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sábado, 14 de maio de 2011

ESPAÇO RELACIONAMENTO - Ascensão social reduz evangélicos, diz líder da CNBB

Amados do Senhor e queridos visitantes.

Quem acompanha meu blog sabe que não foi uma e nem duas vezes que escrevi artigos elogiando posturas da Igreja Católica e até mesmo algumas posições do atual Papa.

Por conta disto, já fui questionado por alguns irmãos que às vezes não entendem nosso sentido crítico de avaliação.

Mas hoje escrevo nesse blog para registrar minha insatisfação com o novo presidente da CNBB. Registro que meus comentários abaixo não são destinados ao povo católico,mas especificamente ao cidadão que foi eleito como presidente da CNBB.

Começou mal o novo presidente da CNBB. Com essa declaração vazia (Ascensão social reduz evangélicos, diz líder da CNBB), sem nenhuma base oficial (inclusive contráriando IBGE e todas as pesquisas feitas na área da religião) e de caráter até mesmo preconceituoso, ele sinaliza que o órgão presidido por ele se afastará de qualquer atuação conjunta com os evangélicos em prol das verdades do cristianismo, já que indiretamente ele nos chamou de ignorantes.

Interessante é que de forma bem contrária ele elogiou o governo Dilma e foi diplomático ao ser questionado sobre a postura de Lula, utilizando um jogo de palavras muito comum no vocabulário de quem não quer se comprometer.

Com posturas como essa perdem os católicos, que pelo jeito estarão mal representados com um presidente como este na CNBB, perde temas importantes como aborto, direito dos homossexuais, pesquisa com células tronco e também a missão da igreja católica, que segundo a mesma entrevista, tem como objetivo os jovens, os mesmos que detestam falta de ética e discriminação. Detalhe, se seguirmos ao pé da letra a lógica do presidente da CNBB, os jovens que a Igreja Católica vai alcançar serão só aqueles com mais instrução.

Diferente de outros bispos e padres, que durante o ano de 2010 tiveram uma postura muito ética com as lideranças evangélicas (inclusive com algumas alianças na esfera política) e também com seu povo, o Sr. Raymundo Damasceno Assis foi antiético ao vincular o crescimento evangélico à pequena cultura do povo.

Chamado de conciliador e eleito por causa dessa característica, ele deixa claro em uma de suas primeiras entrevistas, que essa sua faceta será apenas em relação ao governo, diferente da forma que ele pretende lidar com o restante da sociedade.

Sr. Raymando Damasceno Assis, um pedido de desculpas pelas suas palavras, vamos dizer assim.... não bem colocadas, seria de extremo bom gosto e também ético.

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira

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