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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

ESPAÇO VAMOS ORAR POR ESSA SITUAÇÃO: Ore pelo dia 09 de Janeiro de 2011 no Sudão.

Independente de ser um produto de Hollywood, George Clooney foi claro e preciso em sua avaliação do momento pré-genocídio que vive o Sudão.

Os Estados Unidos, bem como a comunidade internacional, não poderão se desculpar desta vez - como foi muito bem colocado pelo ator citando o Congo, Ruanda e Darfur quando esteve com Barack Obama -, caso aconteça outra matança de inocentes após 09 de Janeiro de 2011.

Mais uma vez em mais um lugar do mundo, um regime de maioria - pelo menos na questão da força - mulçumana oprime minorias étnicas e religiosas sem que a comunidade internacional faça nada.

O forte envolvimento deste governo com terroristas islâmicos, que utilizam seus territórios para treinamento, tem fortalecido essa ditadura - inclusive no campo religiosa- fazendo com que a parte do sul do Sudão, seja considerada de segunda classe.

Mas, como está acontecendo em Nova York através da exposição “1 001 Invenções”, instalada no New York Hall of Science, que sem vergonha nenhuma força uma barra tremenda - conforme crítica do The New York Times com título: Exposição é exagerada, pretensiosa e traz dados errados -,para elevar a cultura mulçumana a um patamar que não existe, parece que os olhos do ocidente estão fechados para enxergar essa catástrofe anunciada. Só falta agora New York defender também o direito do norte do Sudão massacrar os civis do sul, por conta da religião ou cultura.

Oremos Aquele que está acima dos mulçumanos, da comunidade internacional e de todos, para que Ele tenha misericórdia do sul do Sudão.

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira



No início de outubro, o astro de Hollywood George Clooney passou uma semana no maior país da África, o Sudão, visitando a região do sul e conversando com líderes locais. Ao voltar para os Estados Unidos, o ator dialogou com políticos americanos, entre eles o presidente Barack Obama. Seu recado era claro. “Estávamos atrasados no Congo, estávamos atrasados em Ruanda, estávamos atrasados em Darfur. Essa é uma oportunidade para evitar o massacre antes que ele ocorra”, disse o galã. O temor de Clooney, e de boa parte da comunidade internacional, é que o resultado do referendo programado para 9 de janeiro, no qual o sul do Sudão pode conseguir a secessão do norte, provoque a retomada de uma guerra civil que tem o nada nobre posto de maior matança desde a Segunda Guerra Mundial.

O medo da guerra é provocado por uma equação simples. O governo central, baseado em Cartum, a capital do Sudão, não quer a separação. Enquanto isso, há uma clara indicação de que os sudaneses do sul vão votar pela separação. A secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, cuja função exige parcimônia nas palavras, declarou em setembro ser “inevitável” a separação, e chamou o Sudão de “bomba-relógio”. Por trás do movimento separatista está o medo dos habitantes do sul, majoritariamente negros, cristãos e animistas, de permanecerem como cidadãos de segunda classe diante do norte, de maioria árabe e muçulmana. A dominação política, econômica e social do norte gerou a primeira guerra civil do Sudão, entre 1955 – um ano antes da independência da Inglaterra – e 1972. Dez anos de armistício acabaram em 1983, quando Cartum decidiu rever o acordo de paz e implantar a sharia – a lei islâmica – em todo o território. A revolta separatista do sul foi contida com violência, e o número estimado de mortes passa de dois milhões. Os refugiados seriam quatro milhões. A frágil paz que vigora hoje é baseada no Acordo de Paz Abrangente (CPA, na sigla em inglês), assinado em 2005, que deu autonomia ao sul por cinco anos e programou o referendo para janeiro

domingo, 12 de dezembro de 2010

ESPAÇO DIVERSOS - Escrever é muito mais que uma mania.

Mais uma vez preciso confessar que me enganei sobre algo que falei algum tempo. E essa não é a primeira, nem a segunda e muito menos a terceira vez que isso acontece.Já errei muitas vezes.

Esse último engano – sobre o qual vou falar nesse texto - é só mais um, de uma longa lista que foi se estabelecendo no decorrer da minha vida.

Nossa capacidade de errar e se enganar – como ser humano - são tão grandes que, quando me dei conta dessa triste realidade, fiquei muito preocupado e também assustado, achando que só eu errava tanto, mas aos poucos... felizmente ou infelizmente, me dei conta que isso é um problema de todos nós.

Hoje conhecendo Jesus – dentro do que Ele se permitiu revelar-, me relaciono com essa falibilidade de forma bem diferente, até mesmo vendo um lado positivo em cada erro ou engano – é evidente que estamos falando de certos aspectos, porque não somos masoquistas e nem defensores do errar.

Quando comecei a escrever - é sobre isso que quero falar - em 2002 - tendo como primeiro desafio colocar no papel nosso testemunho de vida nos três primeiros anos de conversão -, acreditei que essa atividade poderia ser um caminho para falar de Deus e até mesmo um meio de vida profissional, já que escrever de forma comprometida requer dedicação e tempo, não é algo que se possa fazer no tempo que sobra, pelo contrário, tem que haver prioridade de tempo para se escrever com qualidade.

Os anos passaram, o meu primeiro livro foi editado – de forma independente - com muito a ser melhorado – na forma de escrever e até mesmo no entendimento espiritual, que com o passar do tempo é amadurecido - para uma próxima edição, já que em redação - nessa época - eu estava no estágio zero. Se compararmos com hoje, talvez a mudança não seja muito grande, mas com certeza alguma evolução aconteceu.

O blog - lançado em 2007 - foi um espaço para escrever que ganhou força com o passar do tempo, estamos ainda muito distante de ser um dos mais visitados, mas acredito que temos servido de parâmetro para algumas pessoas pensarem sobre várias coisas.No início, colocamos como objetivo só falar de temas ligados a igreja, mas com o passar do tempo entendi que todo nosso cotidiano precisa ser comentado por uma cosmovisão cristã. Hoje falamos sobre tudo, desde teologia até política.

O segundo livro – uma ficção com visão cristã – está no estágio final de redação e aguardando a abertura de uma porta para ser editado, já que desta vez, minha pretensão não é fazer de forma independente.

E ai você pode se perguntar: "Mas se as coisas estão desta forma, “Onde está o tal  engano que  comecei falando?”

Ele reside no fato de eu resumi - em 2002-  o que escrevo como um intrumento para falar de Deus e um caminho profissional - por mais que essas duas coisas sejam muito importante e acabem acontecendo de fato.

Hoje percebo que quando escrevo, estou colocando em forma de texto o que penso e isso tem tomado uma proporção muito grande em minha vida – mesmo que eu não seja bom nisso . Por isso, limitar esse processo exclusivamente à essas duas operações, não é fazer justiça a essa graça de Deus que taz muito gozo a minha vida.

