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sexta-feira, 20 de maio de 2011

ESPAÇO CIÊNCIA - Nós somos iguais às células reprogramadas.

Hoje vamos falar sobre as IPS (do inglês induced reprogrammed stem cells), ou como são conhecidas em nosso idioma e no meio científico brasileiro: células reprogramadas.

Nosso discurso, apesar de ser espiritual, vai circular todo o tempo nessa matéria pelo campo da genética, nada muito contraditório com o nosso contexto, já que no centro da espiritualidade está Aquele que é o inventor ou criador da genética.

As IPS são células que podem ser retiradas de vários tecidos adultos (como as da pele-fibroblastos) e através da ativação de alguns genes, serem reprogramadas para se comportarem como células-tronco embrionárias, tornando-se teoricamente, capazes de se diferenciar em qualquer tipo celular, como o cardíaco, músculo, gordura, osso ou células nervosas.

Depois de muita euforia no meio científico com a descoberta dessa grande possibilidade há alguns tempo, estudos mais recentes demonstraram haver obstáculos, não impedimentos definitivos, para o uso das IPS na terapia celular, já que elas apresentam algumas dificuldades como, por exemplo:

“elas guardam memória de onde foram retiradas e preferem se diferenciar naquele tecido, gerando rejeição quando utilizado em outro local, mesmo que seja no mesmo corpo”. Olha que coisa interessante, essas células possuem um tipo de memória que não a deixa naturalmente confortavel em outro lugar que não seja aquele onde ela foi originada.

Olhando para esse exemplo, e refletindo de forma até mesmo  científica ,  percebemos que da mesma forma que acontece com as IPS, nós também guardamos em nossa consciência  o endereço de nossa origem e como era nossa formação inicial.

Nesse contexto, não estamos nos referindo ao termo origem tratando da  nossa família, mas estamos falando da nossa casa espiritual.

O nosso homem interior sabe exatamente, porque tem boa memória, de onde viemos e formos gerados, por isso, quando estabelecemos nossas vidas distante de Deus, que é o nosso lugar de origem, e vivemos diferente daquilo que é natural para nossa origem, apresentamos, como as IPS, um quadro de rejeição a vida, gerando deformações que se manifesta através de várias sintomas como:

insatisfações pessoais, angústias, frustrações, ,tristezas relacionamentos fracassados,doenças, deformação do caráter e até mesmo depressão.

É evidente que não estamos afirmando que toda depressão ou outro síntoma específico têm esta origem, até porque, como filhos do inventor da genética não podemos nos permitir ser ignorantes a esse ponto, independente disso, queremos com essa matéria alertar aos nossos leitores que esses sentimentos e comportamentos são muito comuns nas pessoas que insistem em viver distante do lugar indicado em sua memória como sua origem.

Se você que nos visitou desejar entender um pouco mais de genética humana, leia a matéria que usei de base para esse texto na Veja online, caso queira entender sua crise existencial, se aproxime mais de Jesus através de sua Palavra e da oração.

A solução nesses casos apontados acima é bíblia mesmo e falar com Deus em oração e súplicas, esse tipo de coisa que alguns cristãos já nem sabem mais o que é ,mas que você, mesmo ainda não sendo um , pode começar a descobri nessa noite.

Deus te abençoe

Em Cristo

Pr.Paulo Cesar Nogueira

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quinta-feira, 24 de março de 2011

ESPAÇO CIÊNCIA - Nossa pequena-grande Harvard

Eu não sabia e talvez você também não saiba, mas nós temos uma “pequena Harvard” no Rio de janeiro, sendo que ela, ao que tudo indica, é desconhecida pela maioria dos cariocas.

A expressão “pequena Harvard” se fundamenta pela estrutura física se comparado com outros institutos, mas precisamente o espaço ocupado por esse centro de estudo, mas não na comparação do item qualidade com Harvard, pelo menos neste quesito – não se preocupe não vamos falar de carnaval –, matemática pura e aplicada nós, ou melhor dizendo, o IMPA, o Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada, está dando de 10 x 0 em Harvard – tudo bem que dentro deste placar tem um pouco de nacionalismo meu.

O Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa) está localizado na Floresta da Tijuca em um terreno de 15.000 metros quadrados, instalado num prédio de três andares que se alonga no sentido horizontal. Além de brasileiros, temos estudantes dos idiomas, inglês, francês e espanhol, além do persa.

Não vou me alongar muito falando sobre essa jóia preciosa da nossa formação científica, porque o texto abaixo pode disponibilizar todos os detalhes para matar sua curiosidade.

Parabéns ao IMPA, que Deus possa está ajudando nossos matmáticos, Já que Ele é o autor desta ciência – como de todas as outras.

