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quarta-feira, 8 de junho de 2011

ESPAÇO REFLEXÃO - Palocci e Rafinha Bastos, ambos um produto das regras, mas não da ética.

Olhando os sites de notícias neste dia e também algumas informações que me chegam sobre a Igreja cristã no Brasil, cheguei à conclusão que está faltando ética em tudo quanto é lugar nesse país, até mesmo na Igreja de Cristo, que não está preservada dessa “britadeira” (ausência de ética), que tem penetrado todo tipo de revestimento de caráter, seja individual ou de grupos, não deixando “quase ninguém” a salvo de buracos e estragos.

Essa conclusão talvez seja óbvia para muitas pessoas, mas não é por isso que devemos deixá-la de lado sem um exame mais apurado dos seus detalhes. Nesse texto, vamos esmiuçar um pouco mais esse assunto (a falta de ética) para que possamos compreender melhor o que está se passando, e por fim, adotar posições que nos levem a mudar essa história, principalmente dentro das igrejas.

Uma das definições do dicionário Houaiss para ética é: “conjunto de regras e preceitos de ordem valorativa e moral de um indivíduo, de um grupo social ou de uma sociedade”.

Comparando nossa afirmação expressa no primeiro parágrafo com o contexto da definição do dicionário Houaiss, observamos que falta à nossa sociedade, em todos os níveis e segmentos, seguir princípios éticos que tenham como base títulos de valor e moral.

Baseado no que já coletamos até agora, concluímos que no Brasil está se registrando um fenômeno muito estranho no campo da ética, já que pessoas e grupos estão vivendo sem nenhuma ética, mas em contraponto, não estão quebrando regras, pelo menos segundo as pessoas e instituições responsáveis pela apuração desses assuntos. Como pode ser isso?

Para chegarmos em algum lugar e obtermos uma explicação desse fenômeno, quero citar para nossa análise o caso do Palocci, por sinal bem recente, que apesar de ter agido sem nenhuma ética no trato de uma empresa que registra um enriquecimento “milagroso”, foi considerado completamente lícito em suas ações pelo procurador geral da república.

Questões contraditórias de ética como a dele (do Palocci), têm a toda hora no Brasil e não é só no campo da política, mas em qualquer expressão da nossa sociedade. Outra situação bem aviltante e representativa desse nosso assunto, agora na área do jornalismo, é o caso do humorista Rafinha Bastos, do programa "CQC", que usa em suas piadas argumentos do tipo:

"Toda mulher que eu vejo na rua reclamando que foi estuprada é feia pra xxxxxxx. Tá reclamando do quê? Deveria dar graças a Deus".

Sinceramente não sei como alguém pode achar um cidadão como esse uma pessoa inteligente e digna de representar uma empresa na mída, se esse é o seu caso, repense sua posição a partir deste texto. Mas diante da justiça ou mesmo dos seus ouvintes e até patrocinadores, ele não contrariou nenhuma regra, já que continua sendo contratado por diversas empresas para divulgar seus produtos e é a pessoa mais influente no twitter, seja lá o que isso quer dizer.

Na verdade, exemplos de pessoas e instituições que faltam com a ética, mas não estão quebrando regras, existem aos milhões, inclusive dentro das igrejas, local que deveria ser o berço da excelência ética. Essa distorção generalizada que permite um Palocci da vida sair dessa situação sem nenhuma punição e a um Rafinha Bastos continuar tendo patrocinadores e fãs, foi gerada no abandono das verdades absolutas, no período da modernidade e pós-modernidade.

Esse abandono invadiu conceitos como o de valor e moral, tornando-os completamente relativistas, ou seja, na maioria dos lugares e das pessoas, eles deixaram de ser princípios da ética para se tornarem regras maleáveis dentro de um conjunto de  interesses, que muda a gosto do freguês, sem nenhum compromisso com as verdades eternas de princípio universal.

Há alguns anos, também havia pessoas como o Palocci e o Rafinha Bastos, mas com uma diferença, eles tinham consciência que estavam quebrando regras de valor e moral e que estavam por isso agindo sem nenhuma ética no trato social, sendo questionados pela sociedade e pelas instituições responsáveis por cada campo de atuação, recebendo assim, as consequências pelos seus atos.

Por mais que tentem, a ética sempre será ética, o que mudou foram as regras, hoje elas são baseadas em valores relativistas e pluralistas, ou seja, cada um faz o que quer, da forma que quer, levando em consideração o interesse próprio e de alguns grupos.

Mate as regras convenientes em sua vida, no lugar delas, deixe viver a ètica, principalmente dentro das igrejas.
Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Ciência e Fé - Deus está presente no mistério da matéria prevalecer a antimatéria.

O feito comemorado exuberantemente pelos cientistas e publicado na matéria abaixo, apesar da euforia deles, ainda é embrionário (eles conseguiram aprisionar átomos de antimatéria, correspondentes da matéria, mas com carga elétrica oposta por mais de 16 minutos, tempo considerado suficiente para que possam ser estudados em detalhes).

A façanha pode levar, segundo esses cientistas, a um entendimento mais aprofundado das partículas e dar pistas sobre a própria origem do universo. Para os leigos como nós, ao ouvir uma coisa como essa, pode parecer que a ciência está realmente perto de desvendar todo o mistério do universo e da vida de forma científica, mas a história não é bem assim quando procuramos entender a física, como particularmente tenho feito nos últimos tempos.

Para você ter uma ideia do que essa experiência significa de fato, vamos comparar o segredo do universo com a terceira idade de um ser humano. Dentro desse ambiente comparativo, podemos equiparar a experiência de aprisionar a antimatéria com o primeiro choro de um bebê ao nascer, ou seja, muito tem ainda para se caminhar até que a ciência possa afirmar alguma coisa de concreto, sem contradições à parte, como tem ocorrido desde a antiguidade, sobre a origem do universo e da vida.

Com nossa fala acima não estamos invalidando os esforços dos cientistas e nem menosprezando a ciência, muito pelo contrário, torcemos pelo desenvolvimento e sucesso científico, até porque, sabemos que todo conhecimento humano provém da graça divina.

Independente disso é curiosa a afirmação feita na matéria abaixo, preste atenção: “Ocorre que a natureza parece ter uma preferência pela matéria, o que permitiu que matéria e antimatéria no Big Bang não se aniquilassem e que houvesse a brecha necessária para a constituição de quase tudo o que existe .”

Amados, cientificamente a natureza não pode ter preferência, a matéria ter se tornado prevalecente independente da antimatéria correspondente é verdadeiramente um grande mistério e não uma preferência do universo. Deus ainda vai surpreender os cientistas,até lá, convido você que é temente a Deus a estudar ciência, já que ela é só mais uma das criações do nosso Deus.

Em Cristo
Pr. Pauo Cesar Nogueira
 
Veja online
Pesquisadores aprisionam antimatéria por 16 minutos

Experiência realizada pela Organização Europeia de Pesquisa Nuclear ajudará a entender melhor o funcionamento das partículas e até a origem do universo
Imagem do equipamento usado pelo CERN para criar os átomos de anti-hidrogênio (Niels Madsen ALPHA/Swansea)

Pesquisadores da Organização Europeia de Pesquisa Nuclear (CERN), com sede na Suíça, conseguiram aprisionar átomos de antimatéria (correspondentes da matéria, mas com carga elétrica oposta) por mais de 16 minutos - tempo suficiente para que possam ser estudados em detalhes. A façanha pode levar a um entendimento mais aprofundado das partículas e dar pistas sobre a própria origem do universo.
O mundo que nos cerca é aparentemente feito todo de matéria: algo que tem massa, ocupa lugar no espaço e está sujeito a leis da física como inércia e gravidade. Teoricamente, para toda matéria, há um correspondente com carga oposta. Por exemplo, um átomo de anti-hidrogênio — elemento usado na experiência do CERN — é o inverso completo do átomo de hidrogênio. Enquanto o átomo de hidrogênio é composto de um próton circundado por um elétron (que tem carga negativa), o anti-hidrogênio tem um pósitron (que tem carga positiva) circulando em torno de um antipróton.

Ocorre que a natureza parece ter uma preferência pela matéria, o que permitiu que matéria e antimatéria no Big Bang não se aniquilassem e que houvesse a brecha necessária para a constituição de quase tudo o que existe. Além disso, até hoje ninguém conseguiu encontrar resquícios de antimatéria proveniente desta explosão primordial, o que abre as portas para diversas especulações.
A melhor forma de estudar esta tendência da natureza pela matéria atualmente é comparar o hidrogênio com o seu "espelhos": o anti-hidrogênio. Em novembro do ano passado, cientistas conseguiram aprisionar antimatéria em laboratório pela primeira vez.
O problema é que, em novembro passado, os átomos foram aprisionados por apenas 172 milissegundos, tempo insuficiente para estudos mais detalhados. Desta vez, de acordo com o artigo, publicado na versão online da Nature Physics, cerca de 300 antiátomos foram capturados por 16 minutos. Isso permitirá aos cientistas mapear de forma precisa os átomos de anti-hidrogênio e compará-los aos de hidrogênio – o primeiro elemento da tabela periódica e um dos mais conhecidos pela física atualmente. Além disso, os pesquisadores podem utilizar o método para estudar os efeitos da gravidade sobre a antimatéria e fazer medições necessárias para analisar o comportamento de partículas no universo.
O próximo passo é começar as medições dos átomos de anti-hidrogênios para determinar se eles absorvem exatamente as mesmas frequências – ou energia – que seus correspondentes "visíveis".

ESPAÇO RELACIONAMENTO - Niver do Caio ( meu filho mais velho)

Amados, hoje é dia do aniversário do meu filho mais velho, o caio. Ele faz nesta data 23 anos.

Dizer que ele está crescendo, seria redundante tendo em vista de ser uma tendência natural na vida dos nossos filhos. Mas ele a cada ano cresce de uma maneira especial. Guardada as devidas proporções, por favor, não vejam idolatria em minhas palavras, me sinto um João Batista perto dele, parece que eu estou diminuindo e ele crescendo em caráter, sensibilidade, maturidade, dedicação, amor, responsabilidade... Meu filho me surpreende a cada dia, não pela Biomedicina, pela Fiocruz, pelos estágios, pelos seus projetos de pesquisa – que são grandes méritos dele-, mas pelo homem que ele está se tornando, pela graça de Deus. Obrigado Senhor porque está me dando a cada dia um filho que eu nem mereço.

Caio eu te amo.

Pai.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

ESPAÇO MILAGRE - Não é o dia que está diferente, sou eu.

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Depois de dez dias falando sobre o tema adultério, finalizado em nossa última matéria, vasculhei os principais sites de notícias neste dia buscando uma sugestão de tema para retomar nossas matérias, mas preciso confessar que fiquei um pouco frustrado com tudo que encontrei.

Apesar de o noticiário revelar notícias importantes em todas as áreas da vida, elas estão de certa forma cansativas e desgastantes. É muito triste, por exemplo, se deparar com a situação dos bombeiros rebelados e a reação de uma autoridade como o governador Sergio Cabral Filho. Ele está demonstrando nesse episódio, além da incompetência que lhe é peculiar, uma total falta de sensibilidade para lidar com uma situação como essa, afinal de contas, os nossos bombeiros - sim eles se tornaram nossos por tudo que já fizeram pela sociedade- não podem ser tratados como traficantes e nem mesmo milicianos, que verdadeiramente são bandidos e não trabalhadores reconhecidos pela opinião pública.

A atitude do governador de misturar o trigo junto com o joio vai estimular aqueles que estão agindo certo a mudarem de lado, já que nenhum tratamento diferenciado a dado a eles numa hora dessas.

Em cada um dos temas atuais publicados nos jornais de Hoje, é notório o “peso” da notícia, seja ela a crise política envolvendo o Palocci, que tem o poder de paralisar o governo e conseqüentemente o país, ou a epidemia da bactéria Eceh, que provocou 22 mortes na Europa, 21 delas na Alemanha. Para onde você olhar no dia de hoje; seja no seu bairro, cidade, estado, país, planeta e até mesmo no universo, buscando informação, tenha certeza que ela será apresentada com certa dose de melancolia, em função da negatividade envolvida nos fatos.

Por conta disso parei para pensar: “Será que o dia de hoje está sendo pior que os outros?” Mas não precisei esperar muito, já que eu mesmo fui o portador da resposta do meu questionamento. Para isso, não tive que fazer muito esforço, foi só pensar um pouco para perceber que na verdade o dia de hoje está igual ao de ontem; da semana passada, do mês anterior, do ano de 2010, no fundo nada mudou de fato em termos significativos, o que existe nessa dinâmica é apenas uma alternância dos fatos e das notícias.

Satisfeito meu questionamento inicial, automaticamente me surgiu outro, por sinal, de muito sentido: “Mas se tudo está igual, ou seja, bem complicado, porque estou olhando para o dia de hoje e percebendo as coisas diferentes, no sentido de estarem pior?” Para alcançar essa resposta e compartilhar com você leitor, tive que partir para questionar, no bom sentido da palavra, o meu amigo o Espírito Santo, que como sempre, nunca me deixa na mão nessas horas, que podemos chamar de “questionamentos existenciais”. Esse meu amigo, além de muito presente, sonda o interior de Deus, por isso, sempre tem acesso a todas as verdades da vida, tendo para nós uma resposta precisa,independente do nosso questionamento.

