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terça-feira, 23 de novembro de 2010

ESPAÇO INTERNACIONAL - OS COREANOS PRECISAM DE NÓS NESSE MOMENTO

Santos no Senhor, a matéria abaixo – que pode ser lida na totalidade no portal G1- comenta um ataque da Coréia do Norte a uma ilha ocupada pelo Coréia do Sul. A história da divisão desse povo é triste e precisa ser reparada – a exemplo do que aconteceu na Alemanha, antes que algo pior aconteça.

Infelizmente a Coréia do Norte está sendo governada por um regime ditador que prioriza o benefício de uma cúpula militar e grandes investimentos em material bélico, que tem como propósito perpetuar essa dita cúpula na direção do país. Diferente dela, a Coréia do Sul é hoje uma grande democracia com padrões de desenvolvimento comparados ao da Europa.

O tiroteio coincide com a presença na região do enviado americano para a Coreia do Norte, Stephen Bosworth, que deveria viajar a Pequim nesta terça-feira para debater com as autoridades chinesas a política nuclear norte-coreana.

A tensão entre os dois países aumentou nos últimos dias, depois que um cientista norte-americano afirmou que a Coreia do Norte contrói instalações para enriquecer urânio que poderiam ser utilizadas rapidamente para fins bélicos.

Um conflito maior nessa região entre essas “duas metades de um todo” só trará perdas humanas e prejuízo a toda economia mundial, por isso, acima da ONU, nós podemos falar com Deus sobre essa questão e pedir sua intervenção nessa história.

Oremos pelos coreanos, pela união desses dois lados, pela paz e pelo avanço do Evangelho na região,  principalmente na – pela fé – antiga Coréia do Norte.

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira




Dois militares sul-coreanos morreram nesta terça-feira (23) em um ataque da artilharia da Coreia do Norte a ilha de Yeongpyeong, no Mar Amarelo, próximo à fronteira entre os dois países rivais, segundo o comando militar da Coreia do Sul.

O ataque também deixou 20 feridos - 3 deles civis-, provocou danos e incendiou imóveis na ilha, onde estava mobilizado um destacamento do Exército sul-coreano. Quatro dos militares feridos estão em estado grave.

Vários projéteis norte-coreanos caíram sobre a ilha e outros no mar, segundo o comando militar de Seul. O Exército sul-coreano revidou ao ataque e autorizou a decolagem de caças de combate F-15 e F-16 para a região

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

ESPAÇO LITERÁRIO - A Missão ( não é o filme)

Santos no Senhor Jesus,  gostaria de recomendar á vocês – evidentemente aqueles que têm compromisso com as obrigações do Reino e não só com os favores Dele – a leitura do livro “A Missão Cristã no Mundo Moderno” de John Stott.

Esse é o livro que estou lendo atualmente e que tem me ajudado muito a entender melhor o conceito de Missão, termo que atualmente tem causado muita confusão.

Ele foi lançado em 1975, mas continua muito atual detalhando o objetivo da Missão Cristã – que muitas vezes gera polêmica nas igrejas - elaborando conceitos e reflexões muito contemporâneos e acima de tudo bíblicos.

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira

ESPAÇO BÍBLICO - Meditando com o Bispo Metodista Josué Lazier - Você tem dúvida sobre as expressões Logos e Rema?

http://josue.lazier.blog.uol.com.br/ (visite o blog do Bispo, é benção para sua vida)
Sob a tua Palavra lançarei as redes... Lucas 5.5

O texto se refere à pesca maravilhosa. Um belo quadro de diálogo e convivência entre Jesus e alguns de seus discípulos.

1. Pedro, provavelmente um especialista em pescaria, sabia que o momento não era dos mais oportunos para a pesca e que o melhor a fazer era deixar para o dia seguinte. Sabia também que Jesus conhecia pouco de pescaria, pois sua profissão de berço era a carpintaria. Mas faz a seguinte declaração: “... Sob tua palavra lançarei as redes” - v.5.

2. O Novo Testamento usa dois termos gregos que foram traduzidos pela expressão palavra. São eles logos e rema. A palavra logos aparece cerca de 330 vezes e está presente em todos os livros do Novo Testamento, com exceção de Filemon e Judas e a palavra rema aparece cerca de 70 vezes, principalmente nos escritos de Lucas.

3. Definição de Logos e Rema.

Logos - era usada pelo mundo antigo para referir-se a um discurso ou tema de discurso; preleção didática ou ensino. No Novo Testamento ela ganhou a conotação de proclamação cristã e indica a Palavra de Deus de uma maneira ampla, ou seja, é a Palavra de Deus em sua amplitude.
Rema – Indica a Palavra de Deus de maneira pontual ou específica, indicando uma ordem, vocação ou missão. “Lucas entendeu como sendo palavra da promessa, que não fica sem cumprimento” (BETZ, 1986: p. 419). O termo promessa não se refere às “caixinhas de promessas”, mas sim no sentido de que Jesus anunciou/mandou (sentido de mandamento) coisas que aconteceriam, ou seja, tinham uma promessa de acontecimento se houvesse a obediência por parte do discípulo. Em outros termos, é uma palavra específica de Jesus que traz no seu bojo a necessidade de cumprimento por parte daqueles que a recebem, pois se trata uma promessa/mandamento ou mandamento/promessa.

4. Conexão com a vida.
Este jogo de palavras que Jesus faz ao conversar com seus discípulos, se ressalta o estímulo que Ele oferece aos seus seguidores e que nos alcança em nossos dias, quando temos desafios e oportunidades para o nosso viver diário. Este estímulo pode ser compreendido como a esperança do pescador da história bíblica, ou do trabalhador/a da nossa história, pois em todos os setores da vida e da sociedade a esperança é uma força que impulsiona as pessoas a lutarem pela vida digna. Assim, afirma o educador, “a esperança é um condimento indispensável à experiência histórica. Sem ela, não haveria História, mas puro determinismo” (FREIRE, 1921: p. 43).
A esperança não é algo que possa ser vendido, comercializado ou negociado. Segundo Paulo Freire, a esperança é uma das condições que tornam possível a luta em prol da reconstrução do mundo. Ela não “consiste em cruzar os braços e esperar. Na medida em que lute, estou amadurecido para a esperança. Se combato com a esperança, tenho o direito de confiar” (FREIRE, 1996: p. 43). Ele afirma ainda que a “esperança é necessária, mas não é suficiente. Ela, só, não ganha a luta, mas sem ela a luta fraqueja e titubeia. Precisamos da herança crítica, como o peixe necessita da água despoluída” (FREIRE, 1997: p. 5)
É nesta perspectiva que o pescador lança as suas redes.
Bispo Josué Adam Lazier

Referências Bibliográficas
BETZ, O. In: Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento. São Paulo, SP: Editora Vida, 1986, vol. III.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo. SP: 1996.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança. São Paulo, SP: Paz e Terra, 1997.
FREIRE, Paulo. Conscientização -Teoria e Prática da Libertação. Uma Introdução ao Pensamento de Paulo Freire, São Paulo, Cortez & Moraes, 1921.


ESPAÇO INTERNACIONAL - Casar aos 16 anos?

Santos no Senhor, a cada dia somos surpreendidos com posturas - digamos confusas - adotadas pelo presidente do Irã que nos leva a concluir que o país – antiga Pérsia - precisa realmente de uma grande mudança no campo político.

Apesar de a última eleição ter demonstrado um crescimento da oposição e da insatisfação de uma boa parte da sociedade - que digamos de passagem foi muito reprimida -, ainda falta um despertar maior para que medidas como esta descrita na matéria abaixo, sejam consideradas como a “gota d’ água” para o sepultamento – evidentemente político – desse tipo de atuação governamental.


Independente da diferença  existentente entre a cultura e costumes do oriente e ocidente, induzir – porque essa é a palavra correta – adolescentes à contrair uma responsabilidade como o casamento aos dezesseis anos, é no mínimo uma atitude egoísta, quando pensamos na mudança substancial que uma decisão como essa provoca na vida de uma pessoa.

Essa distorção fica mais grave quando observamos que o próprio cotidiano  do povo iraniano tem feito as pessoas tomarem a decisão de casar mais tarde – considerando tarde 24(mulher) e 26 anos (homens).

Fica evidente que as decisões deste governo para com sua sociedade não estão sendo tomadas com base no bem estar do povo, mas amparadas no interesse político, religioso e militar de anular o ocidente na vida dos iranianos – como se isso fosse realmente possível e necessário.

Que o povo iraniano – que merece todo nosso amor, orações e respeito – possa julgar o que é realmente melhor para suas vidas.

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira

 Revista Època:Presidente do Irã quer incentivar o crescimento da população de seu país e sugere diminuir a idade média em que as pessoas se casam.

O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, recomendou às adolescentes iranianas que se casem aos 16 anos de idade e aos homens que o façam aos 20 anos, segundo o diário local JameJam.

A sugestão acrescenta mais polêmica à já controvertida política familiar do líder ultraconservador, quem meses atrás ofereceu incentivos econômicos às famílias para que elevem o número de filhos, embora os analistas considerem a medida incerta devido às dificuldades econômicas pelas quais o país atravessa.

Ahmadinejad argumenta, no entanto, que a população do Irã, atualmente em 75 milhões de pessoas, deve dobrar para fazer frente às pressões do Ocidente. "A idade de casamento dos homens aumentou para 26 anos e a das mulheres para 24, sem que haja razão para isso. A idade de casamento para os homens deveria ser de 20 anos e a das mulheres em torno dos 16 ou 17 anos", afirmou o líder, segundo o jornal.

De acordo com os números do censo nacional, cerca de um terço da população iraniana tem entre 15 e 30 anos idade. Os jovens são a faixa etária com mais propensão ao desemprego, problema que, que segundo o governo, atinge cerca de 9% da população, mas que analistas independentes acreditam afetar mais de 20%.
A política familiar de Ahmadinejad rompe com a iniciada na década de 1990 pelo então presidente iraniano Ali Akbar Hashemi Rafsanjani, destinada a controlar os índices de natalidade. O atual líder considera que esse tipo de política é uma perversa influência do Ocidente.














sexta-feira, 19 de novembro de 2010

ESPAÇO INTERNACIONAL - Perdemos uma grande oportunidade de colaborar para a democracia no Irã.

PERDEMOS  A OPORTUNIDADE DE AJUDAR UMA PESSOA A VIVER. MAS E DAÍ, É SÓ UMA MULHER, NÃO É, SERÁ QUE ELA VALE NOSSO ESFORÇO?

CREIO QUE NÃO, COMO NAÇÃO FICAMOS FORA DO MECANISMO QUE PODIA FAZER PRESSÃO PARA QUE ELA CONTINUE VIVA.

MAS SAKINEH...SAIBA QUE NÓS CRISTÃOS BRASILEIROS VAMOS ORAR PELA SUA LIBERTAÇÃO - NOS DOIS SENTIDOS DA PALAVRA, FÍSICO E ESPIRITUAL.

Particularmente espero (nesse caso é só uma força de expressão, porque a linha  das relações exteriores que prevaleceu e vai prevalecer é a do PT) que no governos da Dilma ocorra uma grande mudança na área das relações exteriores.

Mais uma vez, nossa chancelaria se omitiu de votar uma resolução da ONU que pede o fim do apedrejamento no Irã e o condena como forma de punição, além de outras graves violações de direitos humanos, por silenciar jornalistas, blogueiros e opositores.

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira

Leia a matéria abaixo e emita sua opinião em nossos comentários.


Leia a matéria na integra no estadao.com :GENEBRA - A diplomacia brasileira se absteve de apoiar uma resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) que pede o fim do apedrejamento no Irã e o condena como forma de punição. A resolução ainda condena Teerã por "graves violações de direitos humanos" e por silenciar jornalistas, blogueiros e opositores. A votação da resolução ocorreu na noite da quinta-feira, 17, em Nova York. O governo iraniano acusou a ONU de estar "politizando a questão do apedrejamento".

Nos últimos anos, a estratégia do Itamaraty tem sido a de não usar os órgãos da ONU para condenar outros países. A ideia é de que a cooperação e o diálogo são as melhores formas de garantir que um país caminhe em direção ao respeito dos direitos humanos. A posição brasileira é criticada por ONGs, que insistem que o País, na condição de democracia, deveria pressionar demais governos para que sigam no caminho da abertura política.

Na quinta-feira, porém, o Brasil voltou a demonstrar que não está disposto a criticar o Irã publicamente, nem mesmo no caso do apedrejamento. O Brasil ainda tem esperanças também de ser chamado para fazer parte do grupo que negociaria uma solução para o impasse nuclear no Irã.


ESPAÇO VAMOS ORAR POR ESSA SITUAÇÃO - A Posição da Universidade Mackenzie também é a nossa.

