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sexta-feira, 16 de março de 2012

Um universo paralelo ao do Criador. Será que você vive nele?

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Na noite de segunda-feira tive acesso a duas notícias no jornal do SBT que praticamente forçaram meu retorno à labuta dos artigos que posto no blog do Ministério Religare.

 É verdade que voltar a escrever textos não é nenhum sacrifício para quem ama o “barulho das letras", muito pelo contrário, esta situação na realidade me concedeu uma rica oportunidade para que eu retorne a compartilhar minha cosmovisão com meus leitores, principalmente quando o tema trata de aberrações da natureza humana.

  Para início de conversa lembro aos leitores que minha visão da vida se baseia nas eternas verdades do Evangelho e não nas minhas próprias percepções do mundo, que na maioria das vezes, são influenciadas pela minha limitação humana e também temporal.

A grande diferença neste tipo de questão entre nós é aqueles que não reconhecem a superioridade de Deus sobre o homem, é que nós aceitamos sem muitos problemas     a realidade de que precisamos Dele para pensar e agir de forma correta, enquanto que os outros... se consideram autossuficientes para discernir o certo do errado, dando assim origem as aberrações no pensamento humano.

  A primeira matéria dentro deste contexto foi sobre a ação judicial movida pela família real (que cá entre nós, não deixou nenhuma marca  "real" em nossa população contemporânea) brasileira (?) para retomar o prédio sede do governo do Estado do Rio de Janeiro. Caros Leitores e amigos de bom senso, nós não podemos admitir que numa sociedade tão desigual, onde até mesmo o partido dos trabalhadores já não pertence mais aos trabalhadores, uma categoria privilegiada como é a chamada família real, venha usar de subterfúgios do direito brasileiro para conseguir mais renda para seus interesses particulares. Onde está à nobreza dos nobres numa tentativa descabida como essa, como alegou com muita propriedade um historiador entrevistado na mesma matéria e que deu o seguinte relato:

“em lugar nenhum do mundo onde ocorreu a troca da Monarquia por outro sistema de governo coisa semelhante aconteceu, de o governo devolver bens a uma família real”.

Foi muito constrangedor observar um membro desta família defendendo a posição deles como se o grupo estivesse sendo injustiçadas pelo sistema, sem levar em consideração que os verdadeiro injustiçados estão morando na rua, nas filas do INSS, nos restaurantes populares, vendendo o corpo por migalhas de Reais para sobreviver, nas drogas abandonados e  nas trincheiras de crianças abandonadas sem nenhuma proteção da sociedade. Não aceitar a gestão de Deus em nosso modo de vida nos conduz a aberrações deste tipo: achar que estamos certos, quando estamos completamente errados.

 Mas infelizmente vivemos numa sociedade onde “o politicamente correto” é tão subjetivo que o interesse particular de uma família já abastada, poderá sim, se sobrepor ao interesse público, o que de fato não seria nenhuma novidade em nosso no cotidiano brasileiro.

A segunda matéria foi sobre uma psicanalista, diga-se de passagem, já com certa idade, que defendeu de forma aberta e convicta a infidelidade entre os casais, argumentando que ser fiel contraria a paz do casal, trazendo frustrações e angústias dentro das relações. Existem certos profissionais que deixam seus próprios insucessos se tornarem pressupostos na sua visão sobre a vida  e até mesmo na sua atividade profissional, esquecendo os princípios éticos que regem as profissões, em especial aquelas ligadas à área da saúde.

 O homem quando rejeita ser submisso a sabedoria divina, mostra toda sua deformação moral, espiritual e humana, porque seus conceitos e razão flutuam num universo paralelo ao que foi dimensionado pelo Criador, levando essas pessoas ao fundo do poço, que muitas vezes só é percebido quando a podridão começa a queimar suas próprias narinas.

Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
Minreligare.blogspot.compauloflecha1000@hotmail.com

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

ESPAÇO REFLEXÃO - O ACELERADOR DA REBELIÃO


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Este feriado, conhecido como Carnaval pela maioria das pessoas, traz à tona uma característica de nossa época que tem marcado de forma danosa a existência de muitos dos nossos contemporâneos:

“A rebelião contra tudo que é bom, ético e de valor na vida”.

Não é difícil de enxergar por trás de toda esta festa, luxo, glamour e riqueza, o grito de rebelião contra todo tipo de ordem, de decência, de moral, dos bons costumes e mesmo contra Deus, Já que Ele é autor de todo esse elenco de padrões (a ordem, a decência, a moral, os bons costumes) que se tornaram alvos do modo de vida desgarrado dos nossos dias.

Dizer que não dá para entender porque no Carnaval tudo isso fica potencializado seria muita hipocrisia, já que o Evangelho é claro sobre a ação do maligno e da forma que ele atua neste tipo de engano, onde a falsa ideia da cultura é utilizada para salvaguardar a manifestação do erro e do pecado em grande escala. 