Confesso que a resposta do Espírito, além de esclarecedora, foi um carinho de Deus ao meu ser. Por um instante, cheguei a pensar em ser um escritor egoísta e não a compartilhar nesse texto, guardando essa revelação do Espírito só para mim, como um bilhete de namoro, dos muitos que recebemos no início da juventude. Mas tenho aprendido com Ele próprio a compartilhar tudo que me é lícito, por isso, não poderia nessa questão, ter uma atitude mesquinha como essa.

Talvez você esteja achando, pela minha introdução, que vai ouvir algo fantástico, para mim até que é, e talvez até venha a se decepcionar mediante sua expectativa, mas tente entender a importância do significado desse assunto não somente para mim, mas também na sua vida, já que eu não sou um dos preferidos de Deus, até porque, Ele é grande demais para ter preferidos. Como diz um velho amigo, pastor da Igreja Batista: “Jesus não trata ninguém como bibelôs (pequenos objetos de arte que se adornam mesas e prateleiras e que se tem muito cuidado para não quebrar).

Quando parei para conversar com o Espírito, já que queria continuar a matéria e não estava encontrando uma resposta naturalmente em minha mente, Ele compartilhou comigo a seguinte frase “os dias são os mesmos e nada mudou na engrenagem do sistema maligno que move esse tempo, sendo que a diferença em relação ao dia de hoje, se explica pelo fato de você ter mudado. Nada mudou a sua volta, quem mudou foi você.” Amados com essa conversar pude entender, que pela misericórdia, estamos mudando, caminhando para um caráter que está no coração de Deus para nossas vidas, que nos faz olhar para as artimanhas desse sistema e sentir nojo e repulsa pela distância que ele está da vontade divina.

Quanto a conversar com o Espírito, espero que você não olhe para isso e ache algo  estranho alguém falar com Deus, saiba que pelo menos para mim, isso é uma coisa normal, faz parte do meu dia e também da minha vida.

Em Cristo na esperança e humildade de edificar sua vida...

Pr. Paulo Cesar Nogueira

sexta-feira, 3 de junho de 2011

ESPAÇO RELACIONAMENTO - Lançamento da campanha:"Diga não ao adultério".

Amados irmãos em Cristo, nosso ministério está lançando a campanha: “Diga não ao adultério”.

Ela tem como objetivo despertar os casais para a importância de ter essa ideia em mente, já que muitas vezes o caminho do adultério é percorrido sem que haja uma reflexão sobre suas consequências.
Além disso é necessário, em dias do Sodomo e Gomorra, termos em mente o compromisso que assumimos com Deus sobre a nossa postura de fidelidade diante da aliança que constituimos com nosso cônjuge e com Cristo.

Assim, pedimos a todos que coloquem o símbolo da campanha, acima, em suas redes sociais, nas suas igreja e onde for possível, divulgando também aos seus contatos essa ideia, que precisa ser massificada em nosso meio.

Em nosso blog (MINRELIGARE.BLOGSPOT.COM) poderá ser encontrado um conjunto de nove matérias falando sobre adultério que podem edificar nossas vidas e que também dão o tom da campanha, sendo a sua primeira manifestação depois do símbolo. Em breve, daremos novas notícias da campanha, e estamos abertos a sugestões e colaborações de ideias. Mas o importante, é cada um de nós assumir em caráter pessoal esse compromisso: “Diga não ao adultério”.

Em Cristo

Pr.Paulo Cesar Nogueira

Ministério Religare
Minreligare.blogspot.com

021.2612.7071/021.9263.9346

Niterói, Rj.


ESPAÇO RELACIONAMENTO - Adultério - "Campanha: Eu digo não para o adultério."

            Trair ou não trair?

Começamos nossa matéria de hoje, ainda dentro do tema Adultério, falando sobre um novo programa de TV que abordará, talvez não de uma forma adequada, a questão da traição ligada a pessoas casadas, já que existe também traição entre namorados e noivos.

É esse o tema da série Traidores, que começa na terça (7), às 22h, no canal de TV paga Discovery Home&Health. O anúncio da serie à imprensa revelou alguns dados estatísticos americano comprometedores, como por exemplo que há infidelidade em 8 a cada 10 casamentos e 68% das mulheres dos EUA admitiram que teriam um caso se soubessem que não seriam descobertas.

Chegou ao Brasil também há algum tempo um site já muito conhecido no mundo que tem por objetivo ser um portal de encontros destinados a casados, que querem "pular a cerca" por acharem que a sua vida é monótona. Com essas duas novidades e as demais que têm aparecido “no mercado”, já dá para perceber que a pressão para embarcar nessa canoa furada do adultério está vindo de todo lado, mas parece que nós (cristãos que queremos continuar casados e sem mácula em nossa relação com Deus e com nosso cônjuge) ainda não entendemos que existe um risco eminente que bate à nossa porta todas os dias, e que só não entrou até agora pela misericórdia abundante de Deus, e não pelos nosssos lindos olhos castanhos, pernas torneadas ou porque fazemos a obra de Deus.Tem muita gente em nosso arraial que acha que basta fazer a obra, sendo que o restante pode ser tratado como resto. Vemos nesse comportamento uma péssima exegese do versículo “ Buscai em primeiro lugar o Reino dos céus e sua justiça e as demais coisas lhe serão acrescenadas”. Falta ainda muito entendimento ao nosso povo, que usa muitas vezes de maneira inadequada a Palavra de Deus distorcendo todo sentido dado a ela por Jesus.

Nosso erro muitas vezes começa quando aceitamos esses dados estatísticos como uma possibilidade real em nossa vida, ao fazer isso, viramos a chave que estava trancada e deixamos a porta da nossa mente encostada para essa possibilidade entrar e fazer morada. Independente de índices assustadores, devemos lembrar que dentro do universo cristão, pela misericórdida de Deus, o relatório de baixas tem um percentual menor.O ruím é que ás vezes nos valemos desse benefício para sermos relaxados com a nossa relação conjungal e não damos a devida atenção que ela merece.

O adultério é uma terrivel realidade que invandiu, quase como o mosquito da dengue, nosso cotidiano, por isso, é necessário também termos uma série de cuidados com o ambiente a nossa volta para que essa praga não tenha condições propícias para se desenvolver.

Da mesma forma que o mosquito da dengue, o adultério adora uma água parada, por isso, questione o ritmo do seu casamento, em que velocidade ele está nas curvas, nas retas e até mesmo quantas vezes ele está indo para o box fazer alguma troca, talvez você venha a descobrir que ele esteja parado demais, dando uma grande oportunidade par ser implantado um criadouro de larvas dentro dele.