Escrever me faz  conversar com meu semelhante, independente de onde ele esteja e o que esteja fazendo. Escrever é conversar usando a mente como intrumento vibratório.

Obrigado Senhor, pela graça de escrever, colocar em forma de texto, juntando palavras, aquilo que a minha mente fala.

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira

ESPAÇO TEXTOS DO INÍCIO DO BLOG - A sua família tem sido doce para você ?

Primeiro texto publicado em 2007: Resolvemos postar todos os antigos textos que deram inicio a esse blog, com isso você terá a oportunidade de analisar a evolução - ou não - deste blog e  deste blogueiro. Aproveite, com certeza terão muitas coisas interessantes.

A sua família tem sido doce para você ?


Calma, não sinta-se agredido com minha pergunta, até porque, isso não é uma acusação, eu só estou fazendo meu papel como Ministro de Deus na área de Família.

Neste pequeno texto tenho a pretensão de fazer você meditar sobre este  tema  e farei isso com ajuda de Deus.

"O quanto tem sido doce, ou amarga, a sua relação Famíliar".


No século XXI onde os entendidos (segundo a sabedoria humana) dizem que não existe uma só verdade ou uma só coisa certa, mas sim várias verdades e outras tantas coisas certas, a importância da Família tem se tornado relativa- evidente que na vida dos que se permitem pensar dessa forma.

A sobrevivência do casamento segundo esta visão também é relativa, ou seja, pode-se lutar ou não por sua manutenção, tudo vai depender do tamanho do esforço que deverá ser empregado - se der muito trabalho, para eles , não vele a pena.

Os filhos também passaram a ser relativos, mas desses pelo menos a lei ainda não permite que se estabelça divorcio ou devolução da mercadoria com validade vencida, por isso, os relativistas deste época moderníssima, descobriram uma outra solução:

Estipula-se uma convivência de pais com filhos onde o relacionamento existente é "eu faço de conta que sou seu pai e você pensa que é meu filho".

Pela Graça de Deus, posso compartilhar com nossos visitantes que temos procurado fazer em nossa vida e ensinar em nossos Seminários, algo bem diferente desta pseudo-verdade.



Pense sobre isso, existe uma maneira diferente de viver e de se relacionar em Família que você também pode alcançar.



Se estiver difícil pense em uma coisa, a palavra homem no grego pode ser entendida como:

"aquele que olha para o alto", então olhe para o alto, de lá sempre virá socorro.

Como sempre, gosto de encerrar meus textos sobre Família dizendo algo que pra mim é muito importante: Eu amo minha esposa Flávia e meu filho Caio e os outros que só Deus sabe quando virão. (observação: O Miguel Chegou em 2010 para glória de Deus).



Que Deus te abençõe


Missionário Paulo Cesar ( pela misericórdia em dez.2007 fomos consagrados ao pastorado)

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

ESPAÇO RELACIONAMENTO - Campanha em ônibus diz que Deus não existe.


O que nós - que conhecemos Deus, naquilo que Ele se permite conhecer - podemos dizer a respeito dessa campanha?

Na minha opinião, por mais que possa parecer absurdo à primeira vista, acho importante começar nossa crítica a ela defendendo o direito - dentro de um país democrático social de direito que somos - da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos(Atea) realizar essa divulgação pública.

Sei que ao me colocar dessa forma corro o risco de ser mal interpretado – principalmente dentro da blogosfera Evangélica -, mas estou ciente que existe um preço a ser pago, quando Deus nos chama e nós respondemos, nos colocando à sua disposição para influenciar a formar de pensar de outras pessoas com toda humildade que se faz necessário.


Defender o direito da Atea de fazer essa campanha– de se pronunciar, que não significa concordar com o que ela dizé a mesma coisa que  defender a liberdade de pensamento, que NÃO deve nunca - apesar de isso está acontecendo no Brasil - ser confundida com preconceito ou algum tipo de fobia.

E isso serve para nós em primeiro lugar - já que as Escrituras dizem que somos a primícia deste mundo . Por isso, mesmo que muitos cristãos - ao tomarem conhecimento da campanha- queiram nesse momento rotular o pessoal da Atea como cristofóbicos, por entender que eles estão violando seus direitos, trazendo sobre eles um tipo de preconceito,  manifestando total intolerância que pode preceder  violência moral e física no futuro aqueles que creem em Deus, isso não faz sentido, porque na realidade não é nada disso que está acontecendo, mas apenas o manifestar do direito de pensar diferente, que deve ser assegurado independente de desagradar algumas pessoas , grupos sociais ou minorias, inclusive os cristãos.

A defesa que acabei de fazer sobre o direito de expressão, não é nada mais e nem menos do que aquilo que nos assegura o 5º artigo da nossa constituição, que não pode ser manipulada e nem deixada de lado por interesse de nenhum grupo, como hoje está acontecendo no Brasil, com as tentativas de se aprovar a PL122/06. 


Falando por mim, é evidente que o conteúdo da propaganda da Atea agride o mais profundo do meu espírito – minha vida interior-, toca no que me é mais valioso nessa vida – a existência do meu Senhor-, profana o meu maior conceito de sagrado – Cristo -, mas independente de tudo isso que é muito importante para a minha vida, é um direito deles terem uma cosmovisão diferente e serem livres para expressa-la.

O que nos cabe então:
1) Responder de forma racional as suas dúvidas e contradições, falando do poder do Evangelho e da pessoa de Cristo.
2)Podemos também orar por esse grupo, manifestando o amor que nós descobrimos em nossa regeneração, que no faz enxergar quem está do outro lado de forma bem diferente, não mais como inimigo, mas como alguém que precisa ser conquistado.
3)Fazer uma campanha publicitária rebatendo seus argumentos.

Enfim, podemos fazer inúmeras coisas a respeito dessa campanha, só não podemos tirar deles- e nem ninguém tirar de nós- o direito de pensar diferente e manifestar esse pensamento livremente.

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira

A Atea (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos) veicula a partir de hoje campanha publicitária para dizer que Deus pode não existir.
As peças de propaganda, com frases como "Religião não define caráter" e "A fé não dá respostas. Ela só impede perguntas", circularão em ônibus de Salvador e Porto Alegre por um mês.
"O prazo pode se estender, se tivermos doações", diz Daniel Sottomaior, da Atea.
A campanha teve início no Reino Unido em 2009 e se espalhou por outros países, com resultados distintos.
Nos EUA e na Espanha, a iniciativa deu certo, provocando a esperada polêmica. Na Itália, a veiculação foi proibida. Na Austrália, a companhia responsável por anúncios em ônibus se recusou a exibi-los.
Algo parecido aconteceu em São Paulo. Depois que conheceu o conteúdo dos anúncios, já após a assinatura do contrato, a empresa que os veicularia se negou a fazê-lo, alegando que a legislação proíbe temas religiosos. A Atea avalia a possibilidade de uma ação judicial.