Este artifício sórdido, de utilizar a expressão cultura para blindar o erro não é uma atitude exclusiva de nossos tempos, já que há muito, povos de diversas regiões geográficas do mundo se utilizam desta prática para institucionalizar a iniqüidade na sua forma de viver, ou seja, o que aconteceu no período do feriado chamado de Carnaval continua acontecer na vida das pessoas durante todo o ano, tornando-se então uma prática de vida e não mais uma situação isolada de um período. Quem traiu no carnaval descobriu que pode fazer isso também em outras ocasiões do ano.

Outra questão que deve ser abordada dentro deste contexto é que aqueles que participam deste engodo, não estão isentos da colheita de sua participação, ou seja, muitos colherão (de forma maior ou menor) suas respectivas conseqüências em sua própria existência e também na daqueles que estão à sua volta.

 É interessante constatar e registrar através deste artigo, que ninguém gera indicadores dos processos negativos desta festa, ao contrário do que acontece com os processos positivos do tipo: Número de turista, quantidade de Navios que atracaram no Pier Mauá, taxa de ocupação dos Hotéis e outros. Estes indicadores por terem um “peso” na sociedade e na economia são devidamente trabalhados e divulgados com todo destaque pelos governos e impressa, mas e  os indicadores negativos do tipo:

Número de separações ocorridas por conta desta festa (famílias destruídas)?
O número de jovens que engravidaram e que vão se envolver com um aborto clandestino?
A quantidade de pessoas que contraíram uma doença sexualmente transmitida?
O número de homicídios e suicídios decorrente de atitudes impensadas?
A quantidade de mulheres que foram estupradas por estarem alcoolizadas demais para se defenderem?
Os pais e mães que perderam o respeito dos seus filhos por se revelarem uma moral completamente diferente daquilo que viviam exigindo dos seus filhos?
Os que experimentaram, pela pressão da festa, drogas pela primeira vez e se tornaram um drogado daqui para frente?

Neles literalmente ninguém fala ou toca no assunto. Tenho certeza que se relatássemos todos os processos negativos desta coisa chamada de festa, o prato dos “Contras” seria muito mais pesado do que o dos “prós”.

Mas independente da comprovação de todos estes fatos e do bom senso que é peculiar à raça humana, nossa geração continua a pisar fundo no acelerador da rebelião, não entendendo que a humanidade já se encontra em cima da curva, podendo a qualquer momento sair por completo da direção que deve seguir e ir parar na caixa de brita. Amados, devemos lembrar que a justiça de Deus anda paralela ao seu amor, ou melhor dizendo, ela é uma expressão do próprio amor divino, por isso, ela não ficará oculta diante de todo esse movimento de rebelião.

Para meus leitores deixo uma pergunta: "Você que ir parar na caixa de Brita?"



Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

ESPAÇO REFLEXÃO - O privilégio da existência.


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Já observei mais de uma vez, seja em filmes, na poesia ou em outro tipo de literatura, alguém se referir à vida como uma grande escada, onde a cada ano subimos um degrau em direção ao topo, o que nos faz a cada momento da vida encarar nossa existência de uma perspectiva completamente diferente das etapas anteriores.

Sim é isso mesmo, quanto mais alto estivermos nesta escalada de amadurecimento, maior será nossa dimensão do todo e de como somos frágeis diante do movimento da roda da vida. Muitos não admitem ou mesmo confessam, mas essa percepção decorrente do passar dos anos se estabelece em nós independente de sexo, raça, credo ou condição social.

Olhar para o mundo de um degrau mais alto algumas vezes chega ser assustador, muito diferente da visão que temos dele quando estamos no início da escada da vida. Uma comprovação desta afirmação é que no período da infância não temos medo praticamente de nada, nem mesmo de colocar o dedo dentro da tomada elétrica na parede.

Mais a coisa fica ainda pior quando chegamos à nossa adolescência, onde nos tornamos “os poderosos e imortais”, aqueles que podem fazer todas as coisas sem que ocorra nenhuma consequência em suas vidas. Ao entrarmos na juventude temos a certeza de que somos os melhores do mundo em tudo que fazemos ou praticamos, mas com o passar do tempo... descobrimos que as coisas não são bem assim, porque agora amadurecidos, compreendemos uma pouco melhor nossa fragilidade e o valor da vida.

É preciso explicar que a palavra “assustar” citada acima não ocorre por medo, mas sim pela expansão da nossa consciência, que ao amadurecer na escada da vida percebe melhor o valor do que recebemos de Deus, ou seja, a grande oportunidade de existir e amar  o Criador, bem como as pessoas de uma forma geral. Para encerrar deixo aos meus leitores uma pergunta:


“O que vocês estão fazendo com este grande privilégio?” 

Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
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sábado, 11 de fevereiro de 2012

ESPAÇO REFLEXÃO - “Não seja um destes Manés”, seja diferente, diga não a mulher da beira da estrada.