Ao contrário do que a mídia tenta advogar e martelar, vou compartilhar com as irmãs um segredo masculino: “O homem gosta sim de falar sobre a relação conjugal tanto quanto a mulher”. Afirmo isso baseado nos gabinetes e também no que observamos em termos de comportamento manifesto nos vários tipos de expressões moderna.Precisamo lembrar, que muitas vezes paradígmas usados no presente foram estabelecidos com base em informções e comportamentos do passado.O homem pós-moderno discuti todas as coisas, até mesmo sua sexualidade, por que não falaria sobre seu relacionamento conjugal. Se o seu marido falar para você que ele viu na TV que o homem não gosta de discuti a relação, lembre a ele qua nem tudo que reluz é ouro, de igual forma, podemos afirmar que muito do que é passado pela mídia de uma forma geral não condiz com as pesquisas de campo.

Por entender que nós( homens, mulhers cristãos ou não)estamos em guerra contra o adultério, não contra o adúltero(a), lançamos home me noss blog uma campanha a qual pedimos sua ajuda no sentido de divulgar essa ideia.

"Eu digo não para o adultério".

Em Cristo

Pr.Paulo Cesar Nogueira

quinta-feira, 2 de junho de 2011

ESPAÇO RELACIONAMENTO - O adultério - O tipo de prevenção feito nas igrejas não gera tratamento, apenas jogam bombas em cima do povo sem ensiná-los como desarmar.

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Amados bom dia! Hoje me dei conta que já estamos na oitava matéria seguida falando sobre o mesmo assunto: Adultério. Será que acabaremos escrevendo um livro sobre isso?

Quando começamos, sem nenhuma pretensão de ir muito longe no assunto, não tinhamos noção que existem tantos detalhes e aspectos a serem abordados e comentados sobre esse assunto, até porque, ele é um daqueles que a maioria das pessoas não gosta de falar muito, principalmente no meio cristão, onde ainda existe uma hipocrisia muito grande a respeito desse assunto.

Creio que isso acontece por dois motivos:

1) Muita gente não reconhece sua humanidade.

2)Estamos muito atrasados em relação a como tratar e evitar esse tipo de problema. Acreditamos que chamar um palestrante famoso nessa área vai mudar nossa história, coitado de nós.

Quando cito nosso meio - cristão, faço isso sem nenhum constrangimento, pois não estou com minha fala denegrido a imagem da Igreja, mas sendo honesto e sincero em relação a postura de muitos irmãos e líderes de igreja, que deveriam enfrentar esse tipo de problema dentro das congregações com mais seriedade, fazendo um trabalho de prevenção com os casais que não foram atingidos, mas também tratando e ajudando a retornar a vida todos aqueles que atravessaram ou ainda atravessam esse caminho de destruição chamado de adultério. Dentro dessa segunda ação, deve ser incluído também o “Judas da História”, não é porque perdemos um logo após o sacrifício feito pelo Mestre que temos que perder todos, até porque, o grande ministério de Cristo é o da reconciliação com o Pai, independente do tipo de pecador.

Com sua permissão caríssimo (a) leitor (a), quero abordar nesta matéria o tipo de prevenção realizada nas igrejas sobre essa questão. Como palestrante muitas vezes eu sou convidado para estar presente num evento oferecendo uma palavra ou palestra sobre assuntos diversos ou mesmo específico sobre casamento e família. Com mais freqüência isso acontece no mês de maio, quando as agendas dos pregadores desse tipo de tema ficam lotadas, ocasião considerada no meio evangélico como o mês da família. Nada contra esse tipo de trabalho, considero até uma iniciativa muito válida, caso contrário, não concordaria em fazer esse tipo de serviço ministerial em várias igrejas.

O grande problema dessa história é que ao fazer esse evento; que muitas vezes se resume a uma pregação seguida de um coquetel, ou mesmo, uma palestra de no máximo 90 minutos, os pastores (as) juntos com os seus ministérios de família (ou casais, ou departamento, seja o nome que tiver em cada igreja) ficam com suas consciências em paz, acreditando realmente que fizeram um trabalho de prevenção na questão dos relacionamentos, ou seja, sua parte, dentro desse processo chamado casais e família.

Nessa matéria, que reservamos para falar sobre prevenção, quero despertar meus irmãos do santo ministério e os departamentos de casais e família para o seguinte fato: “Se você e sua igreja se identificaram na descrição que fiz no parágrafo anterior em relação a eventos, saiba que não existem motivos para sua consciência está tranqüila, porque uma ação voltada para casais e família baseada SÓ nesse tipo de trabalho, não consegue resultados sólidos, mas alguma coisa muito passageira, além do que, o custo que a igreja tem em certos casos para trazer um palestrante do tipo TOP, como diz a gíria do mercado no qual eu me recuso a entrar, poderia ser muito melhor utilizado em atividades mais específicas, com grupos menores de casais e oficinas de ensino nessa área, trabalhando sexualidade, afetividade e problemas reais com aconselhamento".

Uma grande parte dos adultérios, pelo menos dentro das igrejas, se dá por falta de “uma porta” aberta para se conversar, principalmente dentro das grandes igrejas, onde ninguém mais conhece o irmão que está sentando ao seu lado. Imagine só, como é que alguém que está com problemas nessa área vai se sentir a vontade para falar sobre sua dificuldade dentro da sua igreja, se ele se encontra perdido na comunidade. Além disso, ter que conviver com o fato do pastor ser o pastor da igreja (instituição), mas não o pastor dele, que precisa nesse momento de fraqueza ser pastoreado e ouvir algo além da mensagem, torna a situação ainda mais difícil.

Com isso não estou diminuindo a importância da Palavra de Deus, mas alertando que Ela precisa ser visível na atitude dos irmãos e da liderança. Quem está passando por problemas na esfera sexual, precisa ouvir a voz daquele, que Deus diz em sua palavra, que vai dar conta da alma dele ao Criador, isso pode fazer toda diferença nessa hora.

A ausência de um trabalho série; sem aquela coisa do tipo o pregador ou o palestrante vai ao evento da igreja, solta várias bombas em cima do povo e depois vai embora sem ter ninguém com tempo e paciência para ensinar como desarmá-las, pode fazer a diferença na vida de muitos casais,inclusive do pastor da igreja, que muitas vezes precisa ter um trabalho sério como referência para a sua própria relação conjugal.

Encerrando, para aqueles que já passaram ou estão passando por isso, digo: “Jesus pode reconciliar tudo em sua vida, inclusive a sua felicidade. Seja na sua igreja uma atalaia desse assunto, não deixe acontecer ao outro o que já aconteceu na sua vida. Cobre, no bom sentido da palavra, um trabalho sério nessa área, acreditando numa coisa: com certeza na sua igreja tem muita gente precisando”.

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira

quarta-feira, 1 de junho de 2011

ESPAÇO RELACIONAMENTO - Adultério. Características mais presentes nos adúlteros

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Ps2: Para seu melhor entendimento, leia as seis matérias anteriores, já que a de hoje é continuação delas.


Estou começando a escrever a matéria de hoje   por volta das 04h29min. O bebê resolveu acordar e eu embarquei junto com ele despertando nesta madrugada. Como sempre acontece, não chegou há passar muito tempo e ele já voltou a dormir, me deixando a opção de seguir seu caminho junto a minha cama quentinha, mas independente disso, resolvi escrever, que no meu caso, considero tão bom quanto dormir.

Introdução à parte é hora de ir direto para o nosso tema e não para a cama, que em função do conjunto já produzindo está virando temática, se considerarmos os vários aspectos abordados como assuntos específicos.

Como dizem os orientais, nós ocidentais temos a mania de dividir o todo em vários pedaços para estudarmos por partes, como se isso fosse realmente possível. Concordo com eles no que diz respeito às grandes verdades absolutas, mas quanto aos outros aspectos da vida, creio que nossa epistemologia é muito adequada.

Hoje vamos falar um pouco sobre a origem do adultério. Onde surge este desvio de comportamento e porque ele é mais freqüente em certos tipos de pessoas do que em outras. Recentemente tive acesso a uma pesquisa, que tem muito haver com nosso tema, realizada sobre sexo no meio cristão, um projeto elaborado pelo BEPEC em parceria com o blog Genizah e a Revista Cristianismo Hoje. O trabalho foi elaborado baseado em processo científico de amostragem, que foi colhido através de instrumentos de coleta de dados sob uma amostragem de mais de 70 mil evangélicos, com o uso da ferramenta da AKNA SURVEY.

Uma das informações que a pesquisa nos traz é o índice de adultério praticado por homens e mulheres no meio cristão. Na matéria de hoje não vou me deter a valores específicos - o que irei faze de uma forma mais geral quando tiver como trabalhar esses números, o que já solicitei a BEPEC-, mas compartilho que esse percentual não fica muito distante do que acontece no mundo secular. Isso significa dizer, que independente de vários fatores inclusive o religioso, existe um grupo de pessoas que estão mais próximas desse abismo do que outras.

Com essa afirmação não estou isentando ninguém da responsabilidade de ser fiel dizendo que esses fatores tornam essas pessoas predestinados a trair e nem mesmo, por outro lado, declarando que existem pessoas que nunca cometeram esse tipo de desvio por não pertencerem a esse mesmo grupo, mas apenas afirmando com base em nossas avaliações que existe um grupo, que ao deterem certos fatores estão mais próximos desse tipo de desvio, e que por conta disso, andam sempre na beira do abismo, expondo não só o seu futuro, mas também das outras pessoas que estão a sua volta, que independente de serem muito importantes, muitas vezes são jogadas no fundo do abismo por conta da prática do adultério.

Agora que já fizemos uma abordagem interessante apontando o desvio de conduta na fidelidade conjugal como coisa seria, e que pode acontecer em qualquer lugar e com qualquer pessoa, vamos falar de algumas características que forma o tal grupo que vive na beira do abismo.

Creio que podemos começar nossa lista; que não tem pretensão de ser perfeita e nem completa, mas apenas ilustrativa para sua reflexão, colocando como cabeça dela a forma banal com que muitas pessoas enxergam o ato de se relacionar amorosamente com outra, desde o tempo de namoro. Quem não valorizou suas primeiras relações tem a tendência de repetir esse registro nas suas relações futuras. Sabe aquele jovem que vivia traindo “as namoradinhas” e que todo mundo achava bonitinho..., é o mesmo que hoje aos trinta e cinco arrisca o futuro da família tendo um caso extraconjugal com uma colega do trabalho que tem apenas vinte anos.

Nossos comportamentos de certa forma são condicionados pelos caminhos que fazemos ao longo de nossa existência. Aquela prática que se torna repetitiva em minha vida tem uma forte tendência de fazer parte também da minha personalidade ao longo do tempo. Isso acontece inclusive com crianças que são abusadas sexualmente por pessoas do mesmo sexo, ao crescerem, elas têm uma tendência de viver como homossexual, já que em boa parte de sua vida sua experiência sexual foi condicionada dessa forma.

Depois da banalização, acredito que a vez é do individualismo. O individualista é um tipo de pessoa facilmente identificada, já que suas atitudes e decisões sempre expressam especificamente a busca do seu bem estar, independente de quem esteja a sua volta, mesmo que seja esposa e filhos. Para o individualista tudo é dele, para ele e por causa dele. Se bobear ele considera o sacrifício da cruz um ato feito exclusivamente para a salvação dele. Esse tipo de pessoa não pensa duas vezes quando tem uma oportunidade de satisfazer seus desejos sexuais. E como, oportunidade é coisa que não falta em nossos dias de Sodoma e Gomora, você já sabe aonde vai parar o casamento e a família desse tipo de pessoa.

Em terceiro lugar coloco a excessiva valorização do estético. Desde muito cedo certas crianças ou mesmo adolescentes são orientadas e até mesmo doutrinadas por pessoas próximas como pais, tias e outros a valorizarem excessivamente a questão estética. Em nossos dias podemos observar um caso clássico de grande repercussão na mídia, estamos falando da filha do Tom Cruise e katie Holmes, a pequena Suri, que foi fotografada essa semana junto com a mãe em uma praia utilizando calçados de salto alto na areia.Além desse fato ela, de apenas cinco anos, foi eleita uma das 30 “mulheres” mais bem vestidas do mundo pela revista Glamour.A menina aparece na 21ª posição no ranking, à frente de Sarah Jessica Parker, Jessica Alba e Nicole Ritchie. Recentemente sua mãe revelou que gasta o equivalente a R$ 44.000,00 mensais com roupa e acessórios para a filha, sendo que o guarda roupa dessa pobre criança está avaliando em R$ 5,5 milhões.

Será que quando a Suri crescer, na cabeça dela haverá alguém bom o suficiente para merecer ela de forma exclusiva? Particularmente acho que não. Evidentemente que o absurdo provocado na vida dessa criança é mais raro, já que a maioria das pessoas não desfruta do benefício de ter uma vida financeira como a do ator Tom Cruise. Mas queremos chamar sua atenção para o fato de que em outras escalas também acontecem outros tipos de absurdos, que acabam levando pessoas a crescerem valorizando demais sua própria estética e a dos outros. Esse tipo de pessoa tem uma tendência de se achar muito melhor do que quem está perto dela e também não hesita em desejar alguém, que esteticamente tiver dentro dos seus padrões. A estética comanda sua vida, mesmo que seja rumo ao abismo do adultério.

Vamos encerrar por aqui para que nosso texto não fique muito longo, registrando que esses três exemplos são apenas uma amostra das características de um tipo de grupo que está mais fadado ao adultério. Lembramos também que não estamos falando de regras, mas de observações e conclusões extraídas ao longo do tempo de contatos com casais e família. Que você lembre que independente de qualquer coisa ou característica, o que vai fazer a diferença na sua vida é onde Jesus está nela. Não se esqueça disso.