Metade dos cerca de R$ 10 mil utilizados na campanha brasileira vem de pequenas doações e de recursos da própria instituição. A outra metade vem de um único doador paulista que prefere permanecer anônimo.

ESPAÇO DIVERSOS - Meditando sobre o natal com o Pastor Renato Vargens

Coluna especial sobre o Natal (2)

Conforme relatamos anteriormente, estamos postando algumas matérias sobre o natal, expressando a opinião de alguns pastores e também de outras pessoas. A ideia é levar até você um conjunto de opiniões que possa  ajudar a refletir sobre essa data e como ela deve ser comemorada.

Abaixo segue um texto do pastor Renato Vargens. Seu blog pode ser acessado no endereço:http://renatovargens.blogspot.com/

Concordo plenamente com o meu amigo Ezequias Marins quando afirma que muitos dos argumentos utilizados por pastores e teólogos no combate ao Natal, se fundamentam num frio puritanismo (que procura ser mais rigoroso do que o mais rigoroso dos verdadeiros puritanos) ou num neo-pentecostalismo gedozista, que defende o banimento das celebrações natalinas firmados no entendimento de que árvores de Natal, guirlandas, pisca-piscas, e demais enfeites são na verdade evocações de divindades pagãs.

Caro leitor, Celebrar o Natal é celebrar a encarnação. Celebrar o Natal é entender que Deus soletrou à si mesmo numa linguagem que o ser humano possa entender”. É entender que por amor aos eleitos Ele se tornou um de nós. “E o verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade” (João 1:14a).

Como bem afirmou o meu amigo Luiz Wesley Natal tem a ver com a própria personagem da auto-soletração de Deus a nós: Jesus Cristo (João 14:9). Ele é Deus com face humana tangível (II Coríntios 4:6), com jeito de falar — sem tradução e sem sotaque! — a língua da gente. É encarnação às últimas conseqüências (Filipenses 2:8), é identificação radical (Filipenses 2:6), é o Eu Sou que “colou”, que se aderiu à realidade humana (Filipenses 2:7). Encarnação é a maneira pela qual Deus dá um jeito de nascer na forma humana (João 1:14), numa verdadeira reentrada no mundo que já era Seu (João 1:11), mas sem se tornar ordinário (Isaías 53:9b, I Pedro 2:22).

Isto posto fico a pensar se Cristo não tivesse nascido, o que seria de nós?

Há alguns anos foi publicado um curioso cartão de Natal, com os dizeres:

"Se Cristo não tivesse nascido."

Um pastor adormeceu em seu escritório numa manhã de Natal e sonhou com um mundo para o qual Jesus nunca tinha vindo. Em seu sonho, viu-se andando pela casa: mas lá não havia presentes, nem árvore de Natal, nem guirlandas enfeitadas; e não havia Cristo para confortar, alegrar e salvar.

Andou pelas ruas, mas não havia igrejas com suas torres agudas apontando para o Céu. Voltou para casa e sentou-se na biblioteca, mas todos os livros sobre o Salvador tinham desaparecido.

Alguém bateu-lhe à porta, e um mensageiro pediu-lhe que fosse visitar sua pobre mãe à morte. Ele apressou-se a acompanhar o filho choroso; chegou àquela casa e disse: "Eu tenho aqui alguma coisa que a confortará". Abriu a Bíblia, procurando alguma promessa bem conhecida, mas viu que ela terminava em Malaquias. E não havia evangelho, nem promessa de esperança. E ele só pode abaixar a cabeça e chorar com a enferma, em angústia e desespero.

Não muito depois, estava ao lado de seu esquife, dirigindo o ofício fúnebre, mas não havia mensagem de consolação, nem palavra de ressurreição gloriosa, nem céu aberto; mas somente "cinza a cinza e pó ao pó" e um longo e eterno adeus.

O pastor percebeu, afinal, que "ELE não tinha vindo". E rompeu em lágrimas e amargo pranto, em seu triste sonho. De repente, acordou ao som de um acorde. E um grande brado de júbilo saiu-lhe dos lábios, ao ouvir, em sua igreja ao lado, o coro a cantar:
"Ó vinde, fiéis, triunfantes, alegres,

Sim, vinde a Belém, já movidos de amor.

Nasceu vosso Rei, o Cristo prometido!

Oh, vinde, adoremos ao nosso Senhor!"

Regozijemo-nos e alegremo-nos hoje, porque "ELE VEIO"!

Aleluia! Cristo é o motivo da nossa festa! Cristo é o motivo da nossa alegria! Cristo é o Sentido do Natal.
Pense nisso!
Renato Vargens


quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

ESPAÇO REFLEXÃO - Meditando com o pastor Batista Isaltino Gomes Filho


“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” – João 14.6

Um dos mais graves problemas para a igreja de Cristo é a perda da visão da exclusividade da salvação pela graça por meio da fé em Jesus. Teoricamente, cremos que só Jesus Cristo salva, mas na prática, essa declaração não permeia a vida de muitas igrejas. A crença na salvação exclusivamente por meio de Jesus deveria produzir uma ardorosa visão evangelística e missionária. Cristo seria o carro-chefe da igreja e a mensagem do Cristo crucificado, poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, seria a tônica da pregação. Estranhamente, porém, boa parte das igrejas tem se escondido no Antigo Testamento, trazendo para o culto arca, shophar (esta é a nova grife!), quipá, estrela de Davi, etc. São igrejas evangélicas que baniram o evangelho e recuperaram o sistema veterotestamentário. Sua leitura da Transfiguração deve ser que o Pai retirou Jesus de cena, deixando Moisés e Elias, e declarou: “Estes são os meus Filhos amados em que me comprazo; a eles ouvi”.