Em Cristo

Pr.Paulo Cesar Nogueira

Impa ganha capa da Veja Rio
Passada a primeira curva da Estrada Dona Castorina, que leva ao mirante da Vista Chinesa, no bairro do Horto, sobressai a entrada de uma propriedade cercada pelas árvores da Floresta da Tijuca. Ali, em um terreno de 15.000 metros quadrados, um vasto prédio se esparrama por três alas. Pelos corredores, o silêncio monástico é cortado de tempos em tempos por diálogos em português, inglês, francês e espanhol. Não raro, incorporam-se a essa babel de idiomas expressões em russo e mesmo persa, uma das línguas mais antigas do planeta.
É nesse ambiente, mistura de bucolismo e aldeia global, que 226 matemáticos desenvolvem estudos complexos e projetos de repercussão internacional. Embora não seja muito conhecido entre os próprios cariocas, o Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa) é unanimemente apontado entre os especialistas como um dos principais centros de pesquisa do mundo. Ancorado em sólida produção científica, exibe uma performance surpreendente, ultrapassando índices de departamentos de universidades americanas como Harvard, Princeton e Berkeley. Segundo dados da American Mathematical Society, a instituição brasileira publica, em média, 2,03 artigos relevantes por pesquisador ao ano, enquanto Harvard alcança 1,89 e Princeton, 1,83 (veja o acima). "Sempre buscamos a excelência, e essa performance é apenas o resultado desse compromisso", orgulha-se o diretor, o Acadêmico César Leopoldo Camacho.
Sabe-se que um núcleo de ensino superior se torna respeitado à medida que consegue atrair talentos dos quatro cantos do globo. Entre os centros americanos, considerados os primeiros do mundo, a presença de acadêmicos estrangeiros chega a 30%. No período áureo do sistema universitário alemão, na década de 20 e início dos anos 30, quando a importação de cérebros era incentivada, o país produziu 21 prêmios Nobel. Portanto, faz parte da vocação de uma ilha de excelência reunir grandes cabeças, independentemente de onde elas estejam.
Um recente processo para a escolha de dez vagas nos programas de pesquisa e pós-doutorado dá uma ideia da reputação internacional do Impa. Anunciado o "vestibular", apareceram 185 candidatos. Da Europa, vieram 66. Da Ásia e América do Norte, 43 e 26, respectivamente. Os latino-americanos perfaziam 28, enquanto os brasileiros eram 23. Encerrada a seleção, apenas duas posições foram ocupadas por estudantes daqui, um cearense e uma gaúcha. Outras sete foram divididas por representantes de nações diferentes (Inglaterra, Alemanha, Espanha, Itália, Portugal, Israel e Rússia). E detalhe: uma última vaga permaneceu em aberto por falta de postulante suficientemente qualificado. "Não temos cota. Simplesmente escolhemos os melhores", diz Camacho. Uma vez selecionados, os pós-doutorandos ganham 7.500 reais mensais, enquanto os pesquisadores têm salários entre 12.000 e 15.000 reais.
Não é fácil reproduzir em palavras todo tipo de trabalho desenvolvido no câmpus do Horto - para isso, seria melhor fazer uso de equações e algoritmos. Alguns projetos, porém, são de fácil entendimento. Existem aplicativos para iPhone, simuladores de realidade virtual e até um recorde mundial alcançado em 2010: uma imagem com a maior resolução gráfica do planeta (veja o quadro aqui).
Tamanha produtividade, pouco comum entre nós, pode ser explicada por diversas razões. Mas a principal delas é a capacidade dos que ali estão. O Impa tem formado sucessivas gerações de gente que faz diferença. O mais reconhecido é Jacob Palis, 71 anos, tido como gênio mundial dos sistemas dinâmicos. No ano passado, Palis, doutor por Berkeley, nos Estados Unidos, foi agraciado com o Prêmio Balzan, uma das principais distinções europeias. Além de ser o primeiro brasileiro a receber a honraria - e o 1,2 milhão de reais que a acompanha - , Palis tornou-se o sétimo matemático a entrar para o grupo de agraciados. Empenhado em transmitir seus conhecimentos, ele se emociona ao relembrar que orientou 41 teses de doutorado ao longo da carreira. Desde então, esses mesmos doutores já formaram outros 150 matemáticos do instituto. "Essa é a essência do conhecimento, em que os mais experientes formam os mais jovens, sucessivamente", resume.

Tal filosofia, fortemente baseada na meritocracia, deu origem a uma linhagem de superpesquisadores como Marcelo Viana, Ricardo Mañé e Welington Celso de Melo, reconhecidos no Brasil e no exterior pela notória desenvoltura com números. E desaguou em prodígios como Artur Ávila, de 31 anos. Ele é considerado o mais forte candidato a ganhar a medalha Fields, uma espécie de Prêmio Nobel de Matemática, entregue a cada quatro anos. Seria o primeiro brasileiro a conquistá-la. Há uma década, antes mesmo de ter um diploma de graduação, ele havia concluído seu doutorado no Impa. Famoso no exterior pela capacidade de resolver os problemas mais complexos, ele se divide hoje entre Paris, onde é um dos diretores do Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS), e o Rio de Janeiro. "A maioria das pessoas só conhece o tema nos tempos de escola e ignora o vasto horizonte nessa área", diz. Ávila, de fato, respira o assunto. Não raro, acorda no meio da noite com ideias e novos caminhos para suas teses. Durante o banho, nas caminhadas e até no metrô, as equações lhe vêm à cabeça. Costuma dizer que prefere não dirigir porque, devido a sua capacidade de abstração, poderia perder a concentração e bater o carro.

Por qualquer ângulo que se olhe, a educação brasileira está longe do ideal. Em seu ranking mais recente sobre o ensino fundamental, a Unesco atribuiu ao país a 88ª posição entre as 127 nações analisadas - atrás de Bolívia e Namíbia. Outra lista, sobre as 200 melhores universidades do mundo, feita pela revista inglesa Times Higher Education, não incluiu nenhuma das nossas. Ou seja: estamos mal em cima e em baixo.
Por não ter cursos de graduação e se dedicar unicamente à matemática, o Impa não é avaliado nesse tipo de levantamento. Mas sua trajetória poderia servir de exemplo e inspiração. Criado pelo governo federal em 1952, o instituto surgiu antes de outros correlatos - como o de Pesquisas Espaciais em São José dos Campos (SP) e o da Amazônia, em Manaus. Com o tempo, graças à adoção de um sistema de gestão diferenciado, foi se descolando de seus pares. Trata-se de uma organização que recebe repasses públicos, mas tem independência administrativa. Com isso, as contratações e os investimentos são mais ágeis. Se a direção julgar procedente, os acadêmicos poderão ser punidos com a demissão. "Isso faz uma enorme diferença, pois dá autonomia. Pesquisa não se faz no improviso", afirma o economista Claudio de Moura Castro, especialista e consultor na área.
Costurados com carinho, os laços com a iniciativa privada têm se mostrado outro importante diferencial. A cada ano, o instituto recebe 18 milhões de reais em repasses do Ministério da Ciência e Tecnologia. Mas, além de administrar tais recursos com rigor, busca também financiadores externos, seja através de parcerias, seja por meio de simples filantropia. Desde 2007, por exemplo, o economista e ex-presidente do Banco Central Arminio Fraga doou 1,6 milhão de dólares para seus cofres. O dinheiro foi destinado à criação de um posto permanente de pesquisador. Em seguida, foi a vez de o banqueiro Pedro Moreira Salles e seu irmão, o cineasta João Moreira Salles, destinarem 660.000 reais para a manutenção de duas vagas de doutorado e mais duas de pós-doutorado. O último a entrar na lista foi o célebre matemático americano James Simons, dono de uma fortuna de 10,6 bilhões de dólares e o 74º homem mais rico do mundo. No início do ano, ele se comprometeu a aplicar 1,6 milhão de dólares. "A matemática é fundamental para a boa educação, e o Impa é um centro de padrão máximo global, talvez a instituição brasileira de maior prestígio internacional", explica Fraga. "De lá saem pessoas que espalham pelo Brasil ideias e padrões essenciais, vitoriosos."

Nas grandes universidades do mundo, os pesquisadores de ponta gozam de uma invejável independência, seja para dispor de seu tempo, seja para escolher os rumos de seu trabalho. O mesmo acontece com os matemáticos da ilha de excelência carioca. O fato de não terem de dar aulas para graduação lhes permite uma maior dedicação a seus próprios projetos. É curioso observar que, frequentemente, um estudante de determinada área não entende absolutamente nada das outras. "Eu sou da computação gráfica e as outras especialidades são praticamente outra língua para mim", confessa Diego Nehab. Aos 34 anos, ele é representante da nova geração de estudiosos do instituto. Doutorou-se em Princeton e passou pelo centro de inovação da Microsoft, na costa oeste americana. Com tantas credenciais, Nehab poderia ter continuado nos Estados Unidos, mas, quando soube da vaga, decidiu que era a hora de voltar. "Aqui tudo funciona. Os equipamentos são ótimos", diz ele. Trajetória semelhante teve Carolina Araújo, de 34 anos, membro afiliado da ABC. Como Nehab, ela fez doutorado em Princeton. Lá, sua sala ficava no mesmo andar do escritório de John Forbes Nash, ganhador do Nobel de Economia em 1994 - e inspirador do filme Uma Mente Brilhante. "Ele ia diariamente à universidade. Sempre nos cumprimentávamos", recorda. A perspectiva de desenvolver projetos na área de geometria algébrica a animou a trocar os Estados Unidos pelo Rio. Com isso, tornou-se também a única mulher a ocupar um posto na elite do Impa.

Presenças marcantes no belo câmpus do Horto, os estrangeiros parecem se sentir em casa. Adepto de um uniforme pouco usual entre as estrelas acadêmicas de seu país, o argentino Reimundo Heloani, de 33 anos, percorre os amplos corredores do instituto de camiseta, bermuda e chinelo de dedo, aliás um visual comum por ali, principalmente entre os expatriados. Com especialização no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e em Berkeley, escolheu o Brasil para fazer suas pesquisas em uma área aqui ainda pouco explorada, a física matemática. O inglês Robert Morris, de 30 anos, segue o mesmo estilo. Graduado na Universidade de Cambridge, o maior celeiro de prêmios Nobel do planeta (82 no total), ele se diz apaixonado pelo Rio: "O salário é ótimo, muito parecido com o que se paga na Europa. Além disso, os colegas são mais abertos para a troca de conhecimento". Com sua mistura de rigor acadêmico e informalidade, o Impa atrai até representantes de culturas longínquas, como o iraniano Hossein Movasati. Há quatro anos na cidade, após uma experiência na Alemanha e no Japão, ele foi o primeiro de seu país a estudar na nossa pequena Harvard. Agora, espera que conterrâneos sigam seus passos. "Outros virão", avisa Movasati. As portas estão abertas. Mas apenas para os melhores.

terça-feira, 15 de março de 2011

ESPAÇO CIÊNCIA - Quem diria, Freud plagiou a descoberta de doença psiquiátrica relatada em conto pelo escritor Machado de Assis

Dizem que de médico e louco todos nós temos um pouco.

No caso do escritor Machado de Assis esse dito tende mais para a faceta de médico, já que dois pesquisadores da USP - Daniel Martins de Barros e Geraldo Busatto Filho, ambos psiquiatras da USP publicaram suas conclusões na revista médica britânica "British Journal of Psychiatry" - descobriram que ele relatou os sintomas bem como a solução para uma doença psiquiátrica ainda não conhecida em seu tempo.

A "folie a deux" (em francês, algo como "loucura a dois") não havia ainda sido diagnosticada quando Assis a descreveu em seu conto "O Anjo Rafael".

O mais interessante em tudo isso é que a forma utilizada por Assis para narrar os fatos, combina todos – sem exceção – os elementos desta doença, inclusive o efeito terapêutico de separar os indivíduos, mais tarde descrito por Lasegue e Falret [os descobridores "científicos" da "folie a deux"].

Escrever ficção também é fazer medicina.

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira

Abaixo a matéria na íntegra.
Dizem que de médico e louco, todas as pessos têm um pouco. Pelo jeito Machado de Assis antecipando Freud? Nem tanto, mas dois pesquisadores acabam de mostrar que o maior dos escritores brasileiros do século 19 ultrapassou os médicos e foi o primeiro a descrever um estranho distúrbio psiquiátrico, a "folie a deux" (em francês, algo como "loucura a dois"). Na ficção, claro.

O caso foi descrito por Daniel Martins de Barros e Geraldo Busatto Filho, ambos psiquiatras da USP, na revista médica britânica "British Journal of Psychiatry".

A dupla explica que a "folie a deux" envolve uma espécie de contágio mental.


Segundo a descrição científica original do distúrbio, publicada em 1887, ela é comum entre mulheres que vivem em ambientes isolados, em geral junto com a família.

Nesses casos, quando um membro da família desenvolve sintomas psicóticos, um ou mais parentes acabam "pegando" os sintomas, tendo ilusões, por exemplo.

No entanto, anos antes dessa descrição, Machado de Assis publicara o conto "O Anjo Rafael". Como o nome da história sugere, um dos personagens acreditava ser o anjo em questão.

Apesar de sua suposta natureza angélica, o sujeito tinha uma filha, com quem morava numa fazenda e para a qual buscava um marido. E a moça, estranhamente, tinha embarcado na fantasia do pai, conforme seu noivo percebeu. Ela só deixou de lado a ilusão três meses depois que o pai morreu, o que a levou a deixar a fazenda.

"A narrativa de Assis combina todos os elementos que depois seriam descritos por Lasegue e Falret [os descobridores "científicos" da "folie a deux"]. Ele vai além e descreve o efeito terapêutico de separar os indivíduos", escrevem os psiquiatras da USP.

sábado, 12 de março de 2011

ESPAÇO CIÊNCIA - Tecnologia de digitalização de Rx e Tomografia

                                                      
Amados do Senhor e querido visitante.

Para muitas pessoas pode parecer estranho um pastor está se ocupando com matérias como essa abaixo.

Mas gostaria de registrar ou esclarecer que Deus nos chamou para lidar no Espírito com o nosso próprio cotidiano.

Por isso,  afastar-se dele como se tudo que está ao nosso redor não existisse, não é ter bom senso e nem usar da sabedoria que que nos foi concedida pelo Eterno. Assim, leia a matéria abaixo e conheça a nova tecnologia da Microsoft que digitaliza RX e Tomografia, dando ao médico uma ferramente poderosa de avaliação para o diagnótico do paciente.

Apesar do custo desta inovação, item não mencionado na matéria, cabe destacar que descobertas como essa são de interesse vital para as grandes seguradoras e empresas de plano de saúde, já que esse tipo de tecnologia pode fazer com que os tratmentos se tornem muito mais econômicos.

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira

paraSistema da Microsoft ajuda diagnóstico médico
Programa apresentado a cientistas em feira da gigante do software é capaz de digitalizar imagens de raio-x e tomografia e dar-lhes apresentações 3D



A TechFest 2011, evento da Microsoft que apresenta à comunidade científica as principais inovações da gigante do software, mostrou nesta semana como software e hardware podem ser adaptados para finalidades médicas. No evento, realizado na cidade de Redmond, em Washington, quartel-general da empresa, foi exibido um programa capaz de digitalizar imagens de raio-x e tomografia, dar-lhes rapidamente apresentações em três dimensões e oferecer aos médicos ferramentas de gerenciamento dessas mesmas imagens – o que pode auxiliar o diagnóstico.


O InnerEye: Visual Recognition in the Hospital (Olho interior: reconhecimento visual no hospital) foi desenvolvido por cientistas da Microsoft Research, centro de pesquisas da companhia na Grã-Bretanha. No vídeo a seguir, o engenheiro carioca Rico Malvar, cientista-chefe da unidade, apresenta a tecnologia.
O objetivo da TechFest, encerrado nesta quinta-feira, é apresentar tecnologias de ponta que, no futuro, após serem assimiladas pela indústria, farão parte de nossa rotina em áreas tão variadas como saúde e entretenimento. VEJA é o único veículo de imprensa da América Latina convidado a acompanhar o evento.

quinta-feira, 10 de março de 2011

ESPÇO CIÊNCIA - Para que Harvard seja aqui, precisamos mudar nossa forma de pensar

Dizem que o carnaval brasileiro é o melhor do mundo,francamente eu preferia que ao invés disso, nossas universidades estivessem cotadas como as melhores do planeta.

A matéria abaixo joga por terra toda nossa falsa pretensão de achar que estamos bem em matéria de ensino científico. 

Não existe crescimento em ciência se não houver em contrapartida investimento na qualidade das nossas universidades. Não estamos negamos a excelência de algumas, mas pelo quadro classificatório abaixo, percebemos que elas ainda estão longe de se tornarem referência mundial, posição que verdadeiramente deveria ser motivo de honra para nós.

Mas a falha não está nas nossas universidades, nem nos alunos e muito menos nos professores, mas no lugar onde são aplicados os recursos públicos.


Quem sabe se nós  substituirmos a Sapucaí pelos centros universitários, como local dos grandes investimentos, essa situação não melhora significativamente.

Quem sabe se tributarmos honestamente os grandes beneficiários do carnaval - como os donos de trio elétrico em Salvador - no Brasil, não teremos os recursos que ainda faltam para nossas universidades crescerem mais em qualidade.

Quem sabe  você leitor também não resolve abrir os olhos e entender que o carnaval não é cultura, mas um mau para o nosso povo, que deveria
está mais preocupado com a ciência do que em jogar seu ano inteiro fora em três dias de falsa alegria.

Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira

Brasil fica fora do 'top 100' das universidades de maior reputação

Ranking foi feito a partir de pesquisa com 13 mil professores do mundo.

Universidade de Harvard, nos EUA, obteve nota máxima.

Do G1, em São Paulo

imprimir A Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, obteve a pontuação máxima no ranking das melhores universidades em reputação do mundo divulgado nesta quinta-feira (10) pela Times Higher Education (THE), instituição baseada em Londres. O ranking foi montado a partir de uma pesquisa somente para convidados de mais de 13 mil professores de 131 países do mundo e reforça a posição dominante das instituições dos EUA e consagra boa reputação de universidades do Reino Unido e do Japão. O índice faz parte do ranking das melhores universidades do mundo divulgado pela THE em setembro do ano passado.

O Brasil não tem nenhuma instituição entre as 100 melhores. Rússia (Universidade Lomonosov de Moscou), China (universidades Tsinghua, Pequim e Hong Kong) e Cingapura e Hong Kong também aparece com instituições entre as 50 melhores do ranking. No grupo entre as posições 51º e 100º aparecem universidades de países emergentes como a Universidade de Seul, na Coreia do Sul; Universidade de Taiwan e o Instituto de Ciência da Índia.

Veja as 10 primeiras universidades no ranking de melhor reputação

Posição

Instituição

País Pontuação

1º) Universidade de Harvard EUA 100,0

2º) Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) EUA 85,0

3º) Universidade de Cambridge Reino Unido 80,7

4º) Universidade da Califórnia - Berkeley EUA 74,7

5º) Universidade de Stanford EUA 71,5

6º) Universidade de Oxford Reino Unido 68,6

7º) Universidade de Princeton EUA 36,6

8º) Universidade de Tóquio Japão 33,2

9º) Universidade de Yale EUA 28,3

10º) Insitituto da Tecnologia da Califórnia EUA 23,5



Fonte: Times Higher Education, Top Universities by Reputation 2011

Veja o ranking completo

A pesquisa pediu aos acadêmicos experientes para destacar o que eles acreditavam ser o mais forte das universidades para o ensino e a pesquisa em seus próprios campos. Harvard obteve 100 pontos. As outras cinco melhores classificadas foram Instituto de Tecnologia de Massachusetts; Universidade de Cambridge (Reino Unido); Universidade da Califórnia, em Berkeley; Universidade de Stanford University e Universidade de Oxford (Reino Unido).

Simon Pratt, gerente de projeto da pesquisa, disse que os dados "mostram uma diferença significativa no pé reputação dos seis primeiros, com uma queda no número de respostas abaixo desse nível".

terça-feira, 1 de março de 2011

ESPAÇO CIÊNCIA - HPV não é HIV, mas pode provocar cancêr.

Amados do Senhor e queridos visitantes, a matéria abaixo é decorrente de uma pesquisa realizada em três países: Brasil, Mexico e Estados Unidos.

Ele foi publicado na revista científica The Lancet, revelando um resultado inesperado, principalmente para os homens.

Leia com atenção  pois está matéria é um caso de saúde pública que interessa a todos.

Com certeza você já ouviu falar de HIV, mas e de HPV? Muita gente confude as duas siglas, sendo que a ênfase na mídia é sempre direcionada para o HIV.
Os dados revelados nesta pesquisa mostra uma incidência muito grande de HPV nos homens, que inicialmente não era objeto de preocupação neste tipo de contaminação.

O exame para pesquisa do HPV deve ser feito tanto por homens como por mulheres, até porque, a facilidade de contaminação dele é muito grande.
Compartilhe esse alerta em sua igreja

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira

Cerca de 50% dos homens que participaram de um estudo populacional estavam infectados com o papilomavírus humano (HPV, na sigla em inglês). O trabalho, publicado na revista científica The Lancet, analisou voluntários saudáveis de três países: Brasil, México e Estados Unidos.


