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quarta-feira, 3 de junho de 2009

INDULGÊNCIAS

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Amados, a partir desta semana decidi incluir em nosso blog textos elaborados por irmãos que têm muito a contribuir para o meu crescimento e o seu. Por isso não deixe de ler este e os outros, pois tenho procurado fazer uma seleção do melhor que tenho encontrado, objetivando estruturar sua vida espiritual com conhecimento sensato e equilibrado.

Um pouco de história (passado) para nos ajudar a entender o nosso presente e nos preparar para o futuro.

E quem sabe este texto, que foi extraído da revista Ultimato deste mês, possa servir de canal de transformação para que muitos que estão hoje vivendo por conta de indulgências no catolicismo e até mesmo no “cenário evangélico”, possam acordar para a Graça e o Conhecimento de Deus.

Pr.Paulo Nogueira

Muitos protestantes atuais ficam surpresos em saber que ainda hoje, em pleno século 21, as indulgências continuam a ser uma crença abraçada oficialmente pela Igreja Católica Romana. Esse dogma e suas implicações práticas desencadearam a Reforma Protestante do século 16. A maneira como isso se deu é uma história fantástica, quase inacreditável, mas que realmente aconteceu.

Uma eleição imperial
No final da Idade Média, os imperadores alemães eram eleitos por um pequeno colégio eleitoral composto de sete integrantes: três arcebispos (de Mainz, Trier e Colônia) e quatro nobres (o conde palatino do Reno, o duque da Saxônia Eleitoral, o margrave de Brandemburgo e o rei da Boêmia). Esse sistema havia sido estabelecido por um decreto datado de 1356. No início do século 16, ao se realizar uma dessas eleições, uma das famílias nobres participantes do colégio eleitoral (os Hohenzollern) teve a ideia de se apossar de um dos arcebispados, o de Mainz ou Mogúncia, que estava vago. O escolhido para tal cargo foi Alberto de Brandemburgo, irmão do referido margrave. Todavia, ele não tinha a idade mínima necessária para isso e assim foi necessário obter uma autorização especial do papa.

Essa autorização custou elevada soma, pois Leão X precisava de recursos para construir a Catedral de São Pedro. O dinheiro foi obtido mediante empréstimo dos banqueiros Fugger, de Augsburg, a uma exorbitante taxa de juros. Para pagar o empréstimo, o novo arcebispo Alberto recebeu do papa o direito de vender indulgências, sendo que metade dos lucros iria financiar a construção da catedral romana. O arcebispo confiou a tarefa ao melhor vendedor que pôde encontrar -- o dominicano João Tetzel. Um de seus “jingles” promocionais dizia: “Logo que a moeda na caixa ecoa, uma alma do purgatório para o céu voa”. Tetzel cumpriu sua missão de modo eficiente e dramático, impressionando vivamente os seus ouvintes e convencendo-os a adquirir tão valioso bem. Quando ele se aproximou da cidade de Wittemberg, Lutero ficou indignado com esse comércio do perdão de Deus e escreveu suas famosas “Noventa e Cinco Teses” (31/10/1517). Estava iniciada a Reforma Protestante.

Origens de um dogma
As indulgências são consequência de um antigo problema com que se defrontou a Igreja Católica : o que os cristãos, aqueles que renasceram através do batismo, deviam fazer em relação aos seus pecados. Para lidar com essa questão pastoral, foi articulado ao longo dos séculos o sacramento da penitência. O pecador devia mostrar-se arrependido dos seus pecados (contrição), em seguida informá-los ao sacerdote (confissão) e então receber a declaração do perdão divino (absolvição). Ao mesmo tempo devia fazer obras de satisfação (penitências), demonstrando de modo visível e concreto o seu arrependimento. Todavia, a igreja começou a fazer uma distinção entre as penas eternas e as penas temporais referentes ao pecado. A absolvição perdoava a culpa e livrava da penalidade eterna, mas as penalidades temporais permaneciam. Se não fossem pagas na terra, teriam de sê-lo no purgatório.

Indulgência, palavra que significa “tolerância”, “benevolência”, é o meio através do qual a igreja concede a remissão total ou parcial do castigo temporal devido ao pecado já perdoado. Como aconteceu com outras questões, as indulgências fizeram parte da prática católica antes de serem definidas formalmente como um dogma da igreja. Por exemplo, elas foram muito utilizadas na época das Cruzadas. Além disso, foram objeto de séria reflexão teológica por parte dos escolásticos, como Tomás de Aquino.

Finalmente, a teoria sobre a qual elas se apoiam foi definida formalmente pelo papa Clemente VI na bula “Unigenitus”, em 1343. Segundo esse documento, existe um tesouro incalculável constituído pelos méritos de Cristo, de Maria e dos santos. Esse tesouro foi confiado à igreja e colocado debaixo da autoridade do papa. Este, e os bispos autorizados por ele, podem aplicar tais méritos, através das indulgências, em benefício dos fiéis, vivos e mortos.

O questionamento protestante
Em suas teses, Lutero se manifestou contra a comercialização das indulgências. Disse ele: “Bem-aventurado é aquele que luta contra a dissoluta e desordenada pregação dos vendedores de perdões” (tese 72). Embora tecnicamente elas não pudessem ser vendidas, visto serem uma dádiva graciosa da igreja aos cristãos, esperava-se que estes ofertassem em troca uma “contribuição” para a construção da catedral. Esse termo é usado muitas vezes nas instruções dadas pelo arcebispo Alberto de Mogúncia. Havia até mesmo uma tabela variável de preços segundo a qual cada um iria contribuir de modo proporcional às suas posses. O fato é que, ao longo dos séculos, com frequência líderes eclesiásticos ambiciosos usaram esse recurso para resolver seus problemas financeiros.

Indo além, Lutero questionou também a doutrina da salvação que estava associada às indulgências. A certa altura ele afirmou: “Aqueles que se julgam seguros da salvação em razão de suas cartas de perdão serão condenados para sempre juntamente com seus mestres” (32). Um pouco adiante, acrescentou: “Qualquer cristão que está verdadeiramente contrito tem remissão plenária tanto da pena como da culpa, que são suas dívidas, mesmo sem uma carta de perdão. Qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, participa de todos os benefícios de Cristo e da igreja, que são dons de Deus, mesmo sem cartas de perdão” (36-37). Divergindo da ideia tradicional de um tesouro de méritos, ele afirmou: “O verdadeiro tesouro da igreja é o sacrossanto evangelho da glória e da graça de Deus” (62). Em suma, as indulgências eram desnecessárias, porque tudo o que elas pretendiam comunicar já era oferecido gratuitamente por Deus por meio da obra redentora de seu Filho.

“Sola Scriptura”
O fulcro do posicionamento protestante foi o seu princípio basilar da prioridade absoluta das Escrituras em matéria de fé e prática. Partindo do pressuposto de que o Antigo e o Novo Testamento, interpretados segundo critérios saudáveis e equilibrados, contêm a vontade revelada de Deus para a igreja e para os cristãos, os protestantes se viram compelidos a rejeitar toda e qualquer crença que não pudesse ser claramente fundamentada na Palavra de Deus. Isso incluía o purgatório, as indulgências, o tesouro de méritos e muitos outros pontos. À luz do Novo Testamento, eles concluíram que Jesus Cristo e seus apóstolos nunca transmitiram esses ensinos –“eles não faziam parte do “evangelho”, do “kérigma” ou proclamação da igreja primitiva. Os primeiros cristãos não abraçavam tais convicções.

Os partidários da Reforma acabaram chegando a um entendimento da salvação e da vida cristã muito diverso daquele até então predominante. Naquela época, a salvação era vista como um processo que durava a vida inteira (e mesmo além, no purgatório). A vida cristã era entendida como uma peregrinação rumo à salvação, à qual muitos só chegavam no momento da morte. Partindo do conceito de “justificação pela graça mediante a fé somente”, esse processo foi invertido. Justificado pela fé, o crente vive toda a sua vida como um salvo, e não como alguém em busca de salvação. A salvação não está no fim, mas no começo da vida cristã. O que ocorre ao longo da vida é um processo, que pode ser bastante árduo, em busca da santificação.

