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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

ESPAÇO TEXTOS DO INÍCIO DO BLOG - A solidão do Ministério Pastoral

Este é o quarto texto publicado em 2007 no início do blog: Resolvemos postar todos os antigos textos que deram inicio a esse espaço, com isso, você terá a oportunidade de analisar a evolução - ou não - deste blog e deste blogueiro. Aproveite, com certeza você encontrará neles muitas coisas interessantes.
Quando olhamos de fora o Ministério pastoral imaginamos muitas coisas boas e ate mesmo algumas ruins, mas não temos a menor noção que ele é um Ministério de Solidão. Talvez você se pergunte: ”mas como, muita gente procura o pastor, conversar com ele, se aconselha com ele, ele sempre está rodeado de gente?”

Sua colocação não está totalmente errada, mas também não é uma verdade completa, por isso vamos chamá-la de uma meia verdade. As pessoas realmente sempre estão à volta do pastor, mas nunca de verdade com ele e contra o que ele enfrenta. A maioria das ovelhas nunca vão  entender as lutas e também as renúncias que são vivenciadas no dia a dia desse santo ministério - nós não somos especiais, mas o ministério é.

Existem momentos na vida pastoral, que somos atacados por todos os lados, o que leva a nossa fé se tornar alvo da artilharia inimiga. Ainda assim insisto, o que mais doe em nosso universo é o sentimento de solidão que este Ministério trás em sua aljava.

Depois de iniciar a experiência pastoral, passei a amar e respeitar muito mais meus antigos pastores, Aurélio, Sônia e Almir. Quantas foram às vezes que ao olhar para eles em meio ao culto dominical, percebia em seus semblantes uma expressão que transmitia um pedido de socorro, hoje entendo o que significava aquele olhar, o Ministério Pastoral é um local de solidão. Eles estavam se sentido sozinhos, memso estando no meio de igreja.

Que eles me perdoem pelos beijos que não dei e pelos abraços que ficaram faltando. A minha falta de tempo e minhas preocupações me impediram de pensar neles e na solidão de suas decisões.

Será que isso um desabafo? Não sei, mas com certeza uma conclusão que tenho que encarar. Sei que mesmo expondo essa nossa fragilidade nada mudará, pois esse tipo de solidão, faz parte de nosso chamado.

Compartilho essa reflexão porque ela habitou forte em meu interior essa semana. Quem sabe ela não vai conduzir você que nos visita a pensar sobre isso quando olhar para o seu pastor. Saiba que ele não vai te salvar - Jesus já fez isso -, mas lembre-se, ele vive um tipo de solidão – que não é fácil- que ajuda você a gozar de sua salvação e de seus benefícios.

Aproveite em quanto é tempo, ame seu Pastor, repito, ele não é Deus, mas muitas vezes sofre calado por você.

Pr. Paulo Cesar, marido do Pra. Flávia e Pai Só do Caio até Deus enviar nossa prole.

Acréscimo ao texto original : "Ele enviou em 18 de Novembro de 2009. O Miguel chegou".

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

ESPAÇO TEXTOS DO INÍCIO DO BLOG - É hora do resgate

Este é o terceiro texto publicado em 2007 no início do blog: Resolvemos postar todos os antigos textos que deram inicio a esse espaço, com isso, você terá a oportunidade de analisar a evolução - ou não - deste blog e deste blogueiro. Aproveite, com certeza você encontrará neles muitas coisas interessantes.

Você já foi convidado para fazer uma exposição da Palavra de Deus em uma festa?

 
Se  nunca foi , não fique triste, tenho descoberto que essas oportunidades exigem muito mais do que boa vontade, tem que ter um chamado específico para desenvolver essa dura tarefa.

Quando somos convidados para falar em uma Igreja ou seminário, independente do tamanho do lugar, do nível social das pessoas ou do número de presentes, podemos sempre contar com uma condição básica: "Quem vai até o local tem consciência que vai ouvir falar sobre as Escrituras”.

Mas nos cultos com festas de aniversários ou festas de aniversários com culto, a situação é bem diferente. Quem foi convidado para participar da festa – na maioria das vezes - não têm noção que num determinado momento do evento – que pode ser na hora do bolo ou o do salgadinho – alguém – o tal que foi convidado para falar da Palavra - vai sair do anonimato e sacar uma bíblia calibre 66 e "interromper a alegria da maioria", que foram ali por diversos motivos, menos para ouvir alguma coisa a respeito de Deus.