A frase estampada na faixa do movimento político gay está precisamente correta, nela falta apenas a colocação de uma vírgula no lugar do ponto final e um "mas", seguido da seguinte complementação":

 ",mas esse mesmo Deus considera abominável a prática do homossexualismo".

Queridos leia o texto abaixo e divulgue na mídia que você tiver acesso, ele  foi produzido de forma coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.

O movimento, repito "POLITICO GAY",  tenta de todas as formas confundir a opinião pública a respeito da lei da homofobia, principalmente quando cristãos estão envolvido no tópico em questão.

A verdade é que ninguém ( cristãos ou não) é a favor de fobia nenhuma, seja ela homo, nordestina, bíblica ou qualquer outra  da área da vida. O problema reside no conceito de homofobia deles:

 que se traduz em todas as pessoas aceitarem como uma prática normal e natural o homossexualismo.

Nós não temos nada contra os homossexuais, muito pelo contrário, eles estão sempre presentes na oração das igrejas, além de respeitarmos sua opção, se eles não desejarem mudar. O que nós não aceitamos, é perder o nosso direito de discordar do que é certo ou errado.

Mas essa parte, nesse detalhe - que faz toda diferença - eles (o movimento político que não deve ser confundido com a pessoa homossexual) não buscam esclarecer a opinião pública, porque a intenção do movimento é criminalizar quem pensa diferente do que eles entendem que é certo, mesmo que essa discordância não se traduza em agressões físicas ou morais.

Queridos estejamos unidos em torno da justiça, apoie o Mackenzie, bem como o autor do texto, que só expressou de forma clara o pensar cristão e até mesmo católico romano.

Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira

A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.
Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.
Para ampla divulgação.


ESPAÇO DIVERSOS - O movimento Pentecostal

Apesar de muitas pessoas rotularem o Pentecostalismo como o grupo cristão da glossolalia - ato de falar línguas celestiais - e às vezes também das xenolalia - outras línguas humanas -, os Pentencostais históricos estão muito além dessa simples associação – real por sinal -, mas completamente limitada.

Sua história – como pode ser verificado no belíssimo texto abaixo – é anterior ao movimento ocorrido na Rua Azuza (1906), podendo ser ligado a movimentos ocorrido no Estado da Carolina do Norte por volta de 1896.

Suas raízes estão firmadas não só no sangue de Cristo, mas também no de homens e mulheres simples, humildes e de vida sofrida que deram espaço ao Espírito Santo para que uma velha história fosse reescrita novamente.

O século XX consagrou esse movimento que teve de optar por uma linha dura na questão dos costumes, tendo em vista o modernismo que entrou em vigor no mundo quase que na mesma época, trazendo uma “liberdade na forma de viver”, que logo tomou forma de libertinagem nos anos seguintes.

É interessante observar – segundo a pesquisa da matéria abaixo – o espaço dedicado à mulher no início desse movimento, levando algumas ao ministério pastoral.

Que os pentecostais de hoje, continuem se mirando nos grandes exemplos deixados por esses que firmaram essa tão grande obra e que o século XXI, seja profundamente impactado pelo poder do Espírito Santo que foi derramado sobre a vida deste grupo do cristianismo.

Deus abençoe os pentecostais, mas também aos outros grupos que estão firmados no Sangue e nas Sagradas Escrituras.
ps: Se você que nos visita acha que é uma besteira falar em línguas, saiba que muito além de ser uma manifestação que chama atenção, é uma experiência íntima indescristível. Pense sobre isso, você também pode falar em línguas.
Em Cristo
Pr. Paulo Cesar Nogueira




Por Christian History & Biography>Certa vez, a revista Time listou os cem maiores eventos do segundo milênio e colocou o Pentecostalismo em 68o lugar. O Dicionário do Cristianismo na América diz que o Pentecostalismo é “o desenvolvimento mais significativo do Cristianismo no século XX”.Apesar de muitos considerarem o Reavivamento da Rua Azuza (1906) como o nascimento do Pentecostalismo moderno, o falar em línguas teve lugar em duas reuniões santas anteriores, uma em Topeka, Kansas, em 1901, e a outra em Cherokee County, Carolina do Norte, em 1896.
É difícil dizer qual é a denominação pentecostal mais antiga. A Igreja Santa Unida e a Igreja de Deus (ambas de Cleveland) apontam para raízes pré-pentecostais antes de 1886. a Igreja da Santidade Pentecostal, tem raízes pentecostais antes de 1879, e foi a primeira a adotar uma Confissão de Fé Pentecostal, em 1908.
Os primeiros pentecostais afirmam que o dom de línguas não foi primeiramente o ato de falar línguas celestiais (glossolalia), mas sim, outras línguas humanas (xenolalia). Qual o propósito? Um dos primeiros líderes,Charles Parhem, disse ,“eu senti por anos que nenhum missionário que saía aos campos estrangeiros podia pregar na língua dos nativos, e que se Deus sempre havia equipado seus ministros dessa forma [pela xenolalia], ele podia fazer isso hoje”. Apesar de algumas histórias sobre xenolalia existirem, elas não foram confirmadas.
Muitos dos primeiros pentecostais eram pacifistas. Quando a Primeira Guerra estourou, alguns pentecostais clamaram por um “grande conselho de paz”, onde eles poderiam expor sua oposição contra a guerra. Todas as grandes denominações pentecostais, em algum momento, adotaram uma resolução pacifista.
Os pentecostais têm sido tão rígidos quanto fundamentalistas quanto ao comportamento social. Além de acabar com vícios como o álcool, tabaco, e cinema, eles criticaram as gomas de mascar, os vestidos de manga curta, bebidas leves, e gravatas. No Brasil por muitos anos proibiram seus membros de ver televisão e as mulheres de se maquiarem.
Apesar disso, a maioria dos pentecostais vieram da classe trabalhadora, um movimento que cresceu entre os pobres e pessoas à margem da sociedade. Os primeiros pentecostais ensinaram uma “teologia dos pobres”, interpretando seu notável crescimento como um favor especial de Deus sobre os pobres.
A harmonia racial marcou os primeiros estágios do movimento: o Reavivamento da Rua Azuza foi liderado por um negro, William Seymour, e negros e brancos adoravam a Deus e compartilhavam a liderança da igreja. Como um historiador pentecostal observou: “A fronteira de cor foi lavada no sangue”.
Os pentecostais encontraram ocasião para argumentar e discordar entre si sobre quase todos os assuntos, desde a proibição da carne de porco até a doutrina da Trindade. O resultado: hoje, mundialmente, existem mais de 12 mil denominações pentecostais ou carismáticas.
Existiam muitas mulheres pastoras e pregadoras nos primeiros anos do movimento, e a pentecostal mais conhecida do século XX foi a evangelista Aimee Semple McPherson. Outra pregadora famosa foi Maria Woodworth-Etter, que certa vez argumentou, “este é o tempo para as mulheres deixarem suas luzes brilharem; para exporem seus talentos que foram travados pela ferrugem, e usá-los para a Glória de Deus”.
Para muitos pentecostais, línguas e curas têm sido recursos para grandes finalidades. Como um moderno líder pentecostal colocou,” apesar de todas as suas contradições, os pentecostais não gastam todo seu tempo falando em línguas, eles tem insistentemente tentado trazer pessoas a Cristo”.
A maior igreja pentecostal do mundo está na Coréia do Sul: a Igreja do Evangelho Pleno de Yoido, pastoreada por David Yongii Cho. A igreja tem mais de 800 mil membros. A Assembléia de Deus do Brasil, tem cerca de 15 milhões de adeptos, dividida em várias congregações, diferentemente da igreja coreana, que é concentrada em apenas um templo.
O Pentecostalismo se tornou o grupo cristão de crescimento mais rápido do mundo. Com aproximadamente meio bilhão de adeptos, ele é, depois do Catolicismo romano, a maior tradição cristã.
O Pentecostalismo se tornou o grupo cristão de crescimento mais rápido do mundo. Com aproximadamente meio bilhão de adeptos, ele é, depois do Catolicismo romano, a maior tradição cristã.
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

