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Queridos, este é o sexto texto de nossa séria entitulada "adultério e suas consequências nas relações familiares".A série já foi convertida para palestra e está disponível para ministrarmos em sua igreja.Estamos abertos a convites que se encaixem em nossa agenda.
Falar sobre o tema adultério através de textos em nosso blog não é um trabalho muito confortável para mim que estou redigindo as matérias, mas independente do desconforto que esse tipo de assunto gera, é necessário trabalhar estas questões de forma muito transparente, já que nosso objetivo junto à vida dos nossos leitores, do mundo secular e cristão, é edificar seus relacionamentos, fortalecendo-os para evitar, se ainda não aconteceu, uma surpresa desagradável (chamada adultério) que muitas vezes bate a porta dos casamentos, até mesmo daqueles rotulados como “uma união feliz, casal nota 10,20 e outros”.Este tema é um daqueles sobre o qual a maioria das pessoas não quer ouvir falar e nem ler, muito menos dentro das igrejas, lugar que deveria ser um “paladino”( indivíduo destemido e cavalheiresco; indivíduo sempre pronto a defender os oprimidos e a lutar por causas justas) na luta contra esta prática do inferno chamada adultério.
Às vezes, parece que o incomodo sentido pela maioria dos irmãos ao falarmos sobre o assunto decorre da hipocrisia que reina em muitas igrejas e dentro das famílias, onde se finge a todo tempo que as coisas estão em ordem, e que esse tipo de evento maligno (o adultério) só acontece com quem mora acima da linha do Equador ou veio da zona de prostituição.
Queridos, este é o sexto texto de nossa séria entitulada "adultério e suas consequências nas relações familiares".A série já foi convertida para palestra e está disponível para ministrarmos em sua igreja.Estamos abertos a convites que se encaixem em nossa agenda.
Falar sobre o tema adultério através de textos em nosso blog não é um trabalho muito confortável para mim que estou redigindo as matérias, mas independente do desconforto que esse tipo de assunto gera, é necessário trabalhar estas questões de forma muito transparente, já que nosso objetivo junto à vida dos nossos leitores, do mundo secular e cristão, é edificar seus relacionamentos, fortalecendo-os para evitar, se ainda não aconteceu, uma surpresa desagradável (chamada adultério) que muitas vezes bate a porta dos casamentos, até mesmo daqueles rotulados como “uma união feliz, casal nota 10,20 e outros”.Este tema é um daqueles sobre o qual a maioria das pessoas não quer ouvir falar e nem ler, muito menos dentro das igrejas, lugar que deveria ser um “paladino”( indivíduo destemido e cavalheiresco; indivíduo sempre pronto a defender os oprimidos e a lutar por causas justas) na luta contra esta prática do inferno chamada adultério.
Às vezes, parece que o incomodo sentido pela maioria dos irmãos ao falarmos sobre o assunto decorre da hipocrisia que reina em muitas igrejas e dentro das famílias, onde se finge a todo tempo que as coisas estão em ordem, e que esse tipo de evento maligno (o adultério) só acontece com quem mora acima da linha do Equador ou veio da zona de prostituição.
A prática do gabinete pastoral e da vida tem demonstrado um resultado bem diferente da utopia que muitos cristãos e seus pastores vivem. O adultério não faz acepção de lugar de moradia, do passado das pessoas, da idade, do nível social, da religião e muito menos da cultura. Sem pedir nenhum tipo de licença, o adultério tem arrombado a porta de muitos casamentos, onde os cônjuges têm permitido espaço para ele colocar os pés. E é nesse “time” que a Igreja tem sido chamada para ministrar as pessoas, principalmente em nossos dias, mostrando a realidade nua e crua dos relacionamentos, deixando claro que se houver espaço dentro da vida do casal e ausência de Deus, o adultério entra, faz bagunça e destrói uma ou mais gerações.
A cada dia percebo que o papel da Igreja se torna mais desafiador mediante o avanço da pós-modernismo em nossa sociedade, que no fundo, passou a reinar como um novo “império romano”, ditando “verdades” que a luz do bom senso da vida, família e do Evangelho, são eternas “inverdades”.Apesar de ter início na segunda metade do século passado, a pós-modernidade está atingindo sua maturidade nestas primeiras décadas do nosso século, o que torna urgente uma reação da Igreja, não contra os avanços naturais da vida, mas contra todo tipo de “verdade” que venha a confrontar as “verdades do Evangelho” e destruir famílias.
Em contraponto a conclusão acima (sobre o novo papel da Igreja), o que encontramos na maioria das nossas lideranças e membros são posturas, atitudes e preocupações muito distantes desta nossa nova função, que precisa ser desempenhada pelo povo de Deus com muita excelência, caso a Igreja queira realmente ser um instrumento do Eterno para anular a influência negativa do pensar pós-moderno e maligno que se institucionalizou em nossa nação, em especial no relacionamento familiar.
Muito tem sido falado este ano sobre os inimigos externos da Igreja e da família, mas estamos por hora esquecendo os inimigos internos, que precisam também ser atacados, já que eles estão agindo contra a vida da igreja através da destruição das famílias. Há muito tempo a Igreja (na pessoa da liderança) tem se colocado a margem de certos assuntos por entender que determinadas questões devem ser tratadas diretamente pelas famílias e não por ela. Essa pretensa atitude de respeito ao ser humano oculta uma comodidade em não atuar em assuntos dito polêmicos, com adultério, homossexualismo e o sexo propriamente dito.Estes temas por exigiram uma atenção maior e necessidade de conhecimento específico, são deixados de lado pelas lideranças que preferem esperar de braços cruzados para ver aonde o “barco” vai parar.Na maiorida das vezes ele afunda no lamaçal do pecado, levando muitas família a derrocada.
Por conta do avanço do pós-modernismo e da ação maligna (no pensar e viver de nossa sociedade) deste sistema que rege esse mundo, tornou-se imperativo a Igreja rever sua postura em relação a esses temas considerados por ela como polêmicos, já que está claro, pela demanda que temos hoje de adultério, práticas homossexuais e abusos sexuais, que o nosso povo e os casais do mundo secular não estão preparados para gerir seus próprios mecanismos de defesa, estão como o bebê da foto acima, que deveriam proteger seus casamentos e famílias, o que naturalmente precisa ser preenchido o mais rapidamente pela Igreja. A igreja não vai assumir o papel dos casais e nem dos pais, o que é responsabilidade de cada um deverá continuar ser assim, mas ela precisa entender que o gerenciamento, seja ele preventivo ou corretivo, precisa partir dela, que tem condições em Cristo de ser resposta de vitória as pessoas.
Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare







