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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

ESPAÇO BÍBLICO - Nunca substime o poder de uma ideia

Mais uma vez estamos sendo abençoados com a reflexão do nosso irmão Dr. R. Albert Mohler, Jr., que serve como presidente do Southern Baptist Theological Seminary - carro-chefe da escola da Convenção Baptista do Sul e um dos maiores seminários do mundo.

Ele aborda nesta matéria a relação direta do novo ateísmo com o dogma do darwinismo, alertando para o fato de que nunca devemos substimar o poder de uma ideia.

Sua colocação é clara, Charles Darwin - na sua teoria da evolução - é o deus dos novos ateus. Ele possibilitou ao ateismo ter uma base científica - do tipo que despreza toda revelação -, o que permitiu seus defensores se tornarem figurinhas marcadas nos meios universitários e intelectuais da sociedade - principalmente a europeia e americana.

Leia com atenção - nos perdoando pela qualidade da tradução - e conheça um pouco melhor esse assunto tão vital para a cosmovisão cristã.

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira


Novo Ateísmo e o Dogma do darwinismo
Podemos desenhar uma linha reta a partir do surgimento da teoria da evolução para o ressurgimento do ateísmo em nossos tempos. Nunca subestime o poder de uma má idéia.

Segunda - feira, sete de fev 2011.

Novo Ateísmo é agora uma constante da paisagem intelectual da nossa época. Pensadores como Richard Dawkins, Daniel Dennett, Christopher Hitchens e Sam Harris estão entre as figuras que mais aparecem regularmente nas mesas da frente das livrarias da América e as primeiras páginas dos nossos jornais. E, junto com sua defesa vigorosa do ateísmo, que na maioria das vezes encontra uma defesa igualmente vigorosa da teoria evolucionista. Isto não é um acidente.

O ateísmo tem aparecido de alguma forma em culturas ocidentais desde o ponto médio do último milênio. A palavra "ateu" não existia no idioma Inglês até o reinado da rainha Elizabeth I. Os primeiros foram na maioria das vezes ateus cépticos filosóficos e teológicos que negou a existência de qualquer Deus pessoal. No entanto, o Deus, que quase sempre é rejeitado é o Deus da Bíblia - em outras palavras, uma rejeição específica do cristianismo.



Os ateus precoces geralmente eram notórios, como eram hereges conhecidos. A negação de Deus e da fé cristã foi bem documentada e compreendida. Mas os ateus tiveram no início um problema enorme - como eles poderiam explicar a existência do Cosmos? Sem uma resposta clara a esta questão, os seus argumentos para o ateísmo não conseguiram ganhar muita atração.

Como até mesmo os antigos gregos entendiam, uma das questões mais filosóficas fundamentais é esta: Por que existe algo, ao invés de nada? Toda cosmovisão responde a essa pergunta. Em outras palavras, toda a filosofia de vida deve oferecer algum relato de como nós e o mundo que nos rodeia veio a ser. Os mitos da criação de culturas antigas e as especulações filosóficas dos gregos servem como prova da fome no intelecto humano que toma forma como o que hoje chamamos a questão das origens.

Por algum tempo, os ateus foram pressionados a oferecer qualquer resposta coerente para essa pergunta. Uma vez que Deus determinou para fora do quadro, que tinha praticamente nenhuma conta de criação para oferecer.

Claro, tudo isso mudou com Charles Darwin.

A teoria de Darwin da seleção natural e o maior dogma da evolução surgiram no século XIX, como a primeira alternativa coerente com a doutrina bíblica da Criação. Esta revolução no pensamento humano é bem resumida por Richard Dawkins, que admitiu que um ateu antes de Darwin teria de oferecer uma explicação do cosmos e da existência de vida que seria algo parecido com isso: "Eu não tenho explicação para biológica complexa design. Tudo o que sei é que Deus não é uma boa explicação, portanto devemos aguardar e esperar que alguém aparecer com uma melhor. "
Dawkins, que é talvez o cientista mais conhecido do mundo evolucionista, afirma que a explicação dada por um ateu frustrado antes de Darwin "teria deixado um sentimento muito insatisfeito."

Mas então veio Darwin. Em uma única frase, Dawkins chega ao cerne da questão: "Darwin tornou possível ser um ateu intelectualmente satisfeito." Seu ponto é claro e convincente. Antes do desenvolvimento da teoria da evolução, não havia nenhuma maneira para um ateu para resolver sobre qualquer argumento claro para a razão pela qual o cosmos existe ou porque as formas de vida apareceram. Darwin mudou tudo isso. O desenvolvimento da evolução darwiniana ofereceu ao ateísmo uma ferramenta inestimável intelectual - um relato das origens.

Os Novos Ateus surgiram como potentes vozes do público. Eles escrevem livros best-sellers, aparecem na faculdade e principais campus universitários, e alargar a sua voz através da influência institucional e cultural. O movimento é novo no sentido de que ele difere do velha ateísmo em vários aspectos, e uma delas é o uso da ciência em geral, e a teoria evolucionista em particular, como uma alavanca intelectual contra a crença em Deus.

Dawkins, por exemplo, não só acredita que o darwinismo tornou possível ser um ateu intelectualmente satisfeito, mas ele também argumenta que a crença religiosa é realmente perigosa e desprovida de credibilidade. Então, ele alega que não só o darwinismo tornou possível para um ateu intelectualmente satisfeito de ser, ele também argumenta que a teoria da evolução põe em causa a crença em Deus.
Em outras palavras, Dawkins afirma que o darwinismo torna impossível ser um cristão intelectualmente satisfeito.

Daniel Dennett, outro dos "Four Horsemen" do Novo Ateísmo, argumentou que a teoria da evolução de Darwin é um "ácido universal" que vai queimar todas as alegações da existência de Deus. Sua confiança no darwinismo é total. Ele olha para trás com saudade de sua crença própria da infância em um mundo criado por Deus e argumenta que, eventualmente, a sua experiência de mudar de crença na criação de confiança na evolução será compartilhada por uma humanidade que cresce em idade adulta intelectual.

Dennett é suficientemente honesto para reconhecer que, se a teoria da evolução é verdadeira, ela deve, eventualmente, oferecer um relato de tudo relacionado à questão da vida. Assim, a evolução vai ter de explicar cada aspecto da vida, de como uma espécie pareceu por uma mãe ama seu filho. Curiosamente, ele oferece um argumento pelo qual os seres humanos têm acreditado na existência de Deus.
Como seria de esperar, a teoria da evolução é usada para explicar que deve ter havido um momento em que a crença em Deus era necessária para o ser humano ter confiança suficiente para se reproduzir. Claramente, Dennett acredita que agora deve ter a confiança suficiente para se reproduzir sem a crença em Deus.

Sam Harris, também um cientista de formação, é outro defensor ardoroso da teoria evolucionista. Empurrando o argumento ainda mais do que Dawkins e Dennett, Harris afirmou que a crença em Deus é como um perigo para a civilização humana que a liberdade religiosa deve ser negado, a fim de que a ciência possa reinar suprema como a base intelectual da sociedade humana.

O último dos "Four Horsemen", o autor Christopher Hitchens usa sua inteligência considerável para ridicularizar a crença em Deus, que ele, como Dawkins e Harris, considera extremamente perigoso para a humanidade. Apesar de Hitchens não ser um cientista, seu ateísmo não deixa espaço para qualquer outra teoria da evolução.

O Dogma do darwinismo está entre os primeiros princípios da visão de mundo oferecida pelos novos ateus. Darwin substitui a Bíblia como o grande explicador da existência de vida em todas as suas formas. Os Novos Ateus não só dependem da ciência para a sua visão de mundo, sua cosmovisão montantes para o cientificismo - a crença de que a moderna ciência naturalista é a grande resposta para unificar a questões mais básicas da vida humana.

Como Richard Dawkins argumentou recentemente, eles acreditam que a descrença na evolução deve ser considerada como intelectualmente desrespeitosa e repreensível como a negação do Holocausto. Assim, sua estratégia é usar a teoria da evolução como uma arma fundamental no contexto atual de combate intelectual.
Os Novos Ateus não teriam uma cosmovisão coerente, sem o Dogma do darwinismo. Com ele, sua intenção de caluniar a crença em Deus e marginalizar os cristãos e os argumentos cristãos. Assim, podemos traçar uma linha reta a partir do surgimento da teoria da evolução para o ressurgimento do ateísmo em nossos tempos. Nunca subestime o poder de uma má idéia.








































sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Bíblia - A cosmovisão cristã como narrativa: pecado e suas conseqüências

Mais uma vez trazemos para compartilhar com os irmãos e visitantes um texto do nosso irmão o Dr. R. Albert Mohler, Jr.- que serve como presidente do Southern Baptist Theological Seminary , carro-chefe da escola da Convenção Baptista do Sul e um dos maiores seminários do mundo.

Leia a matéria com atenção, apesar de ser um assunto conhecido, o Dr. Mohler coloca os fatos e sua narrativa de forma extremamente clara dentro da cosmovisão cristã.
ps: nos perdoe pela tradução.
Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira

A cosmovisão cristã como narrativa: pecado e suas conseqüências

Como cristãos, sabemos que o mundo como o vemos contém vestígios da glória de Deus que brilha através da corrupção do universo arruinado pelo pecado. No entanto, somos constantemente lembrados de que o universo inteiro está gemendo sob o peso do pecado humano.



Sexta-feira, 7 de janeiro, 2011



A nossa experiência do mundo obriga-nos a perceber que as coisas não são como deveriam ser. Nós não experimentar o mundo de felicidade sem mácula, que é revelado nos dois primeiros capítulos do livro do Gênesis. Ao contrário, nós experimentamos um mundo cheio de mosquitos, vírus, terremotos, malevolência e no mundo animal. Estamos cercados pela evidência de morte e decadência, e vemo-lo em nossos próprios corpos.



Além disso, vemos a violência eo pecado que os seres humanos e causar cometer. Nós não somos apenas aqueles que vivenciam a violência da natureza, mas também sabemos que sejamos criaturas cuja própria natureza é muitas vezes violento. Para observar a humanidade está a ver a realidade inegável de que algo deu terrivelmente errado.

Mesmo que a Bíblia começa a história com a criação, ele move-se imediatamente a uma explicação sobre o que deu errado. Mais uma vez, a conta é exigido de cada visão de mundo, e toda a filosofia de vida deve dar alguma explicação do porquê os seres humanos são como somos e porque agimos como agimos.



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A Bíblia orienta aqueles que fizeram essa pergunta para o Jardim do Éden e para o evento que conhecemos como a queda. Quando Adão e Eva pecaram, eles trouxeram a corrupção ea rebelião no coração da criação perfeita de Deus. A única criatura feita à imagem de Deus se rebelou contra ele e tentou roubá-lo de sua própria glória. A natureza do pecado é exatamente isso, gostaríamos de negar o Criador a sua glória, legítima e procuraria isso para nós mesmos.



As conseqüências da queda foram imediatos e catastróficos. Adão e Eva foram expulsos do Jardim do Éden e cortado da árvore da vida (Gen. 3:23-24). A terra, que tinha dado livremente de seus frutos e colheitas, irá agora hostil, e os seres humanos terão de trabalhar com o suor da testa para ganhar uma colheita suado (Gen. 3:17-19). A reprodução humana será agora acompanhado por dor e trabalho. Mais importante ainda, a queda explica por que os seres humanos não são mais em paz com nosso Criador. O veredicto de Deus sobre o pecado de Adão foi imediata. Como Gênesis revela e do Novo Testamento afirma que, quando o pecado veio a morte veio.



Nosso entendimento da queda e do pecado da humanidade é absolutamente necessário para qualquer compreensão adequada da condição humana. Não podemos entender a existência humana sem referência ao pecado. A Bíblia se recusa a permitir-nos a encontrar a causa ea essência do problema humano fora de nós mesmos. Em vez disso, a Bíblia aponta diretamente para a nossa culpa individual, ao mesmo tempo que afirma que cada ser humano único herda o pecado de Adão e culpa. O complexo da pecaminosidade humana é tão vasta que abrange todo o pecado humano individual ea totalidade da depravação humana, como demonstrado na ascensão e queda das nações e no curso da história humana.



O relato bíblico sobre o problema humano vai muito além de uma mera explicação de fraquezas humanas e falhas. Em essência, a Bíblia dirige-se directamente para a criatura humana e oferece uma acusação de nossa rebelião contra Deus. Mesmo como Adão e Eva procuraram criar aventais, a fim de esconder a sua própria nudez (Gn 3:7), os seres humanos tentarão qualquer número de explicações criativas e desesperadamente, para afirmar o que está errado conosco.



Em outras palavras, a conta do comportamento da humanidade cristã e humana corre em colisão direta com todas as outras cosmovisões. Isto é particularmente evidente quando se compara o relato bíblico do pecado do homem contemporâneo com as tentativas de explicar os males da humanidade por meio de explicações econômicas, sociológicas, políticas ou psicoterápico. A Bíblia afirma a bondade intrínseca da humanidade em termos de pura bondade da criação de Deus como era no começo. Mas a Bíblia também explica que, depois da queda, cada ser humano é, em sua própria maneira, um rebelde e rebelde que está tentando destronar a Deus e levar a sua glória como a nossa.



Assim, quando olhamos para a humanidade, ler jornais, assistir ao noticiário, ou tendem a nossos filhos, os cristãos devem estar sempre conscientes de que o que assistimos é a elaboração do pecado e uma demonstração da caída da humanidade. No entanto, nossa evidência mais direta para esta queda é o que vemos quando olhamos para o reflexo no nosso espelho.



Toda cosmovisão deve dar conta do que está errado com a humanidade e por que o cosmos demonstra tanta morte, decadência e falta de sentido aparente. Como cristãos, sabemos que o mundo como o vemos contém vestígios da glória de Deus que brilha através da corrupção do universo arruinado pelo pecado. No entanto, somos constantemente lembrados de que o universo inteiro está gemendo sob o peso do pecado humano. Estamos surpresos por pecado humano e as terríveis conseqüências do pecado. Nós somos capazes de suportar este conhecimento, porque estamos confiantes de que este não é o fim da história.



quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Bíblia - O problema está resolvido, já sabemos quando Jesus vai voltar

Matéria extraida do site:http://noticias.gospelmais.com.br/

Os comentários em vermelho são deste blogueiro sobre a referida matéria. Leia com  atenção, pode parecer até brincadeira, mas isso é um desvio muito sério.

Neuza Itioka, nascida em 13 de abril de 1942, é uma apóstola brasileira. Fundadora e presidente do Ministério Ágape Reconciliação. Neuza foi consagrada ao ministério apostólico em Agosto de 2002.Neuza é Bacharel em Teologia (Faculdade Metodista Livre), formada em Pedagogia pela USP e doutora em Missiologia pelo Seminário Teológico Fuller. Desde 1988 vem atuando na área de Libertação, Cura Interior e Batalha Espiritual.

Em carta enviada de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, aos Cristãos, a Apostola afirma que após assistir a um filme vendido na internet,

(foi na internet, num filme feito com o propósito de se ganhar dinheiro que a Dr. Neuza chegou a essa conclusão. Será que ela não sabe que esse conjunto de estórias foi montada e apresentada por pessoas que entre outras barbaridades não acreditam na bíblia como Palavra de Deus.)

se preocupou a cerca do que seria uma Nova Ordem Mundial supostamente criada pelas 13 famílias mais ricas do mundo, estes seriam os Iluminates que junto com a ONU estariam trabalhando para acelerar a vinda do anti-cristo. Segundo ela, nos próximo 6 anos teremos tempos difíceis para os Cristãos

 ( quem observa e acompanha a história cristã sabe que há muito – e não só a partir de agora – está havendo um crescimento do endurecimento do mundo contra o cristianismo, até o Bento XVI já chegou a essa conclusão, declarando que a cristianofobia está crescendo no mundo. Além disso, não será só nos próximos seis anos que as coisas vão ficar difíceis, elas já estão e ficarão por todas os anos que Deus permitir existir até a volta de Jesus. Basta olhar para o Paquistão, Iraque, China, Coreia do Norte, Sudão e outros tantos lugares, onde o cristianismo está sendo esmagado.)

, até a volta de Jesus em 2017 ou 2018, quando Cristo inauguraria “seu reinado do milênio”

( de tudo que foi falado neste texto, apostar numa data determinada para o retorno de Jesus é o clímax da irresponsabilidade, é jogar fora os textos bíblicos e toda tradição da Igreja).

Neusa Itioka também previu para os próximos anos a eliminação de 90% da população mundial

(eliminar 90% da população em seis anos parece uma verdadeira tarefa apocalíptica, muito difícil até mesmo para as 13 famílias, seja elas quem forem).

A teoria de Neuza a cerca da volta de Jesus se baseia na profecia do Rabino Ben Samuel, morto em 1217, que teria dito que 2017 seria um ano especial para Israel

 ( usar uma profecia não bíblica, que não faz parte nem do velho testamento, no mínimo é dizer que cada um pode determinar como quiser como as coisas que vão acontecer. Falta Evangelho e respeito as sagradas Escrituras).

A fundadora do Ministério Ágape também pediu muitas orações e jejuns, recomendou ler 20 vezes os dois livros de Tessalonicenses e alertou que muitos evangélicos não irão ter com o Pai devido a suas condutas, mudanças de opinião ou pouca dedicação a Deus.

Confira a carta na integra:

Amados no Senhor Jesus Cristo.

Viemos para esta cidade, passar alguns dias como férias merecidas. Mas, na realidade, o Deus tem nos direcionado a buscá-Lo. Estamos lendo a Palavra, para ouvi-Lo e nos fortalecendo em jejum e oração.

Neste ano que está passando, 2010, uma das diversas coisas que fizemos foi de orarmos e trabalharmos para que princípios do reino fossem estabelecidos, através do novo governo. Mas, aparentemente o que se vê, é a tendência da iniqüidade se multiplicar. E assim como Igreja e como nação, teremos de enfrentar uma situação difícil aos olhos dos servos de Deus. Mas, mesmo assim glorificamos a Deus, por que Ele está em controle!! O Senhor reina, como diz o salmista. No meio de aparente caos, o Senhor está em perfeito controle. (Concordamos em tudo nesse parágrafo)

E, assistindo aos DVDs da NOVA ORDEM MUNDIAL, apregoado por vários líderes, especialmente, as 13 famílias mais ricas e poderosas do mundo, famílias essas que se colocam como dominadores do mundo, entendemos claramente, que o Brasil caminha a passos largos, pela agenda da Elite Mundial.

(meus queridos visitantes, o pastor Ciro Zibordi fez um trabalho apologético maravilhoso refutando cada um dos DVDs dessa séria, leia esse trabalho em seu blog, com certeza ele tem mais sabedoria do que esse blogueiro para explicar melhor os absurdos envolvidos)

O nosso governo adotou a agenda da Elite Mundial, chamada Iluminates, agenda essa adotada pela ONU, Organização das Nações Unidas. E, isto está acontecendo para acelerar a vinda de Anti Cristo.

(A ação do pecado original – principalmente nos perdidos- conduz de uma forma geral ao desejo dopoder. O Brasil não está fora desse caminho, como o Irã, China, Turquia e outros. Todo mundo quer o poder e é evidente – e não é de agora – que o inimigo usa essas mazelas humanas para implantar seus projetos. Ele – o inimigo- não precisa das 13 famílias, porque já conta com a nossa natureza caída e também com aberrações(viver fora da Palavra) da própria Igreja.

Assim, entendemos que tudo contra o que lutamos está dentro do programa deles: a dissolução de família; a aprovação do aborto; o infanticídio; agenda homossexual; a pedofilia; a educação sexual pervertida das crianças; a adoção da feitiçaria como uma das nossas raízes – cultura africana; eliminação de símbolos religiosos de toda repartição pública da nação; a tentativa de fazer do Brasil, um modelo light de socialismo; imposição de imposto às igrejas evangélicas; a supressão da liberdade religiosa e liberdade de expressão. E, esta insistência de se alinhar com nações que têm como alvo, a eliminação de Israel do mapa também está dentro desta visão.

Perguntávamos, por que o nosso governo estava se conduzindo de maneira tão louca e irracional, desrespeitando a visão e a convicção mais conservadora da grande população brasileira e apresentando um programa diametralmente oposto ao povo evangélico que cresce cada dia, a despeito de todos os problemas que apresentamos. Hoje, entendemos que de fato está acontecendo. O nosso governo juntamente com outros é apenas marionetes na mão dos dominadores deste mundo.

(Eles são marionetes do domínio do pecado que existe neles, o mesmo que um dia nos moveu nossa vida até encontrarmos Jesus – nosso salvador e Redentor. Eles precisam é de nossas orações e de uma igreja que seja fiel a Palavra de Deus e não as suas próprias conclusões).

Diante de tudo isto, o que Deus tem falado é que neste futuro próximo, á partir de 2011, teremos momentos difíceis de tristeza, sofrimento e dor

(não existe novidade nessa conclusão, até porque nós já estamos vivendo tempos difíceis).

E, para enfrentarmos esta situação, temos que buscá-Lo, em jejum e oração. Se até agora, trabalhamos muito, e, vamos ter de trabalhar mais. E, os verdadeiros guerreiros descobrirão o descanso espiritual, em meio a luta, pois a guerra é do Senhor. (essa frase é a parte que concordo 100% com ela, mas como trabalhar juntos se a Palavra for colocada de lado?)

Ele nos deu armas: a espada do Espírito, com Palavra de Deus que se transforma em decretos poderosos; a tocha flamejante que se constitui de mãos ungidas que se levantam para guerrear; a revelação da estratégia de Deus.

E, como apóstolo Paulo diz aos Tessalonicenses que conservemos a fé e confiança absoluta em Deus, na sua bondade ilimitada e no seu grandioso poder, em todas as circunstâncias, sejam de perseguição ou injustiça; que a nossa esperança na salvação prometida por Deus, seja constantemente renovada; e a nossa perseverança em seguir a Jesus Cristo, em meio ao sofrimento seja inabalável; e que o amor a Deus e para uns pelos outros seja algo transbordante nas nossas vidas( pleno acordo). Recomendamos ao povo mais próximo que lesse 20 vezes a epístola, I e II.( porque 20?)

Deus nos disse, em recado pessoal que, para este tempo, a arma mais poderosa é o amor. Devemos receber o amor renovado de Deus, cultivá-lo, para que a força dele nos una, destruindo toda barreira entre os irmãos, para confrontamos o inimigo.
( o amor de Cristo precisa de uma base sólida que é sua Palavra, sem ela esse amor fica sem definição)

A crise, a perseguição, as dificuldades vão mostrar, verdadeiramente, quem somos. Muitos continuarão a lutar e apregoar os valores do reino: a santidade, a obediência a Deus, a honra a Palavra, a verdade, a vida plena em Cristo; a expansão do reino, a missão da Igreja; a guerra espiritual, a libertação e a cura. Mas outros vão se conformar tanto com a Nova Ordem Mundial que vão se alistar ao programa de eliminação de 90% da população mundial, quer através de guerras, quer através de disseminação ilimitada das drogas; quer através do holocausto silencioso e imperceptível de milhões de abortos, sacrifício dos fetos no altar de Moloque; quer por destruição paulatina da família.( já falamos acima sobre esse assunto)

Deus já nos ordenou que temos de nos arrepender, pela Igreja que dorme o seu sono da última hora, antes do aparecimento do Noivo. Este arrependimento consiste em chorar, agonizar e confessar por identificação os pecados dos líderes da Igreja que traíram a Noiva de Cristo: arrependemo-nos por aqueles que venderam a igreja; que a conduziram ao engano, que estabeleceram alianças direta e indiretamente com Nova ordem Mundial, através das alianças. Devemos nos arrepender pelo povo, idólatra dos seus líderes, ignorante da Palavra, que está sendo conduzido para o inferno, sem saber.
( queridos, se formos sinceros e humildes para nos arrependermos dos nossos próprios pecados , já estaremos colaborando em muitos com os planos do Senhor)

O nosso arrependimento inclui também arrependimento por milhares de crentes que estão se direcionando ao inferno, estão brincando como seguidores de Jesus Cristo.

O evangelho de Jesus Cristo que iniciava com o negar a si mesmo, foi substituído pelo Evangelho de engorda do EU e da prosperidade barata, de construir os seus impérios e a busca do paraíso na terra.

O arrependimento pela idolatria do ministério, da reputação, da fama e do sucesso a qualquer preço, está deixando o povo susceptível ao engano e a cegueira espiritual que o leva a seguir falsos pastores, mestres, profetas e apóstolos, o que Jesus Cristo havia nos advertido, há muito tempo. É bom lembrar das revelações que o Senhor trouxe a 7 jovens da Columbia, USA, em 1996, de que no inferno, no pior lugar de maior tortura, quem se encontram são os que, um dia conheceram a Deus e que pregaram uma coisa, mas viveram outra, se contradizendo.

De acordo com alguns estudiosos e profetas e incluindo o rabino Ben Samuel que profetizou, que provavelmente, em 2017 ou 18, o Messias Jesus estaria inaugurando o seu reinado do milênio. Sim, de acordo com os acontecimentos, a figueira que representa Israel floresceu em 1947 e o Senhor disse que, a geração que assistiu o florescimento não passaria, até que todas estas coisas acontecessem. Uma geração dura 70 anos. De 1947 mais 70 anos corresponde a 2017. ( Lc. 21; 29-33) Aparentemente, o Messias está para voltar, logo e logo. Você e eu poderemos estar no meio desta igreja que sobe ou fica. Pois uma parte participou da boda do cordeiro, mas a metade não, de acordo com a parábola de dez virgens (Mt. 25:1-12) e de acordo com Apocalipse 12, a mulher , a Igreja deu a luz um menino que foi arrebatado e a mulher teve que ir para o deserto. Seremos a igreja que vai para o deserto ou faremos parte do filho que vai ser arrebatado, por Deus. Portanto, quando virmos estas coisas acontecendo, devemos levantar as nossas cabeças por que estará próxima a nossa redenção.(Já falamos acima que essa é a pior parte da carta)

E, de acordo, com a sua Palavra, continuamos a trabalhar muito, orando e profetizando a transformação das nossas famílias, igrejas, vilas, bairros, cidades e nações.

Que você seja vitorioso, segundo os planos de Deus, neste 2011. Veremos a bondade de Deus, o seu poder e a sua misericórdia pelo povo de Deus, em meio aparente caos. Pois Ele Reina.

Que o Senhor nos ajude a ficar em Cristo. Isso significa ficar dentro de sua revelação.

 

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Um Grande Mestre.

Mais uma vez, já não me lembro quantas até agora, estou lendo o Evangelho segundo São Mateus, que particularmente me suga em cada leitura, me fazendo  observar e ficar maravilhado com a excelência do nosso Senhor como Ensinador.

A cada Palavra, parábola, associação... podemos (se houver estudo , oração e humildade) mediante graça, descobrir uma infinidade de conhecimentos relevantes para a nossa vida, que não imaginamos estar disponíveis nas Sagradas Escrituras.

Neste momento específico estou lendo o capítulo dezoito, meditando na parábola do credor incompassivo, que vai do versículo 23 ao 35, sem nenhuma pressa de passar adiante, somente mergulhando em reflexões, pensamentos e absorvido pelas águas mais profundas aonde o texto pode me levar.

A sensação nesse momento é que um universo a parte se revelou em relação ao perdão, tema central desta parábola. Jesus foi majestoso ao nos ensinar sobre o perdão, como fez em todas às vezes que se propôs a transmitir conhecimento.

 Verdadeiramente precisamos encontrar tempo para dedicarmos atenção ao seu legado e ouvir os mistérios das Escrituras, aproveitando tudo quanto ainda está guardado para cada um de nós, e que ainda não foi descoberto, simplesmente porque não entendemos que o Mestre continua a ensinar.

Um passo importante nesse processo de ouvir Jesus através das Escrituras, é colocar o precioso ensino em prática. Muitas vezes ficamos maravilhados, mas paramos por ai. Não desperdice este tão grande privilégio que é perceber o ensino de Cristo e  colocá-lo em prática. Até porque, se observarmos o texto em questão, vamos entender que a grandeza do Rei, bem como sua prosperidade (em todos os sentidos), estava baseada na sua misericórdia demonstrada com seu semelhante através do perdão.

Posso dar a você um conselho bíblico? Perdoe a todos e tudo, inclusive a você mesmo. Lembre-se o Grande Rei Já te perdoou.

Que o Grande Rei Seja conosco.

domingo, 1 de agosto de 2010

Certo é o "carro" que tem o volante na direita.

Palavra que nós ministramos na Comunidade Evangélica Família em Cristo, no dia 01/08/2010, no bairro do Arsenal, São Gonçalo, dirigida pelo Pastor Miro. Livro de Marcos cap.10.35 a 45.

Todo texto bíblico tem a função de nos comunicar uma mensagem, ou seja, a Bíblia sempre fala conosco sobre algo da parte de Deus, porque ela é a Palavra dEle.

A missão do ministro é compartilhar essa mensagem de forma que todos entendam o que Deus escolheu falar com a igreja no momento do culto.

E é exatamente isso que estamos nos propondo nesta noite, compartilhar com a igreja aqui reunida, algo da parte de Deus com fundamento bíblico.

Essa tarefa precisa ser realizada com humildade diante de Deus e também da igreja, para que o alimento que vem do céu nesta noite em forma de Palavra, traga vida aos irmãos e não apenas uma ilusão momentânea que não traz nenhuma mudança positiva na vida do cristão.

O texto lido fala sobre dois irmãos (Tiago e João) que num determinado momento da caminhada com o Mestre, pede a Ele que lhes garanta um lugar de honra ao seu lado (direita e esquerda) na sua glória.

Fica evidente quando estudamos o texto, que a solicitação deles estava baseada no fraco entendimento de como seria esse “tal Reino de Deus”. Na certa eles pensaram, como os outros discípulos, que Jesus iria expulsar os romanos e restabelecer o reino terreno de Israel.

Jesus tenta inicialmente fazer eles entenderem o sentindo real do Reino Espiritual, falando sobre o cálice e o batismo, que neste caso são sinônimos de martírio e sacrifício.

Vendo que eles não se davam por vencidos, mediante a resposta que deram (que estavam prontos para beber o cálice e ser participante do citado batismo), Jesus revela de forma profundo um dos mais importantes princípios do Evangelho do Reino de Deus, que nesta noite o Espírito Santo vai trazer ao nosso entendimento.

Nas entre linhas Jesus falou:

“Entre nós, ou seja, em nosso Reino, nós andamos ao contrário do que anda o mundo, lá o maior é servido pelo menor, aqui nós andamos na contramão das verdades mundanas, o maior é chamado para servir o menor”.

Queridos irmãos, como nos chama atenção o pastor Ciro Zibordi em sua apologia da legítima fé cristã, a Bíblia é um livro de mandamentos, mas também de princípios. E foi exatamente isso que Jesus estabeleceu neste texto, um princípio basilar do Reino, que não se restringe somente a questão da autoridade, mas a todas as coisas em nossa vida.

Quando aceitamos Jesus, na maioria das vezes, nós vamos andar na contramão do sentido que o mundo caminha, por isso, sempre haverá entre a luz e as trevas choques e adjetivos pejorativos do tipo: retrógados, ignorantes, intolerantes, abitolados e outros.

Por isso, nesta noite, nós precisamos sair daqui convictos que nossa aparente contramão da vida, é só uma aparência, porque no fundo, nós estamos vivendo da maneira correta, ou seja, segundo a vontade de Deus, que é desconhecida por quem está fora de Cristo.

Podemos fazer também um paralelo da nossa situação com os carros ingleses e de outros 70 países que utilizam o volante na direita e andam na esquerda das vias. Se um motorista inglês com seu respectivo carro rodar nas vias do Brasil, sem ser avisado evidentemente, irá ser taxado de louco por andar do lado errado da pista(esquerda), contrário a todo o fluxo (dos motoristas nacionais) que vem em sua direção.

Assim somos nós com este mundo. Eles estão na direita e nós na esquerda.

Essa é uma das razões porque o Senhor fundou a igreja e uma verdade que deve nos motivar a sermos membros assíduos de nossas igrejas e participantes em seu desenvolvimento. Nela, nós não vamos sozinhos contra a grande multidão do mundo, porque aqui e em outras igrejas nós temos uma família espiritual que nos ajuda a confrontar quem vem em nossa direção, querendo nos convencer de que errado, é quem faz parte da igreja.

De nossa parte, faz- se necessário lembrar todas as manhãs, porque nossa tendência com queda é agir como um carro nacional, que o nosso volante mudou de lugar quando aceitamos Jesus.

Por isso, quando:

Aquela vizinha fofoqueira vier bater a nossa parte para falar mal de alguém, devemos está na direção contrária a dela, tendo uma postura diferente da ultima vez que ela veio compartilhar uma fofoca.

Formos convidados ou colocados em uma situação que representa pecar contra Deus e nossos irmãos, devemos colocar a mão no volante e lembrar que ceder a tentação faz parte de nosso passado, porque agora nosso volante mudou de lado.

Sentirmos dificuldade de mudar comportamentos, atitudes, formas de pensar e mesmo de viver, devemos lembrar que essa vida é passageira, mas o Reino de Deus é eterno e lá, só entra carro com o volante do lado direito.

Que Deus os abençoe

Pr. Paulo Cesar Nogueira

segunda-feira, 19 de julho de 2010

O três é o que diz o rabino , o sete atitude de fariseu, mas o 490 é a resposta que Jesus deseja de nós.


Mateus 18.21 e 22.
Apesar do texto falar especificamente sobre perdão, a mensagem, ou seja, o recado de Jesus para Pedro, para os discípulos e para todo cristão vai além da questão do perdão em si.

Para entendermos a fala de Jesus e também a de Pedro, é necessário ter nas mãos algumas informações que nos remetem a tradição dos rabinos. Rabinos são mestres que tinham e tem a responsabilidade e autoridade pelo ensino e aplicação deles junto aos judeus, orientando esses de forma a entender a Lei e também traduzir isso para o  dia a dia de cada um.

Naquela época os rabinos ensinavam que era necessário perdoar até 3 vezes o seu próximo. Sabedor desta orientação Pedro decidi lograr uma boa imagem diante de Jesus, ou seja, no popular, fazer uma média com o Mestre. Para isso, faz uma pergunta sobre perdão adicionando ao final da sua frase uma resposta (sete vezes), que vai além da orientação dos mestres judeus, acreditando que Jesus o viria como alguém muito generoso.

“Então, Pedro, aproximando-se perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes?”

Como Deus, Jesus sabia o que se passava no coração de Pedro e usa essa situação para trabalhar na estrutura de seu entendimento, negando o seu pequeno  raciocínio (que perdoar um pouco mais que o dobro do que manda a tradição judaica, seria um sinal de generosidade externa ou da certeza da aprovação de Deus ao seu comportamento).

A resposta de Jesus a Pedro logo a seguir, vem como um tiro certeiro em seus conceitos , que no fundo estava agindo como um fariseu, fazendo somente mudanças externas, esquecendo que o que importa para Deus em primeiro lugar é a mudança do coração, ou seja, do centro de entendimento do ser humano, que é a forma de pensar e viver a vida.

Quando Jesus o orienta Pedro a perdoar setenta vezes sete ( na matemática pode ser traduzido pela operação de multiplicar com resultado igual a 490), Ele não está estabelecendo nenhum nível aceitável de vezes, mas simplesmente revelando a Pedro e a todos nós, que nosso padrão de entendimento da vontade de Deus, está muito abaixo do que Ele espera de nós.

Na verdade a Igreja contemporânea, como Pedro, pensa que em muitas situações já está sendo generosa demais com o Reino de Deus, no fundo acreditamos que já:

Estamos orando o suficiente.

Lendo a Palavra demais.

Prestando cultos coletivos em demasia.

Sendo muito santificados.

Perdoando mais do que deveríamos.

Abençoando a igreja de maneira excessiva.

Trabalhando demais para Deus.

E Outras cositas mais.

Contrário a nossa pequena visão, Jesus fala com sua Igreja que está nos visitando neste momento, usando a resposta dada a Pedro nas entrelinhas:

“Meu padrão está muito além das 3 ou 7 vezes que vocês têm me oferecido”.

A igreja de Cristo precisa alcançar o que Pedro alcançou depois do dia Pentecoste:

O 3 é coisa da tradição.

O 7 é atitude de fariseu.

Caminhar em direção a quantidade de vezes 490 é que é fazer a vontade de Deus.

Além do que, é no caminho do número 490 que o sobrenatural de Deus acontece.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

A seara não precisa de mais trabalhadores.Mateus 3.

Nesta quarta-feira (16/06/2010) a Palavra ministrada em nossa igreja foi baseada no texto do Evangelho de São Mateus capítulo 9.35 a 38. Confesso aos irmãos que já fiz a exposição deste trecho bíblico outras vezes em locais e situações diferentes. Entendo que além do descritivo bíblico, o Senhor sempre nos acrescenta informações que visam abençoar nosso cotidiano na contextualização da mensagem. Mas desta vez confesso que me surpreendi, não com esses acréscimos, mas com a importância que o contexto tomou na medida que identificamod dentro do trecho selecionado, a ênfase da história.


Em todas as outras vezes, sempre dei destaque ao versículo trinta e oito, onde Jesus nos orienta a rogar ao Pai por mais trabalhadores: “Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara”. Desta vez, entretanto, entendi que a ênfase deste texto está na verdade no versículo trinta e sete: “E, então, se dirigiu a seus discípulos: A seara, na verdade é grande, mas os trabalhadores são poucos”.

Olhando por esta ótica, podemos entender o que realmente está por trás da expressão “mas os trabalhadores são poucos”. Ela não declara implicitamente que número de trabalhadores é pequeno, mas que muitos no nosso meio só têm o título (trabalhadores, cristãos, evangélicos), sem, contudo, exercerem alguma função dentro do Reino ligado a seara.

Não devemos orar ao Pai para pedir mais trabalhadores, se a necessidade existente é decorrente da nossa ausência na seara. Não serão novos trabalhadores que suprirão nossa falta, mas uma mudança de entendimento de nossa parte em relação ao que é o Reino de Deus e como Ele deve ser vivido nesta etapa de sua manifestação.

Muitos irmãos confundem ir a Igreja com atuação no Reino e suor na seara. Evidentemente não serão todos pastores, evangelista... mas não há exceção quando a questão é sermos súditos do Reino. Nossa atuação precisa ir além de simplesmente freqüentar os cultos, o que às vezes acontece em clima de ritual, sem entendimento do que é cultuar Deus. Se você é de verdade um participante do Reino dos Céus, como nos fala são Mateus, ou Reino de Deus como nos declara os outros evangelistas, precisa exercer sua cidadania começando por mudar sua visão deste Reino. Você foi chamado para servir, para trabalhar na seara de Deus independente de vocação, até porque, como citamos acima, todos nós fomos vocacionados para edificar esse Reino a cada dia onde estivermos.Nossa atividade profissional, acadêmica, familiar e outras, não podem justificar a ausência de nosso suor nos campos que já estão branqueados.

Depois de você ter feito isso, aprender a suar no campo, se ainda assim olhar à sua volta e perceber a necessidade de novos trabalhadores, desfrute do versículo trinta e oito, ore ao Pai para que outros colaboradores da obra de Deus e da "sua", sejam enviados para essa grande seara.
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harvest does not need more workers.
On Wednesday (16/06/2010) taught the Word in our church was based on the text of the Gospel of Matthew chapter 9:35 to 38. I confess to our brothers who have made the exhibition of this biblical passage at other times in different places and situations. I understand that beyond the biblical description, the Lord always adds information designed to bless our daily lives in the contextualization of the message. But this time I was surprised, not with these additions, but with the importance of identifying within the selected section the emphasis of the story.

At all other times, always gave prominence to verse thirty-eight, where Jesus tells us to pray to the Father for more workers: "Pray therefore the Lord of the harvest to send laborers into his harvest." This time, however, understood that the emphasis of this text is actually in verse thirty-seven; "And then he said to his disciples, The harvest is plentiful but the workers are few."

Looking from this perspective, we can understand what really lies behind the words "but the workers are few." It does not state implicitly that the number of employees is small, but many among us have only the title (workers, Christians, evangelicals), but without exercising any function within the Kingdom on the harvest.

We should pray to the Father to ask for more workers if the need exists is due to our absence in the harvest. There will be new employees who will supply our fault, but a change of understanding on our part as to what is the kingdom of God and how He should be experienced in this stage of its manifestation.
Many confuse brothers go to church with operations in the Kingdom and sweat on the harvest. Of course not all are pastors, evangelist ... but there is no exception when it comes to being subjects of the Kingdom. Our work must go beyond simply attending services, which sometimes happens in an atmosphere of ritual, without understanding what is to worship God. If you really are a participant in the Kingdom of Heaven, as Matthew tells us are, or Kingdom of God as stated in the other evangelists need to exercise their citizenship by first changing your view of this kingdom. You are called to serve, to work on the likes of God regardless of vocation, because, as quoted above, we were all geared towards building the Kingdom every day estivermos.Nossa career, academic, family and others, can not justify the absence of our sweat on the fields that are already blanched.
The After you have done this, if you still look around and realize the need for new workers, enjoy the verse thirty-eight, pray to the Father to other employees of the work of God and "his", are sent to this great harvest.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Série Evangelho de Mateus 2 : Bife à milanesa.

Mateus 7.24 a 27: Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha...


A ênfase da passagem acima recai sobre o lugar onde executaremos a nossa construção. Dois tipos de terreno são apresentados por Jesus aos seus ouvintes e a todos os leitores da bíblia : A Rocha e a areia.

Usar a Rocha( um lugar mais que seguro para se edificar) como local da construção de uma casa, equivale a ouvir o Evangelho e viver literalmente como um súdito do Reino dos céus (fazendo a vontade do Pai), ainda que, você e eu estejamos plantados  em terra firme. Em resumo:  você está no caminho certo, ou melhor, no terreno certo, quando além de ser  um  ouvinte da Palavra de Deus, se torna também um praticante, inclusive nas horas difíceis. Evidentemene, tudo isso apoiado na graça de Deus.


Fiz uma ressalve em “inclusive nas horas difíceis”, porque é nessas horas que nós provamos ao mundo que temos uma escritura diferente da deles, a nossa é de um terreno rochoso. Muita gente por não entender bem isso, vive seus momentos de vítima, acreditando ter o direito de agir da forma que sua natureza adâmica manda, sentindo qualquer coisa e agindo de qualquer maneira. Na realidade essas pessoas ainda estão vivendo em terreno arenoso, ás vezes parecendo, me perdoem à expressão, um “bife à milanesa”, todo impregnado da frágil areia.

Em nossa militância com casais e família, nos deparamos em várias ocasiões com a parte ofendida de uma determinada situação, acreditando ter o direito de se tornar réu do seu carrasco (o marido/esposa/ofensor), sem receber juízo pelos seus sentimentos e suas atitudes. Esquecem que nesta hora, por mais difícil que ela seja, o nosso certificado de cidadania da Rocha tem que ser validado, mediante uma postura coerente de quem ouve o Evangelho e o pratica, independente da situação que for.

Colocando desta maneira, o leitor pode achar que eu considero isso uma tarefa fácil de ser realizada por todos nós, mas não é bem assim, sei e entendo nossas dificuldades em despertarmos para a importância de praticarmos o Evangelho a todo o momento. Mas independente disto, é urgente que isso aconteça em nossas vidas, até porque, a Rocha é Eterna a areia não.

Amanhã, se Deus nos permitir, falaremos sobre a casa na areia.

Fiquem com Deus

terça-feira, 8 de junho de 2010

Série Evangelho de Mateus 1.

Mateus 7.21: “Nem todo que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no Reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade do meu Pai".