ESPAÇO RELACIONAMENTO - Não há como solucionar um conflito sem ouvir com empatia

Além do Evangelho, falar sobre relacionamento é um dos temas que mais me motiva.

Temos ministrado palestras em várias igrejas sobre relacionamento de casais e família, além de manter  aberto atendimento para aconselhamento à todas as igrejas -  que de alguma forma necessitar de colaboração nos encaminhando certos casos – já que Deus tem nos separado também para essa obra.

Vivemos um era de individualismo e exaltação pessoal que contribui de forma decisiva para os casais não se entenderem e optarem pela pior decisão – a separação.

Por isso, criamos nesse blog o “ESPAÇO REALACIONAMENTO”, um local reservado para os casais – e outros – buscarem mais conhecimento sobre essa difícil tarefa que é viver à dois.

Nossa humanidade – no sentido original dessa palavra – corrompida no Éden tornou quase impossível uma convivência decente sem a regeneração da obra da Cruz e mesmo assim, sempre precisaremos de ajuda.

Por isso, sempre que encontramos ou escrevemos alguma coisa que possa acrescentar de alguma forma esse nosso aprendizado, estaremos compartilhando nesse espaço que é meu e seu. Sendo assim sugerimos a leitura do texto abaixo
Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira

http://cristianismohoje.com.br/interna.php?subcanal=44&id_conteudo=152Discussão não é a soluçãoO que dá de tão ruim nas discussões entre casais?

Por Gary D. Chapman

Conflitos fazem parte da natureza humana. Sempre que interesses são contrariados, surgem pontos de atrito que acabam levando a eles. Há conflitos entre pessoas, entre grupos, entre nações – mas poucos espaços são tão propícios à eclosão de conflitos quanto o matrimônio. Afinal, é no casamento que as individualidades são postas à prova quase que diariamente. E os conflitos resultam justamente de nossa individualidade. Mas, para alguns casais, o conflito gera discussões que, com freqüência, fogem ao controle. Aí, ao invés de se encontrar soluções, criam-se novos problemas de relacionamento.

O que há de tão ruim nas discussões entre casais? É que, geralmente, elas não levam a soluções – quando um dos cônjuges vence a discussão, o outro sai derrotado. Discussões podem ter como resultado grandes parcerias. Mas, também, podem ser bastante destrutivas. Discussões são quase sempre carregadas de emoção. O pior é que as discussões acabam levando a um destes três resultados: o marido ganha, a mulher perde; a mulher ganha, seu marido perde; ou, então, ocorre um empate, onde ambos perdem. Nenhum dos dois aceita a posição do outro e ambos saem decepcionados, frustrados, magoados, irados.

A boa notícia é que os conflitos podem ser resolvidos sem discussão. Encontrar a solução certa começa quando decidimos acreditar que ela existe e que as duas pessoas envolvidas são inteligentes o suficiente para encontrá-la. Isso envolve respeito às idéias do outro, ainda que sem concordância tácita. E amor, é claro. Afinal, o objetivo é encontrar uma solução, e não vencer uma discussão. O alvo na solução dos conflitos não é acabar com as diferenças, mas aprender a trabalhar com elas, usando-as para tornar a convivência melhor. No caso da vida a dois, resolver conflitos é o passaporte para se construir um relacionamento melhor.

Não há como solucionar um conflito sem ouvir com empatia. Infelizmente, a maioria dos casais pensa que está ouvindo um ao outro; mas, na verdade, quando deveriam ouvir, estão apenas recarregando a metralhadora verbal. Ouvir com empatia significa tentar entender o que o parceiro está pensando e sentindo. É colocar-se no lugar do outro e tentar ver o mundo pelos seus olhos. Isso implica em baixar a arma verbal em prol de entendimento verdadeiro do ponto de vista do cônjuge. Em vez de pensar em como vamos responder ao que o outro está falando, deveríamos dedicar toda a atenção em ouvir o que ele está dizendo. Só obteremos uma resposta de amor depois que entendermos o significado e o sentimento que se encontram por trás das palavras.

O erro mais comum que os casais cometem na tentativa de solucionar conflitos é responder antes de enxergar o cenário completo. É inevitável que isso leve a discussões. Quando as pessoas retrucam rápido demais, costumam responder à questão errada. Mas ouvir ajuda a focalizar o ponto central do conflito. Quando você declara ter entendido a perspectiva de seu cônjuge, pode compartilhar a sua e, juntos, negociarem uma solução que atenda às idéias e os sentimentos dos dois. Sim, é possível encontrar uma solução em que os dois saiam vencedores. Quando ouvimos, entendemos e respeitamos as idéias um do outro. Quando o marido e a esposa buscam soluções em amor para os conflitos, acabam chegando à harmonia e à união que desejam construir acima de tudo.








ESPAÇO INTERNACIONAL - A.R.Mohler Jr. exorcisa os rituais de exorcismo católico

O Dr. Albert R. Mohler, Jr., serve à Deus como presidente do Southern Baptist Theological Seminary - a escola  carro-chefe da Convenção Batista do Sul e um dos maiores seminários em todo o mundo.