Conclusão
A moderna Igreja Católica continua a crer nas indulgências e a ensiná-las por meio do seu magistério. Eventos como os “anos santos” e as eleições papais estão associados a indulgências especiais. Existem diversos outros meios pelos quais os católicos podem obter esse benefício da igreja. O aspecto pecuniário que deu má fama a essa prática parece que há muito foi afastado. O que os católicos precisam considerar é se tal preceito é não só um ensino da igreja, mas um ensino de Cristo e seus primeiros seguidores. Lutero achava que a igreja somente tinha o direito de cancelar as sanções impostas aos fiéis por ela mesma (penas canônicas), e não quaisquer penalidades impostas por Deus. Destas existe libertação total por meio da fé em Jesus Cristo: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo 1.9).


• Alderi Souza de Matos é doutor em história da igreja pela Universidade de Boston e historiador oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

"TETÉLESTAI"- Está consumado.

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Queridos, neste domingo(31 de Maio)ministrando na EBD sobre a mensagem da cruz, fui supreendido com o comentário de uma aluna que se expressou da seguinte forma: " A mensagem da cruz é perfeita". Naquele momento consegui descansar, na certeza que ela realmente havia entendido o núcleo do evangelho, mesmo que ela não tenha utilizando nenhum termo teológico para expressar seu aprendizado.

Hoje(01 de Junho), aprendendo com meus irmãos na internet me deparei com o texto abaixo que expressa de uma forma linda, o que estávamos debatendo no domingo.

Resolvi então colocar no blog, para que você que nos visita seja tão abençoado como eu fui na leitura deste artigo.

Deus te abeçoe e te fortaleça.
Pr.Paulo Nogueira

TEXTO EXTRAIDO DO BLOG BIBLIAWORD,PASTOR MARCELO OLIVEIRA.
“Tetélestai” – Está consumado
Jo 19.30

Atualmente não gostamos de contemplar o horror da cruz; por isso nós a enfeitamos e quase a deixamos bela. Transformamos a cruz numa linda jóia cheia de brilhantes e pedras preciosas. Devemos lembrar, que para suas vítimas, a crucificação significava vergonha, tortura, uma morte lenta e agonizante. No momento em que pessoas se vêem confrontadas com a morte, muitas perdem suas máscaras e tornam-se verdadeiras.

A história registra as últimas palavras de grandes homens:

DAVID HUME, o ateu, gritou: “Estou nas chamas!” Seu desespero foi uma cena terrível.

HOBBES, um filósofo inglês: “Estou diante de um terrível salto nas trevas.”

GOETHE: “Mais luz!”

NIETZSCHE: “Se realmente existe um Deus vivo, sou o mais miserável dos homens.”

JESUS CRISTO: “Está consumado.”

Esta foi a sexta palavra que Jesus disse na cruz, está registrada em Jo 19.30. Quando comparamos os registros do Evangelho, descobrimos que Ele gritou em voz alta: “Está consumado!”. Esta declaração não foi o gemido de um homem derrotado, mas o grito triunfante da vitória do Filho de Deus, nosso Salvador. Aos trinta e três anos, a maioria das pessoas costuma afirmar: “É o começo”. Mas, nessa mesma idade, Jesus dizia: “Está consumado!” Ele não disse: “Estou acabado”. Não se tratava do lamento de uma vítima vencida pelas circunstâncias, mas o grito de um vencedor derrotando todos os seus adversários. Na língua grega, o significado destas palavras é: “Está consumado, permanece consumado e estará sempre consumado”.

“Tetélestai” – Um termo familiar

Embora esta palavra não seja conhecida de muitas pessoas dos dias atuais, ela era familiar quando o Senhor Jesus ministrava na terra. Os arqueólogos descobriram diversos documentos gregos antigos que continham esta expressão. Quando o Espírito Santo inspirou os escritores do N.T, guiou-os para usarem uma linguagem comum do povo dos dias de Jesus. E esta expressão: “Está consumado” fazia parte da vida diária das pessoas. Vamos explorar estas palavras que eram usadas por alguns indivíduos daquela época, e assim, entender melhor o que significa as palavras de Jesus na cruz.

Servos
Os servos e escravos usavam esta palavra sempre que terminavam um trabalho e levavam o fato ao conhecimento de seus senhores. O servo dizia: “Tetélestai” – Terminei a tarefa que me deste para fazer”. Isto significa que o serviço fora feito como o senhor determinara e na hora que estabelecera.

Jesus Cristo é o Servo santo de Deus (Fp. 2.5-11). O profeta Isaías o descreveu como o servo sofredor de Deus (Is. 42.1-4; 49.1-6; 50.4-9; 52.13 – 53.12). O Dr. John Stott lança luz sobre este tema quando diz que nos textos acima, temos quatro cânticos conhecidos como Cânticos do Servo. Em seus primeiros sermões, registrados no livro de Atos, Pedro se refere a Jesus como “servo” por quatro vezes. Os quatro Cânticos do Servo oferecem diferentes imagens do servo do Senhor. No primeiro, (Is. 42.1-4) o servo é retratado com um mestre, ensinando com mansidão, dotado do Espírito e alcançando os povos. No segundo, (Is 49.1-6) o servo é retratado como um evangelista. A ênfase agora está nas nações distantes. No terceiro, o servo é retratado como um discípulo (Is. 50.4-9), pois é evidente que não se pode ensinar sem primeiro ouvir e aprender. É por esta razão que Iavé desperta o ouvido do seu servo “manhã após manhã” (v. 4). Ele primeiro precisa abrir seu ouvido antes de abrir a boca, mesmo que o que ele aprenda ou ensine seja impopular ou provoque perseguição. Por fim, o servo é retratado como o Salvador sofredor (Is. 52.13 – 53.12), aquele que (falando profeticamente) foi ferido pelas nossas iniqüidades e carregou em seu corpo os nossos pecados.

Jesus Cristo veio à terra como servo por ter uma obra especial a fazer. “Consumei a obra que me confiaste para fazer” (Jo. 17.4). Quando os seus discípulos estavam discutindo sobre qual deles era o maior, Jesus censurou-lhes o egoísmo, dizendo: “Pois, no meio de vós, eu sou como quem serve” (Lc. 22.27). Ele tomou até o lugar de servo e lavou os pés deles (Jo. 13.1-17), mas seu maior ato de serviço foi quando morreu por eles e por nós na cruz.

Sacerdotes
Os sacerdotes gregos também usavam esta palavra. Sempre que os adoradores levavam ao templo sacrifícios dedicados ao deus ou deusa que adoravam, os sacerdotes tinham de examinar o animal para certificar-se de que era perfeito. Se o sacrifício fosse aceitável, o sacerdote dizia: “Tetélestai – não tem defeito”. Os sacerdotes judeus seguiam um procedimento similar no templo e usavam o equivalente hebreu ou aramaico deste termo. Era importante que o sacrifício fosse perfeito.

Jesus Cristo é o sacrifício perfeito e imaculado de Deus. O Cordeiro de Deus que morreu para tirar o pecado do mundo (Jo. 1.29). Como sabemos que Cristo é um sacrifício perfeito? Deus Pai afirmou isso. Quando o Senhor Jesus foi batizado, o Pai falou do céu, dizendo: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mt. 3.17). Com estas palavras, Deus Pai colocou o selo da aprovação sobre Deus Filho. A seguir, Deus, o Espírito Santo, desceu como pomba e pousou sobre Jesus, acrescentando assim seu testemunho ao do Pai (Mt. 3.16).

Os inimigos de Cristo tiveram que admitir que Ele “foi” irrepreensível, pois se viram obrigados a alugar mentirosos para dar falso testemunho d’Ele em seu julgamento. Nenhum dos apóstolos jamais disse: “ouvi Jesus contar uma mentira”, ou “vimos Jesus cometer um pecado”. Ele é o Salvador perfeito, o Cordeiro de Deus “sem mancha e sem mácula” (I Pe. 1.19).