Alguns parecem ter banido Jesus Cristo de sua própria igreja. É uma negação de sua pessoa e sua obra. Tal atitude se encaixa perfeitamente na declaração do autor de Hebreus: estão pisoteando o Filho de Deus, e caíram da graça. Não entendem que o judaísmo se esgotou. O vinho velho acabou. As talhas de purificação estão vazias. Só Jesus, o Filho de Deus, tem poder para produzir novo vinho, e de qualidade superior. A exclusividade da salvação pela fé em Cristo tem se perdido no arsenal de truques e novidades para engabelar os crentes, dando-lhes a sensação de estarem seguindo a Bíblia. Mas o preço é alto: sem Cristo. A cruz é um estorvo para muitos cristãos. Eles querem bênçãos e poder, mas não a cruz. Querem riquezas, mas não o caminho do sofrimento com e por Cristo. Cantam “quero subir o monte santo de Sião”, não o monte do Calvário. Esqueceram-se que o caminho é Jesus, não o louvor nem o Espírito Santo (identificado com seus sentimentos).
Outros estão olhando pelo outro lado do microscópio. Ao invés de analisar a cultura secular pela Bíblia, analisam-na por pensadores seculares. Adotam o inclusivismo soteriológico. Jesus salva, mas Buda também, Maomé também. Qualquer um também. Gente bem intencionada está salva. O que vale é a sinceridade. Outros nem crêem que haja alguma coisa de que ser salva. A igreja é apenas uma instituição social ou recreacional.

 

Ouço e leio muito a expressão “o olhar do outro” (frasezinha bonita!), no tocante à verdade espiritual. Não posso deixar de perguntar: “E o olhar de Jesus, onde fica? As declarações de Jesus, onde ficam?”.

Quando fui evangelizado aos catorze anos aprendi isso: “Jesus não disse que é um caminho, mas o caminho”. Compreendi que o único meio de se chegar a Deus é por ele. Mas segmentos de sua igreja não falam do caminho para Deus, e sim de um caminho tranqüilo por esta vida. Deus se tornou do tamanho das pessoas, porque sua vontade para conosco ficou associada ao bem-estar material. Todo desejo dele para nós é que nos demos bem nos negócios aqui. O propósito de Deus para nós é uma boa vida, e Jesus é apenas um nome que se usa na frase final de qualquer oração, como se fosse uma senha para garantir nosso pedido. Mas a igreja não é mais dele.

Precisamos voltar a Jesus, deixando Moisés e Elias de lado. Jesus disse: “A lei e os profetas vigoraram até João; desde então é anunciado o evangelho do reino de Deus, e todo homem forceja por entrar nele” (Lc 16.16). Voltemos a pregar que só Jesus Cristo salva, que ele é único caminho para o céu, que ser gente boa é bom, mas isso não salva. Aprendi adolescente, e não esqueci: Jesus é o único caminho para o Pai. Quando a igreja deixa aberta a possibilidade de outro Salvador, ou deixa de falar do Salvador, nega ao Senhor. E negou-se a si mesma. Não há “olhar do outro” para salvação. Só há Jesus. Não há outro caminho. Jesus é o único. Nem Moisés, nem Elias, só Jesus. Nem shophar, nem quipar, nem arca. Só a cruz. Fora do Cristo crucificado não há caminho.
Isaltino Gomes Coelho Filho
visite o site do pastor Isaltino em :http://www.isaltino.com.br/2010/12/jesus-ainda-e-o-caminho/#more-1606
 


ESPAÇO INTERNACIONAL - Obama sofre mais uma derrota junto com a militância gay

A militância gay sofreu mais uma derrota nos Estados Unidos nesta quinta-feira e Junto com eles, o presidente Obama também saiu perdendo e pior, dentro de um cenário onde tudo era favorável à sua vitória – já que os democratas têm maioria no senado.

No próximo ano(2011) – com o aumento do número de senadores republicanos – as chances de aprovação da lei que permite gays nas forças armadas - de forma declarada - ficará ainda mais difícil.


É impressionante observar como o presidente americano está acumulando derrotas. Segundo os analistas, Obama se elegeu com um discurso de centro e logo após tomar posse, adotou uma linha de esquerda – dentro da visão americana-, o que resultou num descontentamento tal, que o antigo presidente George bush –apesar de todas as suas decisões polêmicas- conseguiu ter um índice de aceitação maior do que o atual presidente. 

Que Obama possa se voltar para o Deus de Abraão, Isaque e da Igreja de Cristo, porque Nele existe sabedoria suficiente para ele exercer essa tão grande tarefa que é governar uma nação como os Estados Unidos.
Leia a matéria da votação abaixo

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira



09/12/2010 - 20h44

Senado barra lei que permite gays nas Forças Armadas, em derrota para Obama

ANDREA MURTA

DE WASHINGTON

A proposta de lei para derrubar a proibição a gays de servir abertamente nas Forças Armadas dos EUA foi barrada por manobras no Senado americano nesta quinta-feira, inviabilizando sua votação por tempo indeterminado.
Apesar de ter maioria dos votos (57), democratas partidários da lei não conseguiram chegar aos 60 necessários para passar por cima das objeções procedimentais republicanas. Como resultado, a votação ficou parada.
É uma derrota para o presidente Barack Obama, que tinha na derrubada da política conhecida como "Don't ask, don't tell" (não pergunte, não responda) uma de suas prioridades.
Ele agora tem dois caminhos: ou agir por meio de medida provisória ou tentar fazer com que democratas tentem levar a lei ao plenário do Senado de novo.
As duas opções são complexas.
A primeira é polêmica. Mas, para a segunda, será preciso convencer os senadores que impediram a votação ontem a mudar de ideia antes do recesso de final de ano.
A partir de janeiro, as chances de aprovação caem consideravelmente, pois chegam mais republicanos ao Congresso (vencedores das eleições de novembro). A derrubada da proibição tem o apoio dos mais altos comandantes das Forças Armadas e do Pentágono.
A proposta de lei estava incluída em uma lei mais ampla de financiamento para Defesa.

ESPAÇO CIÊNCIA - A lua de mel que não aconteceu por uma questão de sono


Amados no Senhor,  como existem adversidades na vida.

A cada dia somos surpreendidos com novidades nas varias áreas de nossa vida.

Algumas são de caráter positivo, sendo a novidade um motivo de alegria e até mesmo de festa, como por exemplo, a descoberta da cura de uma doença que mata muitas pessoas.

Por outro lado, para toda tese existe uma antítese, por isso, também existem as novidades negativas, que trazem tristeza, preocupações, dor e até mesmo um ajuste na vida das pessoas envolvidas.

Para você entender melhor esse artigo, tente imaginar a cerimônia religiosa de um casamento esperada por uns dez anos. Muita alegria dos familiares, tudo muito bonito com muita fartura e grande festividade. Antes do termino da festa – como manda o “figurino”- os noivos – agora casados- preparam sua retirada estratégica para início da lua de mel.

Tudo saiu de maneira perfeita, nenhum detalhe foi esquecido e nada deu errado – pelo menos até aquele momento. A troca de roupa foi feita no local de festa e de lá foram direto para o aeroporto onde embarcaram para uma temporada de dez dias numa ilha paraíso.

No aeroporto havia um carro do hotel esperando pelos recém-casados que os conduziram até o maravilhoso resort. As reservas haviam sido programadas para a melhor suíte – reservada normalmente para casas em lua de mel.