Além disso, ele é considerado  um dos maiores apologistas vivos dos Estados Unidos, sendo um defensor da família nos moldes bíblicos e um crítico intelectual do movimento que tenta distorcer o Evangelho para que ele não seja impedimento ao movimento político homossexual.

Mas o que quero trazer para nossos visitantes nesta postagem é a resposta de Albert R. Mohler à uma reunião sobre exorcismo organizado pelos bispos católicos romanos ocorrida nesses últimos dias na cidade de Baltimore que chamou cinqüenta bispos e  sessenta sacerdotes que "aprenderam" a discernir se uma pessoa é verdadeiramente possuído por um demônio e como conduzir um exorcismo, quando necessário.

Mohler -  como  apologista bíblico - questiona e invalida esses rituais que não têm base em nenhum texto neotestamentário – não invalidando a existência do inimigo e seus demônios – reafirmando que nós só precisamos de Jesus e  a fé que Ele nos concede no seu nome.

Leia a matéria abaixo extraída do site do próprio Mohler, com certeza vai edificar seu conhecimento espiritual.
Em Cristo 
Pr. Paulo Cesar Nogueira
Sobre exorcismo e Exorcistas: Uma Visão Evangélica
Devemos respeitar o poder do diabo e seus demônios, mas nunca temê-los. Nós não precisamos de um ritual de exorcismo, só o nome de Jesus. Não é dado um sacerdócio de exorcistas - para cada crente está armado com a promessa do evangelho, unidos a Cristo pela fé, e habitado pelo Espírito Santo.
Segunda - feira 15 de novembro de 2010
Um turbilhão de atenção da mídia foi dirigido nos últimos dias para uma reunião sobre exorcismo organizado pelos bispos católicos romanos. A reunião, realizada em Baltimore, chamou cinqüenta bispos e sacerdotes de sessenta que aprendeu a discernir se uma pessoa é verdadeiramente possuído por um demônio e como conduzir um exorcismo, quando necessário.
Rachel Zoll da Associated Press relatou que o programa da reunião foi destinada a "delinear a base bíblica do mal, instruir o clero de avaliar se uma pessoa é verdadeiramente possuída, e rever as orações e rituais que compõem um exorcismo".
grandes meios de comunicação relataram dois ângulos diferentes sobre a história, com alguns, como Zoll, destacando a falta de entusiasmo entre os católicos norte-americanos para o rito e outros, como Laurie Goodstein de O New York Times, Explicando que o punhado de sacerdotes, já qualificado para ser exorcistas são "sobrecarregados com pedidos de pessoas que temem que estão possuídos pelo diabo."
Goodstein fez um relatório hesitação significativa por parte de muitos católicos norte-americanos e cinismo sobre exorcismo por parte de muitos sacerdotes. Ainda assim, há uma crescente demanda popular entre os católicos.
"Nem todo mundo que pensa que precisa de um exorcismo na verdade é uma necessidade", explicou o bispo Thomas J. Paprocki de Springfield, Illinois, a principal força por trás de chamar o evento. "É usado apenas nos casos em que o diabo está envolvido em uma espécie de forma extraordinária em termos de realmente estar em posse da pessoa."
R. Scott Appleby, professor de história americana na Universidade Católica de Notre Dame, disse Goodstein que o esforço é, na verdade, uma maneira de a igreja ressaltando seu poder espiritual hierárquica, uma vez que apenas sacerdotes e membros da hierarquia pode executar as rito. "É uma estratégia para dizer: 'Nós não somos a Reserva Federal, e nós não somos o Conselho Mundial de Igrejas. Temos de lidar com anjos e demônios. "
Bispo Paprocki disse: "Mas é raro, é extraordinário, assim que o uso do exorcismo também é raro e extraordinário. . . . Mas temos que estar preparados. "
Então, por que não há rito evangélico de exorcismo? Nós "lidar com anjos e demônios", também, certo? A atenção da mídia para a reunião Católica aborda esse assunto de novo.
Os cristãos evangélicos acreditam na existência, malevolência e poder do diabo e seus demônios. Sobre essas coisas, o Novo Testamento é bem claro. Devemos resistir a qualquer esforço para "desmistificar" o Novo Testamento, a fim de negar a existência dessas forças do mal e os seres. Ao mesmo tempo, temos de reconhecer rapidamente que o Diabo e os demônios não são reconhecidas as competências que lhes é atribuído, muitas vezes na piedade popular. O diabo é de facto uma ameaça, como Pedro fez clara quando ele avisou: "Sede sóbrios de espírito, ser vigilante. Seu adversário, o Diabo, anda em derredor, como leão que ruge, procurando alguém para devorar. "[1 Pedro 5:8]
O Novo Testamento também é claro que muito casos reais de possessão demoníaca foram encontrados por Jesus e seus seguidores. Jesus libertou aflitos indivíduos como ele comandou os demônios para fugir, e eles obedeceram. Da mesma forma, o apóstolo Paulo executou exorcismos como ele confrontou os poderes do mal e da escuridão em seu ministério.
Um olhar mais atento às passagens cruciais envolvidos não revela ritual de exorcismo, no entanto, apenas o nome de Jesus e da proclamação do Evangelho. Da mesma forma, não há noção de um ministério sacerdotal de exorcistas ordenado no Novo Testamento.
As armas de nossa guerra é espiritual, e os poderes que as forças da escuridão mais teme é o nome de Jesus, a autoridade da Bíblia, eo poder do seu Evangelho.
Os evangélicos não precisam de um ritual de exorcismo, porque a adotar esse tipo de invenção seria entregar o terreno elevado do Evangelho. Estamos engajados na batalha espiritual cada minuto de cada dia, se estamos ou não reconhecer isso. Não há nada a temer ou odiar os demônios mais de evangelismo e missões, onde o Evangelho empurra para trás com poderes sobrenaturais contra seus bens, tornando-os impotentes e incapazes. Cada vez que um crente partes do Evangelho e declara o nome de Jesus, os demônios eo diabo perde seu poder.
Além disso, não há absolutamente nenhuma evidência do Novo Testamento que um crente em Cristo pode ser possuído por demônios. Atormentado e tentado? Claro que sim. Mas nunca possuiu. Uma vez que estamos unidos a Cristo pela fé e recebemos o dom do Espírito que habita, não há como um demônio pode possuir nós. Como o apóstolo João nos lembra: "Filhinhos, vocês são de Deus e os venceram, porque aquele que está em vós é maior do que aquele que está no mundo." [1 João 4:4]
Assim, devemos respeitar o poder do diabo e seus demônios, mas nunca temê-los. Nós não precisamos de um ritual de exorcismo, só o nome de Jesus. Não é dado um sacerdócio de exorcistas - para cada crente está armado com a promessa do evangelho, unidos a Cristo pela fé, e habitado pelo Espírito Santo.