Pilatos, o governador romano, admitiu: “Não vejo neste homem crime algum” (Lc. 23.4). Até o traidor Judas confessou: “Pequei, traindo sangue inocente” (Mt. 27.4). Todos os que conheceram a Jesus podiam dizer: “Tetélestai! – Ele é o sacrifício perfeito, impecável”.

Artistas
Quando um artista ou escritor completava seu trabalho, eles davam um passo para trás, contemplavam a obra, e diziam: “Tetélestai! – está pronto. Isso significava que a morte de Jesus na cruz “completa o quadro” que Deus estava pintando, a história que vinha escrevendo havia séculos.

Para a pessoa que não conhece a Jesus Cristo, o A.T. será algo muito difícil e sombrio de se entender. No A.T. você encontra cerimônias, símbolos e profecias que não parecem ajustar-se a um padrão lógico. O A.T. é um livro de muitas cerimônias não explicadas e profecias que se cumpririam no futuro. Portanto, você não consegue a “chave hermenêutica” até que conheça a Jesus Cristo. A menos que você conheça a Jesus, o A.T. é como andar numa galeria de pintura com as luzes apagadas. Quando Jesus veio ao mundo, Ele completou o quadro e acendeu as luzes! Na sua vida, morte, ressurreição e ascensão, Jesus cumpriu os símbolos, profecias, e explica o significado da “pintura” que estava sendo confeccionada pelo Pai.

O evangelho de Lucas, no capítulo 24, ilustra esta verdade. Dois discípulos desanimados estão andando pela estrada de Emaús, discutindo a morte de Cristo e tentando descobrir o que ela significava. De repente, o Cristo ressurreto se junta a eles e os discípulos lhe contam sobre suas esperanças desfeitas e mentes confusas. Então, Jesus lhes disse: “Ó néscios e tardos de coração para crer tudo que os profetas disseram!” (Lc. 24.25). Depois, começando com Moisés e todos os profetas, o Senhor falou sobre as Escrituras do A.T. e explicou o panorama geral. Ele acendeu as luzes. Sua obra no Calvário havia completado o quadro, de modo que o grande plano da salvação de Deus estava agora claro para todos. Hoje podemos ler o A.T. e ver este quadro maravilhoso, embora ainda haja certas dificuldades e coisas difíceis de entender. Por causa da obra consumada de Jesus na cruz, podemos ver a tela completa pintada por Deus.

Mercadores
“Tetélestai” era uma palavra usada por servos, sacerdotes e artistas, mas os mercadores também a empregavam. Para eles, o termo significava “a dívida está completamente paga”. Se você comprasse algo “a prazo”, quando fizesse o último pagamento, o negociante lhe daria um recibo com a palavra “tetelestai”, ou seja, “quitado”. O débito fora totalmente pago.

Os pecadores incrédulos têm uma dívida com Deus e não podem pagar a conta. Por terem quebrado a lei de Deus, estão falidos e impossibilitados de quitar essa dívida. Mas Jesus pagou-a quando morreu na cruz. É isso que “tetélestai” significa: a divida foi paga, ela permanece paga e estará paga para sempre (Cl. 2.14-15). Nossa dívida com Deus era infinita. Jamais poderíamos saldá-la. Todos estamos aquém das exigências da lei. Ela requer perfeição, e nós somos imperfeitos. Nada que seja contaminado pode entrar no céu (Ap. 21.27).

Contudo, o que não podíamos fazer, Jesus fez por nós. Em Cristo, ficamos quites com a lei de Deus; as demandas da justiça divina foram satisfeitas. O sangue de Jesus nos justificou. Agora já não há mais nenhuma condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus. Jesus se fez pecado por nós para que fôssemos feitos justiça de Deus.

Conclusão

“Tetélestai” era uma palavra familiar, dita por um salvador fiel sobre uma obra consumada. Quando Ele gritou a palavra, isso significou que todas as profecias do A.T. referentes à sua obra na cruz estavam então cumpridas e terminadas. A partir de Gênesis 3.15, Deus prometera que um Salvador derrotaria Satanás. Todos os retratos de Cristo existentes nos rituais e objetos do tabernáculo, do ministério sacerdotal e do sistema sacrificial estavam completamente terminados e cumpridos. Os símbolos e profecias do A.T. foram cumpridos. O véu do templo se rasgou em dois, e o homem pôde então entrar na presença de Deus. O caminho da salvação foi aberto.

“Está consumado” significa que a Lei da Antiga Aliança estava terminada. Não vivemos mais sob a escravidão da lei; em vez disso, vivemos na liberdade da graça de Deus (Rm. 6.15). A palavra importante do Evangelho não é “faça”, mas “está feito”. A obra da redenção terminou. Amém!

Pr Marcelo de Oliveira

Dia a dia tome a sua cruz e siga-me.Lucas 9.23

Meus queridos, olhe que texto lindo que foi postado no blogfiel pelo Pastor Clodoaldo Machado.Quando eu crescer, quero ser igual a esses irmãos.

Extraido do blog:http://www.blogfiel.com.br/
Pastor Clodoaldo Machado

Na época em que Jesus proferiu estas palavras, cruz era sinônimo de morte. Ela marcava o fim da vida de uma pessoa. Era o conhecido método de execução da pena de morte dos romanos. Quando alguém era condenado à morte, era na cruz que a pena era executada. Os romanos ordenavam que a pessoa tomasse a própria cruz e a carregasse até o local da execução.

Os discípulos que estavam ouvindo estas palavras entenderam claramente que Jesus falava sobre morte. Eles compreenderam que Ele estava dizendo que quem quisesse segui-lo deveria ter disposição de morrer. Quanto a isso certamente não houve dúvida.

O fator intrigante nas palavras de Jesus é que a pessoa que tomava sua cruz no método romano fazia isso somente uma vez. Ela tomava sua cruz, caminhava até o local da crucificação, ali ela era pregada e deixada exposta até a morte. Quando a pessoa demorava a morrer, soldados romanos lhe quebravam as pernas, afim de que morresse mais rápido.

Jesus, porém falou de tomar a cruz dia a dia. Ele não estava falando sobre morrer uma vez só, como acontecia na prática romana. Aqui ele está falando de morrer mais de uma vez.

Como pode ser isso? Como alguém pode morrer dia a dia? A morte não é de uma vez por todas?

A resposta é que no método romano a morte era física e Jesus está falando aqui da morte espiritual da natureza pecaminosa. Jesus está dizendo que segui-lo significa estar disposto a levar à morte a natureza pecaminosa todo dia.

No contexto Jesus fala sobre negar a si mesmo, fala sobre perder a vida por causa dele. Tomar a cruz dia a dia significa que nossa natureza pecaminosa tenta viver todo dia e nós devemos pregá-la todo dia numa cruz. Significa que quando estamos seguindo a Cristo, estamos morrendo para a velha natureza e vivendo a nova para Cristo.

Na prática significa que dia a dia temos que dizer não para nós mesmos. Nossos desejos pessoais que desagradam a Deus deverão ser pregados numa cruz. Nossos impulsos de ira, de vingança, de nervosismo deverão ser pregados numa cruz dia a dia. Os pedidos que nossa natureza nos faz deverão ser crucificados. Vontades muitas vezes que aparentemente não são maléficas, Deus pede que sejam pregadas na cruz. Aqueles momentos em que ficamos chateados porque as coisas não aconteceram como queríamos, devem ser pregados na cruz.

O fato é que ao contrário de abrir mão de nossos desejos, nós tentamos nos convencer de que eles não são maus e que eles não nos afastarão de Deus. Tentamos nos convencer de que Deus não se importa com eles.

Aqui vemos claramente a essência de seguir a Jesus. Por isso ele adverte seus discípulos. Não se pode seguir a Jesus e ao mesmo tempo ter satisfeito os desejos da natureza pecaminosa. Corremos o risco de seguir a Jesus e tentar manter viva nossa velha natureza. Por isso muitos erram, pois não entendem que a cada novo dia Jesus está nos convidando a viver para ele, e viver para ele significa pregar na cruz nossos desejos pessoais. Significa que serão apresentadas a nós oportunidades de tomar a cruz e morrer para o “eu”. O apóstolo Paulo entendeu isso muito bem, por isso ele escreveu aos gálatas: estou crucificado com Cristo (Gl 2.19). E aos romanos ele escreveu: “por amor de ti somos entregues à morte o dia todo” (Rm 8.36).