O resultado surpreendeu os especialistas, pois revelou uma prevalência muito maior que a encontrada em estudos semelhantes com mulheres, quando o porcentual de infecção pelo vírus não ultrapassa 20%.

Nos homens e nas mulheres, o HPV pode causar câncer, embora, nas mulheres, a evolução para displasias - quadro prévio ao tumor - seja mais comum (leia nesta página). O contágio ocorre principalmente por via sexual, mas, ao contrário do HIV, o uso de preservativo não é tão eficaz.

O estudo analisou 1.159 homens com idades entre 18 e 70 anos. Todos estavam saudáveis ao ingressar no estudo, diz Luisa Villa, coautora do artigo e pesquisadora do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer e coordenadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do HPV (INCT-HPV), na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Os voluntários não podiam relatar histórico de câncer no ânus ou no pênis, bem como a presença de verrugas genitais. Também não podiam apresentar infecção pelo HIV. Todos residiam na cidade de São Paulo, no sul da Flórida ou em Cuernavaca, no México. "A maioria das pessoas pensa que HPV é um vírus associado predominantemente às mulheres: esse estudo revela que os homens são os principais infectados", afirma José Eduardo Levi, do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo, na USP. Levi não participou do estudo, mas há vários anos pesquisa testes moleculares para HPV.

Variedade. Há vários tipos de HPV. Nem todos estão associados ao câncer. A pesquisa mostrou também que 30% dos homens estudados estavam infectados com tipos do vírus ligados ao surgimento de câncer.

"Descobrimos uma forte correlação entre a incidência da doença e o número de parceiros", recorda Luisa. Homens que tiveram mais de 50 parceiras apresentaram uma chance 2,4 vezes maior de contrair a doença quando comparados a homens com uma ou nenhuma parceira sexual. Homens que realizaram sexo anal com outros homens mais de três vezes também apresentaram uma incidência da doença 2,6 vezes maior quando comparados a homens sem parceiros recentes.

PARA LEMBRAR

DST afetava 40% das gestantes

Uma pesquisa feita em seis capitais brasileiras, divulgada em setembro de 2008, mostrou que pelo menos 40% das gestantes desses locais apresentavam algum tipo de doença sexualmente transmissível (DST).

Entre as gestantes ouvidas pelo levantamento, coordenado pelo Programa Nacional de DST-Aids do Ministério da Saúde, 75% tinham entre 15 e 24 anos.

Do total analisado, 40,4% tinham HPV e 9,4%, clamídia. O número de sífilis entre as gestantes, de 2,6%, foi considerado alto pelo ministério. A Organização Mundial da Saúde define o índice de 1% como preocupante. A sífilis pode ser tratada durante a gravidez. Quando isso não ocorre, há risco de o bebê nascer com sífilis congênita.

O estudo avaliou gestantes atendidas em serviços de saúde, trabalhadores de indústrias com até 99 funcionários e pessoas que procuravam centros especializados em doenças sexualmente transmissíveis. Além de verificar a incidência de DSTs, o trabalho procurou avaliar situações que podem indicar maior ou menor risco para se infectar.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Espaço Ciência - "Teoria das Cordas"

Você já ouviu falar na teoria das cordas?
E de seu principal defensor, o físico e matemático americano Edward Witten?

Bem, ele esteve no Brasil para um curso no Instituto de Física Teórica da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e concedeu uma entrevista muito interessante a folha online que você poderá acessar mais abaixo em neste post.

A teoria das cordas é uma ideia antiga ( tem mais de 40 anos) da física que afirma que as menores unidades formadoras da matéria e da energia (incluindo a luz) são cordas vibratórias. A teoria das cordas descreve a formação da matéria ao afirmar que a menor unidade da matéria são "cordas" em movimento.

Apesar de ainda não ter sido comprovada (por isso é chamada de teoria, a exemplo da evolução humana), seu principal defensor alega que nos próximos anos os avanços serão muito grandes e ela poderá finalmente ser comprovada, principalmente se levarmos em consideração os avanços obtidos nas experiências com os  aceleradores de partícula, como o LHC - o acelerador de partículas mais potente do mundo, que fica em Genebra, na Suíça.

A importância desta teoria se apresenta no seu objetivo. Ela é uma tentativa de unir as duas teorias mais importantes da física moderna :

A mecânica quântica: Trata dos átomos e das partículas subatômicas.

A teoria da relatividade, de Albert Einstein, que trabalha as grandes escalas do Universo.

Ela parte de um modelo único que descreve com eficiência as diferentes forças da natureza.

Mas leia a entrevista abaixo com Edward Witten e fique por dentro da física e das cordas.

ps: mas o que isso tem haver com o Evangelho? Bem, primeiro tem haver com o nosso cotidiano e segundo: Física é Jesus “purinho, ou melhor dizendo: naõ é corda, mas Graça”.

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira

Folha - O sr. é hoje um dos principais nomes da teoria das cordas. Como explica as cordas e o fato de não haver ainda comprovação para ela?

Edward Witten - Na física moderna, há duas teorias importantes: a mecânica quântica, que trata dos átomos e das partículas subatômicas, e a teoria da relatividade, de Albert Einstein, que trabalha as grandes escalas do Universo. As cordas são uma tentativa de unir essas duas teorias a partir de um modelo único que descreva, com eficiência, as diferentes forças da natureza [a teoria das cordas descreve a formação da matéria ao afirmar que a menor unidade da matéria são "cordas" em movimento].

Mas há quem diga que as cordas são quase uma "profecia", já que não há dados experimentais sobre elas.

A teoria não tem nada de profética. Alguns cientistas não a entendem direito e não compreendem porque ela ainda não foi comprovada. Outras teorias da física, como a mecânica quântica, estão mais desenvolvidas. Só isso.

Essa comprovação virá pelos experimentos com os aceleradores de partículas?

A teoria das cordas tem mais de 40 anos, mas ainda faltam algumas explicações. Os aceleradores de partículas como o LHC [o acelerador de partículas mais potente do mundo, que fica em Genebra, na Suíça] podem explicar a natureza e revelar indícios de outras dimensões. Por isso, poderão contribuir para explicar as cordas.

As cordas [conforme postulado pela teoria] vibram em 11 dimensões, sendo três dimensões espaciais, a dimensão do tempo e outras tantas que não conseguimos perceber. Os aceleradores podem mostrar isso. Eu conheço alguns cientistas que trabalham no LHC, e temos mantido contato. Não acho que a comprovação da teoria venha em dez anos, como dizem por aí. Nem sei de onde veio a ideia de "dez anos". A comprovação pode vir antes.