ESPAÇO DIVERSOS - Perder às vezes é necessário para a formação de um bom caráter

Existem algumas matérias - que só vamos divulgar por questão de fidelidade aos nossos visitantes, já que nos propomos a comentar todos os aspectos da vida - que o melhor é só registrar o ocorrido e nada mais. Sem comentários.

Pr.Paulo Cesar Nogueira




Messi faz no fim, e Argentina derruba invencibilidade do Brasil na "Era Mano"

ESPAÇO DE CIÊNCIA - A antimatéria está no controle de Deus.

Um dos principais mistérios para a ciência – que há muito ela tenta desvendar – é a antimatéria – um segredinho de Deus que Ele está revelando aos poucos aos homens.

Durante 170 milissegundos - aproximadamente um sexto de segundo - o Centro Europeu de Pesquisas Nucleares conseguiu capturar pela primeira vez 38 átomos de anti-hidrogênio, a antimatéria equivalente ao hidrogênio convencional (site da revista científica Nature em inglês).

Apesar desse grande passo, as experiências com a antimatéria ainda são uma incógnita. Alguns pesquisadores temem pelas conseqüências desse avanço – ainda considerada andando no escuro-, já que antimatéria e matéria se anulam.

Deu para entender o receio deles?

Mas como nós sabemos que além da matéria – e não foi um trocadilho – a antimatéria está no controle do Eterno, oremos para que novas descobertas possam contribuir para o bem da humanidade.

Em Cristo,

Pr. Paulo Cesar Nogueira, que não é cientista, mas ama de todo coração o Criador da ciência.

Antimatéria é 'armazenada' em laboratório pela primeira vez

Átomos de anti-hidrogênio foram capturados durante 170 milissegundos.
Experimento foi realizado no Centro Europeu de Pesquisas Nucleares.
Do G1, em São Paulo
imprimir Cientistas do experimento Alpha, desenvolvido pelo Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern, na sigla em inglês), conseguiram capturar pela primeira vez 38 átomos de anti-hidrogênio, a antimatéria equivalente ao hidrogênio convencional. O material foi armazenado por apenas 170 milissegundos - aproximadamente um sexto de segundo. A informação está no site da revista científica Nature (em inglês).
Os átomos de anti-hidrogênio foram produzidos no vácuo, mas cercados por matéria comum. Ao entrar em contato, antimatéria e matéria se anulam, com as antipartículas sendo desintegradas.
Agora os físicos do Cern desenvolveram uma armadilha magnética para "segurar" a antimatéria por um tempo ínfimo, mas suficiente para que os especialistas pudessem estudá-la. O objetivo é saber se as antipartículas são suscetíveis às mesmas forças eletromagnéticas que influenciam partículas comuns como prótons e elétrons.
Equipamento usado para capturar átomos de anti-hidrogênio. (Foto: Niels Madsen / ALPHA / Swansea)A antimatéria é um dos principais mistérios da ciência. É idêntica à matéria comum, mas as partículas que a compõem têm cargas elétricas opostas. Como exemplo, a antipartícula equivalente ao elétron é o pósitron, que tem carga positiva.
O anti-hidrogênio é formado por um antipróton, com carga negativa, e um pósitron. Já havia sido criado artificialmente em 1995 no Cern, porém os estudiosos nunca conseguiram deter os átomos por muito tempo. Ao entrarem em contato com a matéria comum, acabam gerando radiação ou se transformando em outras partículas.
Técnicas de criação de anti-hidrogênio - outra foi desenvolvida em outro experimento do Cern chamado Asacusa - servem aos cientistas para testar o que é previsto pelo modelo padrão de partículas elementares.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

VAMOS ORAR POR ESSA SITUAÇÃO - Dentro do politicamente correto, o Haiti está bem.

Amados do Senhor. Eu não poderia deixar de falar alguma coisa sobre a situação do Haiti, mas infelizmente estou envergonhado demais como ser humano para me alongar muito na elaboração de um texto - pois de certa forma estamos  omissos com  essa calamidade, até parece que ninguém está sofrendo. .

E isso acontece porque estamos preocupados demais com coisas que realmente são secundárias na vida.

É interessante observar como os pretensos intelectuais - aqueles que sabem todas as coisas e que para eles quem pensa diferente é ignorante -utilizam a seu bel prazer palavras para dar  o conceito de certo ou errado no momento que interessa a eles, como por exemplo :

É politicamente correto aumentar o salário dos ministros e políticos, face a suas despesas.
É politicamente correto defender a causa - diga-se de passagem política - gay.
É politicamente correto defender a terra - que nunca serve de moradia para os "sem terra".
É politicamente correto defender o direito da mulher de fazer o que quiser com o seu corpo - nisso se inclui matar alguns fetos (para mim são bebês) ao longo da vida.
É politicamente correto deixar os adolescentes e jovens fazerem sexo a vontade, afinal de contas qual é o problema?

Bem, nessa linha de raciocínio deve ser politicamente correto deixar acontecer o que está se passando no Haiti nesse momento.

Com lágrimas e em Cristo.
Pr. Paulo Cesar Nogueira
Kit para combater a cólera consiste em soro para reidratação endovenosa, cateter, lençois, luvas descartáveis e álcool em gel (Foto: Emilio Morenatti / AP)
Não sabemos por onde começar’, diz médica brasileira no Haiti



Tais Lara, especialista em UTI do Einstein, está tratando vítimas da cólera.


Expectativa é de surto na capital Porto Príncipe daqui a duas semanas.