Jesus está então dizendo a seus discípulos: “Querem me seguir? Então estejam dispostos a abrir mão de seus desejos pessoais”. O caminho da vida significa a crucificação diária da natureza pecaminosa. Dia a dia tome a sua cruz e siga-me.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Francis Schaeffer um profeta não só de sua época, mas também do século 21.

A falta de absolutos e da antítese nos levou a uma sociedade relativista e pragmática.” E pior, a uma Igreja também de mesmo teor.

Fizemos um compêndio de algumas reflexões existentes no livro “O Deus que intervém”,.Francis Schaeffer. Observe a profundidade do entendimento deste profeta de Deus em relação a forma de pensar em nossos dias.

O abismo entre as gerações(antes e a pós-modernidade) acontece quase que totalmente por causa de uma mudança no conceito da verdade.

Em todas as áreas da vida, é possível se perceber(mas poucos param para pensar sobre isso) que uma nova maneira de se chegar a verdade e ao conhecimento está se estabelecendo. Esta nova metodologia, tornou-se o problema mais crucial para a comunicação do Cristianismo.

Regiões do mundo como a Europa e os Estados unidos, começaram a ser influenciado por essa nova forma de pensar mais ou menos nas datas abaixo:

A linha do desespero se estabeleceu: 1890 para a Europa (por volta)*
A linha do desespero se estabeleceu :1935 para o Estados Unidos(por volta)*

*As datas são arbitrárias, visto que esse divisor de águas veio de forma gradativa, principalmente na Europa.

Os moradores das regiões acima, antes destas datas respectivas(chamada de linha do desespero), não tinham nenhum problema quanto a questão de pressuposições, já que entre cristãos ou não, eles eram em geral aceitos de comum acordo. O principal deles, era que ”existem coisas tais como absolutos”.

Todos aceitavam um absoluto na área do conhecimento e da moral. Mesmo que ocorresse divergências quanto a esses absolutos, eles poderiam argumentar um com outro se valendo da base clássica da antítese, ou seja, se peixe com pouco espinha é bom, com muita é ruim e pronto. Absolutos implicam em antítese.

A mudança ocorrida a partir da linha do desespero foi tão grande que antes da linha ,você poderia dizer coisas como: Isto é certo ou Isto é verdade e teria o entendimento de todos que lhe ouvissem, mesmo que o ouvinte não concordasse com seus padrões, mas sua mensagem seria compreendida pelo conceito comum dos pressupostos estabelecidos e aceito por todos. Assim , também na evangelização ou educação cristã, se poderia iniciar desta forma porque todos entenderiam.

Schaeffer lembra que foi desastroso o fato de nossos pensadores cristãos não terem ensinado e nem pregado com domínio claro sobre as pressuposições antes do abismo ter iniciado, porque se isso tivesse acontecido, eles não seriam pegos de surpresa, e estariam em condições de auxiliar os jovens e as outras pessoas em suas dificuldades resultantes desta troca de paradigma.


Do lado de cá da linha, expressão utilizado por Schaeffer, a maré do pensamento secular e da nova teologia dominaram completamente a Igreja, porque os líderes não entendiam a importância de combater um conjunto falso de pressupostos.

A Utilização da apologética clássica era eficaz abaixo da linha do desespero porque os não cristãos agiam, superficialmente, sob as mesmas pressuposições., que não eram analisadas e nem discutidas. Diante disto, se na pregação do evangelho alguém fizesse a seguinte colocação: “ O correto é o homem Ter somente uma esposa”, quem ouvia a pregação, independente de ser cristão ou não pensaria assim: “Bem se o correto é ter uma esposa, então o homem que tem duas está errado’”.

No exemplo acima podemos observar que a pressuposição da antítese atingia toda a perspectiva mental, tanto dos homens cristão como não cristãos. Schaeffer da ênfase a este comentário, lembrando que o Cristianismo histórico tem os pés plantados na antítese., sem ela, o cristianismo histórico não tem significado

Para uma melhor compreensão da linha do desespero, vamos refletir sobre ela considerando-a como uma escada.

FILOSOFIA
ARTE
MÚSICA
CULTURA GERAL
TEOLOGIA
Considerando o degrau mais alto como a área onde iniciou-se o processo de mudanças e também um marco temporal, entendemos que tal mudança se deu no tempo e através de áreas da vida do ser humano, ou seja, iniciou no campo da filosofia e se completou na área teológica.

É evidente que todo o processo não se deu de um dia para outro. Ele teve início na Alemanha e se espalhou para o exterior(mudança geográfica), afetando primeiramente a Europa continental, depois cruzou o Canal para a Inglaterra e então, o Atlântico para os Estados Unidos.

Espalhou-se também pela sociedade, do verdadeiro intelectual para o mais culto, descendo até os trabalhadores e atingindo a classe média alta por último.
E em terceiro lugar se espalhou de uma disciplina para outra(conforme indicado em nossa escada acima), começando com os filósofos e terminando com os teólogos.

Nesta parte Schaeffer faz o seguinte alerta: Se tentarmos evangelizar homens como se estivessem acima da linha , quando na realidade estão do lado de baixo, estaremos disperdiçando fôlego. Isto se aplica tanto a estivadores quanto a intelectuais.

TEXTO EM FASE DE CONSTRUÇÃO
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quarta-feira, 20 de maio de 2009

Não somos burros.

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Nós cristãos precisamos ser mais participativos na sociedade.Infelizmente aqueles que elegemos estão cegos espiritualmente e se curvam a cada dia ao chamado "politicamente correto", que de correto não tem nada.

Fico pensando.....Será que eles acreditam realmente que somos burros?


Toda vez que uma autoridade do governo federal vai falar a favor da criminalização da homofobia, usa sempre o argumento da defesa da integridade física dos homossexuais,e que não entendem como a Igreja não se preocupa com isso.O pior é que muita gente quando houve esse discurso acaba engolindo, sem atentar para o fato que a integridade física seja do homo ou do hetero, está garantida na nossa constituição.

E mais:A IGREJA É CONTRA A PLC122/06 E OUTROS AFINS, PORQUE O OBJETIVO PRIMEIRO DELES NÃO É GARANTIR A INTEGRIDADE FÍSICA DE NINGUÉM, MAS SIM COLOCAR CENSURA NO PENSAMENTO E NA EXPRESSÃO DAS PESSOAS QUE PENSAM DIFERENTE DAQUELES QUE HOJE ESTÃO NO PODER E DE OUTROS, QUE DESCOBRIRAM UMA FORMA DIFERENTE DE VIDA, QUE NÓS RESPEITAMOS POIS AMAMOS EM CRISTO TODAS AS PESSOAS, MAS QUE ENTENDEMOS NÃO SER BENÉFICA PARA NOSSAS VIDAS E DE NOSSOS FILHOS.

Além disto, ou mesmo acima disto, o que eles não entendem, é que sobre nossas vidas existe uma autoridade maior que não poderá se negada, independente do que aconteça, essa autoridade se chama: "A PALAVRA DE DEUS"
Pr.Paulo Nogueira - 19/05/2009


A matéria abaixo foi extraida do site Cristianismo Hoje.

Minc critica Igreja
Em evento voltado para público LGBT ministro do Meio Ambiente diz que Igreja tem errado feio em alguns momentos.

Em discurso no Palácio da Guanabara durante a cerimônia de lançamento do Conselho Estadual dos Direitos da População LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, criticou a Igreja.



"Tem alguns momentos em que a Igreja erra feio. Um deles é a questão da camisinha. Se a gente fosse atrás da Igreja, quantas pessoas não estariam doentes?", questionou o ministro em meio aos aplausos dos presentes.



"Outra questão é a da homofobia. Como é que uma religião pode dizer que é fraterna e solidária com todos se pressiona os parlamentares a não aprovarem a lei que criminaliza a homofobia? É corresponsável pela multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários", afirmou o ministro.


Já o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, defendeu que os funcionários públicos do estado "saiam do armário".



"Quando se vai a São Francisco, a Nova York, na parada gay, aparece a Polícia uniformizada, os gays da polícia assumindo. A Polícia Civil, a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros, a Defensoria, eu conclamo a todos os membros do Governo que, no dia da parada gay, se identifiquem", declarou.



(Com reportagem de O Estado de São Paulo)

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Nós precisamos construir o país de nossos filhos.

O texto abaixo foi retirado do blog do escritor cristão Julio Servero.

Peço sua atenção para as informações contidas nele, bem como sua reflexão sobre como as leis estão sendo aprovadas neste país e com que propósitos.
Com certeza você verá que o resultado do que está sendo proposto por esses políticos, não será benéfico a mensagem do evangelho e nem a vida da sociedade.
Por isso, manifeste sua opinião ao congresso, é de graça, rápido e é um direito seu como cidadão.

Pr.Paulo Nogueira
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População precisa se mobilizar urgentemente
Julio Severo

Atenção: Publique e distribua amplamente esta mensagemEstá tramitando na Câmara dos Deputados o PL 6.418/2005, de autoria do senador petista Paulo Paim. Esse projeto, que já foi aprovado no Senado, está parado desde julho de 2007 na Comissão de Direitos Humanos e Minoria da Câmara dos Deputados.

O texto original do senador Paim, que foi aprovado no Senado, fortalece a luta contra o preconceito no Brasil — em si só, já preocupante, pois o Brasil socialista anti-“preconceito”, que aceita radicais antissemitas como o presidente do Irã, vem usando leis anti-preconceito para perseguir até mesmo líderes cristãos que alertam contra a bruxaria (ops, “cultura” afro-brasileira). Mesmo sem tal lei absurda, um livro do Pe. Jonas Abib contra a feitiçaria foi proibido na Bahia.

Para piorar, ao chegar à Câmara dos Deputados, o projeto sofreu um implante gayzista, onde como relatora a Dep. Janete Pietá, do mesmo PT de Lula que quer a todo custo criminalizar palavras contrárias ao homossexualismo, introduziu no PL um substantivo anti-“homofobia” que é pior que o PLC 122/2006.

O PL 6.418/2005 original, que já previa o banimento e recolhimento de toda literatura que o governo considere preconceituosa, agora também prevê o banimento e recolhimento de toda literatura que o governo considere “homofóbica”. Tal medida cedo ou tarde implicará em sério risco para a publicação e distribuição da Bíblia Sagrada e livros evangélicos e católicos que tratem desfavoravelmente o homossexualismo. Aliás, mesmo sem tal lei draconiana, um livro evangélico contra o homossexualismo no Mato Grosso do Sul foi judicialmente retirado das lojas.

Com esse projeto aprovado, programas de TV e rádio que apresentem o homossexualismo de forma desfavorável ou negativa serão censurados e proibidos. Consequências adicionais, cedo ou tarde, serão: Pais precisarão de autorização estatal antes de levar filhos a reuniões que critiquem o homossexualismo, pois a crítica ao homossexualismo (não a glorificação do homossexualismo nas escolas públicas) será considerada problema grave e impróprio para menores.

Igrejas e escolas cristãs acabarão tendo de assinar documentos estatais se comprometendo a retirar crianças e adolescentes de reuniões onde o homossexualismo não seja tratado da forma que o Estado impõe. Crianças e adolescentes, que são cada vez mais expostos a aulas pró-homossexualismo nas escolas públicas, não mais poderão ser expostos a pregações ou programas que critiquem o homossexualismo sem permissão direta do governo e Conselhos Tutelares, sob risco de os pais serem presos ou perderem a guarda dos filhos. E adivinhe para quem o governo acabará entregando a guarda?

Mesmo sem o implante gayzista no PL 6.418/2005, as conseqüências são sérias. Enquanto as crianças serão forçadas nas escolas públicas a aprender sobre a bruxaria vinda da África (ops, “cultura” afro-brasileira), os valores cristãos não poderão ser ensinados como cultura.

Programas e projetos do candomblé e umbanda serão promovidos como “cultura”, enquanto que toda crítica à bruxaria será considerada como “racismo” e “discriminação”. Um pastor negro do Rio de Janeiro está sofrendo covarde perseguição do Ministério Público por causa de uma lei anti-“preconceito”.

O PL 6.418/2005 é um projeto tão ameaçador que merece ser denunciado por todos os meios de comunicação que se preocupam com o bem-estar social. O PT tentou colocá-lo para uma votação sorrateira em agosto de 2007, mas eu e o Dr. Zenóbio Fonseca preparamos um alerta nacional contra essa manobra. (Para ler nosso alerta da época, siga este link: http://juliosevero.blogspot.com/2007/08/alerta-gravssimo-o-brasil-est-sob-o.html)

Essa surpresa esquerdista desagradável só não teve êxito por causa dos olhos atentos de uma grande assessora evangélica. Graças ao excelente trabalho da Dr. Damares Alves, pudemos ter todas as informações confidenciais para conscientizar a população e dar uma “surpresa” para a manobra do PT.

Depois de nosso alerta, o projeto ficou parado. Fomos vitoriosos naquela batalha.

Agora, o monstro ressurge das sombras. Semana passada, líderes políticos assinaram um requerimento para que o PL 6.418/2005 anti-“homofobia” e anti-“preconceito” seja votado com urgência máxima no plenário da Câmara dos Deputados, sem nem mesmo antes ser votado na Comissão de Direitos Humanos e Minorias e na Comissão de Constituição e Justiça.

Aparentemente, acharam que, como o projeto estava parado há quase dois anos, todos já haviam esquecido. Começaram então a manobrar de novo.

Com a articulação do governo Lula, que apóia descaradamente a glorificação do homossexualismo e a criminalização de cristãos anti-sodomia, essa manobra tem tudo para ser aprovada no plenário da Câmara, sem maiores discussões.

Resta à população se mobilizar, antes que seja obrigada a engolir goela abaixo mais um “democrático” projeto do PT.

Quando o assunto é implantar leis contrárias à família e a vida, a esquerda não descansa. Essa é uma lição importante para todos os que defendem a vida e a família: Nunca descansar.

De que forma se mobilizar:
Escrevendo aos deputados. A lista completa dos emails deles está aqui, em formato Excel. Para fazer o download, é só clicar aqui.

Você pode também mandar mensagens aos deputados através do sistema automático da Câmara, clicando aqui.

Para ver o PL 6.418/2005 na íntegra, clique aqui.

Fonte: www.juliosevero.com

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Você também tem seus direitos.

Orar e vigiar com ação.

Hoje tomei conhecimento que nasceu no dia 05 de maio, meu amiguinho Samuel. Ele é filho dos meus amados Léo e Daniele. Diante do e.mail do Léo que me trouxe a informação, fique pensando o que eu poderia fazer já pela vida do Samuel, além de orar por ele.

Decidi então, que além de orar pela vida dele, deveria escrever esse texto, transcrevendo a matéria do Jornal, buscando despertar quem for possível, que orar é vital, mas precisamos também nos posicionar, para que o que chamamos de “democracia” não se perca numa confusão de interesses políticos.

O Samuel, o meu bebê, o seu filho......Precisam que façamos a nossa parte hoje, para que o amanhã deles não fique pesado demais.

Leia a matéria abaixo e reflita.

1)Porque será que a pregação do evangelho(o verdadeiro), faz com que muita gente se levante contra Ele, até mesmo o .......... ?

2) Porque uma minoria é privilegiada, independente da maioria pensar diferente ? Isso é democracia?

3)A censura não “cola” mais com niguém, vai colar para os protestantes?

Por ultimo, o evangelho e nós protestantes, amamos todas as pessoas, e não vou dizer “inclusive os homossexuais”, porque para nós eles fazem parte do “todas as pessoas”, mas o que não abrimos mão é de confessar nossa fé nas Sagradas Escrituras e naquilo que Ela afirma.

União quer classificar programas de TV com conteúdo homofóbico

Da Folha de São Paulo
14/05/2009 - O governo federal quer classificar como impróprios para crianças e adolescentes programas de TV com conteúdo homofóbico. A medida consta de um plano de promoção da cidadania de LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) que será lançado hoje à tarde pela Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência.
O plano tem propostas feitas na última Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, em junho do ano passado. As ideias foram analisadas por 18 ministérios, que descartaram algumas e chancelaram outras.
Há ações previstas nas áreas de educação, saúde, segurança pública e cultura, entre outras.
O documento estabelece que a classificação etária dos programas com conteúdo homofóbico se dará de acordo com as regras de classificação indicativa do Ministério da Justiça. Elas são ditadas pela portaria número 1.220 de 2007 -embora o plano faça menção à de número 264, já revogada. A reclassificação pode abranger desde programas de humor até outros em que religiosos atacam a homossexualidade, mas não se aplicam a programas jornalísticos, esportivos e à publicidade.
Como inapropriadas para crianças e adolescentes, as atrações terão que exibir selo com a mensagem "não recomendado para menores de 18 anos" -portanto, "inadequados" para exibição entre 6h e 23h, segundo o secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Jr. "O ideal é que não fossem exibidas em horário nenhum."

A classificação indicativa é feita pelas emissoras, mas o Ministério da Justiça faz um acompanhamento dos programas e pode mudá-la mediante procedimento administrativo.
O plano prevê que comissão "intersetorial" a ser constituída pelo Ministério da Justiça analise programas de auditório e de humor. Ela não terá poder de veto, mas fará recomendações, diz Eduardo Santarelo, coordenador do programa Brasil Sem Homofobia da Secretaria dos Direitos Humanos.

Segundo ele, o plano é o primeiro marco normativo do governo especificamente para essa área, já que o Legislativo pouco avançou no que diz respeito a temas como união civil e adoção por homossexuais.
Parte das ações está voltada à igualdade de direitos de LGBT nas próprias ações do governo.

Uma delas é permitir que quem mora com o companheiro do mesmo sexo possa declarar o parceiro como seu dependente no Imposto de Renda.
Outras medidas do mesmo caráter já aconteceram, mas por iniciativas isoladas de ministérios ou decisões judiciais. É o caso do aluno gay que teve permissão para incluir o parceiro como dependente para atingir o cálculo da renda máxima para ingresso no ProUni.


Queridos alertem suas igrejas para a notícia acima e a de baixo, para estarem em oração, maiores informações consulte o blog do Julio Severo.

“ poderá ser votado por volta dos dias 13 a 18 de maio na Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal. Por que exatamente em torno de 17 de maio? Porque essa data é marcada pelos homossexuais do mundo inteiro como Dia Mundial de Combate à “Homofobia”.

Pr. Paulo Nogueira

terça-feira, 31 de março de 2009

Santidade, compromisso e doação ao Senhor da Igreja e a sua Noiva

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Santidade, compromisso e doação ao Senhor da Igreja e a sua Noiva.01/04/2009

Estes três valores bíblicos, por sinal de muita nobreza, são às características que devem nortear " nosso" Ministério daqui para frente, assim Deus nos falou em oração no início deste ano.

Quando ouvi essa direção pela primeira vez do Espírito, gostei de cara, mas confesso que não tinha noção de como ela é difícel de ser absorvida pela igreja.

Acredito que o meu gostar, se baseou no fato de entender, que esses valores poderiam expressar de alguma forma, nossa “gratidão” a Deus, pelos seus feitos incontáveis. Mas esqueci de algo, “o pecado original”.

Quando pensamos no pecado original, lembramos sempre da desobediência de nosso pai Adão. Muitas vezes não percebemos que a desobediência, foi só o portão do quintal, mas que depois dele, todas as portas e janelas de nosso tabernáculo foram abertas para depravação, sendo que todo esse conjunto, pode ser chamado de "nossa natureza pecaminosa".

Mas nesse pequeno texto, quero me concentrar em algo específico que tenho observado, e que rotulo como sendo, hoje principalmente, uma das piores depravações, não só da mundo, mas também do cristão em Cristo Jesus, a “falta de gratidão a Deus”.

Esta fraqueza, melhor chamar assim, de não ser grato a Deus, têm habitado de tal forma no povo de Deus, que em muitos casos,chega a impedir à adoração e o reconhecimento que lhe é devido.

Este fato tem atrapalhado em muito a "comunhão" do crente com Deus e com seus irmãos, e logo a comunhão que é característica básica para quem se intitula "filho de Deus", além da obra a ser desenvolvida para o "Reino".

Tenho visto pessoas acreditando em mentiras que sua própria natureza inventa, e o inimigo alimenta, e com isso, vivem uma vida de ingratidão a Deus sem entenderem que estão agindo desta forma.

Para eles,parece que nunca está bom,Deus abençoa aqui, ali, acolá, mas não adianta, Deus "não sabe fazer a parte Dele".O pior, é que estas pessoas estão nas igrejas,sentadas nos bancos ou ocupando cargos em ministérios, e por isso, até chegam a achar que Deus está em falta com elas.Acreditam verdadeiramente, preste atenção nisso, essas pessoas acreditam de fato, que já estão fazendo muito para Deus.

Para encerrar, porque minha sabedoria não está conseguindo traduzir meus sentimentos e obervações, recorro a fala de uma pessoa que não conheci e que era analfabeta, mas mesmo assim, conheceu muito bem a Palavra de Deus.No final de sua vida, já bem doente e sabendo que ia partir para glória, fazia questão de sempre repitir para sua neta esta frase: "Se o homem entendesse o que Deus já fez, faz, e fará por nós, ele ficaria todo o tempo de joelhos,não como um sacrifício, mas como uma atidude de gratidão e adoração."

Pense nisso, quanto tempo seu coração têm colocado você de joelhos diante de Deus?Não deixe o inimigo e sua natureza te enganar, Deus merece muito mais, não seja complacente com seu engano e nem com sua acomodação.
Pr.Paulo Nogueira e Pra.Flávia Nogueira+Bebê Nogueira.

quinta-feira, 19 de março de 2009

CAMPANHA PRÓ - ORAÇÃO.

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Estamos vivendo dias, em que mais do que nunca, precisamos reeditar os chamados “Guerreiros de oração”.

Quando Jesus se referiu aos discípulos como “Homens de pouca fé”, creio que essa expressão, “pouca”, também se referia a vida de oração deles.

A prática da oração ainda não pegou. Oramos na igreja, “oramos em casa”, mas ainda não é isso que precisamos. É necessário, principalmente em nossos dias, que alguns, porque pensar em todos seria utopia, homens e mulheres se apaixonem definitivamente pela oração.

A oração precisa fazer parte do nosso cardápio, como refeições diárias,e não só uma, mais algumas vezes ao dia. Têm pessoas que não conseguem passar o dia sem tomar pelo menos “alguns” cafezinhos", mas creio, que a maioria de nós, passa às vinte e quatros horas sem beber nada do bule da oração.

Por isso, dentro de uma sociedade pós-moderna, que é "pró" para qualquer coisa, escolho ser "pró" de algo nobre e necessário para a vida, a oração.

Para ser claro, porque não existe coisa pior do que uma idéia confusa, quando falo em oração, não estou me referindo ao nosso pensar no Senhor, quando estamos no ônibus, no trabalho ou em qualquer outro lugar. Esta prática, que também é importante, prefiro denominar como:"Está ligado com Deus",estamos fazendo coisas, mas estamos meditanto em Cristo.

A oração que me refiro, e que aproveito para convocar você que nos visita para ser um militante, é aquela mais tradicional: Separar um tempo, seja ele quanto for, para fazer só uma coisa: "Falar com Deus com intimidade, em súplicas, clamor, ações de graças e até mesmo em espírito".

E como se tornar um "Guerreiro"?

Creio que podemos encontrar essa resposta na bíblia e na história da Igreja.Poderíamos citar vários exemplos, mas neste momento me vem a cabeça dois nomes:

1)Daniel, aquele da cova dos leões, podemos aprender com ele neste curso de guerreiro , o que nos fala o versículo oito do capítulo um de seu livro:"Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se...ou em outras traduções, Propós Daniel, no seu coração, não contaminar-se ...".

Primeira lição, precisa haver uma decisão verdadeira, pautada na razão, não na emoção.Daniel sabia de forma racional e coerente a importância da sua decisão, assim, precisa ser conosco, precisamos entender de forma racional o quanto é importante termos uma vida de oração e propormos isso ao nosso coração.

2)J.Wesley,as informações que temos dele, nos relata entre outras coisas, que acordava todos os dias às cinco horas da manhã para orar.

Segunda lição,é necessário haver disciplina,sem ela um guerreiro não é um guerreiro, mas alguém que almeja ser.

É claro que podoríamos citar muitas outras coisas, mas creio que se você consegui colocar essas duas em prática, você receberá sua armadura de guerreiro.

Bem e para encerrar, quero te lembrar alguns bons motivos para essa empreitada:
Sua salvação, seu casamento, seus filhos, sua família, sua vida de uma forma geral e as outras pessoas que como já disse antes, não chegarão a esta patente e precisarão de um "Guerreiro de oração".

Como medida prática te sugiro algo que coloquei para funcionar em minha vida. Tire três momentos do dia ou da noite para orar, mesmo que esses períodos não sejam grande, mas construa o hábito de parar para orar.

Pr.Paulo Nogueira e Pra.Flávia Nogueira

domingo, 15 de março de 2009

NOSSO LIVRO ESTÁ SAINDO DO FORNO.

Caro amigo visitante, informamos que está no forno nosso primeiro livro "ONDE eu TERMINO E DEUS COMEÇA". Este livro aborda minha caminhada e de minha esposa nos três primeiros anos pós conversão. Relata experiências fantásticas com Deus e episódios que vão aumentar sua fé e seu amor pelo Pai.Fala também de luta pelo casamento, pelos nossos filhos e a falibilidade das pessoas que estão a nossa volta.Mas em tudo glorifica o nome de Deus e renova sua fé.

Se você quiser fazer sua reserva, já estamos aceitando encomenda.

Um abraço.15/03/2009.
Pastor Paulo Cesar

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sábado, 7 de março de 2009

A Igreja esqueceu do clamor e das súplicas como arma espiritual.

A IGREJA ESQUECEU DO CLAMOR E DAS SÚPLICAS.

Na noite do dia 06mar vivemos uma bela experiência em nossa igreja.

Na semana passado, enquanto orava pela vida de uma irmã muito querida de outra igreja, Deus nos deu uma direção de reunir um grupo de pessoas afim e realizar um momento de clamor e súplicas pela vida dela.

Ainda em oração fui pedindo direção de quem deveria ser convidado, já que conheço muitas pessoas do seu círculo de amizade. Feita a lista começamos a ligar e fazer o convite expondo o objetivo do encontro e como ele seria realizado.

Chegada a data, e não entrando no mérito dos convidados (de DEUS) que não apareceram, quero me focar na experiência que o grupo presente, que pertence a igrejas diferentes, teve nesta reunião onde nossa forma de falar com Deus foi o clamor e súplicas pela vida de uma única pessoa.

Como foi bom se quebrantar, chorar, pedir, interceder e suplicar o favor de Deus a respeito da vida de uma pessoa e não da nossa própria.

Quando terminamos, ouvi o Espírito falar comigo,: "Isso é Igreja"

Que esta experiência possa edificar sua vida, lembre-se:

1) A súplica e o clamor são grandes armas espirituais.

2) Precisamos pensar no bem estar além do nosso nariz.

Graça e Paz
Pastor Paulo Cesar/07/Março/2009

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sexta-feira, 6 de março de 2009

ESTAMOS VOLTANDO A ESCREVER NO BLOG

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REGISTRAMOS COM ALEGRIA QUE TIVEMOS MINISTRANDO NO ANIVERSÁRIO DE DOIS ANOS DA CONSAGRAÇÃO DA IGREJA DE NOVA VIDA EM LINDO PARQUE(SÃO GONÇALO)NO DIA 03 DE MARÇO.AGRADECEMOS O CONVITE DAS IRMÃS MONICA FREIRE E ZENEIDA E DEIXAMOS UMA ABRAÇO AO SEU PASTOR, O IRMÃO JORGE FERNANDO QUE NOS FOI MUITO ACOLHEDOR.


HOJE A NOITE(07/MARÇO) A PASTORA FLÁVIA ESTARÁ MINISTRANDO EM UM EVENTO NA IGREJA METODISTA CENTRAL DE MARICÁ.

QUE BOM QUE DEUS TEM NOS DADO O PRIVILÉGIO DE ESTARMOS COM IGREJAS IRMÃS.
PR.PAULO CESAR 07/MARÇO/2009 ÁS 00:07

sábado, 20 de dezembro de 2008

Encontrei uma pérola na sapataria

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Encontrei uma pérola na sapataria.Em 20/12/2008 ás 17.20´


Hoje a Pastora Flávia me convenceu a sair para fazer compras de natal com ela.

Entrar em lojas próximo a datas como o Natal, decididamente não é uma atividade que faz parte de meu projeto de vida, por isso mesmo resisto muito a qualquer necessidade que surja, só mesmo um pedido apelativo de minha amada me convence a participar de uma aventura como está, que é ir as compras nesta época do ano.

Ao retornar para casa e meditar um pouco sobre nosso “passeio”, percebi que ele não foi tão ruim como imaginava que seria, além do prazer da companhia da minha esposa e das boas compras que aconteceram, algo neste tarde me chamou muito atenção:

Eu encontrei uma pérola dentro da sapataria.

As boas descobertas sempre nos trazem algumas reflexões, e com está descoberta não foi diferente,junto com ela veio o entendimento que quando estamos com nossos olhos espirituais abertos, seja em qual for o lugar, Deus tem sempre alguma coisa bela e importante para nos mostrar. Hoje em meio as compras, tive o privilégio de encontrar uma de Suas pérolas que Ele tem escondidas nesta terra, e pasmem, ela estava escondida dentro de uma sapataria sem nenhum esquema de segurança, simplesmente estava lá para todo mundo vê, só que nem todos tiveram a felicidade que eu tive.

Quando fui em direção a sapataria pensava em encontrar várias coisas e já me preparava para enfrentar tudo isso:

sapatos, vendedor, gente estressada, preços abusivos, mas não imaginava que poderia achar uma pérola numa sapataria, só Deus pode realmente preparar esse tipo de encontro.

Outra coisa que aprendi hoje é que Deus colocou muitas belezas e riquezas nesta terra que podem tornar nossa vida mais feliz, só que é necessário que nossos valores de satisfação não estejam pautados somente no que a sociedade pós-moderna chama de politicamente correta para o “homem”, que é a nossa satisfação material e intelectual.
É necessário também que nossa escala de valores absorva questões transcendentes para que possamos Ter visão de Deus e enxerga essas preciosidades que fazem a "verdadeira diferença", porque elas trazem entendimento divino para nossa vida. Comprar sapatos foi ótimo, até porque como disse antes foi uma boa compra, mas melhor do que que isso foi descobrir e sentir o amor de Deus pela pérola que Ele permitiu que eu enxergasse naquela loja.

Eu imagino que deveriam Ter pelo menos umas sessenta pessoas naquela loja, mas só eu encontrei aquela pérola. É claro que o fato de Ter uma responsabilidade espiritual como ministro, me faz ficar atento para ouvir a voz de Deus e não desperdiçar esses preciosos momentos que Deus fala conosco.

Bem não vou me alongar muito. A pérola que citei acima foi uma adolescente, que em meio a toda aquela confusão na loja, onde todo mundo estava preocupado em “comprar sapatos”, o que é até certo ponto era razoável, estava atenta em ler o livro que sua mãe havia lhe comprado. Quando percebi ela alheia a tudo o que acontecia a sua volta e mergulhada no mundo da leitura, totalmente blindada em uma dimensão muito mais ampla e contemplativa, percebi o quanto ela é preciosa para Deus e o quanto Ele vai fazer na vida e através da vida daquela jovem.

