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quinta-feira, 29 de março de 2012

Quem é o Henrique?

Estamos sentindo falta dos comentários dos nossos visitantes aos textos e também de sua adesão ao nosso grupo de seguidores no blog, twitter e facebook. Desejamos interagir mais com nossos leitores. Este blog é um espaço onde você não precisa ter medo de se expressar, porque em Cristo somos uma família.
Quem é o Henrique?

Neste artigo que escrevo com muito carinho para o nosso blog, compartilho com os leitores um fato antigo, que tive acesso há alguns anos e que me deixou, como também a maioria das pessoas que conheceram à história, completamente perplexo, com o desfecho que alguém pode dá a sua vida, quando se permite ser enganado por uma cosmovisão puramente humana.

Junto com os detalhes da história, que já não são tão ricos e fidedignos devido ao tempo do acontecimento, que já vai longe, exponho também meu ponto de vista sobre o fato, exercendo a humildade de saber que minhas observações não esgotam as explicações possíveis para a mudança ocorrida na vida do personagem da nossa história, que chamaremos de Henrique, pelo contrário, apenas abre um caminho para que cada um de nós possa pensar melhor na sua vida e no destino que damos a ela através das nossas conclusões e decisões.

Minha iniciativa de compartilhar esta história tem como base a esperança de que meus leitores possam ser enriquecidos nas suas futuras decisões e também, na sua forma de perceber a vida como um todo (material e espiritual), o que significa na prática ir além das próprias experiências existenciais, que muitas vezes se transformam num buraco negro devido às escolhas que fazemos, principalmente quando atentamos para o fato que a vida é muito curta e frágil. Sim, ela é curta e muito frágil e nós já sabemos bem disso, mas quando olhamos para ela considerando apenas a ótica humana, desprezando a parte metafísica do nosso existir, o peso desta constatação se torna insuportável

Bem a história ou estória é mais ou menos assim: Um dia como outro qualquer, certo homem de nome Henrique ao acordar levantou-se de sua cama e foi direto sentar na cadeira “do papai”, que ficava no canto do quarto do casal, para tirar o segundo tempo do seu sono, como fazia todos os domingos pela manhã. 


Ao se acomodar na sua cadeira foi arrebatado por um grande assombro ao perceber que já haviam decorrido 45 anos da sua vida, o que naquela manhã especificamente, soou para ele como uma grande tragédia grega. Henrique nunca havia parado para pensar sobre este aspecto da vida, até porque, sempre foi alguém voltado para as coisas naturais, nunca refletindo muito sobre o tempo da existência humana. O assombro Foi um pensamento que surgiu do nada, já que em momento algum, Henrique identificou sua origem.

É difícil entender como e porque esta sensação de pânico surgiu naquela manhã, já que aquele dia não tinha nada de especial no calendário da vida do Henrique. Não era seu aniversário e nem muito menos uma data que poderíamos chamar de importante, mas independente disto, ela tornou-se determinante para o futuro deste jovem senhor de 45 anos, da sua família, amigos e outros próximos.

Henrique era um homem normal como a maioria dos brasileiros, trabalhador e dedicado ao casamento e a família. Os amigos sempre brincavam dizendo que ele era “Caxias” com tudo, não se dando demasiadamente a bebida e nem ficando muito tempo com os amigos, ele era um homem regrado, que dosava tudo que fazia.


Na empresa onde trabalhava Henrique era respeitado por seu zelo em cada tarefa desempenhada, não sendo nenhuma sumidade profissional, mas mesmo assim, era alguém que contribuía muito para a empresa que trabalhava.

O pânico sentido pelo Henrique naquela manhã de domingo foi tão intenso que sua mente, de maneira automática, encontrou uma aparente solução para aquela grande dor. Num piscar de olhos, ele elaborou um plano de fuga para ir de encontro à verdade irrefutável da brevidade da vida, que naquela manhã fez ele se sentir tão mal.

A solução encontrada foi a seguinte: Ele usaria os próximos cinco anos para colocar toda sua vida e de sua família em ordem, estando liberado a partir daí para viver sua vida da forma que bem entendesse. Ninguém ficou sabendo de sua decisão ou do tal assombro, muito menos sua família, que gozou de cinco anos de pura satisfação familiar, já que o Henrique viveu este tempo completamente dedicado a fazer tudo funcionar com excelência.

A primeira parte do projeto do Henrique foi cumprida à rigor. Perto de completar cinquenta anos seus dois filhos estavam formados, esposa bem empregada, casa própria, carro do ano e sua família em perfeita harmonia. No seu trabalho ele havia treinado dois funcionários para realizar de forma metódica todas as atividades que ele se envolvia, tendo nos dois a ideia de backups perfeitos.

No dia seguinte ao seu aniversário de 50 anos, normalmente comemorado pelos seus familiares, Henrique saiu de casa para trabalhar e simplesmente nunca mais voltou. Sua família ficou desesperada por vários meses, amigos e parentes fizeram campanha nos jornais, no Facebook e em outras redes sociais, mas nenhuma tentativa deu resultado, Henrique simplesmente sumiu do mapa, ou melhor, dizendo, do mundo, deste para outro, onde ele imaginou que realmente viveria de forma abundante os anos de vida que lhe restavam.