Do G1, em São Paulo

Kit para combater a cólera consiste em soro para reidratação endovenosa, cateter, lençois, luvas descartáveis e álcool em gel (Foto: Emilio Morenatti / AP) Os médicos voluntários que foram ao Haiti para tratar as vítimas da cólera estão de mãos atadas por problemas logísticos. A avaliação é de Tais Rodrigues Lara, médica especializada em cuidados intensivos do Hospital Israelita Albert Einstein. “A gente não sabe nem por onde começar, e fica frustrado porque queria ajudar mais”, disse Tais, por telefone, ao G1. A intensivista, que chegou ao Haiti quinta-feira (12) e retorna ao Brasil sexta (19), já esteve no país no início do ano para ajudar os feridos pelo terremoto de 12 de janeiro. “A situação é muito parecida com a que vimos aqui oito meses atrás. Há cerca de 1,3 milhão de pessoas vivendo em tendas, não há saneamento, coleta de lixo ou rede de água e esgoto.”
Não é nada fácil ajudar em um contexto como esse, lamenta a médica. “A chegada dos insumos e equipamentos para tratar a cólera leva muito tempo, e a chave para salvar as vítimas é justamente conter a desidratação rápida, a principal característica da doença”, diz.
ONU adverte que toda população do Haiti corre risco de contrair cóleraNúmero de mortes causadas pela cólera passa de mil no HaitiA cólera é uma infecção intestinal causada pela bactéria Vibrio cholerae, que causa diarreia grave. O tratamento precoce com antibióticos elimina as bactérias e costuma parar a diarreia em 48 horas. Mais de 50% dos pacientes com cólera grave morrem se não forem tratados. Mas, com hidratação rápida, a mortalidade é inferior a 1%. A cepa (variedade) do vibrião da cólera que está circulando no Haiti pode matar em apenas 4 horas, segundo Tais.
O kit para combater o mal não é nada sofisticado: soro para reidratação endovenosa, cateter (tubo para injetar o soro na veia), lençois, luvas descartáveis e álcool em gel. Mas qualquer deslocamento, mesmo mínimo, leva no mínimo 45 minutos, conta a médica. “O tráfego está caótico, absolutamente parado. Nós perdemos 4 a 5 horas só no trânsito, todos os dias.”
Ainda segundo Tais, a ONG Médicos Sem Fronteiras e outras entidades estão agora se preparando para a subida dos casos de cólera na capital Porto Príncipe nas próximas duas semanas. “A correria, no momento, é para tentar que as pessoas tenham acesso em tempo hábil ao tratamento, que é relativamente simples.”

terça-feira, 16 de novembro de 2010

ESPAÇO RELACIONAMENTO - Como é o drama dos homens que se tornam ex-pais

Uma das coisas maravilhosas que encontramos no Evangelho de Cristo é a sinceridade com que a vida é descrita, principalmente quando se trata daqueles que acolhem o chamado para serem santos no Senhor.

Em nenhum momento somos iludidos com falsas promessas e nem envolvidos com barganhas, o que já seria motivo suficiente para que “certos evangelhos” não chegassem às nossas igrejas.

Dentro desta sinceridade – muito comum na fala de Jesus – Ele nos alertou que (João 16.33): “No mundo tereis aflições; mas tendo bom ânimo, eu venci o mundo”.

 Mas, é necessário  destacar que existe o outro lado da moeda também relatado no Evangelho, ou seja,  que em todos esses momentos somos acompanhados pela graça divina, o que faz toda diferença na forma de viver a adversidade e encontrar uma saída para ela.

Jesus deixou claro que nós não estamos isentos da adversidade, mas nos deixou um caminho a percorrer que pode nos salvaguardar de muitas situações de dor nesta vida. Repito : "não estamos acima dos problemas, mas a obediência a Deus nos faz evitar muitos deles".

Uma das coisas que não abro mão de fazer em nossa igreja é dar aula na Escola Bíblica. Além do prazer de ensinar, o contato com a igreja na EBD é uma experiência maravilhosa.

Nesta semana que passou, expliquei com detalhes em uma aula que o Evangelho não é mágico como muitos até ensinam – colocando Ele como a cabala-, mas que contém ensinos que podem fazer uma diferença muito grande em todas as áreas da nossa vida, parecendo certas vezes algo mágico – no sentido sobrenatural.

Uma das áreas onde o Evangelho pode fazer milagres é a do relacionamento de casais. Para isso, é necessário seguir a ordem básica: O B E D E C E R  S E M P R E, não sendo em nenhum momento  seletivo.

Quando o Evangelho proíbe a relação sexual antes do casamento, Ele – o Evangelho- tem seus bons motivos para isso. Além de ser considerado um ato pecaminoso diante de Deus, essa prática – exercida sem o compromisso do matrimônio – banaliza o que pode haver de mais íntimo entre duas pessoas, levando elas a perderem o pouco da imagem e semelhança de Deus que ainda resta no ser humano.

É claro que esse tipo de pecado sexual é só um dos muitos que o Evangelho tenta nos proteger, pois como já dissemos acima, Deus espera de nós uma resposta de obediência em todas as áreas da nossa vida.

Encerrando, peço sua oração pelo personagem – real – da matéria abaixo, que não é o único nessa situação. Como falei acima, nós cristãos não estamos livres de algo assim acontecer conosco, mas é muito mais difícil quando estamos – pela graça – em obediência a Deus.

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira
IMPORTANTE; Você pode ler a matéria completa na revista onlinhttp://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI187549-15228,00-DE+CADA+DEZ+HOMENS+QUE+PEDEM+EXAME+DE+DNA+TRES+
DESCOBREM+QUE+NAO+SAO+PAIS+D.html
De cada dez homens que pedem exame de DNA, três descobrem que não são pais de seus filhos


Como é o drama dos homens que se tornam ex-pais

Cerca de 30% de todos os testes de paternidade feitos no mundo dão resultado negativoA desconfiança de que Augusto não era pai de Luís surgiu no início da gravidez de Patrícia (todos os nomes dos personagens desta reportagem são fictícios). Antes de morar junto, o casal namorou durante sete anos e teve uma separação de três meses. Ao reatarem o relacionamento, ela disse que estava grávida. Augusto, então aos 24 anos, conta que perguntou se o filho era dele, e Patrícia fez um escândalo. “Ela respondeu que era absurdo eu duvidar dela.” Augusto diz que pôs a dúvida de lado para viver bem com a mulher. Não adiantou. O bebê estava com 6 meses, em julho de 2003, quando, durante uma briga, Patrícia lançou a pergunta que poria tudo abaixo: “Você pensa que aqueles olhos azuis são seus?”. Augusto resolveu se separar. O casamento já ia muito mal. Segundo ele, sua mulher não cuidava bem do filho, que ficava a maior parte do tempo na casa da avó paterna. “Ela dava leite de caixinha, delegava os banhos a minha mãe e, muitas vezes, passava na casa dela só para dar um beijo no filho”, diz. Patrícia voltara a trabalhar à noite, em um bingo. Ele procurou um advogado para acertar a guarda do filho. “Eu queria a criança para mim”, afirma. Augusto diz que acompanhou mês a mês a gravidez, que ajudou a montar o quarto do bebê, que trocava fraldas e levava ao médico: “Para mim, era impensável viver sem Luís”.