Esse versículo (Mateus 7.21),  está inserido dentro do chamdo sermão do monte e aparece quase no final do capítulo sete, que é o ultimo capítulo dos três (5,6 e 7) que são utilizados por Mateus para registrar este momento tão especial de ensino de Jesus , composto de fundamentos da fé cristã.

Tendo em vista o impacto que esse versículo produz em nós cristãos, acredito que ele foi colocado de forma estratégica pelo Espírito nesta posição, quase que no final. Quando lido pela primeira vez e também nas outras, ele traz certo desconforto à nossa consciência, que obrigatoriamente nos conduz à uma  reflexão, sobre a forma como estamos sendo cristão e também de como somos igreja.

Na Bíblia que estou usando para esse estudo (Shedd), esse versículo está agrupado dentro de um subtítulo denominado: Os falsos profetas. Essa caracterização dada pelos organizadores desta bíblia de estudo, não deixa dúvida de que as Escrituras encaram os que dizem: “Senhor, Senhor, mas não fazem a vontade do Pai”, como falsos profetas, obreiros fraudulentos e também, o que é pior, “salvos” que Jesus Cristo, autor da salvação, nunca conheceu. Isso é extremamente sério e deve ser matéria dentro das igrejas de muita exposição, já que ainda há tempo, para “os desconhecidos de Cristo” perfilhar seus pecados e diante disto, conhecerem o verdadeiro caminho do Evangelho, que é fazer a vontade do Pai.

Esse versículo está também associado de forma muito direta aos de números vinte e dois e três. Onde “os desconhecidos de Cristo”, tentam se justificar alegando suas obras e dons como prova contundente de sua filiação ao Reino dos céus (expressão utilizada apenas por Mateus, mas entendida como semelhante ao Reino de Deus utilizado pelos outros autores dos Evangelhos). Nesse ponto, muita gente com boa intenção, registro, fica confusa e se faz a mesma pergunta: "Como pode alguém realizar tal coisas em nome de Jesus e não ser participante do Reino dos Céus ou de Deus", Já que a expressão do versículo vinte e três (nunca vos conheci) tem a intenção de registrar que essas pessoas não farão parte daquele grupo que Jesus confessará diante do Pai. Existem alguns entendimentos diferentes para esse questionamento, inclusive um que afirma que o poder utilizado para tais sinais, não teve origem divina, mas pessoalmente, prefiro me deter a uma explicação... vamos dizer assim... mais  geográfica.

Ser conhecido por Jesus, no contexto do texto que estamos trabalhando, significa literalmente fazer parte do Reino que tem como cláusula de filiação fazer a vontade do Pai. Muitos são chamados a Cristo, ou seja, muitos caminham em direção ao Reino, chegam até o portão, encostam nos grandes muros deste Reino, mas ficam por ali, nunca atravessam literalmente os grandes portais, porque fazer isso, significa na prática mudança de caráter, matar  vontades, abrir mão de certos prazeres... e tudo mais que o Grande Reino proibe aos seus súditos.

Mas como explicar a existência de poder sobre a vida desses “sem Reino”? No círculo profissional onde desenvolvi minha vida como economista (o setor de engenharia consultiva) antes de conhecer a Cristo e aceitar seu chamado para o santo ministério, havia um ditado mais ou menos assim: O melhor emprego numa empresa não é o lugar de presidente, mas o de “amigo do presidente” (Qualquer associação com nossa realidade como nação é mera coincidência). Na prática, a sabedoria popular está declarando algo que já foi constatado com o tempo que: "quando estamos próximo de alguém que tem poder, somos de certa forma também portadores desse poder".

Queridos visitantes, os que foram chamados e chegaram perto dos portais e dos muros do Reino, de certa forma foram abençoados com o poder Reino, mas só os que atravessaram à porta da obediência da vontade do Pai, encontraram a testificação do Espírito Santo em seu espírito que são filhos de Deus.

Lembre-se, não fazer a vontade do Pai é iniqüidade, pense nisso e reavalie sua vida
Ps:Deixe seu comentário sobre esse ou outro texto, sua opinião é importante para desenvolver nosso conhecimento.

Está faltando tempo para se ouvir Deus.

Pela graça de Deus, estamos mais uma vez em estudo do livro de Mateus. Como ocorreu em todas as outras leituras deste livro e também dos outros canônicos, sempre fico surpreso com a riqueza de cada palavra dentro de cada versículo, dentro do seu contexto. A sensação que tenho é de está no Grand Canyon ouvido ecos da voz do Eterno a cada Palavra lida. E mesmo assim, ainda tem gente que diz que Deus não fala. Deus sempre fala e com todos, salvos e não salvos porque a atmosfera da graça proporciona isso, o problema reside em não se querer ouvir Deus, da forma que Ele está falando. O homem contemporâneo seja cristão ou não, é um homem sem tempo para Deus. A máquina da vida tem girado tão rápida, que ter tempo para ouvir Deus, tem se restringindo, no caso dos cristãos, aos cultos dominicais. Evidentemente como tudo na vida existem exceções, mas elas estão ficando cada vez mais raras em nossa pós-modernidade.


Pensando sobre essa questão que assola a muitos cristãos e não cristãos, como o Eterno tem me concedido tempo para lhe ouvir, decidi compartilhar reflexões sobre o Evangelho de Mateus com nossos visitantes, não como um substituto à sua leitura pessoal, mas como um estímulo visando despertar em cada leitor, uma decisão em mudar essa história em sua vida. Afinal de contas, Deus é o dono do tempo e de todos nós.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Cheque especial no céu, você está precisando de um?

Porque, onde está o teu tesouro, ai estará também o teu coração (Mat.6.21).

Caro visitante, se Jesus olhar em direção ao local onde está o seu tesouro acumulado até esse momento, qual será o endereço que Ele encontrará? O céu, sua casa, seu local de trabalho, seu carro, seu cachorro, seus filhos...?

Você tem parado para se questionar sobre isso? Onde está o teu tesouro, ou melhor, qual é o terreno que tem recebido as gostas de suor do seu rosto?

Este versículo é provavelmente um dos que mais confronta nossa forma contemporânea de viver , muito preocupada com o que nós e nossa família vamos comer, beber e vestir.

Muitas pessoas se atem, ao examinar esse versículo, na natureza do tesouro, o que não está errado, mas devemos entender que a ênfase do texto deve ser dada a natureza do local. Ele é o divisor de águas, bem como o centro desta questão. O local onde direcionamos 100%, 50%, 20% ou 0% de nosso empenho ou tempo, defini automaticamente o tipo de tesouro que estamos adquirindo e acumulando, se ele é terreno ou celestial.

No meu entendimento, quando as Escrituras fazem referência a tesouros sobre a terra onde as traças e a ferrugem corroem, Ela que ir além dos bens monetários, trazendo também para esse universo terreno algumas áreas de nossa vida que são bens como profissão, família, parentela, lazer e outros.

Quando olhamos sobre a ótica do parágrafo acima para esse versículo, parece que salta aos nossos olhos uma cobrança por nossa conta tesouro no céu está zerada ou até mesmo negativada, já que anteriormente ao entendimento que este texto nos trouxe, eu e você nos justificávamos usando o argumento de  que cuidar do nosso trabalho, família, papagaio, cachorro, carro e outros, fazia parte do terreno celestial. Evidentemente que precisamos cuidar de todas essas coisas, inclusive o cahorro e o papagaio, mas não podemos esquecer do céu.

Responder à esse versículo de forma que nossa situação bancária no céu fique melhor, parte por uma libertação de nossa parte do conceito do que é a vida e também da visão que temos de que todas as necessidades dos nossos, precisam ser supridas a qualquer custo.