O noivo impressionado com a vista deixa por um minuto a noiva sentada na cama e vai até a janela, ela em contrapartida deita-se num movimento rápido tentando avaliar o conforto da cama. Depois de alguns segundo ele retorna, mas infelizmente se depara com sua mulher adormecida. Quase em desespero ele se apóia na cama e começa a chorar. Ele sabia que ela tinha SKL.

Talvez você não tenha entendido até agora o desespero do jovem marido, mas eu vou contar um detalhe desta estória que até agora não foi revelado. A noiva sofre de um raro distúrbio neurológico chamado síndrome de Kleine-Levin (SKL), que já a fez dormir durante provas, aniversários de amigos e feriados inteiros e até dez dias seguidos- exatamente o período que eles tinham de lua de mel.

Conheça melhor esse tipo de distúrbio lendo a matéria abaixo.

Que Deus nos livre desta e de outras adversidades. Quer um conselho: Conheça Deus na pessoa do Senhor Jesus, quando este tipo de coisa acontece, só ELE pode nos ajudar a vencer.

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira




Enquanto a maioria dos adolescentes sofre para levantar da cama pela manhã, Louisa Ball, 16, pode levar até dez dias para despertar completamente do sono.
BBCSíndrome fez com que Louisa Ball, 16, perdesse provas, festas de amigos e feriados
Ela sofre de um raro distúrbio neurológico chamado síndrome de Kleine-Levin (SKL), que já a fez dormir durante provas, aniversários de amigos e feriados inteiros.
"Eu tinha alucinações e, depois, não me lembrava de nada. De repente tudo ficava escuro e eu dormia por dez dias. Acordava e tudo estava bem de novo", disse a jovem à BBC.
A doença se manifestou em 2008, quando a adolescente começou a cochilar nas aulas e a se comportar de forma estranha.
Levada ao médico, acabou por ser diagnosticada com a síndrome de Kleine-Levin, doença cuja causa é desconhecida e sem cura.
"Um indivíduo com SKL terá episódios de sono, geralmente com duração entre uma e três semanas, com distúrbios cognitivos nas poucas horas em que estiver acordado", diz Tom Rico, pesquisador do Centro de Narcolepsia e SKL da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.
Segundo ele, a síndrome às vezes se manifesta após infecções ou outras doenças. Ela geralmente afeta adolescentes do sexo masculino, que também podem apresentar hipersexualidade, irritabilidade e o hábito de comer compulsivamente.
"Durante esse período, um paciente dormirá algo entre 16 e 22 horas por dia, todos os dias, até o fim do evento."
O tratamento recomendado é permitir que o paciente durma, e não ministrar remédios.
Quando a doença para de se manifestar, conta o médico, o indivíduo volta a dormir e a se comportar normalmente.
Rico diz que não há dados sobre a prevalência da doença, já que muitos casos jamais são diagnosticados.
A boa notícia é que ela pode desaparecer como surgiu, o que geralmente ocorre após dez ou 15 anos.
Recordações Louisa diz se lembrar de muito pouco quando acorda de um episódio. "É tudo branco - sem sonhos. Agora eu recordo mais o que aconteceu. Antes eu não lembrava nada. Meu pai acha que meu cérebro está aprendendo a lidar com isso", diz a jovem.
Faz mais de três meses que Louisa não apresenta sinais da doença
A síndrome quase arruinou os seus planos profissionais, já que ela dormiu durante a maioria das suas provas.
Mas a faculdade permitiu que ela se matriculasse, e hoje Louisa estuda desempenho e excelência esportiva. Seu sonho é se tornar uma dançarina.
Quando ela acorda, leva alguns dias até que volte completamente à rotina, e seu corpo fica rígido, dificultando a dança.
Médicos disseram à família que, durante os episódios de sono excessivo, é crucial acordá-la uma vez ao dia para alimentá-la e levá-la ao banheiro.
Mas Lottie, a mãe, diz que a tarefa pode ser penosa: "Já tentei forçá-la a se levantar, mas ela começa a suar e fica muito agitada e agressiva".
Frustrados com a falta de informações sobre a doença na Grã-Bretanha, seus pais a levaram até o hospital Pitié-Salpétrière, em Paris, onde pesquisadores avaliam se o distúrbio pode ter sido causado por um gene defectivo.

ESPAÇO VAMOS ORAR POR ESSA SITUAÇÃO - Os cristãos no oriente estão sendo abandonados.

Leia a matéria abaixo publicada no portal brasileiro The Christian Post que reforça a matéria que publicamos neste blog anteriormente.

Como nós divulgado aqui na matéria “Dois pesos, duas medidas” no dia 07/dez, o caso de Ásia Bibi - a primeira mulher a ser condenada à morte por blasfêmia no Paquistão- não pode ser esquecido pela comunidade internacional e principalmente pelos cristãos – que deveriam ser os mais interessados no assunto.
Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira

Os Cristãos não devem se esquecer de ásia Bibi - a primeira mulher a ser condenada à morte por blasfêmia no Paquistão - enquanto a alta corte do país decide a data para a audiência de recursos, disse um ministro que advoga em nome dos Cristãos perseguidos.
O caso de Bibi não deve ser varrido para debaixo do tapete e esquecido, mas os Cristãos "devem orar e advogar," em nome dessa mulher inocente, afirmou Carl Moeller, presidente e chefe executivo da Portas Abertas dos EUA, em um comunicado segunda-feira.
"Continuamos com os Cristãos no Paquistão. Continuamos a ajudá-los a enfrentar a pressão inconcebível - a pressão quase inimaginável - que eles sofrem todos os dias, por meios espirituais, pelo encorajamento e através do apoio, falando em nome deles," disse Moeller.

Uma vez que até terça-feira, a Alta Corte de Lahore ainda não tinha definido uma data para o recurso de seu caso. Havia esperança de que o presidente Asif Ali Zadari pudesse perdoá-la antes da audiência, mas na semana passada o tribunal o impediu de fazê-lo. O tribunal decidiu que é ilegal para o governo perdoá-la enquanto o processo está pendente.

leia a matéria na íntegra no endereço:http://portuguese.christianpost.com/noticias/20101208/os-cristaos-nao-podem-se-esquecer-da-mulher-paquistanesa-diz-o-ministro/

ESPAÇO DIVERSOS - Meditando sobre o natal com o Bispo Josué da Igreja Metodista

Com a chegada do Natal, a blogosfera cristã se encheu de textos falando deste evento, no qual é - ou pelo menos deveria ser - comemorado o nascimento de Cristo.