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Na sexta-feira ao sair do trabalho e virar de carro a primeira esquina da Rua Sete de Setembro (Niterói, RJ, Brasil), me deparei com um grupo de jovens na calçada de um bar, que nem é lá essas coisas em termos de visual, tomando muita cerveja e já manifestando um ritmo bem frenético em suas muitas pantomimas.O fato de a polícia militar ter entrado de greve parecia não dizer muita coisa para eles, pelo contrário, talvez até estivessem comemorando tal acontecimento, já que a imagem da corrupção desta classe superou seu lado de atuação positiva ( isto é um fato e não uma opinião pessoal).
Por tudo isso, foi impossível não parar o carro um pouco mais à frente, o que acabei fazendo e me colocando na posição de observador da vida, já que os jovens em meu ministério cristão se tornaram uma preocupação à parte. Olhando para aquela multidão com mais atenção foi impossível achar alguém que não estivesse manifestando um sorriso no rosto, já que a bebida havia acionado seu poder de persuasão, transformando (por um tempo – seu primeiro estágio) toda crise existencial de sofrimento, dor, tensão e frustração, em uma alegria irracional e descomprometida.
A impressão que tive alguns minutos depois foi de que se naquele momento surgisse um grupo de criminosos executando um arrastão, a única preocupação deles seria de não abrir mão da cerveja, esta teria que ser deixada de lado pelos larápios, não fazendo parte dos despojos desta guerra desleal que nossa população enfrenta no seu cotidiano contra governos e criminosos.
Outra curiosidade lamentável (se podemos registrar desta forma) era o grande número de meninas bebendo de igual para igual com os meninos, penetrando neste universo de engano que até alguns anos era liderado pelos jovens do sexo masculino. Hoje elas descobriram que também podem ser anestesiadas (mesmo que seja por pouco tempo) e preferem fugir das suas respectivas realidades, mergulhando no engano da bebida, como faz a cada dia muitos outros jovens.
Num terceiro momento desejei ir até o meio deles e pedi a palavra, numa tentativa de evitar que pelo menos alguns continuassem neste trem, o qual o destino eu conheço muito bem. Mas refletindo melhor concluí que não era o momento e nem o lugar. Entrando no carro, segui em direção a minha residência pensando nos meus dois filhos, naqueles jovens e nos muitos que poderão cair na armadilha desta droga chamada bebida (cerveja e outras), disfarçada socialmente como um relaxante, algo que ajuda as pessoas a descontraírem e colocarem seus problemas de lado, não podendo assim faltar no cotidiano de todos.
É notório para quem tem bom senso e já comprovado cientificamente, que a bebida de uma forma geral serve de porta para outras drogas, atuando principalmente na vida dos adolescentes e jovens como “a mulher bonita na beira da estrada pedindo carona”, que no fundo, é apenas um chamariz para enganar motoristas inocentes que ao pararem, se deparam com um criminoso armado, que rouba tudo deles, inclusive suas vidas.
Como dizem os adolescentes da nossa igreja; “Não seja um destes Manés”, seja diferente, diga não a mulher da beira da estrada.


Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
pauloflecha1000@hotmail.com
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

ESPAÇO RELACIONAMENTO - Eu quero " PODER".


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Minha reflexão desta noite trouxe-me uma constatação que transformei em oração da seguinte forma: 

“Senhor, eu gostaria de ter mais poder”.

 Ao compartilhar a oração acima é necessário e prudente da minha parte explicar para nossos leitores (não correndo assim o risco de ser mal interpretado) que não me refiro ao tipo de poder que é visível, por exemplo, no Lula ou em Eike Batista, seja no Brasil ou em todo planeta, nos negócios e na política, na economia e nos sistemas organizados do nosso cotidiano, onde o que importa acima de tudo é ter poder temporal.
 Meu sonho de consumo nesta área (do poder) é compartilhar um outro tipo de poder, mas especificamente, aquele que andou na terra ao lado de Jesus, mudando através da obra de Cristo na cruz do calvário a história da humanidade, bem como nossa forma de se relacionaro com o Criador.
 O que Lula fez, e o que o Eike está fazendo em nossos dias, são apenas operações engenhosas baseadas em estratagemas humanos, muitas vezes distante dos reais objetivos que nos são comunicados pela mídia. Estes dois, como muitos outros em todo mundo, estão embriagados com algo extremamente provisório e lúdico, rotulado pela fragilidade deste mundo como poder temporal, mesmo que  não seja capaz de sustentar suas convicções diante das adversidades e nem na hora do “apagar das luzes da vida”. Eles estão presos aos limites do poder que conrompe e de todas as outras ações  humanas, sejam elas boas ou não.
Diferente deste caminho fantasioso e enganador, o poder que acompanhou Jesus tinha uma característica muito própria, já que ele faz parte da essência divina, a mesma que se manifesta no amor de Deus, na sua graça, em sua justiça, no seu zelo, misericórdia...Por entender o poder desta forma, desejo mais dele,  não para pular, saltar, curar e ser o cara diante da congregação, mas para em primeiro lugar  usar  essa essência para ficar mais próximo de Deus e do que Ele realmente representa.
Muitas pessoas confundem o que é a essência do poder de Deus porque estão sempre olhando para ele utilizando parâmetros do tipo ‘Lula ou Eike”, distorcendo assim seu caráter original, construindo uma imagem do poder divino completamente distante da realidade declarada pelo próprio Cristo.
Olhando para trás, fica claro que esta confusão não começou em nossos dias, já que a própria rejeição de Jesus por seus irmãos judeus se explica no fato deles terem confundido o que é o poder de Deus. Eles não conseguiram enxergar o poder divino debaixo ou em cima da humildade, amor, compaixão e na própria fraqueza manifesta na hora do seu sacrifício. Eles não entenderam que se deixar sacrificar, foi uma manifestação de poder.
Esclarecendo um pouco minha lógica, adianto aos leitores que creio na atualidade dos dons e na manifestação sobrenatural de Deus em nossas vidas, até porque, já fui participante deste fato muitas vezes. O poder que falamos nesta matéria, trata da essência do próprio Deus. No funo é um desejo ardente de descobri detalhes deste poder que estão entrelaçados nas escrituras sobre o  Eterno . 
Em Cristo.Pr. Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

ESPAÇO REFLEXÃO - O BSC de Deus.