Neste momento, faço uma pausa para trazer um questionamento:

Por que falar de Deus desagrada tanto à maioria das pessoas?

Você já parou para pensar sobre isso? Todo mundo diz que tem Deus no coração, mas basta alguém se levantar para falar alguma coisa Dele, que os semblantes mudam completamente.
Mas vamos voltar à ideia principal. A essa altura – pensando no título do artigo - você pode está se perguntando o que Wesley tem haver com tudo isso? Já vou explicar, mas antes, para evitar problemas com quem já nos convidou para essa dura tarefa, quero registrar que meus comentários não derivam de uma festa específica, mas é resultado de uma reflexão sobre  após várias oportunidades que nos foram concedidas.

Eu e minha esposa fizemos parte da denominação Metodista quase 10 anos e temos boas lembranças da Igreja local e de outras coisas do Metodismo. Por mais que nossa vivência tenha sido com a igreja local, o que mais me marcou nessa denominação foi a pessoa de Wesley e sua dedicação as almas perdidas. Ele acreditava na necessidade das pessoas serem resgatadas por Cristo para sua salvação e não mediu esforços para ser um participante desse grande resgate de almas. Wesley entendeu algo no século XVIII – que é à hora do resgate -, que muitos de nós no XXI desaprendemos.

QUE É HORA DO RESGATE.

Mas se ele entendeu que a época dele foi à hora do resgate e isso foi há quase três séculos, pode ser que o nosso século não tenha essa função?

A resposta de Wesley e a minha para você é: Seja qual for a sua época, ela é a hora de você ser em Cristo um resgatador de almas perdidas.

Leia abaixo o parágrafo retirado do Curso de História do Metodismo, Prof. Uriel Teixeira:

"Em suas atividades pastorais, nas povoações e cidades perto de Bristol, chegavam a pregar em média três vezes ao dia, em lugares distantes entre si. Nos últimos nove meses de 1739, Wesley pregou cerca de quinhentas vezes, com apenas oito ou dez vezes, tendo pregado em igrejas. Livre das limitações e recomendações de cultos oficializantes nas igrejas; sua pregação produziu resultados surpreendentes".

Podemos citar muitos outros dados sobre o empenho deste homem, mas considero desnecessário, creio que você já percebeu que Wesley como outros entenderam que: Seja qual for à época que se viva, ela é hora do resgate.

Talvez você ainda esteja confuso, mas agora com outra pergunta, o que Wesley e a Hora do resgate tem haver com festa de aniversário?

Esta semana eu e a Flávia, mais especificamente a Flávia, fomos convidados para dar uma Palavra em uma festa de aniversário de uma criança. Há muito  não víamos tantas crianças juntas, foi muito bom estar naquele local, até porque, tivemos oportunidade de ver Alice, a nossa afilhada, uma criança consagrada por Deus desde o ventre materno. (Psiu Alice, o tio e a tia te amam).

Quando chegou à hora de cortar o bolo, foi dada a Flávia a oportunidade de algo sobre Deus.

A casa ficou pequena para o número de pessoas e crianças, por isso, o jeito que minha esposa arrumou foi se posicionar debaixo do portal da sala virada de frente para a varanda onde estavam 90% das pessoas e das crianças e tentar esboçar alguma coisa apesar do calor e da dispersão, já que a maioria das pessoas não conheciam o Senhor.

Foi nesta hora que algo interessante aconteceu, ela olhou para mim e conseguimos conversar com os olhos. Os lindos olhos de minha esposa me diziam: "Como vou fazer, as crianças não param, estão puxando minha saia, as pessoas estão dispersas, não estão com cara de que querem ouvir algo sobre Jesus, o que eu faço?

Não sei quanto tempo demorou este questionamento visual, mas quando olhei de novo, seus olhos já não expressavam preocupação, ela havia alcançado algo que eu ainda não tinha entendido. Logo após, ela se ajeitou de novo em baixo do portal, abriu a bíblia e relatou a passagem que Jesus disse: Deixe vir a mim as criancinhas, pois delas é o Reino dos Céus.