Ao contrário do ano passado, as opiniões expressas este ano estão dentro de um consenso com pequenas variações  – pelo menos nos textos que eu tive acesso.
Mas como esse é um assunto que nunca deixa de ser interessante, resolvi postar em nosso blog opiniões de outros irmãos e até mesmo de ímpios sobre o Natal, para que nossas reflexões pessoais possam ser enriquecidas de alguma forma com a visão de outros.

Pensei também em escrever uma matéria sobre o assunto, mas preciso confessar que fiquei intimidado diante de tantos artigos tão bem elaborados.

Mas quem sabe ainda o farei ? Até lá, deixo um conselho para você que nos visita: Seja qual for o seu entendimento... do natal, pense nas Escrituras Sagradas, elas revelam Jesus.

 A maioria das pessoas não têm noção desse tesouro maravilhoso deixado para nós por Deus.

Leia as Escrituras na Noite de Natal, medite sobre elas, conheça Jesus através da sua própria revelação.
Para iniciar essa série, escolhi o texto postado pelo Bispo Josué Adam Lazier.

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira

O natal que eu gostaria de celebrar (visiste o site do bispo Josué no endereço:http://josue.lazier.blog.uol.com.br/


Neste período de advento e véspera de natal, pregadores e escritores são movidos a falarem ou escreverem sobre o natal. Falando de modo particular, eu gosto de falar e de escrever sobre o natal. Gosto dos símbolos de natal, gosto das músicas de natal, gosto do clima do natal. Em minha casa costumamos decorar a sala com símbolos do natal. São vários os enfeites que acumulamos ao longo dos anos.

Sei que há pessoas da igreja que não gostam dos símbolos do natal porque eles, segundo alguns, desvirtuam o verdadeiro sentido do natal. Pode ser... Mas eu prefiro trabalhar com os símbolos e destacar seus significados, indicando o caminho para um natal mais próximo do verdadeiro natal. Na verdade, qual é o verdadeiro natal? O verdadeiro natal é aquele em que Jesus nasceu, não apenas na manjedoura, mas, sobretudo, no coração das pessoas transformando-as em seres humanos mais dignos. Para mim este é o verdadeiro natal.
Assim, me permito divagar pensando no natal que eu gostaria de celebrar.

O natal que eu quero celebrar é aquele no qual a Igreja fosse a manjedoura onde o menino Jesus nasce e transforma as coisas mais símples em sinais singelos da presença de Deus. Numa igreja-manjedoura não há lugar para poderosos, para intimidadores, para dissimulados, para impiedosos, para violentos, a não ser que ao acolherem a mensagem de natal se transformem em pessoas que servem a Deus com amor, humildade e desprendimento.
O natal que eu gostaria de celebrar é aquele em que as pessoas são acolhidas independente da fé que professam, da tendência religiosa que vivenciam, da compreensão teológica que tenham, das doutrinas que professem, pois natal é estar com os outros que são diferentes de mim. Na igreja-manjedoura há lugar para os que são diminuídos na sociedade de consumo e valem menos para o mercado capitalista e, no entanto, continuam sendo filhos de Deus.

O natal que eu desejo celebrar é aquele em que o Evangelho de Cristo não é motivo de paranóia, de divisões, de esquizofrênias teológicas e doutrinárias, tampouco mercadoria nas mãos de mercadores da fé e exploradores da boa índole das pesssoas. Na igreja-manjedoura o Evangelho é algo saudável, que oferece princípios para uma vivência salutar e plena e adentra nos mais íntimos relacionamentos pessoais e familiares.

O natal que eu sonho celebrar, sabendo que é um sonho utópico, é aquele em que a paz não é apenas uma palavra, mas sim um ato que nos leva ao encontro dos outros para oferecer o que temos para que os outros vivam em paz. É o shalom hebraico que não indica ausência de problemas, dificuldades e antagonismos, mas que oferece condições para que as pessoas de boa vontade promovam uma cultura de superação das diferenças e das separações. Na igreja-manjedoura a paz é palavra de ordem, é imperativo, é princípio, é mandamento, é promessa, é Deus no meio da gente.
O natal que eu espero um dia celebrar é aquele em que possa saber que há pessoas que pensam diferente de mim, mas que não são meus adversários e não me tratam como adversário, porque ninguém tem a verdade e ninguém é insubstituível na perspectiva do Reino de Deus, para o qual Jesus nasceu com o intuito de inaugurá-lo entre homens e mulheres. Na igreja-manjedoura os adversários depositam suas armas, suas críticas, suas diferenças, para buscar um caminho de encontro, conciliação e reconciliação.

O natal que eu quero celebrar é o do contraditório, pois no contraditório está o equilíbrio e o caminho para que erremos menos e acertemos mais, como seguidores do Reino de Deus. Na igreja-manjedoura o contraditório é uma benção e não uma maldição, como alguns afirmam ser. O contraditório confronta, mas equilibra e integra. Talvez tenha sido por isso que o menino nasceu na manjedoura e não no templo ou no palácio.
Esta divagação não tem fim. Fico por aqui desejando "natal" para todos.
Bispo Josué Adam Lazier

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

ESPAÇO BÍBLICO - A hora do game cristão

Uma empresa produtora de games nos Estados Unidos começa a se firmar no mercado com um produto bastante original para o seu segmento: Ela desenvolve jogos eletrônicos cristão.

Nós estamos falando da Left Behind Games, Surgida em 2002, que deverá ter o primeiro trimestre com lucro de sua história.

Troy Lyndon, um desenvolvedor que largou a carreira para virar missionário antes de fundar a companhia, disse que a Left Behind já arrecadou US$ 500 mil no atual período fiscal.

Se comparado com as outras empresas do mesmo segmento esse valor pode parece pequeno, mas estamos falando aqui de um uma fatia ainda minúscula – 1% de todo o mercado de games.

Junto com os games, a companhia desenvolveu uma estratégia de marketing agressiva. Nos últimos dois anos, ela distribuiu 50 mil unidades de alguns de seus títulos para uma rede de pastores. Os alvos, segundo a Left Behind, são mais de 300 mil igrejas cristãs do país -inimigas tradicionais da indústria secular de games.

O pastor Fábio Santos da Bola de Neve Church, avaliou a pedido da folha.com o game e deu a seguinte opinião: Left Behind: Eternal Forces me causou uma boa impressão. Alegrou-me muito o fato de ver elementos como a Bíblia, estratégia militar e pessoas ajoelhadas orando a Deus. O tema bíblico de arrebatamento e batalha espiritual está bem claro. Sinceramente, eu não tinha grandes expectativas. Mas, depois, vi que o jogo foi bem elaborado.É interessante o fato de a história bíblica ser aplicada em um game. Compraria com certeza.

O que você acha dessa nova tentativa de evangelismo?

Aguardamos sua opinião.