Na mesma hora comprar sapatos fico secundário , achei algo mais importante, achei alguém em que Deus está cuidando de todos os detalhes e isto é tremendo.

Falei rápido com ela, não falei sobre o que Deus havia falado ao meu coração, mas dei nosso endereço na Internet e espero que ela possa ler essa mensagem, porque Deus quer que ela saiba através deste texto, que ela é muito importante para Ele, ao ponto Dele a chamar de pérola preciosa.

A você adolescente que ama a leitura, preciosa e amada por Deus, saiba que muito mais do que você ama seus livros, Deus ama você. O Todo Poderoso quer que você tenha certeza disto.

Saiba que este texto foi escrito para você, com amor de Deus.

Deus te abençõe.

Pastor Paulo Cesar e Pastora Flávia
Ministério Religare

sábado, 6 de dezembro de 2008

O que fazer na hora que estamos na beira do abismo?

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O que fazer na hora que estamos na beira do abismo?

Ao ler o título deste texto, é normal que você imagine que vamos falar de pessoas que estão vivendo no pecado e estão prestes a serem devoradas pelo inimigo que lhes armou uma cilada.

Mas não é propriamente este tipo de situação que vamos abordar, o que pretendemos destacar são os momentos difíceis que muitas pessoas vivem, independente da vida de comunhão que elas têm com Deus.

O que é um momento difícil? Este conceito pode variar muito de pessoa para pessoa, para alguns pode ser uma situação de desemprego, para outros uma enfermidade de um filho ou até mesmo um casamento que aos olhos humanos não tem mais jeito.

Bem, já entendemos o que é, mas o que fazer quando esta situação bate forte a nossa porta dizendo “eu vou entrar e destruir tudo e não vai sobrar nenhuma parede de pé”?

Diante do número de pessoas com quem tenho conversado passando por momentos difíceis, me vejo na obrigação de tentar, com a ajuda de Deus, dizer algo que possa ajudar estas pessoas e a outras que estejam vivendo uma situação semelhante.

Não iremos particularizar nenhuma situação, mas vamos falar simplesmente dos momentos difíceis para que a mensagem possa ser abrangente, tenham eles os nomes mais variados possíveis.

Quando o fogo está nos queimando ou a água nos afogando, apesar da dor e do desespero, esta situação torna-se um momento impar de nossa vida, pois temos a oportunidade de chegarmos em uma nova dimensão com Deus, independente do estágio que estamos em nossa comunhão com Ele.

Essa nova dimensão é um estado de dependência total, onde nenhuma força ou agir humano pode trazer solução. Existem momentos que só Deus de forma sobrenatural pode fazer alguma coisa. Você olha para seu baú de soluções e não encontra nada, conversa aqui e ali e não houve nada de novo, tenta isso ou aquilo e nada muda. Nestes momentos, só a dependência total de Deus pode trazer a solução. Eu digo pode, porque nestas horas não temos a certeza que vai funcionar, só que não existe outra saída, você ja fez tudo que está ao alcance da razão humana, então só nos resta esta alternativa,subir para essa nova dimensão e encontrar uma solução Divina.

O atípico destes momentos, é que ou você consegue fazer sua parte e cresce tremendamente na vida e com Deus, ou você vai parar no brejo, e o brejo é lugar de sapo.Mas eu creio que você não foi feito para ser sapo, mas sim para ser um príncipe do Reino de Deus.Por isso eu tenho fé que seja qual for o seu momento difícil, se você tiver Jesus e tiver disposto a depender só de Deus, você vai chegar ao final desta história como um nobre deste Reino.

Para ser objetivo e dar a você algo palpável, vou falar de mim e de um momento difícil que vivi há um tempo atrás.

Passei por uma situação difícil, onde meu intelecto, minha sabedoria(que confesso ser pequena) e a intervenção de outras pessoas, não trouxeram nenhuma solução. Eu me sentia como se estivesse em um tanque cheio de água, onde qualquer movimento meu, fisico ou da alma, mexia com a água que impedia minha respiração.
Só me restava ficar com a alma parado, quieta e falar com Deus, crendo que Ele na sua Onipotência traria uma solução, ou seja, confiar totalmente Nele.

Preciso confessar a vocês que foi difícil aquietar minha alma neste momento específico, devido a importância do momento para minha vida. Nesta hora confiar em Alguém que você não consegue tocar com seus dedos físicos e que seu ouvido não ouve "Suas respostas" é muito difícil, mas é extremamente necessário para que o desfecho seja favorável a sua vida, pois a todo tempo eu sentia em meu coração que era necessário o sentimento de descançar e confiar.A sensação que temos nesta dimensão é que perdemos a nossa lucidez por não confiar no que "nossos sentidos naturais" estão nos dizendo a todo momento: “não têm jeito, entre em desespero”.

Eu hoje estou aqui para te dizer que eu não entrei em desespero, aquietei minha alma, confiei no Invisível e no Impossível, e Ele além de resolver meu momento difícil, me fez andar com Ele em uma nova dimensão.

Neste momento eu te convido a não confiar no que seus sentidos te dizem, mas a subir para essa nova dimensão, e como eu por misericórdia e graça, dar o seu testemunho para edificar a vida de outros.

A Honra e a Glórias sejam dadas a Ele, Aquele que pode todas as coisas e que não se esquece dos seus príncipes e princesas.

Pr.Paulo Cesar
Ministério Religare
Sta.Bárbara,Niterói,RJ.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

A depravação de nossa natureza.

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A depravação de nossa natureza.

Quando falamos na corrupção do gênero humano, por mais que realizemos um grande esforço para entendermos o que de fato aconteceu, não conseguimos alcançar a profundidade do que foi a "queda do homem" e suas repercusões em nossa vida.

Mesmo com dedicação ao estudo bíblico e meditando com o Espírito, passamos longe de entender este evento que mudou a história da humanidade.

Quando Calvino falou em depravação total, muitos se assustaram naquela época, mas pensando bem, depravação total ainda é muito suave para descrever o que aconteceu conosco. Sou sabedor que a intenção de Calvino com esta expressão foi de registrar que todas as áreas de nossa vida ligadas a imagem e semelhança de Deus foram alteradas, conforme nos corrobora o Pastor Luiz Sayão em sua matéria sobre este tema a revista Enfoque. Mas como explicar que nosso ser Tem esta vontade, que sempre nos conduz ao mal? Só o reconhecimento da queda e de sua profundidade, pode explicar tamanha tendência.

Talvez você esteja se perguntando, “mas eu sou nova criatura, eu nasci de novo, então o que eu tenho haver com essa história de queda?”

Vou te explicar. Jonh Wesley dizia que “ O novo nascimento é uma operação milagrosa e sobrenatural operada por Deus no novo convertido que não conseguimos explicar”. Este milagre, o novo nascimento, nos capacita a olhar o pecado de uma maneira diferente, e com isso damos ouvido a voz do Espírito em relação a nossa santidade, mas esse operar não restaura nossa natureza ao estado original de nosso pai Adão. A nossa vontade, ainda tende para o mal, ou seja, ainda temos uma inclinação natural para o pecado.

Mas creio que na vida do cristão, o que mais pesa não é propriamente a inclinação, mas sim não entendemos esta existência tendenciosa e não vigiamos o suficiente com ela.

Jesus quando rejeitou ser chamado do “bom”, queria nos deixar um recado, enquanto estivermos neste corpo, nenhum de nós (nem mesmo os santos) será bom, por isso a necessidade de entendermos esse mistério que foi a queda do homem e também que só com a ajuda do Espírito Santo, poderemos Ter a vigilância necessária para não sermos, como disse nosso irmão Calvino, um depravado.

Não seja um depravado,nem no sentindo literal e nem no figurado, não seja alguém que não dá atenção para sua falibilidade humana, lembre-se Jesus morreu por ela, para que você através do Seu sacrifício chegasse um dia a estatura de varão perfeito la na glóra.Procure a santidade, se esforce por ela, Deus merece.

Que a Graça e Paz de Cristo Seja Com todos.
Pr.Paulo Cesar