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É saudável fazer planos para nossas vidas e  alimentar assim nossas expectativas, até porque, devemos sempre exercer essa prerrogativa que nossa existência nos faculta, mas independente desta afirmativa, nunca devemos esquecer que o Todo Poderoso governa.

Ele Reina sobre todo o universo e exerce sua vontade sobre toda terra e na vida dos seus filhos e criaturas. Muitas vezes não entendemos o exercício de seu governo, principalmente quando este nos conduz a direções que estão fora da lógica d0 nosso planejamento estratégico.
Particularmente já havia me programado para ocupar meu tempo de forma integral com o Ministério Religare, escrevendo novos livros, dirigindo a Escola de Teologia, desenvolvendo um seminário, palestrando e ampliando a estrutura do nosso ministério para o além mar.
Tudo isso estava sendo pensado e decidido em oração e com uma boa dose de administração, até mesmo um BSC já havia “rolado”, visando acompanhar nosso desempenho planejado, indicando possíveis ajustes. Mas como citei acima, o Senhor governa e sua política de crescimento não é a nossa, Ele traça seus próprios indicadores e plataformas, normalmente por instrumentos de gestão que nem imaginamos, estudamos ou conhecemos.
Contraditoriamente a tudo que pensei até este momento, enxergo Deus movendo meus passos novamente ao campo da gestão Administrativa, mais especificamente do negócio em si e da área da qualidade hospitalar. Apesar de este movimento contrariar o que dizia minha visão, não consigo enxergar erro no Mapa estratégico divino, pois aos pouco, percebo que meu coração ainda guarda prazer por este exercício que chamamos de gestão.
Outra realidade em toda esta história é que a mudança de rumo disparada em nossas vidas por Este Grande Administrador do Céu  faz parte de um programa de aperfeiçoamento e aprendizado, onde entendemos que existe o tempo de Deus para todas as coisas nesta vida. Para uma geração onde a maioria das coisas surge pronta mediante um aperta de botão, esta constatação se torna uma sentença de morte, mas para nós que temos a revelação de Deus em Cristo, ela nasce a cada dia como mais um motivo para nos curvarmos diante do Altíssimo.
Que o Senhor nosso Deus nos ajude a cada dia a entender seus passos em nossa vida.

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
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domingo, 29 de janeiro de 2012

ESPAÇO REFLEXÃO - UMA "NOVA" GERAÇÃO DE PASTORES

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Esta semana fiz um comentário no Face sobre pastoreio. Ao ler novamente o que havia escrito entendi que deveria trabalhar um pouco mais o tema devido à sua complexidade e importância, por isso, resolvi escrever um texto (dando continuidade ao que havia registrado como comentário) e postar em nosso blog alongando um pouco mais a discussão. O texto é de domínio público, direcionado a todos os nossos leitores, mas nele existe uma mensagem reflexiva imbutida e direcionada à pastores e suas respectivas ovelhas. Se você é pastor ou uma ovelha, procure não só ler o artigo, mas faça também uma reflexão sobre ele e seu conteúdo.
A cada dia que exerço a ação pastoral percebo que pastorear está diretamente ligado à prática do amor. Essa conclusão óbvia, mas de pouco uso não é minha, ela é bíblica e tem caráter mandatório alcançando todos os santos chamados para o “santo ministério”, independente do nome do pastor ou o tamanho de sua igreja. Em resumo, é necessário ficar claro para pastores e ovelhas a seguinte afirmação: “ações de um pastor exercidas fora do ambiente do amor, não devem ser rotuladas por ele e nem pelo rebanho como pastoreio”.
Particularmente tenho agradecido muito a Deus por me mostrar a cada dia essa verdade, me ensinado através de nossas ovelhas a entender esta relação de amor tão estrutural deste ministério. A cada luta enfrentanda pelos nossos irmãos da congregação percebo uma oportunidade para o meu ministério, a de aprender como devo ser um verdadeiro pastor na vida deles, pois tenho consciência do muito que preciso melhorar.
Muitos colegas têm fugido deste enfrentamento usando subterfúgios mentais, utilizando até mesmo a própria obra do Reino como justificativa para não exercer o amor. Outros alegam o tamanho de suas igrejas esquecendo-se da relação direta, que permite a esses ministérios terem outros pastores, entre igreja grande e uma arrecadação na sua proporção.
A realidade é que o amor está “saindo de moda” na vida de alguns pastores que têm escolhido viver seu ministério à moda da sua prória personalidade, a mesma que resiste amar o próximo, mesmo quando este, é uma ovelha colocada sob os seus cuidados. A grande quantidade de compromissos de alguns pastores de ovelhas muitas vezes se torna um álibe perfeito, para estes pastores manterem distância do povo que nosso Deus chama de Seu.
Mas e as ovelhas, como elas percebem tudo isso? Muitas vezes não percebem, na sua fraqueza trazem para si a culpa do seu pastor não conseguir se relacionar em amor com elas. E eles, como lidam com isso? Não lidam, já deixaram a muito tempo de saber o que é arrependimento, por isso estão vivendo numa outra dimensão, onde o amor não entra, dando espaço para todo tipo de erros e distorções.
Que o Senhor tenha misericórdia de mim nunca me deixando fazer esse caminho e que deles, cuide o Senhor nosso Deus, porque das ovelhas tenho certeza que Cristo, o verdadeiro pastor estará providenciando outro aprisco.
 
Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

ESPAÇO RELACIONAMENTO - A bigorna que muda a lógica humana

Depois de treze anos com o Senhor, chego à conclusão que com Cristo a lógica humana funciona de forma diferente, chegando ao ponto de no mundo da realidade ela nos conduzir para a esquerda e na relação com o Todo Poderoso,  nos inclinar para o lado direito.
Um exemplo desta aplicação é o meu (como de outros exemplos) tempo no Reino da luz, que comparado a de outros irmãos que nasceram no Evangelho ou que tomaram uma decisão por Deus ainda muito jovem, não é tão significativo, se levarmos em conta nossa matemática, dado ao pequeno número de anos.Mas independente deste raciocínio APARENTEMENTE LÓGICO, existe  uma diferença que faz toda diferença: "Quando o ELEMENTO Deus entra na história, a forma acima  de raciocinar perde completamente seu sentido, já que o METRO de Cristo não se baseia em quantidade de tempo terreno, mas sim na qualidade da nossa permanência em sinceridade na sua vontade, graça e misericórdia".
Outra questão interessante DENTRO DESTE CONTEXTO é o nosso conhecimento sobre o Eterno. Na vida cotidiana e na ciência, quanto mais estudamos, mais nos aproximamos da exaustão de um determinado conhecimento. Este crescimento pode ser descrito como uma relação diretamente proporcional, o que nos permite dizer com convicção que conhecemos bem um determinado campo de estudo. Mas quando o “Objeto” do nosso estudo é Deus...mais uma vez a lógica humana fica  completamente distorcida, como um ferro fundido e trabalhado numa antiga bigorna, onde ele se transforma no que o “ferreiro” deseja, independente de sua inclinação natural de ser firme e rígido.

Nestes últimos quatro anos  tenho dedicado boa parte do meu tempo a estudar sobre Deus com afinco, mediante suas Escrituras, mas independente desta dedicação, diferente do caminho seguido pelos eruditos da ciência humana, percebo que quanto mais avanço na direção do Senhor Deus, menos conheço Dele.
A sensação é de que ao conhecer mais (+) Dele, maior >Ele se torna diante de mim, fazendo com que proporcionalmente eu o conheça menos do que conhecia quando iniciei este período de busca e conhecimento. Na medida em que eu avanço, o denominador (Deus) da nossa equação aumenta de forma geométrica, enquanto nosso numerador (o que eu passo a conhecer) aumenta de forma aritmética.
Esta característica exclusiva de Cristo faz com que a cada dia eu me renda mais e mais, ficando completamente interessado nesta infinidade, que nunca conseguirei conhecer completamente.
Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

ESPAÇO RELACIONAMENTO - É hora do "corpo a corpo", eles precisam disso.

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No início deste ano fui despertado por Deus a voltar-me com mais intensidade para ganhar almas no “corpo a corpo”. É evidente que tratar aquelas que estão no rebanho continua sendo nossa prioridade, mas levar pessoas a terem um encontro com Cristo entrou em minha pauta diária deste ano. De certo que essa preocupação sempre existiu, mas agora ela está se manifestando de forma diferente, chegando mesmo a ser sentida como uma necessidade do meu ser, podendo ser comparada a sede por água que quando não e saciada, resseca nosso interior.
 Apesar da associação feita acima, preciso esclarecer que este empenho e sensação não trazem nenhum peso a minha alma, pelo contrário, estou sentido muita paz, mediante o amor de Deus que tenho buscado para consegui chegar até aqueles que ainda não conhecem essa maravilhosa graça. Sendo sincero aos meus leitores, espero que essa fase não termine nunca, mas que seja intensificada a cada dia em minha vida, pois tenho certeza que agindo desta forma estou entendendo melhor o Reino do meu Pai. Por isso, faço um apelo por sua intercessão, ajude-me em oração para que minha vida seja um grande canal de Deus para pessoas que estão perdidas nas trevas. Conto com você leitor para que 2012 seja um ano de grandes conversões a Cristo.
Aproveito a oportunidade também para estimular você a fazer esse “corpo a corpo” diário, não se limite somente a pregar nas igrejas, mas traga para o seu cotidiano o amor que Deus tem revelado em Cristo a você e sua família, até porque, muitas pessoas e uma infinidade de famílias estão precisando conhecer os mistérios da vida revelado em Cristo.
Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
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sábado, 14 de janeiro de 2012

ESPAÇO REFLEXÃO - Porque a nossa geração de jovens não está fazendo a diferença?

