, a Igreja Lakewood, em Houston, Texas. “A Escritura mostra que [a homossexualidade] é pecado.”
“Eu digo que isso é errado, porque é isso que dizem as Escrituras,” acrescentou Osteen, explicando que não pode pegar numa parte da Bíblia (que diz que Deus quer abençoá-lo) e rejeitar a outra parte da mesma (que afirma que a homossexualidade é um pecado). Ele também acrescentou que não é “um daqueles que persegue homossexuais e lhes diz que eles são pessoas muito más.”

O Rev. Dr. Miguel de la Torre, um pastor batista e membro do Conselho Religioso da HRC, discordou.

“Enquanto batista do sul e eticista que sou, acredito que não podemos seguir o mandamento de Jesus de amar a Deus e ao próximo como a nós mesmos se começarmos com a premissa de que a homossexualidade é pecado,” argumenta Torre. “Partir da crença de que as pessoas são pecadoras, não nos permite conhecê-las, muito menos amá-las.”
Um grupo de pastores da área de Houston, por sua vez, rejeitou os argumentos de que os comentários de Osteen eram odiosos.

“Nenhuma pessoa sensata pode acusar Joel de ser intolerante ou odioso, mas sim foi muito gracioso na forma como respondeu à questão,” afirmou o Pastor Willie Davis, em nome do Houston Area Pastor Council.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

ESPAÇO BÍBLICO - Mudanças , você está preparado para elas?

Você está preparado para  mudanças na sua vida? O jovem rico não estava (Mateus 19.16 a 22).

O texto bíblico nos informa que foi oferecido ao jovem rico uma grande oportunidade, com certeza a maior de sua vida, mas infelizmente, ele não estava preparado para viver a mudança que lhe foi apresentada diante do encontro com Jesus.

Ele fugiu dela - a mudança - literalmente quando seu coração se fechou e a tristeza tomou conta do seu ser. Por conta disso, aquele jovem, que era rico, saiu completamente pobre daquele encontro, simplesmente porque não soube lidar com a mudança manifesta na sua vida. Ele não estava preparado para mudanças e você está?

Conosco não é diferente, a todo o momento surgem mudanças diante da nossa existência, sendo algumas vezes de pequena monta e  outras de grande importância. Por isso, devemos estar preparados para todo tipo de alteração que possa ocorrer em nossa vida, independente do tamanho que elas tenham.

É fato que as pequenas têm conseqüências menores, sendo que as maiores podem mudar definitivamente nossa forma de existir para melhor ou para pior.

Uma coisa é certa, grande, pequena, boa ou ruim, elas – as mudanças - virão, por isso, faz-se necessário estarmos preparados.

Mas como nos preparar para mudanças como essas que observamos na região serrana na vida das pessoas com muitas mortes e perdas incauculáveis?

Com uma entrega verdadeira a Deus.

Diferente do jovem rico – que não conseguiu largar o cabo da nau –, nós precisamos nos entregar em espírito e em verdade a Cristo. O Reino precisa ter sentido em nossa vida. O corpo do Salvador precisa ser compreendido além de suas aparências. O temor e a intimidade precisam andar juntos em nosso relacionamento com o Senhor.

Essa entrega não deve ser considerada somente como uma resposta esperada por Deus, mas a porta para vivermos as promessas do Evangelho. Ela é também uma preparação para tudo que teremos que passar ainda nessa vida, todas as mudanças que nossa existência nos impõe e Deus permite, ainda mais com o avançar dos tempos, que mostram mudanças climáticas para a vida dos cristãos.

Essa preparação inclui além de outras, uma grande vantagem, viver sem ser enganado pela nossa natureza pecaminosa e por forças espirituais contrárias.

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira

sábado, 15 de janeiro de 2011

ESPAÇO BÍBLICO - Seguir a Cristo com a nossa mente.

Amados, abaixo mais um texo do Dr.R. Albert Mohler, Jr, ele está se tornando ficha marcada em nosso blog, mas não poderia ser diferente pela qualidade dos seus textos.
ps: o mesmo não podemos dizer da tradução para o português, mas ai entra o seu perdão ao autor do blog.

Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira


Intelectual Discipulado - Seguir a Cristo com nossas mentes

Uma falha do pensamento cristão é um fracasso do discipulado, pois somos chamados a amar a Deus com nossas mentes.
Sexta-feira, 14 de janeiro, 2011

A narrativa bíblica serve como um quadro de princípios cognitivos que permitem a formação de uma visão de mundo autenticamente cristã. Muitos cristãos correm para desenvolver o que eles chamam de uma "cosmovisão cristã", organizando isoladas verdades cristãs, doutrinas e convicções, a fim de criar fórmulas para o pensamento cristão. Sem dúvida, esta é uma abordagem melhor do que é encontrado entre tantos crentes que têm muito pouco interesse para o pensamento cristão, mas não é suficiente.

Um rico e robusto modelo de cristão, pensar a qualidade do pensamento que culmina em uma visão centrada em Deus exige que nós vemos tudo verdade como interligadas. Em última análise, a totalidade sistemática da verdade pode ser atribuída ao fato de que Deus é o autor de toda a verdade. O cristianismo não é um conjunto de doutrinas no sentido de que um mecânico funciona com um conjunto de ferramentas. Em vez disso, o cristianismo é uma cosmovisão abrangente e modo de vida que nasce da reflexão cristã sobre a Bíblia eo plano de desdobramento de Deus revelada na unidade das Escrituras.

Uma visão de mundo centrado em Deus traz a cada edição, a questão ea preocupação cultural em submissão a tudo o que a Bíblia revela todas as armações e compreensão dentro da finalidade de trazer maior glória de Deus. Esta tarefa de levar todo pensamento cativo a Cristo exige mais do que o pensamento cristão episódica e deve ser entendida como a tarefa da Igreja, e não apenas a preocupação de crentes individuais. A recuperação do espírito cristão e ao desenvolvimento de uma cosmovisão cristã exigirá a mais profunda reflexão teológica, a aplicação mais consagrados da bolsa, o compromisso mais sensíveis à compaixão e coragem para enfrentar todas as questões sem medo.

O cristianismo traz o mundo um entendimento distinto do , tempo, história e do significado da vida . A cosmovisão cristã contribui para a compreensão do universo e tudo o que contém pontos que nós muito além de mero materialismo e nos liberta da prisão intelectual do naturalismo. Os cristãos compreendem que o mundo, incluindo o mundo material é digno pelo próprio fato de que Deus o criou. Ao mesmo tempo, entendemos que devemos ser administradores de sua criação e não para adorar o que Deus fez. Entendemos que cada ser humano é feito à imagem de Deus e que Deus é o Senhor da vida em todas as fases do desenvolvimento humano. Nós honramos a santidade da vida humana, porque nós adoramos o Criador. A partir da Bíblia, podemos chamar a percepção essencial de que Deus se deleita com a diversidade étnica e racial de suas criaturas humanas, e assim devemos fazer.

A cosmovisão cristã contribui para um entendimento distintivo de beleza, verdade e bondade , a compreensão que estes sejam transcendentais que, em última análise, são uma ea mesma coisa. Assim, a cosmovisão cristã não permite a fragmentação que iam cortar o belo, o verdadeiro ou o bom. Os cristãos consideram a administração de brindes culturais, que vão desde a música ea arte visual para teatro e arquitetura, como uma questão de responsabilidade espiritual.

A cosmovisão cristã fornece recursos autorizados para a compreensão de nossa necessidade de lei e do respeito devido para o fim. informado pela Bíblia, os cristãos a compreender que Deus tem investido governo com uma responsabilidade urgente e importante. Ao mesmo tempo, os cristãos passaram a entender que a idolatria e auto-engrandecimento são as tentações que vêm a qualquer regime. Desenho de rico ensinamentos da Bíblia a respeito do dinheiro, a ganância, a dignidade do trabalho e da importância do trabalho, os cristãos têm muito a contribuir para uma compreensão adequada da economia. Aqueles que operam a partir de um bíblica cosmovisão intencionalmente não podem reduzir os seres humanos a meras unidades económicas, mas deve entender que nossa vida econômica reflete o fato de que somos feitos a imagem de Deus e são, portanto, investido com a responsabilidade de ser administradores de todo o Criador nos deu .

fidelidade cristã requer um profundo compromisso com a reflexão moral séria sobre assuntos de guerra e paz, justiça e equidade, e do bom funcionamento de um sistema de leis . Nosso esforço deliberado para desenvolver uma cosmovisão cristã nos obriga a retornar aos primeiros princípios e outra vez em um esforço constante e vigilante para assegurar que os padrões de nosso pensamento, são consistentes com a Bíblia ea sua narrativa.

No contexto do conflito cultural, o desenvolvimento de uma cosmovisão cristã autêntica deve permitir que a Igreja do Senhor Jesus Cristo, para manter uma posição responsável e corajosa em qualquer cultura, em qualquer período de tempo. A mordomia da responsabilidade não é apenas um desafio intelectual, que determina, em larga medida, ou não cristãos viver e agir antes que o mundo de uma maneira que glorifica a Deus ea credibilidade do Evangelho de Jesus Cristo. A falha nessa tarefa representa uma abdicação da responsabilidade cristã, que desonra a Cristo, a igreja enfraquece e compromete o testemunho cristão.

Uma falha do pensamento cristão é um fracasso do discipulado, pois somos chamados a amar a Deus com nossas mentes. Não podemos seguir fielmente a Cristo sem primeiro pensar como cristãos. Além disso, os crentes não são pensadores isolados que essa responsabilidade sozinho. Somos chamados a ser fiéis juntos, como nós aprendemos discipulado intelectual no seio da comunidade crente, a igreja.

Pela graça de Deus, estamos autorizados a amar a Deus com as nossas mentes para que possamos servi-lo com nossas vidas. fidelidade cristã requer o desenvolvimento consciente de uma visão de mundo que começa e termina com Deus no seu centro. Estamos apenas capaz de pensar como cristãos, porque nós pertencemos a Cristo, e a cosmovisão cristã é, no final, nada mais do que buscar a pensar como Cristo teria-nos a pensar, a fim de ser o que Cristo nos chama a ser.