A teoria também trata da origem da matéria. Por que existe uma obsessão para explicar o começo de tudo?

Porque isso é realmente fascinante. Há muitas perguntas sem resposta. É normal que a gente queira achar respostas, e existem muitas possibilidades sendo levantadas. Há físicos que dizem que o Universo está dentro de um buraco negro. Não há evidências suficientes para isso, mas a ideia faz sentido. Se o Universo estiver num buraco negro, ele será o máximo que você conseguirá enxergar. E, como os buracos negros são realmente muito grandes, sim, nós podemos estar dentro de um deles.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

ESPAÇO CIÊNCIA - O núcleo da terra tem sotaque baiano

Núcleo da Terra gira mais devagar do que se pensava até agora.
Um grupo de geofísicos descobriu que o núcleo da Terra gira mais devagar do que se acreditava previamente, afetando o campo magnético, indica um artigo publicado na revista "Nature Geoscience".
O estudo desenvolvido pelo Departamento de Ciências da Terra da Universidade de Cambridge (Reino Unido) detalha que o núcleo do planeta se move mais lentamente do que o grau anual anteriormente considerado, e a velocidade de rotação é inferior a um grau a cada um milhão de anos.

Geofísicos do Reino Unido descobriram que núcleo da Terra gira mais devagar, afetando o campo magnético.

O núcleo interno da Terra cresce mais devagar na medida em que o fluido externo vai se solidificando sobre a superfície do núcleo externo, afirma a pesquisa de Lauren Waszek, e a diferença na velocidade hemisférica leste-oeste deste processo fica congelada na estrutura do núcleo interno.

"Descobrimos que a velocidade de rotação provém da evolução da estrutura hemisférica, e assim demonstramos que os hemisférios e a rotação são compatíveis", explica Waszek.

Até agora, assinalou a cientista, este era um importante problema para a geofísica. "As rápidas velocidades de rotação eram incompatíveis com os hemisférios observados no núcleo interno, não permitiam tempo suficiente para que as diferenças congelassem a estrutura."

Para obter estes resultados, os cientistas utilizaram ondas sísmicas que cruzaram o núcleo interno, 5.200 quilômetros abaixo da superfície da Terra, e as compararam com o tempo de viagem das ondas refletidas na superfície do núcleo.

Posteriormente, observaram as diferenças na rotação dos hemisférios leste e oeste, e comprovaram que giram de maneira consistente em direção a leste e para dentro, por isso que a estrutura mais profunda é a mais velha.

A descoberta é importante porque o calor produzido durante a solidificação e o crescimento do núcleo interno dirige a convecção do fluido nas camadas externas do núcleo.

Os fluxos de calor são os que encontram os campos magnéticos, que protegem a superfície terrestre da radiação solar e sem os quais não haveria vida na Terra.

Waszek disse sobre os resultados: "Eles presentam uma perspectiva adicional para compreender a evolução do nosso campo magnético."

Espaço Ciência - Nova Presidente da SBPC

Depois da Dilma, parece que todas as mulheres resolveram assumir  as vagas de presidente disponíveis no país.

Se eu fosse o senador José Sarney (presidente do senado) ficaria mais atento com sua vice - que muitas vezes se comporta como se não fosse vice -, tendo em vista o "andar da carrugem".

Pode até parece  que não, mas o efeito Dilma tem influênciado numa abertura maior para as mulheres assumirem cargos de liderança.

Na matéria abaixo, você será informado sobre a nova presidente da SBPC, a biomédica Helena Nader.

Parabéns a Helena Nader, a Dilma e as outras mulheres que estão se destacando nas sua áreas de atuação.

Que Deus ajude a todas elas a desenvolverem suas atividades com sabedoria e temor ao Criador e as suas criaturas.

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira

Helena Nader assume presidência da SBPC:

18/2/2011 – A biomédica Helena Bonciani Nader será a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência a partir desta segunda-feira, 21, em substituição ao matemático Marco Antonio Raupp, que se afastará do cargo para ocupar a presidência da Agência Espacial Brasileira. Eleita primeira vice-presidente da diretoria em junho de 2009, a assunção de Helena Nader atende ao estatuto e ao regimento da SBPC em seus artigos 12 e 10, respectivamente. O mandato dos atuais diretores termina em julho próximo.

A nova presidente da SBPC é bacharel em ciências biomédicas pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), fez licenciatura em biologia na Universidade de São Paulo (USP), doutorado em biologia molecular na Unifesp e pós-doutorado na University of Southern California.

É professora titular da Unifesp, membro titular da Academia de Ciências de São Paulo e da Academia Brasileira de Ciências, classes Comendador e Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico e professora honoris causa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Exerceu várias funções administrativas, entre elas a de pró-reitora de Graduação e de Pós-Graduação da Unifesp. Foi professora visitante da Loyola Medical School Loyola University Chicago – Stritch School of Medicine (Chicago, USA), W. Alton Jones Cell Science Center (NY, USA), Instituto Scientifico di Chimica e Biochimica G. Ronzoni (Milão, Itália) e Opocrin Research Laboratories (Modena, Itália).
 

sábado, 12 de fevereiro de 2011

ESPAÇO CIÊNCIA - Deus agora vai nos ajudar aprimorar nossos computadores

Amados do Senhor. Deus é tão sábio, que na sua coroa da criação - o ser humano -, os pesquisadores estão encontrando um caminho e soluções para que os computadores tenham uma capacitação maior na área de armazenagem de imagem.

Eles estão estudando o cérebro humano como referência nesta atividade.

Aproveite nosso ESPAÇO CIÊNCIA para descobrir um pouco mais das grandezas divinas.

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira

Neurociência - Estudo revela como cérebro compacta e arquiva imagens.
No futuro, computadores poderão usar mesmo mecanismo de armazenamento.