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Como outros que devem influenciar a sociedade , percebo nossa falha nesta missão no que diz respeito aos jovens. Ao entrar no Facebook visualizamos "de cara" nossa derrota (que por um milagre espero seja temporária) estampada em cada postagem dos nossos adolescentes e jovens, que na maioria das vezes, só tratam de “abobrinhas”.
 
É muito difícil encontrar nas redes um jovem comprometido e preocupado com valores e aspectos importantes da vida, pelo contrário, o que notamos é um sadismo pela miséria alheias e pela dor do próximo. A tristeza desta constatação não seria tão pesada se este “pouco caso” com a vida fosse manifesto por aqueles que não conhecem Deus, mas o que vemos nas redes é um processo generalizado, onde todos os jovens estão inseridos.
 
É lamentável percebe que nossas pregações e ensinos estão indo parar em algum ralo que deságua no mar e não no caráter da nossa juventude, que em sua maioria, insiste em viver uma vida estritamente "romântica", como se nossa existência fosse um "mar de rosas". Mas como não faz parte da minha postura acusar pessoas, mas sim denunciar certas atitudes, trago para cima de mim parte da culpa desta situação, assumindo o compromisso de em 2012 ser um “influenciador de caráter” melhor do que fui em 2011. Independente dessa confissão de culpa, registro aos adolescentes e jovens um apelo: “Se olhem no espelho e vejam o que está sendo refletido, talvez vocês tenha um grande susto com o que vão enxerga”.
 
Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

ESPAÇO RELACIONAMENTO - Saiba o que quatro anos de pastoreio fez comigo.

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No próximo dia 6, nosso ministério no seu formato de Igreja completa quatro anos de existência, ou seja, no dia 06 de Janeiro de 2008 abríamos as portas da nossa congregação ao público no bairro de Sta. Bárbara, Niterói,Rj, dando início a uma grande caminhada na minha vida, da pastora Flávia e da família do irmão Paulo (a irmã Josane sua esposa e sua filha Larissa, uma pré-adolescente que teve mais fé do que todos nós no início do ministério)

Esta família já estava conosco antes mesmo da Igreja começar e foram grandes incentivadores do nosso ministério. Pela graça de Deus, continuam nos fortalecendo até hoje, sendo que o irmão Paulo agora é um diácono dedicado, a irmã Josane uma missionária de coração quebrantado e a Larissa líder dos nossos adolescentes, mantendo firme a mesma fé no crescimento do nosso ministério que tinha há quatro anos.

Fazendo um balanço desses quatro anos percebo que nosso crescimento quantitativo não foi lá essas coisas, mas o qualitativo ... foi maravilhoso.Como as pessoas cresceram individualmente e como Corpo do Salvador.Às vezes fico assustado ao pensar que essa comunhão não será duradoura, mas esse receio logo passa, já que pela misericórdia, eles foram edificados na eternidade do sacrifício da Cruz e não nas promessas de prosperidade passageiras

Hoje posso dizer que temos um jovem pequeno rebanho, mas que atingiu maturidade na sua fé e no entendimento do que é o Reino de Deus e o seu Evangelho. Crescemos no conhecimento e na graça atrelados a bíblia, ao ensino, a rejeição do pecado e a luta pela transformação do caráter. É verdade que também tivemos momentos difíceis, já que não foi fácil fazer o rebanho entender que o caminho de Cristo não é uma “porta larga”, por conta disto, alguns abandonaram “nosso barco” e pularam para “canoas”, onde podem continuam na “Igreja” sem que tenham que renunciar a si mesmo.

Mas e quanto a mim, o que posso dizer depois destes quatro anos? Bem, sem nenhuma dúvida afirmo que aprendi amar, pelo menos muito mais do que antes. Pastorear um rebanho me ensinou amar de uma forma diferente e sem reservas. Hoje posso dizer sem demagogia que amo minhas ovelhas, mas também posso dizer que amo mais e melhor meus filhos, minha esposa, meus amigos, meus inimigos e até mesmo quem eu não conheço. Pastorear me ensinou ou pelo menos está me ensinando, que  amar o próximo está ao nosso alcance, basta Deixar Deus nos ensinar.

Aos nossos leitores fica um convite: "No dia 06, sexta-feira, estaremos oferecendo a Deus um culto de ação de graças pelos quatro anos de nossa igreja, você é nosso convidado".

ps:vai rolar bolo.
Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
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sábado, 24 de dezembro de 2011

ESPAÇO RELACIONAMENTO - Trair ou não trair?

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Queridos, este é o nono e último texto de nossa série entitulada "adultério e suas consequências nas relações familiares".A série já foi convertida para palestra e está disponível para ministrarmos em sua igreja.Estamos abertos a convites que se encaixem em nossa agenda.
 
Ainda dentro do tema “Adultério e suas conseqüências nas relações familiares”, iniciamos nossa matéria (nona e última desta série) falando sobre um novo programa de TV que aborda, talvez não de uma forma muito adequada, a questão da traição.

É esse o tema da série “Traidores”, que começou no canal de TV paga Discovery Home&Health. O anúncio da serie a imprensa revelou alguns dados estatísticos comprometedores para a sociedade americana, já que o estudo demonstra que há infidelidade em 8 a cada 10 casamentos, além do fato de que 68% das mulheres admitirem aos pesquisadores que teriam um caso extra-conjugal se soubessem que não seriam descobertas.


Recentemente também chegou ao Brasil um site que tem a proposta de ser um portal de encontros destinados a casados que querem "pular a cerca". Com estas duas novidades e as demais que têm aparecido “no mercado negro da destruição da família”, já dá para perceber que a pressão para embarcar nessa “canoa furada” do adultério está vindo de todos os lados. Independente destas evidências, alguns de nós (cristãos que queremos continuar casados e sem mácula em nossa relação com Deus e com nosso cônjuge) ainda não entenderam que existe um risco eminente que bate à nossa porta todos os dias, e que só não entrou até agora, pela misericórdia abundante de Deus e não pelos nossos lindos olhos castanhos, pernas torneadas ou porque fazemos a obra de Deus.
Tem muita gente em nosso arraial que acha suficiente fazer a obra, que muitas vezes não é nem do Reino, mas do próprio cidadão, sendo o restante tratado como resto. Vemos nesse comportamento uma péssima exegese do versículo “ Buscai em primeiro lugar o Reino dos céus e sua justiça e as demais coisas lhe serão acrescentadas”. Falta ainda muito entendimento ao nosso povo, que usa muitas vezes de maneira inadequada a Palavra de Deus distorcendo todo sentido dado a ela por Jesus.
 
Em outros casos o erro reside em aceitar dados estatísticos coletados num universo que têm uma cosmovisão muito diferente, como uma possibilidade real em nossas vidas. Ao se cometer esse engano, vira-se a chave que estava trancada deixando a porta da nossa mente encostada para essa possibilidade entrar e fazer morada. Independente dos índices serem assustadores, devemos lembrar que no universo cristão, pela misericórdia de Deus, o relatório de baixas tem um percentual menor. O outro lado desta moeda é que ás vezes nos valemos desse benefício para sermos relaxados com a nossa relação conjugal, não dando a devida atenção que ela merece.


O adultério é uma realidade terrível que invadiu, quase como o mosquito da dengue, nosso cotidiano, por isso, é necessário também termos uma série de cuidados com o ambiente à nossa volta para que essa praga não tenha condições propícias para se desenvolver. Da mesma forma que o mosquito da dengue, o adultério adora uma água parada, por isso, questione o ritmo do seu casamento, em que velocidade ele está nas curvas, nas retas e até mesmo quantas vezes ele está indo para o box fazer alguma troca de óleo, talvez assim você venha descobrir que ele está desacelerando, dando uma grande oportunidade para ser implantado um criadouro de larvas dentro dele.
Ao contrário do que a mídia tenta advogar e martelar nas mentes femininas da nossa nação, o homem gosta sim de falar sobre a relação conjugal tanto quanto a mulher. Afirmo isso baseado nos gabinetes e também na observação da vida moderna. Precisamos lembrar que muitas vezes paradigmas usados no presente foram estabelecidos com base em informações e comportamentos do passado, sem conexão com o presente. O homem pós-moderno discuti todas as coisas, até mesmo sua sexualidade, por que não falaria sobre seu relacionamento conjugal? Se o seu marido falar para você que ele viu na TV que o homem não gosta de discuti a relação, lembre a ele que nem tudo que reluz é ouro, de igual forma, podemos afirmar que muito do que é passado pela mídia de uma forma geral não condiz com as pesquisas de campo.
 
Por entender que nós ( homens, mulheres cristãos ou não) estamos em guerra contra o adultério, não contra o adúltero(a), lançamos em nosso blog uma campanha a qual pedimos sua ajuda no na divulgação.
"Eu digo não para o adultério".

Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
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sábado, 10 de dezembro de 2011

ESPAÇO REFLEXÃO - O que a qualidade total tem haver com nossa vida? Tudo.

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Ultimamente tenho me envolvido muito com a palavra "qualidade". Por força da vida profissional, aparentemente, ela tem cruzado meu caminho a todo tempo, não me dando "nenhuma folga", o que tem me feito refletir sobre ela em tudo que faço.

Meu envolvimento maior com essa palavra nos últimos tempos é um dos motivos pelo qual deixei “um pouco de lado” a ferramenta facebook, já que notoriamente ela vem perdendo “qualidade” a cada dia por força da ausência da noção de limites, que vem sendo manifesta por muitos participantes da rede.Mas sobre facebook  já falei no artigo anterior e não quero me repeti, até porque, como jovem (muito menino ainda) que sou não posso me permiti a esse tipo de descuido, muito comum naqueles que já andaram em muitos caminhos nesta grande jornada que chamamos de vida.

