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Amados do Senhor Jesus e queridos visitantes. É com alegria que trazemos para sua instrução e reflexão a entrevista realizada com o Pastor Fernando Marin. Como os outros entrevitados desta coluna, só conheço o pastor Fernando através das redes sociais, mas independente do nosso contato ser superficial, é notório algumas características deste pastor como por exemplo: Participativo, atuante, colaborador, quebrantado, amante do conhecimento e simples (está última por sinal, é uma característica difícil de se encontrar em nosso “mercado”). Leia com atenção e não deixe de comentar sua visão do fatos, é dessa forma que crescemos como pessoa e cristão.
Perguntas:
Qual é o se nome completo e sua idade ( no caso das pastoras a idade é dispensável)?
José Fernando Marin de Almeida - 54 anos
É casado(a)? Com quem? Tem filhos? Quantos?
Sou casado Com Tereza Cristina, e tenho um filho - Daniel - com 15 anos de idade
Onde reside (cidade)?
Resido em Rio das Ostras - RJ
Há quanto tempo pastoreia?
Tenho 5 anos de consagração, mas, no presente momento, não estou pastoreando.
Além de pastorear exerce outra atividade como profissão secular?
Atuo como Monitor Presencial no Polo Macaé da Univ. Metodista de S.Paulo, curso de Teologia
Em que igreja (ou denominação) se encontra no momento?
Na Terceira Ig.Batista em Rio das Ostras
Como definiria o exercício pastoral?
Um sacerdócio, que só pode ser realmente exercido por alguém que tenha sido chamado por Deus e capacitado pelo Espírito Santo, por alguém que ame a Jesus Cristo e às pessoas, e que ponha esse sacerdócio em primeiro lugar na sua vida.
O que pensa do momento que vive a Igreja (protestante/evangélica) Brasileira de uma forma geral?
Penso que a Igreja no Brasil passa por uma fase difícil, principalmente as ligadas às Denominações Históricas, que não tem podido acompanhar as mudanças sociais e se readequarem a elas para melhor atingirem a comunidade e trazer a Palavra da Salvação às pessoas. Isso tem trazido distorções e até mesmo desvios doutrinários, como consequência de uma busca não planejada do crescimento da membresia.
Como você encara, na sua visão teologia, o movimento neopentecostal que atualmente é tão combatido pelas igrejas históricas, reformadas e pela pentecostal histórica?
Creio que o movimento neopentecostal - de uma forma geral - vem atuando de maneira descompromissada com a Palavra de Deus, pregando uma teologia própria de cada líder de igreja, em detrimento de uma pura e sã doutrina. São formas inúmeras - e criativas - de se angariar recursos ( em nome de Deus), recursos esses que vemos aplicados em programas de TV ou de obras faraônicas, e que poderiam ser muito melhor empregados em atividades sociais ou evangelísticas. Vemos líderes de igrejas enriquecendo, enquanto que as pessoas permanecem totalmente ignorantes na fé, buscando na Igreja vida material, em detrimento do que preconiza o Evangelho de Jesus Cristo.
Você defende o movimento dos apóstolos do século XXI, como o do René Terra Nova?
Defendo qualquer movimento, desde que seja pautado na Bíblia e que leve pessoas à Jesus. Se os atuais movimentos apostólicos seguem esse caminho, eu ou defenderei, caso contrário, que Deus faça a Sua justiça.
As igrejas de grande porte (para mensurar digamos acima de 1000 pessoas) conseguem atender as necessidades do rebanho ou elas se tornam o paraíso dos crentes que não querem ser incomodados no seu caráter?
Creio que igrejas grandes podem, sim, atender às necessidades do rebanho, dependendo da administração que seja aplicada (creio no Colegiado Pastoral como forma de viabilizar isso) . Outras formas de se pastorear esse rebanho seriam , por exemplo, Pequenos Grupos , ou células, o que torna essa tarefa mais branda e atende às demandas das pessoas.
Baseado não sua experiência, você acredita que um pastor consegue conciliar um atendimento eficaz ao rebanho e a igreja de uma forma geral, com uma vida profissional secular com carga horária de 8hr/ dia?
Se a igreja for de pequeno porte ( até 100 pessoas), creio. Acima disso, penso que o Pastor deve dedicar-se em tempo integral ao rebanho.
A gestão (não domínio) pastoral da vida do rabanho está sendo abandonada pela maioria dos pastores? Caso afirmativo, isso pode gerar uma mutação deste dom?
Com certeza, está sim. Falta de tempo, stress, problemas pessoais diversos, tudo isso vem contribuindo para que o Pastor seja muito mais um administrador do que um líder espiritual. Com isso, há o perigo (iminente) de o pastor transformar-se em apenas um profissional de liderança, deixando de ser um sacerdote (líder espiritual) . Tenho visto esse fato acontecendo no seio de algumas igrejas, e isso me preocupa muito. Creio que há a necessidade urgente de se reciclar pastores, como forma de se resgatar a função de liderança espiritual pastoral.
Em que área do cotidiano você acredita que a Igreja está ganhando? E onde está perdendo?
Creio que a igreja está ganhando por afastar muita gente das mazelas que assolam a sociedade atual (drogas, álcool, etc), mas perde em não estar estruturada para um efetivo trabalho social, que viesse a cumprir com a responsabilidade que temos nessa área. Penso, ainda, que nos faltam pessoas que pudessem vir a serem capacitadas em diversas áreas der liderança, e que pudessem auxiliar na manutenção do rebanho. Essa falta de líderes tem impedido um maior crescimento da igreja e um melhor atendimento às necessidades do serviço, auxiliando em muito a função pastoral.
No universo da sociedade brasileira, o que você considera como sendo o maior risco para uma vida coerente como Evangelho?
O consumismo desenfreado que temos visto em nosso país. Parece que as pessoas perderam a noção do valor do dinheiro, e de que a vida não é feita apenas de materialidade, de posses. A maioria das pessoas que tenho atendido estão afundadas em dívidas ou em depressão por não poderem saciar a sua sede consumista. É aí que entram denominações neopentecostais com as suas promessas de vida material abundante, e tem afastado muitos do Evangelho.
Qual a pergunta que você faria a quem for entrevistado(a) nessa coluna e qual seria a sua resposta para ela?
Perguntaria: Você considera que está fazendo a sua parte, o que lhe é requerido por Jesus em relação às pessoas, no sentido de evangelizar, amar, servir, de ser realmente um líder espiritual?
A minha resposta: Tenho procurado fazer a minha parte da melhor maneira possível, embora as dificuldades desta vida nos criem uma séria de impedimentos. Espero poder a cada dia fazer mais pelo Reino e chegar a me dedicar inteiramente à Obra de Deus.
Entre cristãos e não cristãos temos uma média de 100 visitantes/dia neste blog. O que ao final desta entrevista você diria para eles?
Em qualquer circunstância da vida, faça o bem !
Amados do Senhor Jesus e queridos visitantes. É com alegria que trazemos para sua instrução e reflexão a entrevista realizada com o Pastor Fernando Marin. Como os outros entrevitados desta coluna, só conheço o pastor Fernando através das redes sociais, mas independente do nosso contato ser superficial, é notório algumas características deste pastor como por exemplo: Participativo, atuante, colaborador, quebrantado, amante do conhecimento e simples (está última por sinal, é uma característica difícil de se encontrar em nosso “mercado”). Leia com atenção e não deixe de comentar sua visão do fatos, é dessa forma que crescemos como pessoa e cristão.
Perguntas:
Qual é o se nome completo e sua idade ( no caso das pastoras a idade é dispensável)?
José Fernando Marin de Almeida - 54 anos
É casado(a)? Com quem? Tem filhos? Quantos?
Sou casado Com Tereza Cristina, e tenho um filho - Daniel - com 15 anos de idade
Onde reside (cidade)?
Resido em Rio das Ostras - RJ
Há quanto tempo pastoreia?
Tenho 5 anos de consagração, mas, no presente momento, não estou pastoreando.
Além de pastorear exerce outra atividade como profissão secular?
Atuo como Monitor Presencial no Polo Macaé da Univ. Metodista de S.Paulo, curso de Teologia
Em que igreja (ou denominação) se encontra no momento?
Na Terceira Ig.Batista em Rio das Ostras
Como definiria o exercício pastoral?
Um sacerdócio, que só pode ser realmente exercido por alguém que tenha sido chamado por Deus e capacitado pelo Espírito Santo, por alguém que ame a Jesus Cristo e às pessoas, e que ponha esse sacerdócio em primeiro lugar na sua vida.
O que pensa do momento que vive a Igreja (protestante/evangélica) Brasileira de uma forma geral?
Penso que a Igreja no Brasil passa por uma fase difícil, principalmente as ligadas às Denominações Históricas, que não tem podido acompanhar as mudanças sociais e se readequarem a elas para melhor atingirem a comunidade e trazer a Palavra da Salvação às pessoas. Isso tem trazido distorções e até mesmo desvios doutrinários, como consequência de uma busca não planejada do crescimento da membresia.
Como você encara, na sua visão teologia, o movimento neopentecostal que atualmente é tão combatido pelas igrejas históricas, reformadas e pela pentecostal histórica?
Creio que o movimento neopentecostal - de uma forma geral - vem atuando de maneira descompromissada com a Palavra de Deus, pregando uma teologia própria de cada líder de igreja, em detrimento de uma pura e sã doutrina. São formas inúmeras - e criativas - de se angariar recursos ( em nome de Deus), recursos esses que vemos aplicados em programas de TV ou de obras faraônicas, e que poderiam ser muito melhor empregados em atividades sociais ou evangelísticas. Vemos líderes de igrejas enriquecendo, enquanto que as pessoas permanecem totalmente ignorantes na fé, buscando na Igreja vida material, em detrimento do que preconiza o Evangelho de Jesus Cristo.
Você defende o movimento dos apóstolos do século XXI, como o do René Terra Nova?
Defendo qualquer movimento, desde que seja pautado na Bíblia e que leve pessoas à Jesus. Se os atuais movimentos apostólicos seguem esse caminho, eu ou defenderei, caso contrário, que Deus faça a Sua justiça.
As igrejas de grande porte (para mensurar digamos acima de 1000 pessoas) conseguem atender as necessidades do rebanho ou elas se tornam o paraíso dos crentes que não querem ser incomodados no seu caráter?
Creio que igrejas grandes podem, sim, atender às necessidades do rebanho, dependendo da administração que seja aplicada (creio no Colegiado Pastoral como forma de viabilizar isso) . Outras formas de se pastorear esse rebanho seriam , por exemplo, Pequenos Grupos , ou células, o que torna essa tarefa mais branda e atende às demandas das pessoas.
Baseado não sua experiência, você acredita que um pastor consegue conciliar um atendimento eficaz ao rebanho e a igreja de uma forma geral, com uma vida profissional secular com carga horária de 8hr/ dia?
Se a igreja for de pequeno porte ( até 100 pessoas), creio. Acima disso, penso que o Pastor deve dedicar-se em tempo integral ao rebanho.
A gestão (não domínio) pastoral da vida do rabanho está sendo abandonada pela maioria dos pastores? Caso afirmativo, isso pode gerar uma mutação deste dom?
Com certeza, está sim. Falta de tempo, stress, problemas pessoais diversos, tudo isso vem contribuindo para que o Pastor seja muito mais um administrador do que um líder espiritual. Com isso, há o perigo (iminente) de o pastor transformar-se em apenas um profissional de liderança, deixando de ser um sacerdote (líder espiritual) . Tenho visto esse fato acontecendo no seio de algumas igrejas, e isso me preocupa muito. Creio que há a necessidade urgente de se reciclar pastores, como forma de se resgatar a função de liderança espiritual pastoral.
Em que área do cotidiano você acredita que a Igreja está ganhando? E onde está perdendo?
Creio que a igreja está ganhando por afastar muita gente das mazelas que assolam a sociedade atual (drogas, álcool, etc), mas perde em não estar estruturada para um efetivo trabalho social, que viesse a cumprir com a responsabilidade que temos nessa área. Penso, ainda, que nos faltam pessoas que pudessem vir a serem capacitadas em diversas áreas der liderança, e que pudessem auxiliar na manutenção do rebanho. Essa falta de líderes tem impedido um maior crescimento da igreja e um melhor atendimento às necessidades do serviço, auxiliando em muito a função pastoral.
No universo da sociedade brasileira, o que você considera como sendo o maior risco para uma vida coerente como Evangelho?
O consumismo desenfreado que temos visto em nosso país. Parece que as pessoas perderam a noção do valor do dinheiro, e de que a vida não é feita apenas de materialidade, de posses. A maioria das pessoas que tenho atendido estão afundadas em dívidas ou em depressão por não poderem saciar a sua sede consumista. É aí que entram denominações neopentecostais com as suas promessas de vida material abundante, e tem afastado muitos do Evangelho.
Qual a pergunta que você faria a quem for entrevistado(a) nessa coluna e qual seria a sua resposta para ela?
Perguntaria: Você considera que está fazendo a sua parte, o que lhe é requerido por Jesus em relação às pessoas, no sentido de evangelizar, amar, servir, de ser realmente um líder espiritual?
A minha resposta: Tenho procurado fazer a minha parte da melhor maneira possível, embora as dificuldades desta vida nos criem uma séria de impedimentos. Espero poder a cada dia fazer mais pelo Reino e chegar a me dedicar inteiramente à Obra de Deus.
Entre cristãos e não cristãos temos uma média de 100 visitantes/dia neste blog. O que ao final desta entrevista você diria para eles?
Em qualquer circunstância da vida, faça o bem !
Através do sistema de comentários do blog, nossos visitantes podem emitir opiniões, discordar, concordar e opinar sobre a entrevista e as respostas dos nossos entrevistados. Pedimos apenas que em tudo haja amor na forma de se expressar e bom senso na forma de criticar. Por favor registre sua opinião, ela é muito importante para nossa reflexão, o cristão precisa deste tipo de exercício.
Em Cristo
Pr.Paulo Cesar Nogueira
Ministério Religare
Minreligare.blogspot.com
pauloflecha1000@hotmail.com
Facebook Paulo E Flávia Nogueira