Não faça isso com você e nem conduza sua casa a um abismo celestial, mude o rumo desta história, ainda é tempo.Compartilhe um pouco do seu suor com o céu.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Que tipo de Daniel é você?

Daniel capítulo 6.




Daniel foi um homem que teve um tipo de confiança que traz vitória.


Nossa vida pode ser pautada em dois tipos de confiança. Nós podemos ter autoconfiança, ou seja, confiar em nós mesmos e no que temos a mão para resolvermos tudo que aparecer em nossa vida ou, podemos ter confiança em Deus, acreditando que Ele poderá resolver tudo por nós, mediante nossa fé no seu poder e nossa entrega ao seu caminho.A autoconfiança é uma armadilha para lobo, ela atrai aquele que pensa que é esperto, como o Romário, que sempre se intitulou “o cara” e foi lesado em todo o seu patrimônio, numa operação financeira fajuta que foi denominada “a galinha dos ovos de ouro”.


Diferente de Romário, nosso amigo Daniel viveu um tipo de confiança que traz vitória, paz, tranquilidade e também prosperidade da forma correta.Apesar de ter essa confiança, em certo momento de sua vida Daniel foi parar numa cova de leões, e nesse momento tão crucial, a confiança dele em Deus, mais uma vez fez a diferença. O texto bíblico no diz, que Daniel passou toda à noite naquela cova com leões famintos e que pela manhã, nem um fio de cabelo dele havia sido tocado pelos leões. E mais, ao sair de lá foi glorificado pelo rei, assumiu um lugar mais importante ainda no reino e ainda viu todos os seus inimigos virarem comida de leão, depois que sua confiança em Deus foi provada


Como foi com Daniel, existem momentos em nossa vida onde nós também vamos parar numa cova e, às vezes, por muito mais tempo que apenas uma noite.A cova pode ser um hospital, um desemprego, uma injustiça, a prisão, a morte de alguém que amamos ou qualquer outra situação onde aos nossos olhos, ela é sinônima de inferno.


Mas o que importante  é que você entenda que, se você entrou na cova confiando em você e em suas próprias forças, suas chances de virar comida de leão até clarear o dia serão muito grande, a menos que você exerça sua inteligência e queira fazer diferente.Você pode sair da cova como um Daniel, mude hoje a base de sua confiança, passe acreditar em Jesus e no seu poder, mude sua vida, com certeza as portas se abrirão e você verá o Rei e nenhum dos fios dos seus cabelos será tocado.
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What kind of Daniel's you.


Daniel was a man who had a kind of trust that brings vitória.Nossa life can be based on two types of trust. We can have confidence, or trust ourselves and what we have at hand to solve everything that appears in our life or we can have confidence in God, believing he can solve everything for us, through our faith in the power and caminho.A our delivery to your self-confidence is a trap for the wolf, it attracts those who think it is smart, like Romario, who always styled himself "the man" and was injured in all his assets in a financial transaction that was shoddy called "the goose that lays golden eggs."

Unlike Romario, our friend Daniel lived a kind of confidence that victory brings, peace, tranquility and prosperity in the form correta.Apesar also have confidence that, at some point in his life Daniel was a pit stop of lions, and at that time as Crucially, his trust in God once again made the difference. The biblical text does not say that Daniel spent all night in that cave with lions and hungry in the morning, not a hair of his head had been touched by lions. And, by leaving there was glorified by the king, took an even more important place in the kingdom and still see all your enemies turn food lion after his trust in God has been proven

As it was with Daniel, there are moments in our life where we will also stop in the pit and sometimes much longer than just one hole can night.and a hospital, unemployment, injustice, imprisonment, death of someone we love or any other situation where our eyes, it is synonymous with hell.

But what is important you understand that if you entered the pit relying on you and your own strengths, your chances of becoming lion food until daybreak will be very great, unless you exercise your intelligence and want to make different . You may leave the pit as a Daniel, now change the basis of their trust, continue to believe in Jesus and his power, change your life for sure the doors will open and you will see the King and none of the wires of your hair will touched.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Hebreus 12.1 e a Margarida

Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com a perseverança, a carreira que nos está proposta.Hebreus 12.1.


Meditando em Hebreus capítulo 12.1, podemos observar nitidamente uma orientação sobre como deve ser o desenrolar da trajetória da vida de um cristão.Esta linha de conduta tem em início(temos a rodear-nos), meio(desembaraçando-nos de todo peso e do pecado) e fim (a carreira que nos está proposta).

Podemos até dizer que neste pequeno versículo, Jesus nos conduz à um estilo de vida proposto à aqueles que tomaram a decisão, com a graça de Deus, de morar com Ele na eternidade.

No momento em que Deus nos resgata para entramos na sua promessa , através de Cristo Jesus, começamos a perceber esta tão grande nuvem citada pelo texto, que sempre existiu ao nosso redor, mas que na qualidade de dominados(pelo pecado) nunca percebemos. O texto diz que ela, a nuvem, está a nos rodear.

Como não percebemos nenhuma especificação do momento ou situação deste cerco realizado pela nuvem, podemos concluir que nem mesmo enquanto dormimos estamos imunes a estes “bons exemplos”. Sendo assim, só uma mudança verdadeira e completa de nosso testemunho de vida, fará com que essa nuvem se torne familiar ao nosso dia a dia.

Esta mudança é sugerida pelo texto como um desembaraçar do “Peso e do Pecado”, que de forma tenaz nos assedia a todo tempo com o objetivo de nos prender em suas garras, impedindo assim, que corramos para a carreira que nos está proposta em Cristo Jesus.

Quando penso em desembaraçar, lembro logo da Margarida. Bem talvez você tenha imaginado que iria ouvir uma história romântica do passado, mas enganou-se profundamente. Margarida foi uma gatinha que tive na minha infância que vivia embaraçada.

Ao contrário de nós que enfrentamos o peso e o pecado, Margarida era atraída tenazmente pelas linhas de costura da minha mãe, linhas de pesca do meu irmão e pelas tomadas da casa. Quando ela demorava muito a dar sinal de vida, era só procurar em um desses lugres, que lá estava margarida toda enrolada, impedida de viver o seu dia a dia que estava proposto .

O peso em nosso caso, pode ser entendido como sendo as nossas práticas diárias, ideias, relações humanas e outros que mesmo sem serem pecaminosas em si, nos prejudicam no avanço espiritual.

Existem atitudes, pensamentos, forma de ver a vida e alguns relacionamentos que funcionam na prática como um freio de mão em nossa vida espiritual, ou mesmo como um peso morto que reduz nossa velocidade de crescimento no Senhor, fazendo ela tender a zero. Você já parou para pensar sobre isso?

Quanto ao pecado, o texto não trata um pecado individual, mas a nossa pecaminosidade. Essa tendência para pecar adquirida no Éden que não morre com o novo nascimento e que deve receber constante vigilância de nossa parte e total dependência do Espírito Santo.

Definida de forma clara as duas condições para o desembaraço, podemos observar a necessidade de uma tomada de consciência sobre ambas e seus efeitos na vida dos escolhidos, para que venhamos a chegar ao final da carreira proposta, ricamente aprovados.

Se você está enfrentando alguma dificuldade para se desembaraçar, vai aí um estímulo: A Margarida não morreu de velhice, por sinal ela morreu muito jovem, enrolada em um fio de arame.

Se você possui uma experiência com o peso e o pecado abordado no texto, compartilhe conosco para edificação do Reino, deixe seu comentário