Após a leitura ela mencionou que naquele dia ela havia visto o Fernandinho Beira Mar no Fórum, era dia do seu julgamento. Depois disso ela me olhou novamente, foi ai que Wesley venho a minha mente, e eu entendi o que Deus havia falado com ela: É hora do resgate.

Ela não pregou mais que dez minutos e não menos que cinco, mais pregou sobre a necessidade dos pais serem resgatados desta vida sem a presença de Jesus, que muitas vezes conduzem aos filhos a se tornarem, o que se tornou o Fernando Beira Mar.

Saímos de lá envolvidos com a necessidade de pregar o resgate. Que você também possa ser contagiado com essa ideia. Leve essa ideia para sua vida, para sua Igreja, seja um Wesley de sua época.

Em Cristo.
Paulo Cesar Nogueira

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

ESPAÇO TEXTOS DO INÍCIO DO BLOG - Ele vive em mim

Este é o segundo texto publicado em 2007 no início do blog: Resolvemos postar todos os antigos textos que deram inicio a esse espaço, com isso, você terá a oportunidade de analisar a evolução - ou não - deste blog e deste blogueiro. Aproveite, com certeza você encontrará neles muitas coisas interessantes.

Em nosso culto de adoração no dia 27 de Outubro de 2007, ministramos sobre a frase que dá título a este texto, utilizando o Evangelho segundo São João capítulo 8 do versículo 37 ao 44.

Nesta passagem Jesus argumenta com os Judeus sobre a filiação deles. Em resposta, eles tentam justificar sua ligação com Deus através de seus antepassados e de seus conhecimentos da lei.

Jesus condena a colocação deles, alegando que existe uma grande diferença no que eles afirmavam e a verdade vinda de Deus, ou seja, uma coisa é você ter vínculos com alguém e até mesmo conhecer coisas a respeito desta pessoa (ter antepassados ligados a Deus e ter conhecimento da palavra escrita), outra, é você ter essa pessoa (Jesus) tão entronizada em seu caráter, que o seu proceder fica sempre submisso ao juízo Dele , por mais que este juízo seja diferente daquilo que você entende que é o melhor ou o mais correto. A esta forma de agir Jesus chamou de : " ter a palavra de Deus viva dentro de Nos".

Às vezes fico impressionados como a Bíblia faz sentido em todas as passagens e como seus ensinos são contemporâneos. O tempo passou e nós hoje, não em todos os casos, agimos como os Judeus, invocamos a promessa de filiação, declaramos que somos morada do Espírito Santo, mas a Palavra de Deus apesar de conhecida ainda não ganhou vida dentro de nós.

No versículo 38 Jesus sustenta que sua Palavra e seu ensino são baseados no que Ele viveu junto ao Pai Celestial e que os Judeus vivem segundo o que eles aprenderam dos seus pais terreno e da sua formação humana.

Creio que nessa hora o Mestre estava dizendo: "entendam bem, o entendimento de vocês está baseado na falibilidade humana, mas o meu na sabedoria do Eterno".

OS judeus não se dando por vencidos invocam novamente a paternidade do pai Abraão. Ao introduzir Abraão como argumento de justificação de sua filiação a Deus, eles abrem espaço para Jesus confrontá-los com a seguinte reflexão: "Se sois filhos de Abraão, porque não se comportam como tal?"

Este questionamento de Jesus também é atual para nós que vivemos declarando com a boca cheia - devemos fazer isso mesmo, mas também nos comportar com tal - que somos filhos de Deus. Quando declaramos nossa filiação a Deus trazemos para cima de nós a responsabilidade de honrarmos essa filiação. Um filho deve honrar o seu pai com o seu proceder.

Segundo o que nos afirma Joachim Jeremias - o erudito alemão considerado a maior autoridade em novo testamento do século XX -, ter relacionamento de Pai com Deus de forma individual é algo próprio da revelação de Jesus, segundo o autor, os Israelitas nunca tiveram este entendimento, para eles Deus era Pai da nação.

Baseados nesta afirmação a nossa responsabilidade de honrar a Deus como Pai se torna ainda maior.

Mas a pergunta é como honrar ao Pai se o meu proceder não tem sido baseado na palavra viva e sim na minha forma de ver a vida ou entender o mundo?