Se cada conexão entre neurônios fosse um byte, o nosso cérebro seria um computador de, pelo menos, um milhão de gigabytes.
Como um computador, o cérebro tem uma memória limitada. Por essa razão, não pode armazenar em detalhe tudo o que visualizamos durante a vida e deve se ater ao que for extremamente indispensável. Um estudo publicado nesta semana na revista eletrônica Current Biology decifra como o cérebro contorna esse problema, “comprimindo” as imagens antes de guardá-las.
Enquanto crescemos, a figura de cada objeto que vemos se acumula como uma nova informação. O conjunto de todas essas imagens ganha sentido em nosso cérebro e torna possível identificar, por exemplo, que aquele objeto retangular com botões é um controle remoto e serve para controlar a televisão. Cada objeto à nossa volta significa um vasto conjunto de informações: cores, formas, tamanhos. Como o cérebro é capaz de armazenar a enxurrada de imagens percebidas durante a vida toda? Conforme a pesquisa, o que torna isso possível é uma área do cérebro chamada V4, que funciona à maneira de um programa compactador de imagens.
O hardware humano - O hardware cerebral é composto por 1011 neurônios (o dígito 1 seguido de 11 zeros) que estabelecem entre si conexões da ordem de 1015 (o dígito 1 seguido de 15 zeros). É a força dessas conexões que estabelece nossa memória. Se cada conexão fosse um byte, o nosso cérebro seria um computador de, pelo menos, um milhão de gigabytes. “O cérebro é um sistema de processamento de informações. Ele pega estímulos sensoriais (como a visão) e transforma em conhecimento. Esse conhecimento é armazenado na memória e usado para tomar decisões”, disse a VEJA o autor do estudo Ed Connor, pesquisador da Universidade Johns Hopkins.

De todas as áreas que fazem parte desse complexo sistema, descobriram os cientistas, a função da V4 é compactar as imagens em informações capazes de serem armazenadas por outras regiões cerebrais. Para entender como esse processo funciona, a equipe da Universidade Johns Hopkins criou um modelo computacional que imita as células do V4. “Este estudo mostrou que essa área comprime a informação visual focando em aspectos raros dos objetos, que são mais informativos como, por exemplo, as curvas mais acentuadas que eles possam ter”, diz Connor.

Segundo o pesquisador, esse é um passo importante para compreendermos o processo de armazenamento visual. “Se conseguíssemos explicar como ele é tão bom no que faz poderíamos reproduzir o mecanismo. Algumas pessoas têm tentado fazer a mesma coisa com computadores por décadas, com sucesso limitado. Mas alguns cientistas da computação estão agora tentando criar sistemas de visão computacional usando como modelo o nosso sistema cerebral”, conta.


sábado, 5 de fevereiro de 2011

Espaço Ciência - Seu corpo ainda não é incorruptível, por isso, cuide dele.

Com um dia de atraso, compartilho com nossos visitantes a matéria realizada pela revista época sobre o dia 4 de Janeiro, lembrado pela OMS como de combate ao câncer.

A OMS alerta que o câncer continua matando e ainda é a segunda principal causa de mortes em todo o mundo – perde apenas para doenças cardiovasculares.

A incidência da doença, de acordo com o órgão, pode ser reduzida por meio de estratégias de prevenção, de detecção precoce e de tratamento.

Eu acrescentaria a essa lista um despertar de cada um de nós para as coisas importantes desta vida. Tem gente que não vai ao médico por causa do trabalho, dos filhos, da escola, da faculdade.... Eles esquecem que detectar e tratar uma situação como essa no início do processo faz toda diferença nas chances de cura.

Além disso, quem vai cuidar das crianças se você morrer? Seu trabalho nesse caso também não será encerrado, mas terá outro cuidando dele no mesmo dia de seu enterro. Não seja um modernista abitolado, pense na sua saúde, física e também espiritual.

Quer um conselho, procure um médico e verifique a quanto anda sua saúde física, leia o Evangelho e descubra o quanto sua saúde espiritual precisa melhorar. A saúde - física e espriritual - é um presente de Deus, cuide bem deste presente.
ps: Você sabia que na glória não teremos este problema?

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira


Câncer é segunda principal causa de mortes em todo o mundo:
OMS diz que a doença só perde para doenças cardiovasculares. Fumo, infecções crônicas por vírus, obesidade, consumo de álcool e radiação são os principais fatores de risco.


Câncer no pulmão é um dos tipos da doença que provocam a maioria dos óbitos

No Dia Mundial do Câncer, lembrado nesta sexta-feira (4), a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que a doença é a segunda principal causa de mortes em todo o mundo – perde apenas para doenças cardiovasculares.


Tumores no pulmão, nas mamas, no fígado e na região colorretal provocam a maioria dos óbitos registrados por câncer. A incidência da doença, de acordo com o órgão, pode ser reduzida por meio de estratégias de prevenção, de detecção precoce e de tratamento.


Os fatores de risco listados pela OMS e relacionados ao câncer incluem o uso de tabaco; infecções crônicas por vírus como o da hepatite B e o HPV; sobrepeso e obesidade; radiação; hábitos alimentares ruins; sedentarismo; abuso no consumo de álcool; e exposição a substâncias químicas.

Saiba mais



Cento e cinquenta minutos (duas horas e meia) por semana de atividade física aeróbica moderada podem reduzir o risco de câncer de mama e de cólon, de acordo com uma pesquisa divulgada OMS. O órgão informou que a atividade física tem um papel importante na redução da incidência de certos tipos de tumores e que o sedentarismo é o quarto maior fator de risco quando se considera o total de óbitos registrados em todo o mundo.


De acordo com a OMS, atualmente, 31% da população global não pratica nenhum tipo de atividade física. O sedentarismo está associado a 3,2 milhões de mortes anuais, sendo 2,6 milhões em países pobres e em desenvolvimento, além de 670 mil óbitos prematuros (pessoas com menos de 60 anos).


Em 2008, quase 460 mil mulheres morreram em decorrência do câncer de mama e cerca de 610 mil homens por causa do câncer colorretal.


A orientação de 150 minutos por semana de atividade física aeróbica moderada vale para maiores de 18 anos. Entre 5 e 17 anos, a recomendação é de pelo menos 60 minutos de atividade física moderada ou alta.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Espaço Ciência - O poder da casca de banana

O que nós não faríamos em termos de novidades nesse país, se o governo trata-se melhor nossos cientistas?

Apesar da ideia - de atrair nossos pesquisadores que estão fora do país - do Mercadante, nós estamos muito distante do ponto que poderíamos estar, se o governo investisse mais em ciência.


 A ciência não é uma coisa mágica que surge do nada e nem tão pouco privilégio de certo grupo de países, ela é resultado de uma política científica bem estruturada com visão de médio e longo prazo.


Esse universo de tempo mínimo é determinante em matéria de ciência porque ela não é feita para hoje, mas sempre no mínimo para amanhã, o que faz com muitas pessoas tenham dificuldade de entender esse lapso temporal.


Como diz o empresário Eike Batista: “O Brasil – na pessoa de seus representantes – tem dificuldade de pensar a longo prazo”.