Na verdade quero usar essa matéria para compartilhar minha reflexão sobre essa palavra tão comum em nossos dias, mas ao mesmo tempo, tão “vaga” para a maioria das pessoas, inclusive na vida profissional, já que a maioria das empresas trata este assunto como muitas igrejas tratam o relacionamento de casais e família, de forma desleixada (que ou o que revela falta de cuidado, de apuro; desmazelado, negligente). É muito comum, seja nas empresas ou nas igrejas, uma vez por ano elas identificarem uma data, promoverem uma palestra (com um dito consultor externo no assunto) e finalizarem toda essa miscelânea com um coquetel (a diferença é que na igreja não rola bebida alcoólica), acreditando que o papel dos gestores (seja da empresa como da igreja) foi realizado com louvor.

Ao tratarmos a qualidade empresarial e os casais (e família) desta forma, estamos decretando a “morte subida” do que elas representam em nossas vidas e na de toda sociedade. Pense comigo: “Por que a instituição família está se degenerando? Por que a vida espiritual de muitas igrejas está o “buraco que está”? Por que tantos jovens estão se entregando as drogas? Por que o sistema de saúde pública é esse caos? Por que ....? a resposta é a mesma, falta Qualidade nas empresas, nos governos e também nas igrejas e famílias".

Quando utilizamos esta expressão (falta qualidade), não temos a intenção de passar uma visão puramente humanista da nossa existência e da sua solução, mas despertar nossos leitores para o fato que precisamos perseguir resultados melhores em todas as áreas de nossa vida (neste caso não estamos nos referindo a dinheiro, se bem que ele faz parte do processo da vida) e com certeza, a qualidade é uma ferramenta importante neste caminho.

Diferentes do exemplo empresarial que citei acima, outras empresas realmente levam a coisa a sério e colocam a qualidade nos seu devido lugar (que é na cabeça de todos, inclusive dos gestores) dentro da empresa. Talvez você tenha imaginado que o lugar da qualidade fosse dentro dos procedimentos operacionais, nos processos, estrutura e resultados, mas não é bem assim, tudo isso é o resultado do tipo de qualidade que habita na cabeça dos funcionários e de seus respectivos gestores.

Bem para começar, acho que já falamos bastante. Tenho certeza que esse assunto vai se alongar em outras matérias, conto com seu retorno para que ele seja enriquecido com suas opiniões. Lembramos aos nossos leitores que Jesus é também à Fonte da Qualidade.

Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

ESPAÇO REFLEXÃO - Não é o facebook que está nos deformando, mas nós que estamos deformando ele.

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A subjetividade é o relativismo são “marcas” da nossa era que de forma alguma devem ser crucificadas e enterradas distantes da nossa cosmovisão. Se o fizermos, não estaremos aprendendo a lutar contra os desafios da nossa moral e fé, mas simplesmente retardando problemas e demonstrando uma grande falta de habilidade em separar o joio do trigo dentre o que chega “as nossas praias”. Francis Schaffer ( pastor presbiteriano e pensador cristão do século passado) defendeu muito bem essa mesma tese no final da modernidade, alertando a Igreja que a chegada de novos tempos (momento em que vivemos) exigiria dela um discurso racional na defesa do que acreditamos, ideia que chocou muitas lideranças dentro do universo cristão nesta época.Esse mal entendido ocorreu porque poucas pessoas entenderam o que Schaffer comunicou em discurso, já que em nenhum momento ele sugeriu o relativismo da nossa fé como prática. A ideia dele era usar as armas desta nova geração(para isso era necessário compreendê-las racionalmente) não contra , mas a favor desta geração, trazendo-a para uma “geografia” mais próximo do eixo bíblico.

Com este tipo de introdução é normal que você imagine que nosso texto irá deslizar pelos campos da ética e filosofia, mas não é bem assim, já que vamos tratar de coisas simples, bem ligadas ao nosso cotidiano nas redes sociais. Minha fala inicial se fez necessária para deixar claro aos nossos leitores que respeito o direito das pessoas expressarem suas preferências em termos de acontecimentos e temas, compartilhado o que é interessante nas redes sociais, mas acredito também, dentro do mesmo princípio, que é válido a emissão de uma crítica construtiva a respeito destas escolhas, principalmente quando o público envolvido trata-se na maioria, de irmãos em Cristo.

Chegando agora neste parágrafo ao ponto central da questão, critico que é indiscutível, mesmo levando em conta o direito das pessoas de pensarem diferente, que uma grande parte dos nossos irmãos está perdendo, no mínimo, o bom senso na hora de fazer suas escolhas seguidas de postagem. O acúmulo de bobagem está começando a dá nos nervos de tudo mundo, sem contar a baixaria de fotos obscenas e pornográficas, postadas sobre forma de brincadeira. Estes dias observei ao lado de uma foto, uma brincadeira sem graça com o peso excessivo da pessoa fotografada. Será que esse irmão em Cristo não entendeu que esse tipo de gordura é uma doença? Penso que muitas pessoas não estão vigiando com seu caráter, por conta disto estão deixando ele ser invadido por uma cosmovisão completamente mundana.

Amados nós somos de Cristo e não do mundo.

Peço aos nossos leitores e amigos uma reflexão sobre o assunto, antes que instrumentos como o Face sejam abandonados por pessoas que têm compromisso em manter a moralidade e o bom senso vivos na vida.

Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
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