Quem nos traz essa resposta é o Espírito através da vida do Apóstolo Paulo: "Não sou eu que vivo, mais Cristo vive em mim".

Paulo era um homem religioso, intelectual, rico, poliglota, conhecedor da cultura e das ciências da época e também alguém que já tinha experiência de vida.

Independente deste currículo - que eu duvido muito que eu ou você venhamos a ter - Paulo abriu mão de viver as pequenas decisões da vida sem subordiná-las a vontade de Deus.

Paulo não disse que Cristo vive nele porque ele tinha o Espírito, mas sim porque Paulo permitiu que esse Espírito convencesse ele de que nada sabia e que era melhor consultar aquele que aprendeu com o Pai celestial.

Não queremos dizer com isso que Paulo se tornou alguém que ficava esperando sinais a todo tempo até para respirar, mas sim que quando ele respirava, tinha certeza que foi permissão de Deus, porque todo o proceder de Paulo estava em humildade diante do seu Senhor.

Pense nisso, talvez o meu caso e o seu seja falta de humildade para admitirmos que precisamos mais de Deus.

Quanto a nossa Igreja, parece que ela se assustou um pouco com esta pregação, o que eu considero até certo ponto normal, já que o teor da mensagem significa uma mudança completa da forma de viver a vida, mas como falei a congregação:"Não estamos construindo uma Igreja para escravos, mas sim para filhos, porque estes são os únicos a ficarem em definitivo na casa do Pai".

Que esse texto possa ajudar você que nos visita a permitir que a Palavra seja realmente viva em você.

Que Jesus seja sua vida

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira.

domingo, 12 de dezembro de 2010

ESPAÇO TEXTOS DO INÍCIO DO BLOG - A sua família tem sido doce para você ?

Primeiro texto publicado em 2007: Resolvemos postar todos os antigos textos que deram inicio a esse blog, com isso você terá a oportunidade de analisar a evolução - ou não - deste blog e  deste blogueiro. Aproveite, com certeza terão muitas coisas interessantes.

A sua família tem sido doce para você ?


Calma, não sinta-se agredido com minha pergunta, até porque, isso não é uma acusação, eu só estou fazendo meu papel como Ministro de Deus na área de Família.

Neste pequeno texto tenho a pretensão de fazer você meditar sobre este  tema  e farei isso com ajuda de Deus.

"O quanto tem sido doce, ou amarga, a sua relação Famíliar".


No século XXI onde os entendidos (segundo a sabedoria humana) dizem que não existe uma só verdade ou uma só coisa certa, mas sim várias verdades e outras tantas coisas certas, a importância da Família tem se tornado relativa- evidente que na vida dos que se permitem pensar dessa forma.

A sobrevivência do casamento segundo esta visão também é relativa, ou seja, pode-se lutar ou não por sua manutenção, tudo vai depender do tamanho do esforço que deverá ser empregado - se der muito trabalho, para eles , não vele a pena.

Os filhos também passaram a ser relativos, mas desses pelo menos a lei ainda não permite que se estabelça divorcio ou devolução da mercadoria com validade vencida, por isso, os relativistas deste época moderníssima, descobriram uma outra solução:

Estipula-se uma convivência de pais com filhos onde o relacionamento existente é "eu faço de conta que sou seu pai e você pensa que é meu filho".

Pela Graça de Deus, posso compartilhar com nossos visitantes que temos procurado fazer em nossa vida e ensinar em nossos Seminários, algo bem diferente desta pseudo-verdade.



Pense sobre isso, existe uma maneira diferente de viver e de se relacionar em Família que você também pode alcançar.



Se estiver difícil pense em uma coisa, a palavra homem no grego pode ser entendida como:

"aquele que olha para o alto", então olhe para o alto, de lá sempre virá socorro.

Como sempre, gosto de encerrar meus textos sobre Família dizendo algo que pra mim é muito importante: Eu amo minha esposa Flávia e meu filho Caio e os outros que só Deus sabe quando virão. (observação: O Miguel Chegou em 2010 para glória de Deus).



Que Deus te abençõe


Missionário Paulo Cesar ( pela misericórdia em dez.2007 fomos consagrados ao pastorado)