Veja um exemplo abaixo de nossas possibilidades. Uma simples casca de banana pode ter uma utilidade tremenda em processos de tratamento de água ao invés de ir - como acontece na maioria das vezes- para uma lata de lixo.


Oremos para que Deus mude a mentalidade do nosso governo e ele passe a dar mais valor às pesquisas.


Em Cristo e também pela ciência.

Pr. Paulo Cesar Nogueira



Casca de banana pode despoluir a água

Débora Spitzcovsky 2 de fevereiro de 2011
Só na Grande São Paulo, quase quatro toneladas de cascas de banana são desperdiçadas, semanalmente, nos restaurantes. Foi esse dado, divulgado em uma reportagem sobre desperdício de alimentos, que estimulou a doutoranda em química Milena Boniolo a pesquisar uma utilidade para as cascas de banana. E ela encontrou: despoluir a água contaminada por metais pesados.
O processo é simples e funciona graças a um dos princípios básicos da química: o dos opostos que se atraem. Na casca da banana, existe uma grande quantidade de moléculas carregadas negativamente, enquanto os metais pesados são positivamente carregados. Logo, quando colocada na água, a casca da banana atrai para si os metais.
Para que dê conta do recado, no entanto, ela precisa ter suas propriedades potencializadas. Milena Boniolo também descobriu uma “fórmula” bem simples para isso: em uma assadeira, as cascas devem ficar expostas ao sol por cerca de uma semana. Em seguida, elas são trituradas e peneiradas. No fim, é essa “farofa de casca de banana” que será jogada na água para despoluir o recurso.

Segundo a pesquisadora, 5 mg do pó de banana são suficientes para despoluir 100 ml de água. Mas, para alcançar altos níveis de limpeza, é preciso repetir o processo mais de uma vez. Isso porque, em testes de laboratório, a casca de banana conseguiu “chupar”, de primeira, cerca de 65% dos metais pesados que estavam na água.

Agora, Milena Boniolo procura patrocínio para aplicar essa técnica em grande escala. Já que casca de banana é o que não falta…

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Espaço Ciência - O começo da internet no Brasil.

Está é para você que ama a blogosfera e quer saber como tudo começou no Brasil.

Leia a matéria  entrevista com um dos pais da Internet no Brasil. Ele estava em Campus Party e concedeu entrevista a revista em questão.

Leia como tudo começou e seu objetivos iniciais e qual - na opinião dele - será o futuro da internet.


Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira

Revista superinteressante :Pai da internet no Brasil acha que surgirão organizações para atestar a veracidade das informações na rede

Ana Carolina Prado 20 de janeiro de 2011

Foto: Marina Piedade

O engenheiro Demi Getschko é um dos “pais” da internet no Brasil: junto com outros pesquisadores, ele fez parte do projeto que trouxe a rede para o país, em 1988. Ele esteve na CP e conversou com a SUPER sobre os primórdios e o futuro da web, as redes sociais e a existência de uma organização destinada a ajudar os usuários a separar o joio do trigo em termos de informação.

Como eram os primórdios da internet no Brasil?

No início, em 1988, usávamos a BITNET, uma rede [criada em 1981] muito popular na época que conectava pesquisadores de instituições brasileiras e do exterior para trocar informações. Havia muitas redes acadêmicas no Brasil, mas ainda não existia a internet. Só com o tempo é que ela foi começando a ganhar força. Ficamos atentos à evolução disso, até que conectamos a BITNET à internet em 1991. A partir daí a coisa evoluiu e foi se aperfeiçoando. Em 1993, ocorreu algo inesperado, que foi o surgimento da web. Ela apareceu no mundo em 1990, 1991, e chegou ao Brasil em 93.

Como a web mudou as coisas?

A internet era só uma rede de texto, usávamos para a troca de correio eletrônico e para baixar arquivos. Não tinha sites, imagens. Essas coisas têm a ver com protocolo chamado HTTP, proposto por Tim Berners-Lee, que permitia criar hipertexto, montar sítios, colocar imagens. Antes, era impensável para nós colocar fotografias na rede, porque ocuparia a banda inteira. Uma imagem equivalia a mil textos.

E como a web se popularizou no Brasil?

As empresas de mídia logo manifestaram interesse em virar provedores. Isso foi importante porque, além de ter um lugar para se conectar, as pessoas já tinham conteúdo em português. Nos anos 80, tudo era em inglês.

Qual será o futuro da web?

A tecnologia tem a característica de se fazer cada vez menos visível. Ela te dá o conforto de te colocar afastado dos problemas da própria tecnologia. Hoje você ainda precisa sentar no micro, conectar, abrir o navegador ou o aplicativo. À medida que todos os dispositivos estiverem conectados à rede (e agora, com o IPV6, haverá espaço para todos eles), as coisas funcionarão sem que você tenha que se preocupar com todas essas coisas. Você não sabe como a energia chega da Itaipu pra ligar sua geladeira, ela simplesmente está funcionando. Algo parecido deve ocorrer com a sua conexão. Na internet do futuro, eu imagino, as coisas estarão todas conectadas. Há riscos envolvidos, porque a sua vida estará cada vez mais exposta, mas as coisas funcionarão sem que você tenha que se preocupar em como funcionarão.

O senhor tem perfis em redes sociais?

Eu uso com moderação. Não uso redes que entram em detalhes sobre o que eu gosto ou deixo de gostar. Uso mais redes telegráficas, como o Twitter, porque acho que é uma boa forma de se conectar com as pessoas com quem você quer manter contato e receber informações. Redes em que você descreve o seu fim de semana não são exatamente a minha praia, mas eu entendo que são de muita gente.

E quanto à disseminação de informações falsas na internet? Deve haver algum controle para evitar isso?

Eu acho que essa é uma batalha perdida. Acredito que não deve haver nenhum controle. É lógico que existe a lei para quando alguém comete uma transgressão – e é a lei tradicional, não precisa de nenhuma específica para a internet. A internet é uma rede porosa, a informação flui de todos os lados. Então, a pessoa terá o trabalho adicional de ficar menos ansioso e não acreditar na primeira coisa que vê. Terá de ser mais criterioso. Mas acredito que no futuro aparecerão pessoas se organizando especificamente para te ajudar a não cair nesses engodos, indicando o que é sério ou não. Serão pessoas em quem você confia e que poderão ser médicos, engenheiros, psicólogos. Não haverá uma profissão específica para medir a veracidade de uma informação. Isso vai depender do assunto. Se for algo sobre um terremoto, a pessoa mais indicada seria um geólogo.