Ele havia planejado tudo nos mínimos detalhes, guardou dinheiro suficiente para viver vários anos sem fazer nada, fez aplicações financeiras utilizando “laranjas” e organizou seu desaparecimento de forma que ninguém conseguisse nenhuma pista de sua fuga, uma  realidade que nunca passou como possibilidade na cabeça de ninguém, principalmente dos seus familiares. Com o passar do tempo à família aceitou a tese da investigação de que ele teria sido morto em algum assalto, o que ajudou a cada um deles a seguir em frente com suas vidas.

Henrique nunca procurou saber notícias de sua família, foi como se tivesse zerado seu passado, começando a viver aos 50 anos. Infelizmente a segunda parte do seu plano não funcionou como ele esperava, muito pelo contrário, depois de um ano ele entrou em depressão ao constatar que o que faz diferença nesta em nossa existência não é onde estamos vivendo a vida, mas como a enfrentamos. Perto de sua morte ele teve um encontro com Deus na pessoa de Jesus Cristo, viveu depois disto apenas seis meses, mas foram os melhores tempos de sua vida, já que mesmo doente, descobriu que o verdadeiro gozo da vida está em descobri que Deus  cuida de nós e tem uma vida de excelência para aqueles que se arrependem de seus erros.

No dia de sua morte, ele e seu confidente ( que eu também não posso revelar o nome), combinaram que ninguém saberia quem foi verdadeiramente o Henrique, muito menos a sua família. Sua história deveria ser contada para que outras pessoas não embarcassem na canoa furado que ele pegou, mas sua verdadeira identidade ficaria guardada para sempre comigo, só eu sei quem foi o Henrique.

Bem... mais o que importa nesta história não é quem foi o Henrique e nem o seu confidente, mas que você não se torne um tipo de Henrique. Por isso, abra seu entendimento para perceber que Deus tem cuidado de você leitor e que sem ELE podemos ser enganado pela nossa cosmovisão com muita facilidade, que no final da história, sempre se apresenta como insuficiente para nossa alegria. Só Cristo ´é suficiente.

Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
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sexta-feira, 16 de março de 2012

Um universo paralelo ao do Criador. Será que você vive nele?

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Na noite de segunda-feira tive acesso a duas notícias no jornal do SBT que praticamente forçaram meu retorno à labuta dos artigos que posto no blog do Ministério Religare.

 É verdade que voltar a escrever textos não é nenhum sacrifício para quem ama o “barulho das letras", muito pelo contrário, esta situação na realidade me concedeu uma rica oportunidade para que eu retorne a compartilhar minha cosmovisão com meus leitores, principalmente quando o tema trata de aberrações da natureza humana.

  Para início de conversa lembro aos leitores que minha visão da vida se baseia nas eternas verdades do Evangelho e não nas minhas próprias percepções do mundo, que na maioria das vezes, são influenciadas pela minha limitação humana e também temporal.

A grande diferença neste tipo de questão entre nós é aqueles que não reconhecem a superioridade de Deus sobre o homem, é que nós aceitamos sem muitos problemas     a realidade de que precisamos Dele para pensar e agir de forma correta, enquanto que os outros... se consideram autossuficientes para discernir o certo do errado, dando assim origem as aberrações no pensamento humano.

  A primeira matéria dentro deste contexto foi sobre a ação judicial movida pela família real (que cá entre nós, não deixou nenhuma marca  "real" em nossa população contemporânea) brasileira (?) para retomar o prédio sede do governo do Estado do Rio de Janeiro. Caros Leitores e amigos de bom senso, nós não podemos admitir que numa sociedade tão desigual, onde até mesmo o partido dos trabalhadores já não pertence mais aos trabalhadores, uma categoria privilegiada como é a chamada família real, venha usar de subterfúgios do direito brasileiro para conseguir mais renda para seus interesses particulares. Onde está à nobreza dos nobres numa tentativa descabida como essa, como alegou com muita propriedade um historiador entrevistado na mesma matéria e que deu o seguinte relato:

“em lugar nenhum do mundo onde ocorreu a troca da Monarquia por outro sistema de governo coisa semelhante aconteceu, de o governo devolver bens a uma família real”.

Foi muito constrangedor observar um membro desta família defendendo a posição deles como se o grupo estivesse sendo injustiçadas pelo sistema, sem levar em consideração que os verdadeiro injustiçados estão morando na rua, nas filas do INSS, nos restaurantes populares, vendendo o corpo por migalhas de Reais para sobreviver, nas drogas abandonados e  nas trincheiras de crianças abandonadas sem nenhuma proteção da sociedade. Não aceitar a gestão de Deus em nosso modo de vida nos conduz a aberrações deste tipo: achar que estamos certos, quando estamos completamente errados.

 Mas infelizmente vivemos numa sociedade onde “o politicamente correto” é tão subjetivo que o interesse particular de uma família já abastada, poderá sim, se sobrepor ao interesse público, o que de fato não seria nenhuma novidade em nosso no cotidiano brasileiro.

A segunda matéria foi sobre uma psicanalista, diga-se de passagem, já com certa idade, que defendeu de forma aberta e convicta a infidelidade entre os casais, argumentando que ser fiel contraria a paz do casal, trazendo frustrações e angústias dentro das relações. Existem certos profissionais que deixam seus próprios insucessos se tornarem pressupostos na sua visão sobre a vida  e até mesmo na sua atividade profissional, esquecendo os princípios éticos que regem as profissões, em especial aquelas ligadas à área da saúde.

 O homem quando rejeita ser submisso a sabedoria divina, mostra toda sua deformação moral, espiritual e humana, porque seus conceitos e razão flutuam num universo paralelo ao que foi dimensionado pelo Criador, levando essas pessoas ao fundo do poço, que muitas vezes só é percebido quando a podridão começa a queimar suas próprias narinas.

Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

ESPAÇO REFLEXÃO - O ACELERADOR DA REBELIÃO


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Este feriado, conhecido como Carnaval pela maioria das pessoas, traz à tona uma característica de nossa época que tem marcado de forma danosa a existência de muitos dos nossos contemporâneos:

“A rebelião contra tudo que é bom, ético e de valor na vida”.

Não é difícil de enxergar por trás de toda esta festa, luxo, glamour e riqueza, o grito de rebelião contra todo tipo de ordem, de decência, de moral, dos bons costumes e mesmo contra Deus, Já que Ele é autor de todo esse elenco de padrões (a ordem, a decência, a moral, os bons costumes) que se tornaram alvos do modo de vida desgarrado dos nossos dias.

Dizer que não dá para entender porque no Carnaval tudo isso fica potencializado seria muita hipocrisia, já que o Evangelho é claro sobre a ação do maligno e da forma que ele atua neste tipo de engano, onde a falsa ideia da cultura é utilizada para salvaguardar a manifestação do erro e do pecado em grande escala. 

Este artifício sórdido, de utilizar a expressão cultura para blindar o erro não é uma atitude exclusiva de nossos tempos, já que há muito, povos de diversas regiões geográficas do mundo se utilizam desta prática para institucionalizar a iniqüidade na sua forma de viver, ou seja, o que aconteceu no período do feriado chamado de Carnaval continua acontecer na vida das pessoas durante todo o ano, tornando-se então uma prática de vida e não mais uma situação isolada de um período. Quem traiu no carnaval descobriu que pode fazer isso também em outras ocasiões do ano.

Outra questão que deve ser abordada dentro deste contexto é que aqueles que participam deste engodo, não estão isentos da colheita de sua participação, ou seja, muitos colherão (de forma maior ou menor) suas respectivas conseqüências em sua própria existência e também na daqueles que estão à sua volta.

 É interessante constatar e registrar através deste artigo, que ninguém gera indicadores dos processos negativos desta festa, ao contrário do que acontece com os processos positivos do tipo: Número de turista, quantidade de Navios que atracaram no Pier Mauá, taxa de ocupação dos Hotéis e outros. Estes indicadores por terem um “peso” na sociedade e na economia são devidamente trabalhados e divulgados com todo destaque pelos governos e impressa, mas e  os indicadores negativos do tipo:

Número de separações ocorridas por conta desta festa (famílias destruídas)?
O número de jovens que engravidaram e que vão se envolver com um aborto clandestino?
A quantidade de pessoas que contraíram uma doença sexualmente transmitida?
O número de homicídios e suicídios decorrente de atitudes impensadas?
A quantidade de mulheres que foram estupradas por estarem alcoolizadas demais para se defenderem?
Os pais e mães que perderam o respeito dos seus filhos por se revelarem uma moral completamente diferente daquilo que viviam exigindo dos seus filhos?
Os que experimentaram, pela pressão da festa, drogas pela primeira vez e se tornaram um drogado daqui para frente?

Neles literalmente ninguém fala ou toca no assunto. Tenho certeza que se relatássemos todos os processos negativos desta coisa chamada de festa, o prato dos “Contras” seria muito mais pesado do que o dos “prós”.

Mas independente da comprovação de todos estes fatos e do bom senso que é peculiar à raça humana, nossa geração continua a pisar fundo no acelerador da rebelião, não entendendo que a humanidade já se encontra em cima da curva, podendo a qualquer momento sair por completo da direção que deve seguir e ir parar na caixa de brita. Amados, devemos lembrar que a justiça de Deus anda paralela ao seu amor, ou melhor dizendo, ela é uma expressão do próprio amor divino, por isso, ela não ficará oculta diante de todo esse movimento de rebelião.

Para meus leitores deixo uma pergunta: "Você que ir parar na caixa de Brita?"



Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

ESPAÇO REFLEXÃO - O privilégio da existência.


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Já observei mais de uma vez, seja em filmes, na poesia ou em outro tipo de literatura, alguém se referir à vida como uma grande escada, onde a cada ano subimos um degrau em direção ao topo, o que nos faz a cada momento da vida encarar nossa existência de uma perspectiva completamente diferente das etapas anteriores.

Sim é isso mesmo, quanto mais alto estivermos nesta escalada de amadurecimento, maior será nossa dimensão do todo e de como somos frágeis diante do movimento da roda da vida. Muitos não admitem ou mesmo confessam, mas essa percepção decorrente do passar dos anos se estabelece em nós independente de sexo, raça, credo ou condição social.

Olhar para o mundo de um degrau mais alto algumas vezes chega ser assustador, muito diferente da visão que temos dele quando estamos no início da escada da vida. Uma comprovação desta afirmação é que no período da infância não temos medo praticamente de nada, nem mesmo de colocar o dedo dentro da tomada elétrica na parede.

Mais a coisa fica ainda pior quando chegamos à nossa adolescência, onde nos tornamos “os poderosos e imortais”, aqueles que podem fazer todas as coisas sem que ocorra nenhuma consequência em suas vidas. Ao entrarmos na juventude temos a certeza de que somos os melhores do mundo em tudo que fazemos ou praticamos, mas com o passar do tempo... descobrimos que as coisas não são bem assim, porque agora amadurecidos, compreendemos uma pouco melhor nossa fragilidade e o valor da vida.

É preciso explicar que a palavra “assustar” citada acima não ocorre por medo, mas sim pela expansão da nossa consciência, que ao amadurecer na escada da vida percebe melhor o valor do que recebemos de Deus, ou seja, a grande oportunidade de existir e amar  o Criador, bem como as pessoas de uma forma geral. Para encerrar deixo aos meus leitores uma pergunta:


“O que vocês estão fazendo com este grande privilégio?” 

Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
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sábado, 11 de fevereiro de 2012

ESPAÇO REFLEXÃO - “Não seja um destes Manés”, seja diferente, diga não a mulher da beira da estrada.

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Na sexta-feira ao sair do trabalho e virar de carro a primeira esquina da Rua Sete de Setembro (Niterói, RJ, Brasil), me deparei com um grupo de jovens na calçada de um bar, que nem é lá essas coisas em termos de visual, tomando muita cerveja e já manifestando um ritmo bem frenético em suas muitas pantomimas.O fato de a polícia militar ter entrado de greve parecia não dizer muita coisa para eles, pelo contrário, talvez até estivessem comemorando tal acontecimento, já que a imagem da corrupção desta classe superou seu lado de atuação positiva ( isto é um fato e não uma opinião pessoal).
Por tudo isso, foi impossível não parar o carro um pouco mais à frente, o que acabei fazendo e me colocando na posição de observador da vida, já que os jovens em meu ministério cristão se tornaram uma preocupação à parte. Olhando para aquela multidão com mais atenção foi impossível achar alguém que não estivesse manifestando um sorriso no rosto, já que a bebida havia acionado seu poder de persuasão, transformando (por um tempo – seu primeiro estágio) toda crise existencial de sofrimento, dor, tensão e frustração, em uma alegria irracional e descomprometida.
A impressão que tive alguns minutos depois foi de que se naquele momento surgisse um grupo de criminosos executando um arrastão, a única preocupação deles seria de não abrir mão da cerveja, esta teria que ser deixada de lado pelos larápios, não fazendo parte dos despojos desta guerra desleal que nossa população enfrenta no seu cotidiano contra governos e criminosos.
Outra curiosidade lamentável (se podemos registrar desta forma) era o grande número de meninas bebendo de igual para igual com os meninos, penetrando neste universo de engano que até alguns anos era liderado pelos jovens do sexo masculino. Hoje elas descobriram que também podem ser anestesiadas (mesmo que seja por pouco tempo) e preferem fugir das suas respectivas realidades, mergulhando no engano da bebida, como faz a cada dia muitos outros jovens.
Num terceiro momento desejei ir até o meio deles e pedi a palavra, numa tentativa de evitar que pelo menos alguns continuassem neste trem, o qual o destino eu conheço muito bem. Mas refletindo melhor concluí que não era o momento e nem o lugar. Entrando no carro, segui em direção a minha residência pensando nos meus dois filhos, naqueles jovens e nos muitos que poderão cair na armadilha desta droga chamada bebida (cerveja e outras), disfarçada socialmente como um relaxante, algo que ajuda as pessoas a descontraírem e colocarem seus problemas de lado, não podendo assim faltar no cotidiano de todos.
É notório para quem tem bom senso e já comprovado cientificamente, que a bebida de uma forma geral serve de porta para outras drogas, atuando principalmente na vida dos adolescentes e jovens como “a mulher bonita na beira da estrada pedindo carona”, que no fundo, é apenas um chamariz para enganar motoristas inocentes que ao pararem, se deparam com um criminoso armado, que rouba tudo deles, inclusive suas vidas.
Como dizem os adolescentes da nossa igreja; “Não seja um destes Manés”, seja diferente, diga não a mulher da beira da estrada.


Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

ESPAÇO REFLEXÃO - O BSC de Deus.

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É saudável fazer planos para nossas vidas e  alimentar assim nossas expectativas, até porque, devemos sempre exercer essa prerrogativa que nossa existência nos faculta, mas independente desta afirmativa, nunca devemos esquecer que o Todo Poderoso governa.

Ele Reina sobre todo o universo e exerce sua vontade sobre toda terra e na vida dos seus filhos e criaturas. Muitas vezes não entendemos o exercício de seu governo, principalmente quando este nos conduz a direções que estão fora da lógica d0 nosso planejamento estratégico.
Particularmente já havia me programado para ocupar meu tempo de forma integral com o Ministério Religare, escrevendo novos livros, dirigindo a Escola de Teologia, desenvolvendo um seminário, palestrando e ampliando a estrutura do nosso ministério para o além mar.
Tudo isso estava sendo pensado e decidido em oração e com uma boa dose de administração, até mesmo um BSC já havia “rolado”, visando acompanhar nosso desempenho planejado, indicando possíveis ajustes. Mas como citei acima, o Senhor governa e sua política de crescimento não é a nossa, Ele traça seus próprios indicadores e plataformas, normalmente por instrumentos de gestão que nem imaginamos, estudamos ou conhecemos.
Contraditoriamente a tudo que pensei até este momento, enxergo Deus movendo meus passos novamente ao campo da gestão Administrativa, mais especificamente do negócio em si e da área da qualidade hospitalar. Apesar de este movimento contrariar o que dizia minha visão, não consigo enxergar erro no Mapa estratégico divino, pois aos pouco, percebo que meu coração ainda guarda prazer por este exercício que chamamos de gestão.
Outra realidade em toda esta história é que a mudança de rumo disparada em nossas vidas por Este Grande Administrador do Céu  faz parte de um programa de aperfeiçoamento e aprendizado, onde entendemos que existe o tempo de Deus para todas as coisas nesta vida. Para uma geração onde a maioria das coisas surge pronta mediante um aperta de botão, esta constatação se torna uma sentença de morte, mas para nós que temos a revelação de Deus em Cristo, ela nasce a cada dia como mais um motivo para nos curvarmos diante do Altíssimo.
Que o Senhor nosso Deus nos ajude a cada dia a entender seus passos em nossa vida.

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
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domingo, 29 de janeiro de 2012

ESPAÇO REFLEXÃO - UMA "NOVA" GERAÇÃO DE PASTORES

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Esta semana fiz um comentário no Face sobre pastoreio. Ao ler novamente o que havia escrito entendi que deveria trabalhar um pouco mais o tema devido à sua complexidade e importância, por isso, resolvi escrever um texto (dando continuidade ao que havia registrado como comentário) e postar em nosso blog alongando um pouco mais a discussão. O texto é de domínio público, direcionado a todos os nossos leitores, mas nele existe uma mensagem reflexiva imbutida e direcionada à pastores e suas respectivas ovelhas. Se você é pastor ou uma ovelha, procure não só ler o artigo, mas faça também uma reflexão sobre ele e seu conteúdo.
A cada dia que exerço a ação pastoral percebo que pastorear está diretamente ligado à prática do amor. Essa conclusão óbvia, mas de pouco uso não é minha, ela é bíblica e tem caráter mandatório alcançando todos os santos chamados para o “santo ministério”, independente do nome do pastor ou o tamanho de sua igreja. Em resumo, é necessário ficar claro para pastores e ovelhas a seguinte afirmação: “ações de um pastor exercidas fora do ambiente do amor, não devem ser rotuladas por ele e nem pelo rebanho como pastoreio”.
Particularmente tenho agradecido muito a Deus por me mostrar a cada dia essa verdade, me ensinado através de nossas ovelhas a entender esta relação de amor tão estrutural deste ministério. A cada luta enfrentanda pelos nossos irmãos da congregação percebo uma oportunidade para o meu ministério, a de aprender como devo ser um verdadeiro pastor na vida deles, pois tenho consciência do muito que preciso melhorar.
Muitos colegas têm fugido deste enfrentamento usando subterfúgios mentais, utilizando até mesmo a própria obra do Reino como justificativa para não exercer o amor. Outros alegam o tamanho de suas igrejas esquecendo-se da relação direta, que permite a esses ministérios terem outros pastores, entre igreja grande e uma arrecadação na sua proporção.
A realidade é que o amor está “saindo de moda” na vida de alguns pastores que têm escolhido viver seu ministério à moda da sua prória personalidade, a mesma que resiste amar o próximo, mesmo quando este, é uma ovelha colocada sob os seus cuidados. A grande quantidade de compromissos de alguns pastores de ovelhas muitas vezes se torna um álibe perfeito, para estes pastores manterem distância do povo que nosso Deus chama de Seu.
Mas e as ovelhas, como elas percebem tudo isso? Muitas vezes não percebem, na sua fraqueza trazem para si a culpa do seu pastor não conseguir se relacionar em amor com elas. E eles, como lidam com isso? Não lidam, já deixaram a muito tempo de saber o que é arrependimento, por isso estão vivendo numa outra dimensão, onde o amor não entra, dando espaço para todo tipo de erros e distorções.
Que o Senhor tenha misericórdia de mim nunca me deixando fazer esse caminho e que deles, cuide o Senhor nosso Deus, porque das ovelhas tenho certeza que Cristo, o verdadeiro pastor estará providenciando outro aprisco.
 
Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
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sábado, 14 de janeiro de 2012

ESPAÇO REFLEXÃO - Porque a nossa geração de jovens não está fazendo a diferença?

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Como outros que devem influenciar a sociedade , percebo nossa falha nesta missão no que diz respeito aos jovens. Ao entrar no Facebook visualizamos "de cara" nossa derrota (que por um milagre espero seja temporária) estampada em cada postagem dos nossos adolescentes e jovens, que na maioria das vezes, só tratam de “abobrinhas”.
 
É muito difícil encontrar nas redes um jovem comprometido e preocupado com valores e aspectos importantes da vida, pelo contrário, o que notamos é um sadismo pela miséria alheias e pela dor do próximo. A tristeza desta constatação não seria tão pesada se este “pouco caso” com a vida fosse manifesto por aqueles que não conhecem Deus, mas o que vemos nas redes é um processo generalizado, onde todos os jovens estão inseridos.
 
É lamentável percebe que nossas pregações e ensinos estão indo parar em algum ralo que deságua no mar e não no caráter da nossa juventude, que em sua maioria, insiste em viver uma vida estritamente "romântica", como se nossa existência fosse um "mar de rosas". Mas como não faz parte da minha postura acusar pessoas, mas sim denunciar certas atitudes, trago para cima de mim parte da culpa desta situação, assumindo o compromisso de em 2012 ser um “influenciador de caráter” melhor do que fui em 2011. Independente dessa confissão de culpa, registro aos adolescentes e jovens um apelo: “Se olhem no espelho e vejam o que está sendo refletido, talvez vocês tenha um grande susto com o que vão enxerga”.
 
Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
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sábado, 10 de dezembro de 2011

ESPAÇO REFLEXÃO - O que a qualidade total tem haver com nossa vida? Tudo.

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Ultimamente tenho me envolvido muito com a palavra "qualidade". Por força da vida profissional, aparentemente, ela tem cruzado meu caminho a todo tempo, não me dando "nenhuma folga", o que tem me feito refletir sobre ela em tudo que faço.