Patrícia, porém, não queria que a guarda (que iria regulamentar a pensão alimentícia e as visitas) fosse decidida judicialmente. Ao receber a intimação para comparecer ao tribunal, ficou furiosa. “Ela jogou na minha cara que o Luís não era meu.” De novo. Nem assim Augusto desistiu. O juiz determinou que o bebê passaria a semana com a mãe e os fins de semana com o pai. “Era muito amor. Toda vez que ele ia embora, era aquela choradeira”, diz Augusto. Enquanto isso, a ação corria e, nos autos, Patrícia afirmou que Augusto não era o pai de Luís. Como a mãe não queria dividir a guarda da criança, era necessário que Augusto provasse ser o pai biológico do menino. Ele entrou com um processo judicial para pedir a realização do teste de DNA. Luís estava com 1 ano e 2 meses quando foi marcado o exame. No dia da coleta de sangue, Patrícia levou ao laboratório outro homem, que também fez o teste. Revelou-se que ele era o pai biológico. “Era ele quem tinha os olhos azuis”, afirma Augusto. Essa foi a última vez que ele viu Luís, mas o drama não acabou ali.
Augusto conta que chorou meses seguidos, mas, aos poucos, foi se recuperando. Mergulhou no trabalho, voltou a sair com os amigos, conheceu outras mulheres. Dois anos depois, a vida parecia ter-se normalizado. Até que, certo dia, ao sair para uma balada, subitamente seu coração disparou. Ele sentiu formigamento, começou a transpirar e teve dificuldade para respirar. “Parecia que o mundo ia acabar.” Foram dois ataques assim, até que a médica de um pronto-socorro o aconselhou a procurar um psicólogo. Augusto passou por vários deles, e o diagnóstico era sempre o mesmo: síndrome do pânico causada pelo trauma de ter perdido Luís. Augusto diz ter feito quatro anos de tratamento. “Durante todo esse tempo, não saí com nenhuma garota. Achei que ia morrer”, afirma. A reportagem procurou pela mãe de Luís no interior de São Paulo, mas não a encontrou.

domingo, 14 de novembro de 2010

ESPAÇO REFLEXÃO - Culto coletivo é um privilégio

Hoje é o dia que nós - cristãos - separamos de “forma especial” para nos dedicarmos à comunhão com o Senhor.

Como amanhã é feriado, a tendência de muitas pessoas é “aproveitar”(?) à noite de hoje saindo com a família para fazer um programa digamos assim...light.

Para muita gente – e eu estou falando de salvos em Cristo, porque não menosprezo a graça divina na vida de ninguém - cultuar à Deus junto à congregação dos santos não é diversão, nem descanso, nem alegria e nem prazeroso.

É triste perceber que algumas famílias ainda não entenderam... eu ia dizer “nada do Evangelho”, mas creio que ficaria pesado demais, por isso, vou utilizar outra palavra mais amena do tipo: “não entenderam o maná que é cultuar a Deus na congregação dos santos”.

Como pode? Eu mesmo respondo: “Não sei, só sei que isso acontece e não é com uma pequena parte”.

Mas o que me consola – já que me entristece saber que muitos irmãos têm essa visão de Cristo – é a soberania divina, sua graça, majestade, poder.....

Tenho visto Deus mudar pessoas, alguns novos convertidos, outros há muito na igreja, mas que ainda estavam vivendo como esse grupo descrito acima.

Por isso, te convido nesse domingo a não deixar de está naquele local que chamamos de igreja, unidos uns aos outros para esse momento sublime que é o culto coletivo.

Ao nosso Deus a honra, a Glória e o Louvor

Em Cristo

Pr. Paulo Cesar Nogueira

















ESPAÇO VAMOS ORAR POR ESSA SITUAÇÃO - O Crack fora de controle

Querido visitante eu te convido a orar e também cobrar de forma ativa da Dilma – nossa presidente eleita - o compromisso que ela assumiu no dia ultimo dia 31 assim que saiu o resultado das urnas definindo sua vitória:

 “Que o governo não deveria descansar enquanto "reinar o crack e as cracolândias”.

Que o Senhor a ajude a levar essa promessa adiante, pois é ridícula a atual política de combate ao crack e o atendimento aos viciados.

A sensação que temos é que o problema foi deixado de lado pelos governos até hoje, já que sua origem se deu nas classes mais baixas socialmente falando. O alvo inicial da droga foi às pessoas de rua, não olhando nem se quer idade, chegando ao ponto de crianças de oito anos já estarem completamente viciadas. Mas rapidamente se alastrou e hoje virou um problema de todas as classes, isso sim, além de penal é um assunto de saúde pública. Detalhe, não é matando os pequenos viciados que teremos a solução - a exemplo do que muitos fazem com o aborto -, mas trazendo eles a verdadeira vida - também como deve ser feito com aqueles que foram concebidos no útero de uma mulher.

Que o novo governo tenha olhos para os verdadeiros problemas de saúde pública desse pais e não fiquem investido dinheiro público no que de fato não é público.

Pr. Paulo Cesar Nogueira

A tragédia do crack não é nova para o Brasil. Há anos, o país convive com o drama de violência e morte. Novo e oportuno, contudo, é o fato de a elite política do país, enfim, reconhecer a emergência do problema. No último dia 31, em seu primeiro discurso como presidente eleita, Dilma Rousseff disse que o governo não deveria descansar enquanto "reinar o crack e as cracolândias". Poderia ter falado genericamente "drogas", mas referiu-se especificamente ao "crack". Não foi à toa. Estima-se que no mínimo 600.000 pessoas sejam dependentes da droga no país - variante devastadora da cocaína que, como nenhuma outra, mata 30% de seus usuários no prazo máximo de cinco anos.


A praga do crack nasceu e grassou entre os miseráveis, a tal ponto que "cracolândia" virou sinônimo de "local onde pobres consomem sua droga". É mais do que tempo de rever esse conceito. Pesquisa da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo divulgada em 2009 constatou que o crack avança rapidamente entre os mais abastados: o crescimento entre pessoas com renda superior a vinte salários mínimos foi de 139,5%. Além dos números, os dramas pessoais confirmam que a química do crack corrói toda a sociedade. Nas clínicas particulares, que custam aos viciados que tentam se livrar da cruz alucinógena milhares de reais ao mês, multiplicam-se universitários, empresários, professores, militares. Todos estão reunidos pelo mesmo mal e almejam idêntico objetivo: tirar a pedra do meio do caminho de suas vidas. Confira os depoimentos.