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira

ESPAÇO ECONÔMICO - O monstro da inflação só surpreendeu que se fez de bobo

A inflação que assustou esse mês é só uma das marolas que chegarão a praia da economia brasileira depois do esforço realizado pelo governo para vencer as eleições para presidente.

A verdade é que a economia - no bom sentido da palavra, não como um trocadilho - foi manuseada com esse proprósito, não considerando inclusive o efeito externo que não será tão pequenos assim.

Quer um conselho: Não gaste muito nesse natal e ano novo, poupe, faça uma reserva, talvez ela seja necessária nos próximos meses.

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o mês de novembro em 0,83%, maior taxa mensal desde abril de 2005, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira. O acumulado do ano está em 5,25%, bem acima dos 3,93% registrados em igual período de 2009. Considerando-se os últimos 12 meses, o IPCA subiu à marca de 5,63%. Em novembro do ano passado, o índice havia sido de 0,41%.

ESPAÇO DIVERSOS - Você sabe qual é a palavra mais falada do mundo e como ela surgiu?

Talvez a informação abaixo não faça muita diferença em sua vida, mas ela não deixa de ser um tipo de conhecimento interessante, até porque, conta a história da palavra mais usada e digitada no planeta.

Pela imagem ao lado, você já deve ter concluído que nós estamos falando da palavra “ok ou oquei”, que pasmem, surgiu de uma brincadeira ou até mesmo como uma piada.

Nos anos de 1830, um jornal de Boston tinha o hábito de brincar com o idioma e transformar expressões em siglas, novas palavras compostas pelas iniciais. Junto a termos ilegíveis como W.O.O.O.F.C. (with one of our first citizens - com um de nossos primeiros cidadãos) e R.T.B.S. (remais to be seen - Ainda precisa ser visto), a edição de 23 de março de 1839 trazia pela primeira vez o termo “o.k. – all correct”. Era uma brincadeira que trocava as primeiras letras do “all correct” (tudo certo), de acordo com o som delas na palavra. Uma brincadeira que gerou a palavra “mais bem sucedida da língua inglesa”.

A origem “improvável” e a trajetória do termo são objeto de um estudo recém-publicado nos Estados Unidos. Segundo o linguista Allan Metcalf, autor do livro “OK”, ela é a invenção mais sensacional da língua inglesa, e é difícil explicar por que é tão bem sucedida.

Leia a matéria toda que foi extraída do portal G1 abaixo e veja novos detalhes. E a partir de hoje, quando você falar ok, lembre-se: tudo começou com uma grande brincadeira.

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira

Oquei”, a palavra “mais falada e digitada do planeta”, surgiu como uma piada. Foi como uma brincadeira que um jornal de Boston criou, em 1839, a expressão “O.k.”, que designava “tudo certo” e que se propagou a ponto de ser reconhecida hoje em qualquer parte do mundo. A origem “improvável” e a trajetória do termo são objeto de um estudo recém-publicado nos Estados Unidos. Segundo o linguista Allan Metcalf, autor do livro “OK”, ela é a invenção mais sensacional da língua inglesa, e é difícil explicar por que é tão bem sucedida.


“O.k. é muito incomum, e palavras incomuns dificilmente entram no vocabulário popular. Foi uma combinação muito estranha de coincidências que ajudou essa palavra, que surgiu como uma brincadeira, a se tornar tão importante”, disse, em entrevista ao G1.


Para ele, o som da combinação dessas duas letras é muito importante, e até mesmo o formato de OK, com uma letra tão redonda e outra tão pontiaguda, ajudou a prendê-la no vocabulário. “Outras palavras semelhantes, como OW, que foi uma opção criada na mesma época, não têm o mesmo efeito e não chegaram tão longe”, disse.

O som, “oquei”, também foi responsável pela divulgação internacional do termo, diz. Seu som é importante, pois quase todos os idiomas têm letras que soam similares ao O e ao K, e aceitam bem a combinação das duas.

História e versões

Nos anos 1830, um jornal de Boston tinha o hábito de brincar com o idioma e transformar expressões em siglas, novas palavras compostas pelas iniciais. Junto a termos ilegíveis como W.O.O.O.F.C. (with one of our first citizens - com um de nossos primeiros cidadãos) e R.T.B.S. (remais to be seen - Ainda precisa ser visto), a edição de 23 de março de 1839 trazia pela primeira vez o termo “o.k. – all correct”. Era uma brincadeira que trocava as primeiras letras do “all correct” (tudo certo), de acordo com o som delas na palavra. Uma brincadeira que gerou a palavra “mais bem sucedida da língua inglesa”, segundo Metcalf.

Esta história do termo, reforçada pelo livro de Metcalf, já foi comprovada por diversos estudos nos Estados Unidos. Mesmo assim, ao longo dos mais de 170 anos em que O.k. foi usada, não faltaram pesquisas a divulgar versões alternativas para o surgimento da palavra. “A história é tão simples que às vezes parece insultar nossa inteligência. Faz com que precisemos de algo mais interessante, mesmo que não seja verdadeiro”, justifica o linguista.

Em seu livro, Metcalf apresenta nada menos de que 18 dessas versões, tanto nos Estados Unidos quanto em outros idiomas. A que mais o surpreendeu, contou, era uma que dizia que O.k. era uma variação de “okeh”, um termo indígena usado pela tribo choctaw como "está certo", no fim das frases. “Essa versão enganou muitos professores de renome, e isso foi uma coisa muito estranha para mim.”

Tecnologia e futuro

O sucesso de O.k. está muito ligado à tecnologia, Metcalf explica. A palavra surgiu na mesma época em que se desenvolviam as primeiras formas de comunicação por telégrafo e se consolidou como termo de confirmação neste tipo de diálogo à distância. Com o advento da informática, ele ganhou ainda mais força ao se tornar sinônimo de “sim”, de “aceitar”, de “faça”, em comandos no computador.

À medida que a internet se consolidou, o modelo de criação de palavras com iniciais se tornou mais popular em todo o mundo. Em inglês, a cada dia aparecem novas siglas que são usadas como se fossem palavras, frases inteiras resumidas em poucas letras, para acelerar o diálogo.

Segundo Metcalf, entretanto, não há possibilidade de nenhuma dessas novas palavras ganhar a força que O.k. tem atualmente. “Não consigo imaginar que nenhuma outra palavra nova possa chegar perto de O.k. A palavra se tornou tão importante, que é quase impossível que algo semelhante aconteça novamente. O.k. é impressionante por isso. É o último dinossauro vivo dessa geração de palavras inventadas como piada nos anos 1830, e como último dinossauro, se tornou mais atraente, interessante e mais valorizada”, disse.

Filosofia

Metcalf não é modesto em sua defesa do O.k. Além de chamar a palavra de “a mais bem sucedida” e “mais falada”, ele diz que ela é “a resposta americana a Shakespeare. É uma filosofia inteira expressa em duas letras”.

O pesquisador explica que os americanos nunca foram muito afeitos a pesquisas filosóficas, e sempre preferiram estudos mais práticos e diretos. “O.k. representa este pragmatismo da mentalidade norte-americana, de querer que as coisas funcionem e completar os objetivos, mesmo que não busque a perfeição e a explicação para tudo”, disse.

Por outro lado, completou, graças ao livro “Eu estou O.k. Você está O.k.”, Best seller de autoajuda escrito por de Thomas A. Harris, “O.k. se tornou um símbolo da tolerância, que também é parte importante da nossa filosofia. Esta expressão estimula a ideia de que é aceitável ser diferente na sociedade, o que é bem importante em nossa filosofia.”

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

ESPAÇO VAMOS ORAR POR ESSA SITUAÇÃO - Dois pesos duas medidas

Parece até coisa da cabeça de crente que não tem o que fazer, mas verdadeiramente não é.

Quando ocorre uma questão de direitos humanos em qualquer lugar do mundo – até mesmo no ocidente – contra um cristão – seja católico ou protestante - ninguém se levanta para colocar a “boca no trombone”. As agências de missões são as únicas a denuciarem com ênfase o acontecimento e a protestarem contra o fato.

Nosso blog mesmo, foi um dos muitos  que lançou  matéria em defesa de Sakineh Mohammadi, uma mulçumana acusada de adultério - para o governo ela participou também da morte de seu marido – que está a caminho da pena de morte por apedrejamento.

Em sua defesa saiu movimento de todos os lados e lugares - até o Lula entrou nessa -, o que parece que está dando resultado, tendo em vista a situação que o governo do Irã se encontra nesse caso.

Mas e quanto à cristã Asia Bibi? Que teoricamente deveria causar mais escândalo ainda a comunidade internacional, já que a acusação que pesa sobre ela é rotulada como blasfêmia, que pode também ser traduzido no fato dela acreditar no Deus Cristão - que na teoria ou no politicamente correto é um direito dela.

O que está acontecendo com essa mulher no Paquistão é um precedente altamente perigoso se ele for levado a cabo, podendo se tornar  "salvo conduto" para que todo país islâmico – ou pelo menos muitos deles – resolva eliminar o remanescente cristão desta forma em seus territórios.

O mais interessante é que esses que negam - com ameaças de morte- o direito de outros pensarem diferente na questão religiosa, são os mesmos que cobram democracia do ocidente e até espaço para expressão de sua religiosidade fora dos seus territórios.

Dois pesos  duas medidas e pior, a maioria do mundo engole esse discurso.

Apesar deste quadro triste, podemos orar para que esse cenário venha a mudar nesses países, principalmente  porque nós – aqueles que vivem pautados nas Sagradas Escrituras – sabemos que não precisamos de armas de fogo e nem oprimir ninguém com ameaças para que o Deus Vivo seja conhecido, porque quem faz tudo isso acontecer é a sua Graça Divina.

Nós cristãos - ou não - ocidentais amamos o povo islâmico como amamos os Judeus e  todos os outros, mas não podemos fingir que essas coisas não estão acontecendo de forma orquestrada.

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira

Internacional

07/12/2010 - 14:56COMPARTILHAR IMPRIMIR Intolerância

Paquistão condena cristã à morte por blasfêmia

Mãe de quatro filhos foi acusada por colegas de trabalho de ter lançado pragas contra Maomé
A cristã Asia Bibi entrega os documentos para apelar contra a sentença de pena de morte, no Paquistão (Ho/ AFP)
A vida de uma mãe de quatro filhos está por um fio. A cristã Asia Bibi, de 45 anos, é a mais recente vítima da abominável lei da blasfêmia que se converteu na mais draconiana do mundo islâmico, ao castigar com pena de morte insultos contra Maomé. Qualquer denúncia de blasfêmia significa prisão imediata até a data do julgamento, que no caso de Asia Bibi demorou um ano e meio.
Ainda que qualquer paquistanês seja suscetível de ser perseguido, até agora 50% das denúncias recaíram em minorias religiosas (4% da população). Em primeiro lugar, os ahmadis (uma seita que o Paquistão não reconhece como islâmica), seguidos muito de perto pelos cristãos.
Os problemas de Asia Bibi começaram com uma rixa entre trabalhadoras. Bibi havia sido encarregada pelo capataz de transportar água, mas as outras se negaram a beber porque ela é cristã. Elas discutiram. Alguns dias depois voltaram, como matilhas, dizendo que ela havia ofendido o profeta. "É uma armação total, uma vingança, como sempre", afirma Pilar Vila-Sanjuán, uma freira de Barcelona. "Mas aqui, para muita gente, as heroínas são as outras." Ou seja, as muçulmanas que querem levá-la à forca.
Vila-Sanjuán dirige o colégio Jesus & Mary, rodeado de cercas, como o restante das escolas de elite de Lahore. Depois de uma dezena de anos no Paquistão, ela não morde a língua: "Os presos cristãos são os escravos dos muçulmanos e sempre são eles que limpam as latrinas". E completa: "Desde o 11 de Setembro há mais intolerância, o cristão vive assustado e sonha em ir embora". Os cristãos no Paquistão, um pouco mais de 3 milhões, são pobres. E entre os cristãos, "os católicos são os mais simples". Varredor de rua é uma das profissões habituais.
A própria freira afirma que sofreu na carne as acusações de blasfêmia. Quando acompanhou um paroquiano que ia assinar o contrato de aluguel de um apartamento, "o proprietário ficou de pé atrás ao ver que era cristão", explicou. Vila-Sanjuán recriminou sua conduta e uma hora depois a polícia chegou "porque ela havia humilhado um muçulmano".
Na sexta-feira, um clérigo muçulmano prometeu o equivalente a 4.300 euros a quem matar Asia Bibi, caso o governo não a execute. "Na saída das mesquitas, em Lahore e Karachi, havia gritos contra os cristãos", lamenta Pilar Vila-Sanjuán. Duas semanas atrás, o cardeal Tauran – enviado pelo Vaticano para tratar com o presidente Ali Zardari – se reuniu com todos os bispos. O caso de Asia Bibi estava na agenda. Uma semana antes, o papa havia pedido sua libertação.
O ministro de Minorias solicitou seu indulto. Mas o Tribunal Supremo advertiu que não pode dá-lo enquanto não avaliarem o recurso. "Se a indultarem, terá de tirar sua família do país, para que não os matem. Até o juiz tem medo", opina a religiosa. Os partidos islâmicos já se organizaram para exigir o enforcamento de Asia e alertam que revogar a lei "levará à anarquia".