Meu envolvimento maior com essa palavra nos últimos tempos é um dos motivos pelo qual deixei “um pouco de lado” a ferramenta facebook, já que notoriamente ela vem perdendo “qualidade” a cada dia por força da ausência da noção de limites, que vem sendo manifesta por muitos participantes da rede.Mas sobre facebook  já falei no artigo anterior e não quero me repeti, até porque, como jovem (muito menino ainda) que sou não posso me permiti a esse tipo de descuido, muito comum naqueles que já andaram em muitos caminhos nesta grande jornada que chamamos de vida.

Na verdade quero usar essa matéria para compartilhar minha reflexão sobre essa palavra tão comum em nossos dias, mas ao mesmo tempo, tão “vaga” para a maioria das pessoas, inclusive na vida profissional, já que a maioria das empresas trata este assunto como muitas igrejas tratam o relacionamento de casais e família, de forma desleixada (que ou o que revela falta de cuidado, de apuro; desmazelado, negligente). É muito comum, seja nas empresas ou nas igrejas, uma vez por ano elas identificarem uma data, promoverem uma palestra (com um dito consultor externo no assunto) e finalizarem toda essa miscelânea com um coquetel (a diferença é que na igreja não rola bebida alcoólica), acreditando que o papel dos gestores (seja da empresa como da igreja) foi realizado com louvor.

Ao tratarmos a qualidade empresarial e os casais (e família) desta forma, estamos decretando a “morte subida” do que elas representam em nossas vidas e na de toda sociedade. Pense comigo: “Por que a instituição família está se degenerando? Por que a vida espiritual de muitas igrejas está o “buraco que está”? Por que tantos jovens estão se entregando as drogas? Por que o sistema de saúde pública é esse caos? Por que ....? a resposta é a mesma, falta Qualidade nas empresas, nos governos e também nas igrejas e famílias".

Quando utilizamos esta expressão (falta qualidade), não temos a intenção de passar uma visão puramente humanista da nossa existência e da sua solução, mas despertar nossos leitores para o fato que precisamos perseguir resultados melhores em todas as áreas de nossa vida (neste caso não estamos nos referindo a dinheiro, se bem que ele faz parte do processo da vida) e com certeza, a qualidade é uma ferramenta importante neste caminho.

Diferentes do exemplo empresarial que citei acima, outras empresas realmente levam a coisa a sério e colocam a qualidade nos seu devido lugar (que é na cabeça de todos, inclusive dos gestores) dentro da empresa. Talvez você tenha imaginado que o lugar da qualidade fosse dentro dos procedimentos operacionais, nos processos, estrutura e resultados, mas não é bem assim, tudo isso é o resultado do tipo de qualidade que habita na cabeça dos funcionários e de seus respectivos gestores.

Bem para começar, acho que já falamos bastante. Tenho certeza que esse assunto vai se alongar em outras matérias, conto com seu retorno para que ele seja enriquecido com suas opiniões. Lembramos aos nossos leitores que Jesus é também à Fonte da Qualidade.

Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

ESPAÇO REFLEXÃO - Não é o facebook que está nos deformando, mas nós que estamos deformando ele.

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A subjetividade é o relativismo são “marcas” da nossa era que de forma alguma devem ser crucificadas e enterradas distantes da nossa cosmovisão. Se o fizermos, não estaremos aprendendo a lutar contra os desafios da nossa moral e fé, mas simplesmente retardando problemas e demonstrando uma grande falta de habilidade em separar o joio do trigo dentre o que chega “as nossas praias”. Francis Schaffer ( pastor presbiteriano e pensador cristão do século passado) defendeu muito bem essa mesma tese no final da modernidade, alertando a Igreja que a chegada de novos tempos (momento em que vivemos) exigiria dela um discurso racional na defesa do que acreditamos, ideia que chocou muitas lideranças dentro do universo cristão nesta época.Esse mal entendido ocorreu porque poucas pessoas entenderam o que Schaffer comunicou em discurso, já que em nenhum momento ele sugeriu o relativismo da nossa fé como prática. A ideia dele era usar as armas desta nova geração(para isso era necessário compreendê-las racionalmente) não contra , mas a favor desta geração, trazendo-a para uma “geografia” mais próximo do eixo bíblico.

Com este tipo de introdução é normal que você imagine que nosso texto irá deslizar pelos campos da ética e filosofia, mas não é bem assim, já que vamos tratar de coisas simples, bem ligadas ao nosso cotidiano nas redes sociais. Minha fala inicial se fez necessária para deixar claro aos nossos leitores que respeito o direito das pessoas expressarem suas preferências em termos de acontecimentos e temas, compartilhado o que é interessante nas redes sociais, mas acredito também, dentro do mesmo princípio, que é válido a emissão de uma crítica construtiva a respeito destas escolhas, principalmente quando o público envolvido trata-se na maioria, de irmãos em Cristo.

Chegando agora neste parágrafo ao ponto central da questão, critico que é indiscutível, mesmo levando em conta o direito das pessoas de pensarem diferente, que uma grande parte dos nossos irmãos está perdendo, no mínimo, o bom senso na hora de fazer suas escolhas seguidas de postagem. O acúmulo de bobagem está começando a dá nos nervos de tudo mundo, sem contar a baixaria de fotos obscenas e pornográficas, postadas sobre forma de brincadeira. Estes dias observei ao lado de uma foto, uma brincadeira sem graça com o peso excessivo da pessoa fotografada. Será que esse irmão em Cristo não entendeu que esse tipo de gordura é uma doença? Penso que muitas pessoas não estão vigiando com seu caráter, por conta disto estão deixando ele ser invadido por uma cosmovisão completamente mundana.

Amados nós somos de Cristo e não do mundo.

Peço aos nossos leitores e amigos uma reflexão sobre o assunto, antes que instrumentos como o Face sejam abandonados por pessoas que têm compromisso em manter a moralidade e o bom senso vivos na vida.

Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
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terça-feira, 22 de novembro de 2011

ESPAÇO REFLEXÃO - Por que algumas mulheres tentam matar seus filhos?

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Já virou matéria rotineira na mídia mães tentarem (muitas vezes com sucesso – no sentido negativo da palavra) matar seus próprios filhos por um motivo ou outro. Sem querer neste momento abordar a questão espiritual do fato, entendo que a maternidade fora do contexto de família e condições apropriadas (não confundir apropriadas com abastada), pode levar algumas pessoas ao total desespero, fazendo com que elas encontrem na morte de seus filhos, a única solução possível, ou mesmo, o fim de um grande pesadelo.

Fala-se muito em nossos dias do direito individual a liberdade sexual, inclusive dos jovens e adolescentes, mas pouco se alerta a esses mesmos jovens sobre as responsabilidade e conseqüências sobrevindas da decisão de se iniciar uma vida sexual. Engravidar, por exemplo, é sempre uma possibilidade para quem pratica sexo, principalmente na fase da adolescência ou juventude. Outra questão importante é a banalização do ato sexual, da intimidade de um casal, que não deve ser vista de forma comum, já que ela é um dos "elos" que marcam um relacionamento bem sucedido.

Os intelectuais e formadores de opiniões de nossa sociedade, inclusive no sistema público, estão sempre de plantão para defender o direito do indivíduo de usar seu corpo da forma que bem entender, principalmente dentro do contexto da  sexualidade, abominando veementemente desta forma qualquer noção de limite, inclusive na questão da idade do indivíduo. Para eles um adolescente de 14 ou 15 anos ter vida sexual ativa é algo extremamente normal, já que a pós-modernidade, com todos os seus recursos, amadurecereu mais cedo nossos filhos.

Diante do quadro exposto acima tenho uma pergunta a essas pretensas pessoas inteligentes que empurram com sua “intelectualidade” vidas para o abismo: “Onde vocês estão quando uma adolescente ou uma jovem engravida sem nenhuma condição psicológica, material e financeira para dar seqüência à sua vida, que agora foi acrescida com a maior responsabilidade e trabalho de nossa existência, que é a criação de um filho?”

Sendo bem prático, eu mesmo respondo: “Estão com seus bumbuns sentados em cadeiras confortáveis e recebendo um rendimento “gordo” para ditar regras sem nenhuma base moral, para seres que foram constituídos para viverem de forma moral e com limites”. Mas saibam que suas inconsequências como conselheiros loucos, motivando a imoralidade da nossa sociedade através dos meios de comunicação como influentes formadores de opinião, principalmente na vida dos nossos filhos, não ficaram imunes ao juízo de Deus, que não tardará, independente de terem temor ou não Dele, aceitarem ou não Sua existência.


Quanto aos jovens, cristãos ou não, tenho também uma palavra: “Não sejam fantoches nas mãos destas pessoas que se acham alguma coisa, mas no fundo são meros enganadores. Não se deixem enganar com esse tipo de discurso. A própria vida e tudo que há nela se tornam um grande referencial para o nosso dia a dia e como devemos viver nossa sexualidade. Nada que existe na natureza acontece de uma hora para outra, tudo tem seu tempo. Observe uma árvore frutífera, como ela leva tempo até dá o seu fruto, ela não se antecipa, mas espera completar os anos de vida adequados para frutificar, bem como a estação perfeita. Mesmo que você jovem não conheça Cristo e as escrituras, por amor a você Jesus deixou suas marcas de profunda sabedoria na natureza para que nós não sejamos enganados pelos eternos inimigos de Deus, que sempre procuram destruir as belezas feitas por Deus, como você por exemplo. O Sexo é bom, até porque foi inventado por Deus, mas não deve ser servido fora do tempo e das condições adequadas, até porque, as conseqüências podem ser desastrosas do tipo: abandono escolar pela mãe, rejeição dos pais, distância do pai da criança, uma vida de sacrifício, sonhos destruídos e até o pior: o sentimento de que seu filho ( que deve ser a coisas mais preciosa da vida) é um pesadelo na sua vida".

Para você jovem que visita nosso blog deixo uma pergunta:
“Será que vale a pena adiantar as coisas?"

Em Cristo

Pr.Paulo Cesar Nogueira

Ministério Religare

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

ESPAÇO REFLEXÃO - Você sabia que a Vida fala?

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Às vezes fico   quieto para ouvir os barulhos que estão à minha volta, tentando identificar cada um deles separadamente, bem como seu lugar de origem e autores.Isso faz com que eu ouça a vida falar.

Esta prática não é uma novidade no meu caso na  forma de interagir com a vida, mais uma coisa antiga, vem da idade de dez anos, quando corria livremente pelos terrenos baldios próximos à minha rua, no Bairro Vermelho, na cidade de São Gonçalo, Rj.

Como eu me divertia naquela época correndo em cima do barro vermelho naqueles terrenos enormes, subindo morros, escalando pedras, saltando depressões causadas pelas chuvas e de uma hora para outra parando   em algum lugar a esmo, para ouvir a "vida falar" e entender o que a ela queria me ensinar naquele momento.Que sensação de liberdade maravilhosa.E tudo isso sem Facebook, blog, twitter, computador e outros que hoje nos conduzem a lugares distantes no formato virtual.Se comparado, a vida e os terrenos baldios dão de 10 x 2 no computador e nas redes sociais.

Quando eu passava pelo portão da minha casa, meus amigos na rua em frente só tinham uma pequena oportunidade de me segurar para jogar bola, caso não aproveitassem ela rapidamente, lá ia eu correndo feito um cavalo selvagem em direção aquilo que hoje definiria como meu habitat (local onde alguém se sente em seu ambiente ideal). A solidão e o silêncio daqueles terrenos nunca me assustaram, muito pelo contrário, sempre me atrairam muito, já que a voz da vida nunca permitia que meus passeios ficassem monótonos. Hoje entendo claramente que na minha preferência (deixar de jogar bola com os amigos para ficar correndo nos terrenos baldios) não havia uma busca por solidão ou isolamento, mas uma tentativa de ouvir algo que sentia muita falta, a "voz da vida" falando comigo.

Em todas as nossas conversas, ou melhor, dizendo monólogo, já que era sempre ela que falava, nunca foi possível saber quando iniciaria seu discurso. Em algumas ocasiões era quase que imediato, bastava eu parar, sentar ou agachar, que ela começava a desenrolar suas histórias, falando sempre de coisas muito atuais, fatos e acontecimentos. Com ela aprendi muito, inclusive superar a perda da minha mãe, que ocorreu quando eu tinha oito anos. Ela mostrou-me também o lado negro das pessoas, que mais tarde através do Evangelho pude entender bem como ele funciona.

Com o passar do tempo, infelizmente, os terrenos foram sendo ocupados e meu habitat foi diminuindo até que um dia o acesso a ele foi completamente fechado com a construção de uma nova casa em nossa rua. Como chorei naquele dia, era como se tivesse perdido algo muito precioso ou alguém muito importante. A partir daquele dia tive que reorganizar minha forma de refletir, já que não poderia mais contar com os segredos e os ensinos que a vida compartilhava comigo. Hoje um pouco mais maduro compreendo que não foi a construção daquela casa que interrompeu nossa relação, mas meu crescimento, que junto com ele trouxe alguns sentimentos e atitudes que fizeram a vida se calar.

Apesar disto ela mesma não me deixou sentir sua falta, já que fomentou meu ritmo de vida fazendo com que meu tempo se tornasse completamente escasso para sentir saudades da nossa intimidade. Quanto a este momento, que deu início ao nosso afastamento por alguns anos, até hoje fico em dúvida sobre quem de nós errou, eu ou ela (a vida), já que deixar de ouvir suas histórias e aprender com seus exemplos, me trouxe grande prejuízo em todas as áreas de minha vida.

Durante todo esse período de afastamento lembrei dela em muitos lugares e situações onde estive dos dez aos trinta e sete anos, mas nosso relacionamento depois que a porta do terreno foi fechada parecia mais de um descrente, do tipo que “acredita em Deus”, mas sem nenhuma fé. A teologia define esse tipo de pessoa como ateu praticante, ou seja, na prática Deus não interfere em nada na sua forma de viver a vida.

Nosso reencontro demorou para acontecer, bem como eu entender qual era o alvo da minha “amiga”, a vida. Algumas vezes  chegamos perto, mais não finalizávamos o concerto. Lembro que uma noite perdido com muito dinheiro no bolso, muita cerveja no corpo e depois de ter tentado várias  formas de distração, abri a boca e ensejei chamar por ela, mas pareceu-me algo tolo e até mesmo covarde para uma pessoa adulta.

Ao fazer trinta e sete anos, depois de vinte e sete separados, ela decidiu me reconquistar e estabelecer definitivamente seu objetivo em minha vida, razão pela qual ela iniciou aquelas conversas lá trás no meu antigo habitat. Um dia, dando carona para dois amigos do trabalho, ao buscar seus rostos no  retrovisor para conversar, já que eles sentaram no banco de trás, ela me fez uma pergunta: "O que você percebe de diferente neles em relação a você?"Fiquei completamente assustado, já que sua voz estava mais forte, talvez pelo passar do tempo. Apesar do susto meu coração se encheu de alegria, já que eu estava reencontrando alguém muito especial, que fez parte de minha infância/Adolescência.

Mais uma vez era ela tomando a iniciativa e mostrando que realmente se importava comigo, não levando em conta minha arrogância durante todo esse tempo e nem as minhas decisões erradas. Passado a enxurrada de emoções iniciais de minha parte evidentemente, já que minha amiga agora se mostrava madura e serena, ela retornou com sua pergunta, que ficou ecoando em minha cabeça durante todo trajeto. Antes dos meus amigos descerem, vendo que eu não encontrava a resposta, minha “amiga” bradou mais uma vez, me socorrendo como uma professora que não quer que seu aluno seja reprovado e praticamente entrega de bandeja a resposta que vale sua aprovação. Ela falou suavemente aos meus ouvidos: “Eles têm Cristo e você também precisa ter. Ele me faz conspirar para que todo homem o encontre”.Este dia mudou toda minha vida, inclusive meu relacionamento com a vida, já que descobri, neste episódio, que ela conspira a favor do homem para que ele encontre a Deus.

Em Cristo

Pr.Paulo Cesar Nogueira

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