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira

terça-feira, 31 de maio de 2011

ESPAÇO RELACIONAMENTO - O papel da Igreja dentro da questão do adultério

Ps1:Estamos sentindo falta dos comentários dos nossos visitantes aos textos postados e também de sua adesão ao nosso grupo de seguidores.



Ps2: Para seu melhor entendimento, leia as cinco matérias anteriores, já que a de hoje é continuação delas.


Falar sobre adultério não é um tema gratificante para quem redigi uma matéria sobre o assunto, mas independente disso, é necessário trabalharmos essa questão para que a vida dos nossos leitores, do mundo secular e cristão, seja edificada, fortalecendo-as para evitar, se ainda não aconteceu, essa surpresa desagradável- chamada adultério- que muitas vezes bate a porta de um casamento até mesmo dito feliz.

Esse tema é um daqueles sobre o qual a maioria das pessoas não quer ouvir falar e nem  ler sobre ele, nem mesmo dentro das igrejas, lugar que deveria ser um “paladino” na luta contra essa prática do inferno chamada adultério.

Às vezes nos parece que o incomodo de falar sobre o assunto decorre da hipocrisia que reina nas igrejas e dentro das famílias, onde se finge a todo tempo que as coisas estão em ordem, e que esse tipo de evento maligno – o adultério -só acontece com quem mora acima da linha do Equador ou veio da zona de prostituição. A prática tem mostrado um resultado bem diferente dessa utopia. O adultério não faz acepção de lugar de moradia, nem do passado das pessoas, nem de idade, nem de nível social, nem de religião e muito menos de cultura, ele arromba a porta dos casamentos onde houver espaço para ele colocar os pés. E é ai que a Igreja tem sido chamada para ministrar nesse caso, principalmente em nossos dias, mostrando essa realidade nua e crua, deixando claro que se houver espaço dentro da vida do casal e ausência de Deus, o adultério entra e faz bagunça.

A cada dia percebo que o papel da Igreja está se tornando mais desafiador para seus líderes e membros em virtude da implantação do pós-modernismo na sociedade, que no fundo, passou a reinar como um novo império romano, ditando “verdades” que a luz do bom senso da vida, da família e do Evangelho, são eternas inverdades.

Em contraponto a conclusão acima sobre o novo papel da Igreja, ao examinarmos as posturas, atitudes e preocupações da maioria das nossas lideranças e membros, verificamos que estamos muito distantes de entender a fundo essa nossa nova função, que precisamos desempenhar com muita excelência, caso queiramos realmente ser um instrumento de Deus, anulando a influência negativa do pensar pós-moderno que se institucionalizou em nossa nação.

Muito tem sido falado esse ano sobre os inimigos externos da Igreja e da família, mas estamos por hora, esquecendo os inimigos internos, que precisam também ser contra atacados, já que eles estão agindo contra a vida da igreja através da destruição das famílias.

Por muito tempo, e ainda hoje continua assim em muitos lugares, a Igreja tem se colocado a margem de certos assuntos por entender que determinadas questões devem ser tratadas diretamente pelas famílias e não por ela. Essa pretensa atitude de respeito às pessoas esconde por trás dela uma comodidade em não atuar em assuntos dito polêmicos, com adultério, homossexualismo e o sexo propriamente dito.

Por conta do avanço do pós-modernismo sobre o pensar e viver de nossa sociedade tornou-se imperativo a Igreja rever sua postura em relação a esses temas considerados por ela como polêmicos, já que está claro, pela demanda que temos hoje de adultério, práticas homossexuais e abusos sexuais, que o nosso povo e os casais do mundo secular não estão preparados para gerir seus próprios mecanismos de defesa, que deveriam proteger seus casamentos e famílias, o que precisa ser preenchido o mais rapidamente pela Igreja. A igreja não vai assumir o papel dos casais e nem dos pais, o que é responsabilidade de cada um deverá continuar a ser assim, mas ela precisa entender que o gerenciamento, seja ele preventivo ou corretivo, precisa partir dela, que tem condições em Cristo de ser resposta de vitória as pessoas.

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira

segunda-feira, 30 de maio de 2011

ESPAÇO RELACIONAMENTO - A vida de um(a) adúltero(a)

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Ps2: Para seu melhor entendimento, leia as quatro matérias anteriores, já que a de hoje é continuação delas.

Amados em Cristo e queridos visitantes. No sábado passado, depois de escrever o que pensei ser a última matéria da série “o adultério”, fui surpreendido pelo Espírito Santo motivando-me a continuar abordando o assunto.

Sendo assim, já que com Ele – o Espírito -não dá para discutir e nem contra argumentar, estaremos compartilhando com vocês, não sei por quanto tempo já que meu projeto original constituía-se de apenas quatro textos, mais alguns apontamentos sobre o assunto adultério em si e suas conseqüências na vida das pessoas, que de alguma maneira se envolvem com essa atitude desastrosa.

Quando eu digo “se envolvem”, estou me referindo a ter contato de alguma forma, seja diretamente como o cônjuge que trai o traído, filhos do casal ou, indiretamente, como parentes, amigos, vizinhos e outros, que acabam tendo contato com tudo que acontece, são as verdadeiras testemunhas da dor familiar, da tristeza e também da destruição completa de um lar, quando Deus não é convidado a entrar e mudar o rumo da História.

Na matéria de hoje vamos abordar um lado dessa situação quase nunca discutido ou lembrado quando tratamos esse assunto, até porque, ele é visto (a) como o grande vilão da história. Vamos divagar sobre a pessoa vulgarmente chamada (o) de amante. Às vezes o (a) amante de uma pessoa casada também é comprometido, mas isso não é regra nas relações adúlteras, em geral, eles (as)- os amantes- são pessoas que não têm compromisso real com ninguém, sendo em muitos casos parceiros (as) sexuais de mais de uma pessoa, até mesmo, às vezes, de sexo diferente.

Falar da pessoa que é amante sem ser pejorativo é uma dura tarefa no meu caso específico, já que os meus olhos treinados de conselheiro têm presenciado muita dor dentro das famílias e a sua volta, causada em parte pela atitude inconseqüente de pessoas que aceitam esse rótulo (adúltera-o) sobre sua vida.

Quando digo “aceitam,” é na intenção de clarear aos leitores que essas pessoas em determinado momento da vida fizeram uma escolha, ou mesmo, tomaram uma decisão pessoal de deixar esse comportamento fazer parte de sua vida. O que quero ilustrar no próximo parágrafo, é que independente do motivo que leva alguém a ser amante, essa tomada de decisão é algo consciente, não acontece por acaso na vida de ninguém. Resolve-se ser adúltera (o).

Os motivos que levam alguém a ser esse personagem na trama do adultério podem ser muitos e de certa forma até convincentes em alguns casos, mas nenhum deles justifica a decisão de aceitar esse papel dentro do cenário da vida, mesmo que ele – o papel- seja o único disponível nessa peça teatral chamada cotidiano.

Diante dessa situação – ter que ser amante-, será sempre melhor estar na platéia ou até mesmo deixar de ir ao teatro, ao invés de fazer um papel que nunca edifica a vida de quem o representa, nem dos outros atores que estão no palco e muito mesmo da platéia que está a sua volta. Ser adúltero (a) é um papel, que independente da situação, deve ser rejeitado por homens e mulheres; ricos ou pobres, religiosos ou ateus, jovens ou adultos, adolescentes ou anciões.

Apesar desse comportamento - ser amante- não ser mais considerado ilícito na sociedade secular, já que a pós-modernidade valoriza o que se denomina como liberdade do homem (que no fundo é confundido com libertinagem= licenciosidade de costume, conduta de pessoa que se entrega a imoderadamente a prazeres sexuais; a prática do libertino), a consciência humana, mesmo se tornando moralmente elástica, tem por vezes surtos de suas lembranças originais, levando com isso luz ao interior da alma do amante, o fazendo entender e sentir na pele, que a vitória externa de ter alguém desse jeito é muito pequena diante da derrota interna de ser um fracasso como pessoa e mais ainda, diante do projeto de Deus para a vida dele. Isso acontece, porque esse personagem chamado de amante, não foi escrito para nenhum de nós.

Ao falar sobre o (a) amante, não estamos julgando as pessoas que fazem tal prática, mas a prática em si. A essas pessoas queremos dizer que existe esperança para sua vida, desde que você faça o que Jesus orientou aquela prostituta: “Vá e não peques mais”. Evidente que para isso é necessário haver entendimento do erro (pecado) que o amante está inserido e arrependimento, ou seja, uma decisão interna de fazer um caminho completamente diferente daqui para frente.

Se você leitor ou leitora está envolvido nessa situação, pense bem se deve continuar, não acredite em juras de amor de homem casado, muito menos continue envolvido com uma mulher que já tem compromisso, mesmo que ela não seja casada. Olhe para o estrago na sua vida e na das outras pessoas, Deus te pedirá conta de todas essas coisas. Quer um conselho? Venha até Jesus e preste contas a Ele. O sacrifício da cruz é poderoso para purificar você de todo pecado e toda condenação, mesmo que você tenha que viver as conseqüências dos seus atos, Nele, tudo é mais fácil.

sábado, 28 de maio de 2011

ESPAÇO RELACIONAMENTO - Adultério (consequências na vida dos parentes e amigos próximos)

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Ps2: Para seu melhor entendimento, leia as três matérias anteriores, já que a de hoje é continuação delas.

Ainda dentro do tema adultério; objetivando demonstrar a abrangência do estrago desta prática, desejoso também de trazer ao leitor um material para reflexão sobre sua vida familiar, vamos explorar nesse texto a relação de pessoas que não pertencem ao núcleo familiar que sofreu o adultério, mas que por conta de um contato próximo, são impactadas de certa forma quando acontece uma situação como essa.

Estou me referindo especificamente aos parentes e os amigos mais chegados do casal que sofreu o dolo do adultério. Amigos e parentes, por terem uma convivência muito próxima com essa relação familiar que ficou enferma, normalmente são afetados de alguma maneira e por isso, precisam ter cuidado nessa hora, caso contrário, a atitude danosa do adultério e suas conseqüências ocorridas numa casa, podem trazer uma série de complicações – sejam emocionais, espirituais e psicológicas – nas outras casas à sua volta.

Este grupo (parentes e amigos) precisa entender que ter empatia e misericórdia pela dor do outro é algo saudável, independente disso, não se pode deixar confundir a vida deles com a vida da família que sofreu o dolo, caso contrário, os membros do grupo podem adoecer com esse convívio e deixar de ser um instrumento de apoio a família onde o dolo se manifestou e que está realmente precisando de ajuda.

Da forma como coloquei as coisas no parágrafo acima, pode parecer ao leitor que estou sendo frio com a família atingida pelo adultério, mas não é bem assim. Você que está acompanhando esta séria de postagem já percebeu que tivemos o cuidado de separar os textos por personagens, colocando no centro de cada uma das matérias uma das vítimas, já que de certa forma, todos os envolvidos nesse quadro de dor também são vítimas, inclusive aquele que provocou o dano, o Judas da nossa história ou da sua, que está lendo essa matéria nesse momento.

A aproximação e ajuda do grupo a pessoa traída precisa ser cautelosa. Já observei casais adoecerem com medo de um adultério fantasma (não existente, já que fantasma não existe) em volta de um único caso real, que acabou gerando pânico entre os participantes do grupo que estava a sua volta. Mulheres e homens que de uma hora para outra, em vista de uma única situação real próxima se comportaram como se tivessem sido traídos também, provocando uma grande confusão dentro de suas próprias casas. Mulheres que entram em depressão porque o adultério bateu a porta de sua irmã, prima ou vizinha, mesmo elas tendo um corpo muito mais bonito do que o dela. Mães que tomam as dores dos seus filhos (as) e por conta disso desenvolvem uma relação com a vida muito complicada, deixando brotar em seu interior raiz de amargura contra tudo e todos, inclusive contra Deus, que na maioria dos casos nunca foi convidado para participar da vida dela e muito menos do casamento do filho (a).

A carência afetiva da pessoa traída é outro aspecto que precisa ser muito bem avaliado pelo grupo que está em volta dela, principalmente se o cônjuge que cometeu o adultério não tiver mais residindo na mesma casa que ela(e). O apoio dado pelo grupo, com as devidas ressalvas evidentemente, deve sempre ser realizado de preferência por duas pessoas, para que não haja possibilidade de se desenvolver nenhum tipo de dependência emocional em relação a alguém específico. No momento de dor como esse, a pessoa traída pode encontrar em alguém sua tábua de salvação, o que significa dizer que, ela sai de um problema para entrar em outro. Outra questão é que um suporte individual de uma pessoa do outro sexo, mesmo sendo um grande amigo, primo, tio ou outro tipo de ligação, pode despertar nesse momento de fragilidade um tipo de atração que pode trazer sérias conseqüências, seja para o cônjuge traído ou para o amigo (a) que tentou ajudar sem nenhuma sabedoria. Existem casos reais de amigos que se apaixonam um pelo outro durante a tentativa de ajudar um cônjuge traído a sair de um quadro de tristeza, sendo que ambos incorrem no mesmo erro que gerou toda aquela situação, levando a vítima do adultério vitimar outra família.

Ajudar é necessário, mas precisamos perguntar a Deus como fazer. Outro aspecto a considerar na hora de ajudar e se estamos preparado para isso ou iremos atrapalhar? Se você conhece alguém que está precisando de ajuda porque foi traído (a) e você não se sente apto para isso, procure um pastor próximo de você e peça ajuda, nós do santo ministério, pela misericórdia de Deus, temos sido treinados pelo Espírito do Senhor para fazer esse papel sem confundi-lo.

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira

sexta-feira, 27 de maio de 2011

ESPAÇO RELACIONAMENTO - Adultério (consequências na vida dos filhos)

Ps1:Estamos sentindo falta dos comentários dos nossos visitantes aos textos postados e também de sua adesão ao nosso grupo de seguidores.

Ps2: Para seu melhor entendimento, leia as duas matérias anteriores, já que a de hoje é continuação delas.

Ao dar início à matéria deste dia;  que é continuação das duas últimas, onde no conjunto estamos falando sobre a prática do adultério e suas danosas conseqüências na vida  da família, precisei dar uma pausa para responder a uma pergunta que me foi feita depois que iniciei essa série.

A pergunta, imagino, foi elaborada por um jovem de vigor e com  senso de justiça aguçado, saindo do seu teclado mais ou menos assim:

“Pastor, porque o senhor está perdendo tempo falando de adultério, se nesse momento o que importa é barrar a PL-122 e o kit gay?”

Registro diante dos leitores que prefiro esse tipo de reação, mesmo que equivocada, do que de outros jovens que estão passivos diante da realidade que a igreja brasileira está vivendo, por sinal tão delicada  e precisando da atuação deles. De certa forma aplaudo esse jovem por sua fidelidade a esta grande causa do Reino de Deus, que é lutar pelo direito a liberdade de expressarmos nossa opinião contra tudo que desmente Deus e sua Palavra.

Até por conta desse grande valor implícito no caráter desse jovem, preciso reponde-lo com o objetivo de tranqüilizar seu coração. Pelo menos no meu caso, independente de estar centralizando meu blog nesse tema- adultério; que não veio nesse momento específico do meu coração, mas do coração do Pai, estou atuando por e.mail de forma ativa, conscientizando pastores e irmãos que ainda não entenderam a necessidade do seu engajamento e de sua igreja, até porque, estamos diante de uma batalha, não contra os homossexuais que amamos, mas contra toda atuação malígna que deseja implantar – através de homens e mulheres- no Brasil uma nação de valores distorcidos.

Feita esta parte, creio que podemos agora nos dedicar a questão dos filhos, diante de um processo de adultério. Explicamos nas matérias anteriores que o traidor e a pessoa traída sofrem, de forma diferente, impacto em suas personalidades diante da prática do adultério. Com os filhos a realidade também não muda muito, com a diferença que as marcas neles se registram de forma mais profunda, atuando com mais força sobre o caráter futuro deles.

Existem dificuldades que surgem no meio da família que acabam unindo-a muito mais de uma forma geral. A enfermidade de um dos membros, por exemplo, pode despertar dentro do ceio familiar carinho, cuidado e até mesmo  a valorização da companhia um dos outros. A mudança de padrão de vida também. No início tudo fica muito difícil, quando se tem que viver com muito menos do que se vivia, mas ao longo do tempo, as coisas vão se ajustando e  esse processo sempre resulta em crescimento a todos os envolvidos individualmente e também da unidade familiar.

Eu poderia continuar a citar aqui inúmeras situações onde apesar da aparente dificuldade inicial, o desenrolar da história sempre revela que o "x" do problema se tornou  "A vaquinha jogada no precipício pelo monge e seu discípulo (se você não conhece a história/estória busque na internet)".

Mas quando a crise é provocada pelo adultério, o final tende a ser infrutífero também para os filhos. Quando um casal tem uma crise ou até estabelece uma separação por outros motivos que não seja o adultério, na maioria das vezes o desenrolar do processo foi acompanhado de perto pelos filhos, que internamente já vão se preparando para aquele momento. Eles de certa forma, já entendem que não existe um culpado nesses casos, que a coisa não é intencional da parte de nenhum deles, seus pais no fundo não querem a separação de verdade, mas ela acontece como resultado da vida conturbada (evidentemente sem a presença de Deus, já que Ele faz diferença também em nossas relações).

Independente da dor da dissolução de uma união que não seja por adultério , os filhos têm a seu favor, nesses casos, um processo interno de amadurecimento que de certa forma os protege de um trauma ou bloqueio maior. Essa maturidade em nossos dias, “quase” que independe da idade – dentro de certos limites é claro, já que o processo de percepção de vida das crianças têm se expandido de tal forma, que muitas vezes elas nos confundem com suas conclusões tão maduras.

Mas como falamos acima, quando acontece um adultério ninguém está preparado, principalmente os filhos. A sensação para eles  é que aconteceu algo inesperado. O adultério, mais ainda por parte da mãe, tem sobre os filhos um efeito espiritual, emocional e psicológico como da bomba atômica lançada sobre Hiroshima e Nagasaki. “Naquelas cidades as conseqüências do lançamento das bombas atômicas foram devastadoras. Ainda hoje, mais de cinqüenta anos, se sente os efeitos da radiação a que as pessoas foram expostas naquele tempo, pois os efeitos passaram de geração em geração através do caracteres hereditários”.

Guardadas as devidas proporções de nossas colocações, já que vamos nos valer do paralelismo-semelhança, correspondência entre duas idéias ou opinião- para trazer luz a seriedade do adultério, faremos alguns apontamentos entre esses dois acidentes, que podem ser rotulados como catástrofes.

 Na vida dos filhos, diante da crise de adultério, a consequência também é devastadora, a exemplo da bomba atômica, porque mata na maioria das vezes tudo de bom e que tem vida na existência deles. O interior dos filhos de um adúltero (a) tende a ficar como uma região devastada pela radiação, onde nada vive e nada fica de pé verdadeiramente.

Independente do passar do tempo, o registro permanece dentro dos filhos influenciando todo seu “eu”.A desconfiança no próximo, a dificuldade de se entregar numa relação e até mesmo uma rejeição a sua identidade como gênero, podem se manifestar nesse casos. O tempo não anula a radiação de um adultério na vida dos filhos, só Deus tem o poder de fazer essa descontaminação.


Além de suas experiências serem deformadas por essa ação “radioativa do adultério”, como os sobrevivente de Hiroshima e Nagasaki eles vão continuar a propagar esse efeito sobre os seus filhos, tendo em vista que nos seus caracteres hereditários espirituais e emocionais exitem marcas desse triste acontecimento.

Pense com carinho sobre tudo que falamos aqui, se isso não aconteceu na sua vida, fortaleça-se em Deus e no entendimento para isso não vir acontecer. Caso já tenha acontecido, seja você o traidor, traído ou um filho deles, em Cristo sempre existe um antídoto para todo mau. Ele está de braços abertos para receber a sua família.

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira